Para comemorar a volta à normalidade decidiram fazer um baile no castelo convidando a todos de todas as classes.

— Sentimentos vem; Para nos trazer; Novas sensações, doces emoções. — Todos do baile dançavam felizes com os seus pares. — E um novo prazer.

Se via Shoyo dançando feliz com Kageyama no centro do salão de baile.

O Daichi tentando se livrar de Michimiya mas não tendo sucesso.

Iwaizumi dançando com uma moça bem bonita.

Nishinoya abraçando Asahi feliz.

Kuroo dançando com Tsukishima dando um sorriso de quem vai aprontar alguma coisa mais tarde, Tsukishima com uma expressão de tédio mas com as bochechas coradas.

Bokuto em um canto com uma tela e tintas fazendo uma pintura do baile.

— Muda a estação; O Sol em Fera; Pronto pra viver; Novo amanhecer; O Sol e a Fera. — cantou Sugawara olhando na direção de Bokuto que assentiu em concordância.

— O que? O que foi? — perguntava Kageyama desesperado para saber por que Shoyo não parava de o encarar.

— O que você acha de deixar a barba crescer? — perguntou Shoyo com um sorriso debochado.

— Hahaha — riu Kageyama pelo deboche de Shoyo. — grrrr. — rosnou para ele.

— Hahaha. — riram os dois juntos.

Shoyo se curvou em comprimento, Kageyama segurou a mão de Shoyo e depositou um beijo na mesma.

— E numa estação, como a primavera; Sentimentos são, como uma canção; Para o Sol e a Fera.

Ao fim da música Kageyama se abaixou feliz na frente de Shoyo.

— Meu amor, sou uma outra pessoa desde que conheci você, definitivamente, sou uma pessoa melhor. Você tem essa rara qualidade de me fazer mostrar ao mundo o melhor que tenho para dar e para mostrar. — falava Kageyama olhando nos olhos de Shoyo.

— Ohh Kageyama. — falou Shoyo começando a chorar de felicidade.

— Atravessamos alguns momentos complicados e nem sempre estive à altura das situações, mas ao seu lado tudo parece mais fácil, tudo parece mais leve. — falou Kageyama se levantando para enxugar as lágrimas que Shoyo derramava. — você me demonstrou a força que tem o verdadeiro amor o quanto esse sentimento é importante para superar as adversidades. — disse segurando o queixo de Shoyo para ele poder continuar olhando nos olhos caramelos.

— Kag…. — tentava falar Shoyo.

— Houve momentos também de felicidade imensa que nunca havia sentido antes e que me proporcionaram algumas das minhas melhores memórias. — continuou falando Kageyama dando um meio sorriso que parecia mais uma careta assustadora.

— Oh mon dieu! — exclamou Bokuto assustado com o sorriso de Kageyama estava dando ao seu pequeno sol.

— Não se preocupe tio Coruja, é só um sorriso. — falou Nishinoya com se fosse a coisa mais simples de entender.

Kageyama deu um olhar repreensor para os dois que interromperam para que eles ficassem quietos até ele terminar de falar.

— Parece simples demais, mas esta é a questão mais decisiva que alguma vez colocarei a alguém. — voltou a falar Kageyama olhando para Shoyo que ria da reação do pai. — E mais decisiva será a sua resposta. Eu quero uma vida ao seu lado. Eu quero construir infindáveis memórias e uma família com você. Eu quero superar dificuldades e festejar conquistas ao seu lado. — falou limpando uma lágrima que descia solitária pela bochecha de Shoyo enquanto o mesmo sorria grande.

Kageyama voltou a se ajoelhar de frente para Shoyo segurando a sua mão.

— Tudo o que eu mais desejo é fazer você feliz ou morrer tentando. Casa comigo, meu Sol, e eu prometo fazer você sorrir todos os dias das nossas vidas! — falou Kageyama dando um sorriso de canto.

— Simmmm — gritou Shoyo feliz respondendo ao pedido pulando em cima de Kageyama o derrubando no chão.

— Bom, agora é que eu entro. — falou Bokuto se aproximando dos dois jogados no chão. — Hinata meu filho. — disse ajudando a levantar seu filho. — tenho que ver se ele é bom o suficiente para se casar com você.

— Pai, ele não é igual ao Oikawa. — falou Shoyo olhando nos olhos do pai.

— Mas…. — falou Bokuto tentando não cair nos encantos dele.

— Pai. — repreendeu Shoyo o pai.

— Está bem. -falou Bokuto rendido. — Bem vindo a família. — disse estendendo a mão para Kageyama.

— Não vou decepcionar o senhor. — falou Kageyama convicto apertando a mão de Bokuto.

— Eu espero que não. — falou Bokuto com o ar sombrio.

— Viva aos noivos. — gritou Kuroo animado.

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