O Sol

19 Seção 2 - Capítulo 7


Adentramos a favela de Lighthalzen após uma pequena soneca do guarda, e fomos falar com um rapaz conhecido como o “Rato de esgoto” da cidade, chamado Espinha.

“Hmpf, vocês acham que eu vou contar assim de bandeija (sic)?” – resmungou o rapaz – “Me tragam alguns jellopies preu poder jantar hoje e dar de comer prus meus irmãozinhos HiHiHiHi (sic)

Apesar de ser aparentemente afetado, cumprimos a exigência dele e ele nos mostrou a entrada para um labirinto de corredores.

“Adeus idiotas.” – e a porta se fechou nas nossas costas.

Tinhamos suprimentos para alguns dias no carrinho do senhor Duff.

“Ahhh” – Anselm bate irritado com seu machado na porta, o que era inútil já que a porta era revestida por Elunium por dentro. “O que vamos fazer agora?”

“Bem, acho que só nos resta tentar achar alguma saída.” – Falei confiante, apesar de não estar muito feliz por dentro.

“CHAMA REVELADORA” – uma chama vermelha rodeou Umeko – “SUPERNOVA!” – a chama se espalhou por todos os lados e vimos uma infinidade de corredores e pilares alinhados.


“Isso não é muito animador... Que tal irmos por a-a-a--qui?” A cavaleira apontou sua lança comprida para nossa esquerda.

Andamos durante muito tempo, não sei exatamente quanto pois não podíamos ver o Sol, e a única luz que nos restava era as magias de iluminação.

Até que alcançamos uma porta de madeira.