O Sol
15 Seção 2 - Capítulo 4
Além da porta tinha um bar. Olhei, não tinha ninguém que se parecesse com um dono de hotel aqui. Sentei no bar e olhei para o bartender. Ele olhou pra mim e soltou:
“Ei você é de Rune-Midgard certo? Por favor sinta-se em casa enquanto estiver aqui em Lighthalzen e aproveite bastante.”
“Não estou a passeio aqui senhor. Vim morar aqui. Não tenho emprego e nem moradia ainda. Vim aqui no hotel para arrumar, mas não achei quem pudesse me dar um lugar aqui.”
“Querida, pois está falando com a pessoa certa! Eu mesmo emprego as pessoas aqui”
Finalmente havia falado com alguém certo na cidade.
“Venha cá, lhe farei algumas perguntas e logo logo você estará empregada!”
Atravessamos de volta para o saguão e subimos muitos lances de escada até chegar em um quarto grande.
“Qual é o seu nome?”
“Sun Shine”
O quarto tinha camas e uma escrivaninha bem arrumada.
“Ande nasceu?”
“Geffen”
Ele apontou a cadeira para eu me sentar e se sentou em uma atras.
“Hmm, interessante. Quantos anos?”
“16 e alguns meses”
Tirou uns papéis e finjiu ler algo.
“E já se tornou uma sacerdotisa? Que talento! Bom tenho um trabalho pra você”
“Me diga, o que quer?”
“Bem, vou deixar você trabalhando no recuperador do hotel.”
“Recuperador?”
“Bem, é como vocês de Rune-Midgard chamam quando descansam em uma estalagem. Mas aqui em Schwarzwald nos chamamos isso de recuperador.”
“Ahh... Eu aceito.”
“Mas tem um porém. Existem boatos por ai de que a corporação Rekenber andou fazendo uns experimentos com pessoas vivas, torturando elas pra desenvolver o recente sistema de homúnculi. Eu estou muito curioso sobre isso. Os donos da corporação normalmente vem descansar aqui, e após a ultima curandeira se demitir não temos ninguém para ...”
“Se demitir?” – Interrompi.
“Eh... Uma longa história...”
“Me conte, por favor” Fiz uma cara de lobinho do deserto faminto e esperei a explicação.
“Ahh, ok... Bem, muitas pessoas voltam extremamente dilaceradas das explorações. Não queria te contar, você provavelmente iria fujir...”
“Imagine” – Interrompi novamente – “Eu vim aqui para descobrir, e sou uma sacerdotisa, se alguém precisa de ajuda, eu ajudarei.”
“Estou aliviado. Estamos juntos nessa então?”
“Estamos.”
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