O Sol

7 Capítulo 7


Acordei deitada e com o amuleto em mãos num lugar muito escuro. Levantei e andei. Andei muito. Estava confusa: O que tinha acontecido? Onde estava? A uma certa altura da minha caminhada um barulho incomodo começou a ecoar. A escuridão estava me deixando louca. “Revelação!” Tudo ficou claro e finalmente pude ver que o lugar onde estava era uma caverna.

O barulho infernal não parava e meu coração batia intensamente. Não era uma alucinação. Ouvi um urro e uma figura amorfa e nojenta apareceu. Em questão de segundos, muitas iguais a ela apareceram. O que me chamou atenção em especial foram seis criaturas maiores. O cheiro era horrível, insuportável. “AGILIDADE!” exclamei repentinamente e comecei a correr. Mas eles continuavam aparecendo, aparecendo, cada vez mais. Cheguei a um canto escuro. Sem saída. Iria morrer. Mas assim tão indignamente?

Palavras que eu não conhecia saíram da minha boca:

“MAGNUS EXORCISMUS!! Hã?”

O amuleto brilhou, brilhou demais, quase me cegou. Ao mesmo tempo, uma grande área do chão começou a brilhar e os monstros derretiam à medida que a luz sagrada que emanava do solo crescia para cima deles.

Desmaiei.