O Show - Pinescest
1 Show's time!
Notas iniciais
desculpa aí, pessoas do facebook, por demorar tanto :p
e por tão pouquinhas palavra ._.
juro que eu tentei, mas as ideias não chegavam aí ficou assim ;---;
bem, boa leitura!
Sem pensar nas consequências, ignorando toda a ética e quebrando um tabu muito, muito antigo, me aproximei de Mabel e a beijei. Sei que é errado, mas já não consigo mais aguentar ver ela quebrando a cara por tantos caras bestas, como aquele dos fantoches. Ao cessar o beijo, me afastei e então caiu a ficha do que eu tinha feito. Coloquei a mão na cabeça e comecei a praguejar baixinho. Mabel permanecia estática, com a boca entreaberta.
- Eu... mas que droga! De todas as pessoas no mundo, justo a minha irmã, droga, droga, droga! – eu me xingava sozinho.
- SHHHH! –disse Mabel, se recuperando do choque e se aproximando ameaçadoramente – OLHA AQUI! Eu esperei muito tempo por isso e você NÃO vai estragar o momento! – ameaçou ela, recebendo como resposta meu aceno positivo.
- Mas... nós... somos irmãos e...
- O que eu falei sobre ficar em silêncio, Pines?! – disse ela, se aproximando carinhosamente e...
- DIPPEEEEEEEEER ACORDAAAAAAAAAA! – gritou Mabel, fazendo com que eu me levantasse com tudo da cama – Tivô Stan tá chamando lá na cozinha! Disse que é importante, maninho! Ah, e... bota uma roupa, a Wendy tá lá e não seria muito educado descer só de cueca.
- Só de cuec... MEU DEUS, SAI DAQUI! – grito, constrangido.
- Eu sou sua irmã, seu besta – disse ela, rindo – você não precisa ter vergonha! Se apressa que eu espero aqui do lado de fora, já que faz tanta questão.
Mabel’s POV
Senhor amado, nem sei como me controlo ao nível de parecer normal numa situação dessas!
Respirando fundo, desci as escadas e olhei torto pra Wendy, que sem perceber fazia o coração do meu irmão em pedaços. Desde que Dipp começou a gostar dela, venho tendo uma sensação de raiva toda vez que a vejo. ‘’ciúmes de irmã’’ era o nome daquilo, bom, pelo menos eu tentava acreditar.
- Mabel, passa a faca pra eu cortar aqui o bolo. – falou Wendy. Cinicamente, joguei a faca na direção dela, mas infelizmente ela segurou a faca em pleno ar. Droga!
- Bom dia – falou Dipper, com cara de tacho. Me segurei pra não rir da expressão dele, e a chegada do Tivô Stan ajudou nisso.
- Muito bem, precisamos falar de dinheiro. Vem caindo muito a grana que ganhamos em um dia de Cabana do Mistério, e precisamos de uma ideia pra isso mudar. Alguma sugestão?
Soos imediatamente ergueu uma das mãos, mas quando Stan deixou ele falar, era pra ir no banheiro. Enquanto pensávamos, Candy chegou gritando:
- NÓS TEMOS A IDEIA PERFEITA! – e fez pose de super heroína.
- Desde que não envolva esses monstros que o Dipper fica mexendo, fale.
- Ah, não! O que eu tenho em mente é uma peça de teatro romântica! – falou ela, arregalando os olhos e concordando com a cabeça.
- E como seria isso? – perguntou Wendy, debochadamente.
- Beeem fácil! Esse aqui – diz ela, apontando pra Dipper – e essa aqui – apontando pra mim – serão protagonistas E casal principal.
Dipper cuspiu seu café com leite, com as bochechas um pouco rosadas.
- É só uma peça, não tem nada de mais. Ou tem? Hm? Hmmm? – provocou Candy.
- CLARO QUE NÃO! – falamos eu e Dipp, em uníssono.
- Vou fingir que acredito – disse ela, mostrando a língua.
Tivô Stan observava tudo em silêncio, mas dava pra ver sua mente funcionando, e nela um show que renderia muito dinheiro passava como em um filme.
- Achei uma ideia muito boa, vamos colocar em prática. – disse ele, fazendo calar todos que estavam na sala.
- Mas Tivô! – reclamei.
- Sem nem um piu, senhorita!
- EU FAÇO VOCÊS SE BEIJAREM SE RECUSAREM O PAPEL! – ameaçou Candy.
- É o que? – perguntou Dipper, olhos arregalados, rosto vermelho.
- VOCÊ OUVIU! – disse ela, apontando o dedo pra Dipp. Comecei a ter um ataque de riso, o que quase me custou leite saindo pelo nariz.
[...]
- SILENCIO! TÁ CHEGANDO ALGUNS CLIENTES AÍ PRA ASSISTIR A PEÇA. – gritou Candy, do telhado.
Começamos a recitar as falas, e aos poucos elas foram ficando mais naturais e não pareciam tão forçadas. Realmente, fazer a peça com Dipp estava sendo divertido. Até o momento final: o casal se reencontra depois de muitos anos separados, e tem que se beijar. Nervosa, caminhei até Dipper e soltei a frase que antecederia o beijo no enredo.
- Finalme... – pigarreei – finalmente, depois de tantos anos separados...
Aproximei o rosto a milímetros do de Dipper e, respirando fundo, dei um final na distância entre nossas bocas. É uma peça, era praquele beijo ter sido daqueles falsos, que só parece que o casal está se beijando. Mas não foi, e eu realmente beijei meu irmão.
Depois de nos separarmos, nosso rosto se encontrava completamente corado. A plateia de poucos clientes aplaudia, mas o som se parecia como se estivéssemos embaixo d’água e alguém conversasse conosco.
Encarei Dipper mais uma vez e me aproximando, sussurrei:
- Talvez eu esteja te amando, amando meu irmão. E isso me assusta, muito Dipp.
Supreendentemente, ele respondeu baixinho, enquanto agradecíamos os aplausos:
- Eu também, Mabel. Eu também.
Notas finais
ficou bom? alguma crítica/algo a acrescentar? comentem!
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