O Show
1 O Concurso
Notas iniciais
Espero que gostem dessa fanfic, eu estou dedicando ela as minhas melhores amigas: Michele e Andressa, que espero qu elas gostem tbm né? Se não as mato '-' bricadeirinha! Mas bom, leiam e desfrute! Não esqueçam de comentar se não, eu não posto! *hum*
Bom leitura!
POV Fernanda
- Eu não vou mentir para você, não se preocupe, mas eu preciso lhe dizer uma coisa. Não se engane com a minha aparência, posso parecer de ferro, mas sou frágil e tenho emoções, posso parecer uma garota rebelde, mas eu também gosto de flores e chocolates. Posso parecer madura, mas ainda tenho medo de escuro e gosto de passar a noite dormindo abraçada ao meu ursinho. É... Nunca julgue um livro pela capa... Pois essa aqui sou eu, não tente me mudar. – Falei no meio da aula do professor de redação, abaixei minha folha e olhei para os meus companheiros de classe que me encaravam atordoados. Eu ri baixinho.
- Muito bem Srta...? – Perguntou o novo professor.
- Fernanda Oliveira. – Depois que eu falei o sinal do término da aula tocou. Suspirei aliviada, me abaixei e comecei a arrumar meus materiais dentro da minha mochila. Quando havia terminado, me levantei da minha carteira e caminhei até a porta da sala, onde muitos alunos já se encontravam.
Olhei um pouco para trás e ali eu vi a aluna nova arrumando seus materiais. Ela não era muito alta... Bom o que eu posso falar disso? Eu sou uma das garotas mais altas da classe, mas bom... Ela tinha cabelos curtos e cacheados, ruivos. A sua pele era branca, mesmo ela estando bronzeada, dava-se para perceber sua pele branca, ela também usava o típico uniforme da escola, só que diferente das demais, ela usava a sua saia um pouco mais do que o permitido levantado. Parecia mais uma daquelas garotas do Rebelde, quer dizer... RBD.
Balancei a cabeça e me virei, mais uma daquelas... Hmmm... Descaradas. Para não se dizer coisa pior. Sai da sala de aula e segui para o portão de saída da escola.
Eu sempre ia a pé para a escola e bom... Eu não tinha amigas. Todos ao que parecia me odiavam, e me excluíam de tudo. Como se eu não existisse, bom... Ao que parece só se lembravam de mim, quando tinham raiva e vinham descontá-la em mim.
Funguei com a lembrança de quando me prensavam contra a parede e me batiam. De vez em quando eu voltava roxa da escola. Às vezes até com sangue escorrendo por meu corpo. Por que eu não conto para os meus pais? Simples! Minha mãe não se importa comigo, tanto faz o que eu faça, desde que ela se entupa de remédios dentro de casa e ainda beba os remédios com cerveja.
Meu pai? Ele fugiu de casa com uma mulher de vinte e tantos anos e nunca mais deu as caras. O nome dos meus pais? Jorge e Márcia Oliveira. O meu? Fernanda Oliveira.
Ao contrário do que vocês devem estar pensando de mim, apesar de eu usar preto, maquiagem escura, e colocar a minha franja de lado, não quer dizer que eu seja emo, nem gótica, só... Eu mesma.
Não me drogo, não bebo, não xingo, só quando necessário, não faço mal... Não faço nada de errado, as minhas notas sempre são as melhores da classe... Mais isso nunca vai ser o bastante para fazer com que alguém da minha família ou que alguém da minha escola note que eu sou um ser humano...
Funguei e lágrimas começaram a deslizar sobre o meu rosto. Era sempre assim quando eu pensava nisso. Tudo em que me aconteceu... Abaixei a cabeça, coloquei meus óculos escuros e comecei a caminhar sem rumo pela rua com os meus fones de ouvido em meus ouvidos explodindo Don't Forget – Demi Lovato. Essa música sem que eu percebesse, me fez chorar ainda mais, mesmo falando de uma decepção amorosa.
Enquanto eu andava, as lágrimas cada vez mais deslizavam pelo meu rosto e inutilmente eu tentava secar as lágrimas com as mãos. Até que eu então senti um choque contra o meu corpo e me fez cair para trás. Assim que meu corpo se chocou contra o chão, eu senti o meu corpo se encolher e tremer de medo.
-Hey, garota. – Falou uma voz, já que meus fones haviam caído dos meus ouvidos e meus óculos pararam um pouco longe do meu rosto assim como a minha mochila que caiu aberta, ótimo! Minha mochila estava aberta esse tempo todo!
Olhei para cima e vi um garoto, com óculos escuros, boné e um casaco de capuz na cabeça, eu comecei a rir, o garoto não entendeu, e recolheu um pouco a mão que estava estendida no ar, talvez para me ajudar a levantar...
Peguei em sua mão e ele me ajudou a levantar, senti uma leve ardência em meu cotovelo, olhei para ele e o vi ralado, suspirei pesadamente, droga...
Olhei novamente para o garoto que mais parecia um ET do jeito de como estava vestido, o que eu estranhei já que estava calor aqui em NY, olhei para ele atentamente, ele percebeu que eu o estava avaliando e eu corei fazendo o rir um pouco.
O garoto retirou o capuz e os óculos, deixando apenas o seu boné e eu percebi na hora de quem se tratava, o próprio Nicholas Jerry Jonas. Revirei meus olhos e abaixando-me peguei a minha mochila, levantei uma perna e a apoiei ali para poder fechar a minha mochila, depois agachei-me mais uma vez e pequei o restante das minhas coisas colocando tudo em seu devido lugar, exceto os fones de ouvido do meu IPOD, olhei para Nick e por sua vez ele pegou o meu pulso e saiu me arrastando para algum lugar até que eu percebi que estávamos indo a caminho do Central Park, sorri, eu já fui algumas vezes para lá, mas nunca havia reparado direito na beleza do lugar.
Ele me sentou na grama embaixo de uma arvore e se sentou ao meu lado. Estranhei tal ato, e bom... Era estranho mesmo, um estranho te arrastar para um parque depois que quase lhe arranca os membros e bom... Alguém que nem conhece, bom até que um pouquinho, mas poderia muito bem te estuprar a qualquer momento não era boa coisa...
- Você deve estar estranhando por eu ter te trazido para cá, não é? – Perguntou e eu assenti, ele retirou o boné e mostrou seus cabelos negros cacheados compridos.
Olhei para baixo esperando sua resposta.
- Bom... Eu te trouxe aqui para você poder relaxar um pouco, pois eu percebi que estava abatida e bom... Para você não me matar por ter esbarrado em você... – Ele falou tentando fazer graça, o que me faz sorrir um pouco.
Ele sorriu de lado, ouvimos um latido, ele olhou na direção de aonde veio e ele sorriu mais abertamente, tinha de admitir ele era bonito, mesmo para um mauricinho... Bom eu acho que ele era já que sua banda parecia ser cheia de uns... Nicholas virou seu rosto em minha direção.
- Você gosta de cachorros não é? – Perguntou meio receoso e eu sorri com sua pergunta.
- Está de brincadeira?! Eu sou apaixonada por cachorros, tanto que eu tenho dois! – Falei entusiasmada e fazendo um coração com as mãos, ele riu.
- Que bom, pois o Elvis está vindo ai. – Ele falou e então um cachorro de pelugem longa e dourada, meio avermelhada apareceu pulando nele e lambendo o rosto de Nick, eu ri com a cena.
O cachorro me percebeu e pulou em mim também, fazendo com que eu tombasse para trás e batesse minhas costas no chão, minha cabeça começou a girar.
Olhei para Nicholas que me sacudia e chamava meu nome, mas como ele sabia? Eu não havia dito o meu nome... Sua voz foi afinando até que se transformou numa voz conhecida... Na voz da minha mãe?!
- Fernanda!– Gritaram o meu nome e o que me fez abrir os meus olhos assustada. Levantei-me e acabei batendo a cabeça na parte de cima do beliche que dividia com a minha irmã Emma.
- Ai! – Exclamei gemendo de dor, olhei para frente olhei para o meu lado e eu me deparei com os olhos azuis de raiva na minha frente, me encolhi um pouco na cama. Minha mãe como sempre com aquele bafo terrível de álcool falou:
- Levanta logo e faça algo de útil da vida. – Falou e depois se levantou saindo do quarto e batendo o quarto, eu vi as pequenas pernas da minha irmã balançando no alto da cama, suspirei e sai de debaixo do beliche.
Assim que sai de lá, eu balancei os meus cabelos ondulados para frente e depois os joguei para trás, o que era costume de manhã. Olhei para trás e vi minha irmã de cinco anos me encarando com um biquinho. Sorrindo fui até ela, peguei-a pela cintura enquanto ela enlaçava seus pequenos braços no meu pescoço.
- Feliz aniversário Fernanda. – Falou. Afastei-a e beijei o topo de sua cabeça.
- Obrigado Emma. – Falei contra os seus cabelos pretos e encaracolados, afastei-a e encarei seus olhos azuis iguais aos de nossa mãe, mas diferente dos dela, os de Emma refletiam inocência, carinho e amor.
Coloquei-a no chão e ela automaticamente foi em direção ao nosso armário e foi pegar suas coisas para ir para o seu colégio, olhei o relógio e vi que ainda eram seis da manhã. Emma fechou a porta do banheiro com certa dificuldade. A maçaneta era um pouquinho mais alto do que ela.
Fui em direção ao armário e peguei uma roupa(http://4.bp.blogspot.com/_5TjKXyKwC-U/TLHrLL3a8II/AAAAAAAAAGw/Fqff1w8tIow/s1600/Taylor-Momsen-jenny-and-nate-7016308-816-1222.jpg)qualquer para ir para a escola, meu sonho foi estranho desde quando se usa uniforme no meu colégio? Balancei a cabeça rindo.
Esperei Emma sair do banheiro para eu poder ir tomar o meu banho e me vestir assim que Emma saiu, eu sorri para ela, a minha irmãzinha não era de se demorar no banheiro, passei por ela dando-lhe um beijo na testa, depois entrei no banheiro e fiz minha higiene pessoal.
Quando sai já arrumada minha irmã também já estava com a sua roupinha linda (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=30214637), sorrindo, ela colocou seus óculos e depois andou na minha direção com a sua mochila nas costas.
Peguei-a no meu colo, depois caminhei e peguei minha mochila que estava em cima da cadeira do meu quarto que dividia com a Emma. Ele era simples, na cor rosa claro, seus moveis escuros. Um beliche grande de duas camas (N/a: Jura?!), ao seu lado tinha uma mesa cor mogno com algumas linhas claras, em cima dessa mesa tinha alguns livros espalhados, folhas e CDs. No quarto tinha uns pôsteres pendurados. Um do McFly outro do Nirvana outro do Green Day outro do Robert Pattinson, esse era um espaço onde ficava minhas coisas, no espaço da minha irmã tinha pôsteres do Barney outro da Demi Lovato outro dos Jonas Brothers. Deve ser por isso que eu infelizmente devo sonhar com aqueles infelizes. Mas tenho que admitir eles eram bonitos. A grande janela branca que tinha entre o lado do beliche e do nosso espaço, dava de frente para o mar. Eu não era pobre, quer dizer, minha avó não era pobre, eu, minha irmã e minha mãe morávamos com ela e meu avô desde que papai tinha ido embora.
Me virei já com a minha mochila nas costas e sai pela porta branca, atravessei o corredor e quando eu iria descer as escadas minha avó me parou.
- Fernanda, você mima demais a sua irmã, deixe ela descer as escadas sozinha querida. – Falou tocando meu rosto com sua mão enrugada.
Minha avó era a típica vovozinha dos filmes e seriados. Cabelos curtos brancos e ondulados, rechonchuda com imensos olhos azuis piscina, óculos e usava suas roupas normais. Hoje ela já usava um vestido branco com ombreira de boneca e babadinhos, e por cima um avental cor de rosa claro. Muito fofo, seus pés estavam cobertos por um chinelo branco.
- Sim vovó. – Falei e abaixei Emma que fez beicinho na hora, eu ri e comecei a andar para baixo para poder tomar café da manhã.
Assim que cheguei lá vi minha mãe sentada folheando uma revista de moda qualquer, revirei meus olhos e caminhei até a fruteira pegando uma maçã, ignorando as panquecas de chocolate e morangos em cima da mesa. Apesar de parecer gostoso, eu preferia comer coisas mai saudáveis de café da manhã do que essas porcarias, de vez em quando me sinto uma brasileira.
- Querida não vai querer panquecas? – Perguntou minha avó relutante, minha irmã sentou na mesa, vovó colocava duas panquecas para ela e depois colocava um pouco de calda de chocolate completando com um morango.
Balancei a cabeça negativamente, aquilo me dava ânsia de manhã.
- Tudo bem. – Falou ainda triste.
- Coma logo garota! Deixe de ser fresca! – Falou minha mãe debochada. Eu reneguei, ela se levantou e caminhou na minha direção. – Coma! – Mandou.
- Não! – Falei, e então rápido demais eu senti minha bochecha arder, as lágrimas se acumulavam nos meus olhos querendo sair, um soluço me escapou enquanto eu esfregava onde ela havia me batido.
- Márcia! – Repreendeu vovó. As lágrimas rolaram por meu rosto, coloquei a maçã intocada de volta a fruteira e sai da cozinha correndo, ouvindo os pequenos soluços de Emma e a discução de minha avó e de minha mãe rolarem por lá.
***
Assim que cheguei ao meu colégio o seu estacionamento já estava lotado. Alunos da escola New York School, uma boa escola, mas com muitos alunos metidos a besta.
Enquanto eu caminhava pelo colégio eu ouvia aqueles assobios irritantes dos garotos, esqueci que estava de shorts e que aquilo dava uma boa visão das minhas pernas.
- Senhoras e senhores, Srta. Fernanda Oliveira não está usando preto hoje, como se sente em relação a isso?! – Perguntou a voz doce e que eu reconheceria de qualquer lugar. Andressa.
Me virei com um sorriso no rosto, mas minha mão que estava no meu rosto tampava um pouco a visão, não queria que vissem o provável vermelho que estava na minha bochecha. Andressa também sorria, mas seu sorriso foi se desmanchando quando percebeu que meus olhos estavam inchados.
- Venha amiga. – Falou me puxando. Eu sabia que ela sabia o que me tinha acontecido agora pouco. Eu também sabia que ela iria usar maquiagem no meu rosto para cobrir o vermelho. Olhei para a roupa (http://taylorswift.com.br/galeria/albums/Photoshoots/2010/Us%20Weekly/010.jpg) dela de esguicha e sorri, era simples, do jeitinho de como ela era.
- Michele? – Perguntei. Andressa me olhou e sorriu de lado, ela apontou para o outro lado, onde tinha um pequeno gramado, olhei para lá e vi Michele se insinuando para o capitão do time de futebol da escola. Tinha que admitir aquela roupa (http://www.mileyphotos.org/albums/Music%20Video/Party%20In%20The%20USA/Stills/MQ/10.jpg) dela estava ajudando!
Balancei a cabeça, ela era uma vadia mesmo.
***
Depois de Andressa passar a droga da maquiagem em mim, como quase todo o dia, ela saiu para ir para sua sala de aula se despedindo de mim, agora era a minha primeira aula e não tinha aula nem com a Mi e nem com a Andry, teria que suportar ficar sem elas por um tempo.
Agora aula de Biologia, minha matéria favorita e eu tinha aula com o garoto do qual eu gostava e somente a Mi e a Andry sabiam disso. O nome dele era Marcos, affe! Ele era indo, e logicamente co-capitão do time de futebol da escola, já que o garoto da qual que a Mi gostava era do capitão, o Alex. Andry namorava o Benjamin, um nerd, mas muito legal e tenho que admitir, muito lindo. Mas as coisas entre eles não iam tão bem, logo eles terminariam.
Quando entrei na sala, todos me encararam abismados, revirei os olhos, eles não estavam acostumados a me verem sem uma roupa toda preta, assim que me sentei na bancada que eu dividia com Marcos, o mesmo havia entrado. Meu coração palpitou algumas vezes, suspirei e olhei para a lousa, não podia mais dar sopa. Ele tinha namorada, a hipócrita da Maitê. A T-lider que mais me dava nojo e que mais me odiava. O por quê? Eu não sei.
Marcos me olhou e se sentou do meu lado e continuava me olhando, olhei para ele. O mesmo sorriu de lado, sorriu um pouquinho e depois me virei para encarar a lousa, o professor Andrade já iria começar sua aula.
Senti uma mão na minha perna, me assustei, olhei para baixo e vi a mão de Marcos na minha perna, bati na mão dele, mas ele continuou com a mão dele em minha perna, mas agora ele a acariciava, resolvi ignorar e prestar atenção no professor, senti a mão dele subindo cada vez mais.
Abaixei a minha e tentei afastar a dele, mas o mesmo não a moveu, eu continuava olhando para o professor, senti a mão dele bem naquele local. Aquilo foi longe demais, me levantei e estapeei a cara dele.
- Atrevido! – Falei com raiva. Agora eu percebi, atração, porra! Eu só sentia atração por aquele... Nojento!
- Srta. Oliveira! – Falou professor Andrade. Olhei para ele, todos da classe nos olhavam com a boca escancarada. – Já para a diretoria.
- Ma-ma-mas.
- Sem “mas” já para a diretoria! – Falou, raiva, mas que raiva! Não era culpa minha, Marcos Machado Rittler era um atrevido e estava passando a mão em mim! Com raiva afastei-me da carteira, peguei a minha bolsa jogando minhas coisas ali dentro e fui em direção a porta, cuja a mesma estava aberta, pequei pela maçaneta quando ia sair e a bati com raiva.
Caminhei até a droga da diretoria.
***
Suspensão. Eu havia sido dispensa, não dava para acreditar... Suspirei e caminhei a passos largos para a porta de saída da escola. Aquilo não podia estar acontecendo.
PDV Andressa
Hora da saída
- A Fernanda foi suspensa. – Falei para Michele que roia as unhas por não saber da Fê. Realmente eu também estava, a avó dela deveria estar no hospital com o Sr. Alfonso, Emma na escolinha, então se a Fernanda fosse para casa ela ficaria sozinha com a mãe... E fosse o que fosse, se as duas ficassem sozinhas, uma sairia machucada ou morta, e essa uma provavelmente seria a Fernanda.
- Vamos lá para casa. A Fê sempre vai lá para casa quando acontece algo, talvez ela esteja lá e com biscoitos fitos pela Nona. – Falou sonhadora. Michele tinha espinhas mais ainda se entupia de chocolates, eu mereço.
- Vamos. Antes que esse seu estomago devore o chão. – Falei e sai correndo com ela ainda correndo atrás de mim, quando estava atravessando ao lado de uma pequena parte do Central Park, minha visão escureceu quando um papel voou na direção do meu rosto.
Retirei esse papel e li ele. Michele chegou próxima a mim e ficou olhando sobre o meu ombro.
Concurso 100% fãs Jonas Brothers Rádio 104.1
Se você gosta dos Jonas então corra, eles viram fazer um show em NY, mas se você é fã já deve saber... Mas o concurso é o seguinte: Venha até o Shopping central e participe de um concurso de dança, música e atuação, quem passar com um grupo de três pessoas no máximo, ganhará entradas na ala VIP do show, ainda passes para os bastidores para conhecer os garotos mais desejados do momento e ainda mais! Demi Lovato abrirá o show, então corra e concorra! Inscrições abertas até dia 15/04/09! Para mais informações assece o nosso site!
Com prazer a Rádio 104.1
Eu e Michele nos entre olhamos quando acabamos de ler o panfleto e sorrimos.
- Temos de participar desse concurso! – Falamos ao mesmo tempo e corremos em direção a minha casa que não era muito longe dali.
Notas finais
Espero que tenham gostado! Por favor reviews, se nao, eu não posto! Okey?!
Bjus! ;)
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