O Senador - Quando Um Homem Ama Uma Mulher
12 Trabalhando para o senador
Notas iniciais
Nosso casal vai começar uma faze mais calma.
E no próximo as coisas começam a esquentar. Hum...
Quanto a ELA, vou deixa-las curiosa mais um pouquinho, mas suas suposições estão corretas. Ou é um animal de estimação, ou um carrão, ou uma moto.
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AGRADECIMENTOS.
REVIEWS CAPÍTULO 10: Proposta Indecente
MicheleBrasil, Lu Nandes, katita, Tati Cullen, Bruna Cardoso, ivis, MPR, brancabella, NathyRigonatto, Suzana Dias, martita, LUCKROBSTEN, claudiamon35, Lu Cullen, BelatrixCullen, Monyq C, Brenda, AneGilbert, bellitasnv, Leila, Bruna Khurt, CL, fabiolaxalb, Mariza, Ana Paula Souza, Danity, DiCullen, matiussi, Izabel Cristina, Sandra barata, Satina, NáhSwan, gisarj2, Jessykinha, Girndum, Nicoly, RayaneCullen, patriciapt, Becca_Black, Deserto, Reh, Isabella, kellyMracionilo, verinha, miliYLJJ, Siobhan, Therose, Nilcia, ceciliamarlene, andressadedei, Tininha, lcmorais1, Lia_Cullen, ana beatriz, Rafaela Barros, ANGEL MI, Any Athayde, danivena, super batatinha, Graazi, elispreta, alexandra0101, laura_levada, Eclipse She, SellyAthonyMasencullen, GGSA, NinaCruz, Irene Moreira, DriihRegazini, Leticia Cullen, claudinha, BetynhaCullen.
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AGRADECIMENTO
RECOMENDAÇÕES:
Bruna Cardoso
Bruna khurt
Tuca Cullen
NessieSetubal
Meninas obrigado de coração. Amei as palavras de carinho.
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IMPORTANTE:
Não se esqueçam de comentar ou recomendar.
Até quarta(26/09) ou quinta(27/09).
Beijos ju
Capítulo 11 Trabalhando para o senador
Pov. Bella
Meu cérebro só podia estar com defeito. Eu não podia estar pensando em aceitar uma coisa dessas.
Tudo bem que já fazia quase 30 dias que eu estava desempregada e nada de eu conseguir sequer uma entrevista.
Na verdade apareceu um jornal que queria me contratar, mas era o no Alasca. Acho que eu não queria ver neve o tempo todo. Muito menos ficar longe dos meus amigos.
Eu andava de um lado pro outro na sala do meu apartamento. Eu precisava tomar uma decisão.
E o que vinha a minha mente era somente aceitar a proposta de Edward.
Mas como eu iria trabalhar com ele?
Como vê-lo sendo meu chefe e não sentir aquela atração que sentia quando ele estava por perto? E além de tudo como me permitia sentir atração por um político? Eu odiava qualquer político. Por mais “certinho” que Edward parecesse não mudava o que ele era.
E ele disse que estava apaixonado por mim. Seria realmente verdade? Eu queria que fosse? Argh! Eram tantas perguntas sem resposta.
Eu havia dito a ele que não o queria. Em parte era verdade e em outra mentira.
Eu estava confusa.
Mas como ele mesmo havia dito seria uma forma de mudar meu olhar sobre a política. Talvez se eu trabalhasse com ele por um tempo eu pudesse conseguir outro emprego depois.
É isso. Eu ia tentar por algum tempo e depois eu iria mudar pra outra área. Quando aparecesse algo.
Além do mais Emmett trabalhava com ele eu não estaria totalmente sozinha. Estávamos nos tornando próximos ainda não éramos amigos, mas quem sabe um dia.
Com a decisão tomada fui me arrumar para ir ao capitólio conversar com o senador Edward Cullen.
Como há alguns dias atrás cheguei a ao capitólio me identificando a segurança. Fui para o local indicado onde ficava o gabinete do senador Cullen.
Ao chegar me deparei com um gabinete de muito bom gosto longe de ser luxuoso como já havia visto em outros gabinetes. Mas era de bom gosto então me lembrei de que a mãe de Edward era arquiteta talvez fosse ela a decoradora.
A secretaria do gabinete veio me atender.
– Oi. Bella não é? Conhecemo-nos no aniversario do Emmett, lembra?
Ela disse simpática.
– Ah, claro é Gianna é seu nome.
– Sim. Tudo bom. Veio procurar o Emmett...
– Não. Na verdade eu vim falar com o Ed. O senador.
– Ah...
– Eu não tenho hora marcada foi... meio no impulso.
– Bom o senador Cullen e o Emmett estão em uma reunião com outro senador, não aqui no gabinete, mas... a Victoria assessora dele está. Quem sabe ela não pode te ajudar.
– Claro.
– Eu vou chamar ela. Quer beber algo?
– Não obrigada.
– Fique a vontade.
Ela saiu desaparecendo em uma das salas.
Pouco depois Gianna voltou acompanhada da ruiva. Victoria. Ao contrario de Gianna que era extremamente sorridente e simpática. Victoria era seria.
– Oi Isabella.
Ela estendeu a mão e me cumprimentou.
– Oi Victoria. Eu vim falar com o Ed... O senador Cullen.
– É sobre o cargo de assessora de imprensa?
Eu sorri.
– Sim.
Ela continuou seria.
– Pode me acompanhar até minha sala Isabella?
– Claro.
Eu a acompanhei e entramos numa sala.
Após nos acomodarmos. Ela começou o discurso.
– Eu queria conversar com você... e gostaria se possível que essa nossa conversa ficasse entre nós.
Eu assenti.
– Você irá ocupar um cargo importante... vai trabalhar com um dos senadores mais importantes do país.
– Eu nem sei se vou aceitar...
– Se veio até aqui é por que vai.
Ela disse firme. E tinha razão no que dizia.
– O que quero te dizer Isabella é que por mim você não seria a escolhida para este cargo... não me entenda mal... eu não tenho nada contra você pessoalmente falando, mas vi seus artigos e não consigo entender onde se encaixa aqui.
– Eu também não entendo, mas o senador acha que sim. E para mim será como um desafio.
Ela ficou me encarando.
– O que tem que entender Isabella é que aqui somos uma equipe unida em prol do senador Cullen. Fará parte deste time Isabella?
– Espero fazer.
– Ótimo.
Ela me olhou de cima abaixo.
– Não poderá vir trabalhar assim.
– Assim como?
– Com essas roupas.
O que há de errado com minhas roupas? Olhei para minhas roupas e não vi nada de errado. Minha calça jeans desbotada e uma regata branca com uma camisa por cima. Normal. Como sempre me vesti.
– Você terá que muitas vezes acompanhar o senador em almoços importantes. Estará aqui trabalhando e no minuto seguinte em uma reunião na casa branca.
– Entendi. Tenho que usar algo mais formal.
Analisei a roupa dela. Ela estava muito bem vestida com um terninho de alta costura na cor cereja.
– Sim. Mais formal.
– Ok.
Hora de ir às compras. Rose é que vai gostar disso.
– Victoria eu...
Fomos interrompidas por aquela voz.
Era ele. Edward Cullen. O senador.
– Bella...
Virei-me e o vi. Era incrível que sempre que o via ele parecia cada vez mais bonito.
– Oi... Ed. Senador.
Ele sorriu e não pude deixar de acompanhá-lo. Ele parecia deliciado a me ver. Isso fez algo dentro de mim se contorcer.
– Chegou há muito tempo?
– Não faz uns 15 minutos.
Ele olhou serio para Victoria.
– Venha até a minha sala Bella.
Passei por ele que colocou sua mão em minha cintura me conduzindo. Esse gesto fez meu corpo ainda mais consciente do dele.
Ao entrarmos em sua sala me sentei a sua frente.
– Então? Veio aceitar minha proposta?
– Apesar de achar isso uma loucura eu vim sim. Vou tentar. Será um desafio para mim.
Seu sorriso quase me fez babar.
– Que ótimo Bella. Quando pode começar?
– O quanto antes.
– Certo, que tal amanhã?
– Por mim está tudo bem.
– Combinado.
Ficamos nos olhando. Não viaja Bella. Ele agora é somente seu chefe.
Dois agravantes. Senador e chefe.
– Edward... Senador eu queria...
– Pode continuar me chamando de Edward, Bella.
– Não acho apropriado. Agora será meu chefe.
Ele fez uma cara feia.
– Quem tem chefe é índio...
Ele riu e me vi acompanhando.
– O Emmett me chama de Edward aqui no capitólio. Eu gostaria que me chamasse pelo nome, mas se ficar mais confortável me chame como você achar melhor.
Ele deu aquele sorriso torto e eu já nem me lembrava mais o que ia dizer antes.
Ah! Lembrei.
– Eu vou trabalhar com você Edward..., mas quero que nossa relação seja somente profissional... não quero... que entenda... que
Droga! Por que estava gaguejando?
– Bella... eu entendi. Não a convidei por outro motivo que não fosse este.
Não sei por que, mas algo em sua expressão não me convenceu disso.
– Ok.
Eu me levantei para sair e ele me acompanhou até a porta.
– Até amanhã Ed... Senador.
– Até Bella.
Ele disse meu nome e foi como uma caricia em meu corpo.
Depois de falar com Edward fui novamente até Victoria que me deu outras informações necessárias.
Ao sair do gabinete do senador Cullen, esbarrei em um homem fazendo todos os seus papeis caírem no chão.
– Me desculpe...
Abaixei-me para ajudá-lo e a fita-lo vi que já o conhecia. Ele sorriu para mim.
– Oi Isabella.
Era o rapaz do gabinete do senador James Berton.
– Oi... é desculpe esqueci seu nome.
Ele sorriu novamente.
– É Riley. Como está?
Ele era simpático. Além de bonitinho.
– Vou bem e você?
– Muito melhor agora.
Cantada barata. Sorri.
– Está fazendo outra matéria bombástica com algum senador?
Ele falou se referindo a matéria que eu havia feito com o chefe dele.
– Não...
– Você precisava ver o senador James quando saiu à matéria. Ele parecia que ia colocar um ovo.
– Imagino.
Tive vontade de rir.
– Você foi demitida não é?
Eu assenti.
– Sinto muito. Eu ouvi o senador exigindo isso e sairá uma reparação pública ao senador no jornal em poucos dias.
– Hipócritas.
– Concordo com você.
Surpreendi-me.
– Sério?
– Sério. Só estou no gabinete do senador Berton por que foi o único que solicitou um estagiário, eu queria mesmo era trabalhar com o senador Cullen. Ele é uma lenda.
Outro fã de Edward.
– Eu vou trabalhar com ele.
– Nossa! Isso é legal... trabalhar com um político honesto e com boas ideias como ele vai ser muito bom pra você e... bom já que estará por aqui quem sabe podemos tomar aquele café...
Sorriu fazendo charme.
– É quem sabe.
Despedi-me de Riley e fui direto para casa já visando a Rose que precisávamos ir às compras. Pobre do meu cartão de crédito.
Pov. Edward
– Ele não é inocente, mas também não é o único culpado. Ele na verdade foi praticamente coagido a fazer parte do esquema.
Jasper me explicava sobre o caso do ex-senador Charlie Swan, pai de Bella. Com a viagem de meu pai era ele que tomava conta do caso.
– Ele sairá logo da prisão?
– Sim muito em breve acredito.
– O que ele fará da vida após sair?
– Pelo que ele me disse vai morar em Forks com sua esposa. O governo confiscou praticamente todos seus bens quando descobriram o esquema. Eles só ficaram com a casa que a esposa tem em Forks. Acredito que a família dele deva ter passado dificuldades.
Eu agora entendia um pouco do rancor de Bella.
– Charlie quer trabalhar com mecânica e seguir uma vida sossegada e o que mais ele quer é recuperar o amor da filha. Ele sofre muito com isso da pra ver nos olhos dele.
– Jasper você não conseguiria uma conversa minha com ele pelo telefone mesmo.
– Hum... não sei Edward... talvez não seja difícil..., mas se algum adversário político seu ficar sabendo pode te prejudicar.
– É só sermos discretos. É apenas um telefonema, Jasper.
– Ok, vou ver o que consigo fazer.
– Obrigado Jasper e... nem preciso pedir pra não comentar nada com Alice não é?
– Sim. Pode contar com a minha discrição.
**
Após quase um mês de angustia, Bella havia me procurado e aceitado o emprego. Eu estava muito feliz. Arrumei-me para ir ao capitólio muito contente. Coloquei um terno azul e me perfumei. Queria estar bem para ela. Mas nada me preparou para vê-la daquela forma.
Estaquei na entrada no gabinete ao vê-la. Ela estava próxima mesa de Gianna que lhe mostrava algo.
Mas não era este o fato. O fato era como ela estava vestida.
Era a realização das fantasias de todo homem vê-la desta forma. Ela vestia sapatos de saltos pretos, meia calça preta, uma saia justa que se ajustava ao seu corpo, também na cor preta e uma camisa branca. Para finalizar a tortura seu cabelo estava preso em coque bagunçado e ela usava óculos de grau. Totalmente diferente das roupas despojadas que Bella geralmente usava. Ela estava linda e sexy. Eu quase gemi ao vê-la. Eu estava duro. O desejo por ela se tornado quase insuportável. Devo ter permanecido por muito tempo observando-a por que Emmett parou ao meu lado soltando uma gracinha.
– Vai ficar muito tempo ai babando Edward?
Ele riu entrando no gabinete cumprimentado Bella e Gianna. Eu acordei do transe e também entrei.
Bella e Gianna levantaram a cabeça.
– Bom dia senador.
– Bom dia Gianna. Bom dia Bella.
Ela sorriu.
– Bom dia.
Eu passei apressando para minha sala. Eu tinha que recuperar meu controle.
Gianna entrou em minha sala me colocando a par da agenda do dia. Eu mal consegui prestar atenção. Só uma coisa, não, uma pessoa vinha a minha mente. A linda e sexy assessora de imprensa que por obra do destino eu era completamente apaixonado.
Pov. Bella
Uma semana que eu estava trabalhando para o senador Cullen. Para ele. Edward.
E eu me surpreendi gostando. Tanto do trabalho quanto do ambiente no gabinete.
Meus colegas de trabalho eram incrivelmente diferentes um do outro.
Gianna era incrivelmente simpática e me peguei gostando dela logo de cara. É verdade que ela falava demais às vezes me deixando quase tonta, mas era muito legal.
Dolores, a mulher que cuidava da limpeza e fazia os melhores cafés que já provei, era uma figura. Ela suspirava cada vez que Edward passava e a cumprimentava. Bom isso era natural. Ele era incrível.
Emmett era simplesmente Emmett. Mas me surpreendi com seu profissionalismo em algumas reuniões que participei junto com ele. Ele era extremamente dedicado a o Senador. E a amizade deles era muito bonita.
Então havia Victoria. Ela era uma incógnita para mim. Às vezes parecia que não gostava de mim. De ninguém na verdade a não ser o senador. Em outras vezes ela parecia uma mulher normal, seria e muito fechada. Apenas uma mulher solitária. Eu me peguei sentindo pena dela. Sinceramente eu não sabia o que dizer sobre ela somente que ela era fiel ao senador Cullen.
E sobre ele. O senador Cullen. Que tive as maiores surpresas.
Havia uma sala no gabinete onde ficavam os arquivos, uma maquina de Xerox, uma mesa e um sofá. Era uma sala para pesquisas e nesta sala eu descobri mais sobre o senador Edward Cullen. Ele não era nada daquilo que inicialmente eu pensara.
O senador Cullen era um senador que lutava mais pelo social. Muitas vezes foi criticado por ter sido contra projetos em que se preocupavam com o financeiro do País, em prol de projetos sociais. Eu me peguei tendo certo orgulho por conhecer e trabalhar com este homem.
Cheguei à cozinha do meu apartamento louca por um café e Rose já estava tomando o seu café.
– Bom dia Rose.
– Bom dia Bella. Amiga, preciso admitir que este seu novo guarda-roupa está te deixando muito gata. Se você não fosse minha amiga eu até ficaria com ciúmes de você por ser colega de trabalho do meu namorado.
Eu bufei e ri ao mesmo tempo.
– Pois eu preferia muito mais meus jeans e camisetas e principalmente não usar estes saltos, mas fazer o que. Faz parte do trabalho.
Rose me deu uma carona até o capitólio. Eu ainda não havia comprado um novo carro.
Eu e Gianna separávamos as correspondências do senador. As que eram destinadas a mim a assessora de imprensa e as outras que não fazia parte do meu trabalho.
– Droga! La vem àquela loira mala de novo.
Gianna disse pegando o telefone rapidamente.
Eu olhei para fora do corredor e mulher loira e magra vinha em direção ao gabinete.
– Victoria? – Gianna falou com ela ao telefone — A deputada Stanley está vindo. Ok
Gianna desligou.
– Quem é?
Eu perguntei curiosa.
Mas Gianna fez sinal que me falava depois, pois a mulher entrava no gabinete neste momento.
– Como vai deputada.
Gianna a cumprimentou.
– Olá. Eu gostaria de falar com o senador Cullen.
– Ah, sinto muito deputada, mas o senador está em uma reunião.
Não entendi. Edward não estava em reunião. Ele estava somente com Emmett.
Neste momento Victoria chegou.
– Deputada a que devemos sua visita?
– Ah... eu gostaria de falar com o senador, mas a moçinha aqui já me informou que ele está ocupado.
– Sim ele está. Mas como sou sua assessora eu posso ajudar no que precisar. Em que posso ajudá-la?
A tal deputada ficou vermelha e começou a gaguejar.
– Ah... ah não... não é nada de importante.
Eu assistia a tudo sem entender nada.
– Bom se não é nada de importante deve entender que o senador é um homem ocupado e que só tem reuniões importantes. Quando a deputada tiver algo de importante a falar com ele pode ligar para o gabinete que ficarei feliz em ajudá-la a marcar uma reunião com ele e seus assessores.
Victoria disse seria.
A deputada ficou vermelha e saiu pisando duro. Gianna não se aguentou e gargalhou.
– Boa Victoria! Essa mulher não se enxerga.
Surpreendi-me ao ver Victoria sorrindo uma coisa que era rara. Ela saiu voltando para sua sala.
– O que aconteceu aqui?
Gianna começou a falar em tom conspiratório.
– Essa que saiu é a deputada Jessica Stanley ela é casada com o filho do senador Newton, mas da em cima do senador direto. E ele foge dela como o diabo da cruz, só que ele não pode ser grosso com ela, pois seu sogro é amigo do senador. Então quando ela aparece Victoria bota ela no lugar dela.
Gianna riu.
– Então Victoria bota pra correr as mulheres que querem o senador?
Perguntei.
– Só as vadias.
Ela disse rindo.
– É natural né já que...
Ela parou o que ia dizer. Como se tivesse se dado conta de que estava falando demais.
Eu não era uma mulher curiosa. Apesar de minha profissão, jornalista, ser necessário ser curiosa. Mas quando envolvia Edward minha curiosidade crescia.
– Fala Gianna.
– Bom os comentários são de que Victoria é apaixonada pelo senador Cullen.
Fiquei literalmente de boca aberta.
Notas finais
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SPOILER
Entrei na salada de Edward e o encontrei serio e junto dele Emmett também serio.
- Você me chamou? Algum problema?
Edward respirou fundo.
- Você não viu o jornal hoje?
- Não... Por quê?
- Bella? Emmett falou Saiu à matéria em retratação ao senador Berton sobre aquela matéria que você fez. E...
Emmett parou o que ia dizer.
- E?
- Bella... foi avez de Edward falar Eles usaram a historia do seu pai para se desculparem pela sua matéria.
O que?
- Deixe-me ver?
Ali estava. Meu pesadelo. Será que nunca iriam esquecer aquela historia? Eu já não havia sofrido o suficiente pelo erro dele? Meu pai. Não. Pelo visto eu seria perseguida pra sempre pelos crimes do meu pai.
Eu senti minha garganta arder e meus olhos margearem. Eu não ia chorar. Eu já havia chorado muito por isso. Eu era forte. Sempre fui. Mas meus olhos não aceitaram a ordem do meu cérebro e as lágrimas sem permissão começaram a escorrer por meu rosto.
Eu levantei meus olhos e vi que agora somente eu e Edward estávamos em sua sala.
Eu funguei e tentei falar apesar do nó que estava em minha garganta.
- Eu... eu... estou bem...
Ele se aproximou de mim e vi seus olhos preocupados.
- Bella... você não precisa ser forte o tempo todo... eu... sinto muito.
O que ele disse tocou fundo em meu coração.
E as lágrimas vieram com força.
Então quando dei por mim eu estava nos braços dele.
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