O Segredo dos teus Olhos
11 Capítulo XI - A festa de Colheita
O mês passou rápido, Enzo e os tios estava tentando entrar em contato com Fabrizio a pedido de Clara para o desligamento total das Empresas DeMarco, mas ele tinha sumido do mapa, Clara e Lorenzo andavam suspirando pelos contos quando não estavam junto, avida seguia na paz nas vinícolas Las Nubes e Na vinícola Salvattore.
Vicente sempre que podia, fazia piadas e implicava com Lorenzo, ele só não sabia que o irmão mais ciumento de Clara estava por chegar, Antony por ser o irmão do meio, e o que mais ficou ao lado de Clara, depois de saber a verdade.
V: Lorenzo, por que nunca te vimos nas festas e bailes da colheita durante esses anos todos. – perguntou com todos na mesa do café da manhã, mas sabia a resposta.
L: Porque não sabia que Clara estaria lá. Mentiras e egoísmos nos separaram por anos, mais quero recuperar o tempo perdido. – sorria e segurava a mão de Clara.
Clara conversara a Lorenzo a ficar em sua casa na fazenda, pois ela não sentia na fazenda Salvattore, ela havia dito que tinha algo ali que a deixava desconfortável, em por isso não ficariam ali. Quando Angelina e Luiza chegassem, eles resolveriam o que fazer. Clara queria fazer uma surpresa para Lorenzo e tinha mandando deixar a cabana onde eles se amavam mais aconchegante, abastecida e ela também mandou levar algumas roupas para lá, caso precisasse. Clara andava com seus afazeres para a festa da colheita, Isabella e Pedro estavam ajudando ela com tudo, esse ano a festa e o baile seriam memoráveis, pois o amor estava à solta. Uma tarde Lorenza chegou mais cedo para tirar Clara de seus afazeres e a levar passear, mas foi avisado por Jacinta que Clara estava andando a cavalo pela propriedade, Lorenzo foi ao estabulo e solicitou um cavalo e perguntou onde ela costumava ir e seguiu para encontrar ela. Foram alguns minutos para chegar onde ela estava Clara estava sentada no alto de um morro onde fazia divisa com as vinícolas Las Nubes e Salvattore e ali tinha um pequeno cercado e dentro dele um arvore de vinha, a árvore mãe da produção de uvas.
L: Aqui a união será eterna, mesmo que um dia algo nos separou. – falou abraçando ela por trás.
C: Sim aqui as duas famílias se uniram por esse solo e também foi dividia. Minha vida estava pensando no sei pedido. – falou se virando para ele e o olhando nos olhos com amor. Sim Lorenzo eu aceito me casar com você, e unir novamente nossas vidas, nossa família e nossas terras. E será para sempre, para a eternidade. – ela o beijou, e quando suas línguas se tocaram foi como o vinho tocando o carvalho, foi à união perfeito de amor, o beijo ficou mais intensa e Clara levava Lorenzo para perto de uma clareira onde fazia uma sobra de uma enorme árvore.
C: Quero você aqui, quero que aqui nosso amor fique gravado nessas terras, porque nada nem ninguém irá nos separar. — o beijava mais forte e foi abrindo os botões da camisa dele que deixava fazer com alegria.
L: Minha Clara quero você para sempre em mim e na minha vida. – tirou a blusa dela e abriu tirou juntamente com o colete de couro que ela usava e depois abriu o botão da calça dela e tirando tudo de uma só vez. Quando já estavam nus, Lorenzo a deitou sobre as roupas e beijou todo o corpo dela com carinho e paixão, ela agarrou os cabelos dele e puxou com força quando ele abocanhou o um dos seios dela e com a mão acariciava o outro, sugou forte mas gostoso, morde, lambeu, mordiscou o bico do seio de Clara que estava entumecido de desejo, desceu os lábios para o vente dela, e dava leves mordidas quando alcançou o Y das pernas dela beijou e a fez abrir encontrando ali seu paraíso, beijou e lambeu a intimidade dela, Clara gemia alto e arfava prazerosamente com os afagos ofertados por Lorenzo que introduziu os dedos nela para buscar seu mel, tirou e começou fazer movimentos circulares no pequeno sol dela, sol porque ali quando tocado Lorenzo aquecia ele e a deixava em chamas de tanto prazer. Clara sentia-se no céu não consegui falar, gemia alto com os toques dele, estava tão sedenta de amar e ser amada que não aguentou muito tempo, Lorenzo sentou que ela iria gozar e parou os dedos e sugou tão forte e tão intenso que Clara arqueou as costas sentindo-se explodir de tanto prazer gozando para Lorenzo que sorria satisfeito.
L: Ah Minha Clara, tu és como o melhor vinho de uma safra rara, perfeita, forte, encorpada e gostosa. – sorriu e a buscou para um beijo, ela buscava o ar, mas retribuiu o beijo.
C: Meu amor estou em chamas, quero você, vamos me faça sua, agora- falou desejosa, ela se sentia excitada a cada momento junto de Lorenzo, um desejo incontrolável de ter ele dentro dela, nem ela mesma se reconhecia, mas achava que era saudade de anos sem amor e carinho do seu Lorenzo. Com carinho e delicadeza ele a sentou em suas pernas e a fez sentar em seu membro que já clamava por ela. Ela subia e descia como maestria, apoiando em seus ombros ele a ajudava segurando a cintura dela, foram gemidos e urros de prazer por um tempo, Lorenzo a queria mais e mais como se buscasse a redenção dos anos afastados.
L: Clara eu te amo, sempre te amei e vou te amar sempre.
C: E eu te amo, sempre, só você nunca duvide do meu amor por você nunca.
Ela aumentou as subidas e descidas, fazendo com que Lorenzo gemesse alto, quando estavam prestes a gozar ela sentou duro nele e começou a rebolar, encostou a cabeça no ombro dele o mordeu forte o pescoço dele que gozou duro dentro dela, e ele por sua vez deu um leve tapa na coxa dela que gozou jogando a cabeça para trás dando livre acesso a ele em seus seios sugando com tanto prazer. Ficaram de caricias ali debaixo daquela arvore, até que Clara quebrou o silencio.
C: Sinto meu corpo modificado, sinto mais desejosa, querendo você toda hora. – sorriu com a cabeça apoiada no peito dele.
L: Pode ser meu amor, fazendo amor sempre que você que, e onde você que, semana passada estávamos nos parreirais depois que todos tinham ido dormir, depois no escritório, e depois na piscina, no chão da sala de TV, hum acho que estou esquecendo algum lugar.- falou sorrindo e vendo ela ficar tímida com ele, ela escondeu o rosto mais no peito dele e falou.
C: Esqueceu-se das vezes na garagem e no carros, humm, acho que quero na cachoeira que tem lá na sua propriedade.
Eles riram alto, e de acordo se vestiram e seguiram para a casa sede da vinícola, lá o jantar estava quando pronto, subiram banharam-se e desceram. Logo o telefone tocou e Clara atendeu.
C: Alô.
F: Olá Clarinha, espero que esteja bem, e para avisar que se quiser que tudo continue bem com sua linda família e com Las Nubes, venha me encontrar, venha para mim, mas isso tem que ser logo, caso contrário. Seu choro de dor será ouvido em todo parreiral. – falou com ódio e desligou o telefone.
Clara ficou ali parada sem saber o que fazer, Enzo entrara na sala e via a mãe parada como um estátua pálida, como se a vida estivesse escapando por seus olhos, que eram de pavor ao ouvir Fabrizio.
E: Mãezinha, o que foi, quem era, que noticia recebera para ficar assim. Mãe, mamãe. – ele falou gritando e chamando atenção de todos que estava na outra sala. – Papai ajude aqui. – gritou quando sentiu a mãe desfalecer nos braços. Lorenzo que veio rápido junto com Pedro e Vicente, tirou ela dos braços do filho e a pegou no colo levando rapidamente para o sofá.
L: Tragam álcool. Gritou ele. – Clara o que foi, responde, Enzo meu filho o que aconteceu. — falou preocupado.
E: Não sei pai, eu cheguei ela estava ao telefone e assim pálida e desmaiou.
Aos poucos Clara retomou a consciência e começou a chorar, um choro de dor que ninguém entendeu e ficaram mais preocupados ainda, quando Vicente pegou o telefone e falou.
V: Já sei o que aconteceu Clara recebeu ameaças de Fabrizio. – falou com verdade nas palavras.
E: Como assim tio, ameaças do que.
V: Esse é o número dele. – falou mostrando o display do telefone. Tem dias que ele anda ligando e desligando quando não é Clara que atende, outro dia mandei verificar de quem era o número, e quando o confrontei ele me ameaçou jurando matar a todos se não tivesse Clara em seus braços.
E e L: Maldito Fabrizio!!!! — pai e filho se olharam cúmplices e sabiam que teriam que proteger os seus amores do Fabrizio.
Depois que Clara se restabeleceu ficou em silencio não querendo dizer o que ouvira de Fabrizio, somente fez a afirmativa que sim era ele. Os homens da casa que agora Lorenzo também fazia parte decidiram reforçar a segurança em tudo e para todos, principalmente Clara, Isabella e Pedro, que tinha voltando para a cidade para terminar o ano letivo antes da colheita. Os dias ficaram tenso por conta a ameaça Clara pouco falava sempre que podia fazia amor loucamente com Lorenzo e ele a correspondia.
Numa manhã, Lorenzo saiu antes de Clara despertar, queria que ela descansasse, pois andava reclamando que estava cansada, tinha muita demanda da festa e não estava dormindo direito, não por fazer amor com Lorenzo, mas depois que se amavam, ele adormecia e ela ficava pensando nas ameaças. Lorenzo fora buscar a mãe a Sra Angelina e a entenda Luiza, que chegariam para a festa. Ele estava feliz e no caminho contou mais novidades para as duas, que viram o quanto Lorenzo estava feliz e realizado. Ela queria conhecer o neto e a bisneta, estava ansiosa, já Luiza tinha certo ciúmes do pai, com o filho de verdade, pois sempre que se falavam ele dizia o quando o Enzo era parecido com ele em tudo. Contou que passava mais tempo em Las Nubes.
An: Meu filho, mas nós ficaremos em casa, não quero incomodar, sim.
L: Sim papai, ficaremos em casa, mas quero conhecer todos de Las Nubes. — Seguiram para a vinícola onde elas ficaram instaladas e avisou que voltaria para buscá-las para jantarem todos juntos. Lorenzo seguiu para os afazeres da transportadora e depois ligou para Clara, mas foi informado que ainda estava dormindo e não quis acorda-la, pediu a Jacinta que avisasse que sua mãe e a filha jantariam com eles naquela noite, pediu para ela avisar Clara que estava na transportadora e que assim que ela precisasse era pra ligar.
Horas mais tarde, Lorenzo estava na cidade em uma joalheria para buscar uma encomenda, era o presente para Clara, era o anel de compromisso que deveria ter entregado a anos atrás. Despois buscou a mãe e a filha e seguiram para Las Nubes.
Estavam todos ansiosos, mas como sempre o amor de Clara e Lorenzo era lindo e as famílias ficariam bem, durante todo o jantar Enzo e Luiza trocaram olhares curiosos, Isabella ficou encantada com a beleza da bisavó, Isa praticamente não saiu do colo de dona Angelina. Enzo adorou a avó, disse que sentia falta de colo, as vezes, Conversar e risos a noite toda, até que Isabella que tinha percebido os olhares do pai para Luiza falou.
Isa: Vovô a Luiza não tem seu sangue, né? Risos foram ouvidos por toda a sala.
L: Não princesa, Luiza é filha do meu coração. Eu a amo como amo Enzo de maneira igual, são meus filhos.
Isa: Então se um dia meu papai, namorasse a bela Luiza, que adoraria que acontecesse, o senhor não se importaria né. – falou saindo dos braços da bisa e indo em direção a Luiza e abraçando ela com carinho. – Você é linda Luiza. – beijou o rosto dela e saiu faceira da sala deixando todos boquiabertos com o comentários da menina.
C: Mil desculpas Luiza, Isabella as vezes fala demais, e causa um desconforto com seus comentários. – ficou vermelha de vergonha do que a neta tinha feito.
L: Não se preocupe, adolescentes tem dessas as vezes falam demais. – tentou contar a situação.
Já estava tarde e Angelina sentou ao lado de Clara e conversaram por um tempo.
An: Vejo que o brilho dos seus olhos estão mais vivo que nunca. Meu neto é lindo igual aos pais e educado e carinhoso. Obrigada por partilhar essa felicidade comigo e com Lorenzo. E você continua linda Clara. – falou sorrindo e acariciando o rosto dela. – Quando você era um bebê, tinha essa brilho nos olhos, herdou de sua mãe. E Isabella me lembra um pouco Lorenzo com os dizeres constrangedor quando criança. – falou saudosa.
C: Eu agradeço todos os dias por Lorenzo e Enzo estarem convivendo mesmo depois de tanto tempo. Eles se dão muito bem, Isabella, a essa ai tem um pouco de todos nós, e se não fosse por ela estaríamos sem essa felicidades completa. Já os brilho nos meu olhos é de felicidade por ter todos junto aqui. Mas eu não tenho os olhos de minha mãe Guilliana, a Sra. lembra de minha mãe não é, então ela não é minha mãe biológica é minha mãe do coração.
An: Sim minha querida eu sei, eu e sua mãe éramos amigas. – ela iria dizer algo quando Lorenzo as interrompeu.
L: Mãe, vamos esta ficando tarde, e amanhã tem o a festa da colheita, e esse ano quero estar ao lado da patrona da festa. – falou beijando os cabelos de Clara. Meu amor vem com a gente?
C: Lorenzo já conversamos sim. – disse o abraçando com carinho. – Dona Angelina você e Luiza podem ficar aqui se quiserem sim. São mais que bem vindas.
An: Obrigada querida, mas ficarei em minha casa, bom até o casamento eu espero, pois terá um casamento não Lorenzo. – olhou com meio sorrio para o filho que sorriu e abraçou a mãe juntamente com Clara.
L: Sim mamãe, terá casamento, e será em breve. Não é meu amor. Ao menos se Clara não quiser. – ela sorriu e bateu no braço dele.
A noite ficou calma depois que todos se foram e os DeMarco se recolheram, amanhã seria o grande dia. A Festa principal antes de começarem a colheita, na manhã seguinte tudo era em torno da festa, a cerimonia começou com um missa no centro do povoado, Padre Benito abençoou a colheita e os trabalhadores desejando prosperidade. Durante a festa, varias barracas com vinhos, uvas, doces de uvas, e demais quitutes eram oferecido a todos ali presentes, a tarde se punha linda com um crepúsculo anunciando o Baile da Colheita, Lorenzo que juntamente com Enzo, Vicente e Isabella, planejavam a surpresa para Clara, ele faria o anuncio do noivado e todos estariam convidados. O Padre chamara todos para o centro e pediu atenção de todos.
Padre: Todos aqui na região desde os mais velhos aos mais novos sabemos dos DeMarco e Salvattore, hoje será um dia para mais celebrações, será um dia para ficar na historia de Napas, quero chamar aqui Lorenzo Salvattore. Ele subiu no placo com todos das famílias das duas famílias.
L: Gostaria de agradecer o Padre Benito e a todos aqui presente, e quero todos como testemunhas. Clara Minha Clara, quero aqui diante do todos nosso entes queridos e amados pediu sua mão em casamento. – Lorenzo e ajoelha e tira uma caixa do bolso e olha pra ela que já tinha lagrimas nos olhos. – Clara DeMarco aceita ser minha Clara, minha esposa para sempre.
C: Sim aceito. – eles se beijaram e foram aplaudidos por todos ali, e abraçados e saudados. Todos desejando felicidades aos noivos, todos menos Henrique que olhava a felicidades deles de longe.
A festa estava linda tudo corria as mil maravilhas, o baile iria começar, Lorenzo e Clara foram os primeiros a dançar e abrir o baile. Todos riam felizes, cantavam e brindavam a colheita, Lorenzo teve que se afastar um pouco para atender uns amigos donos de transportadoras também que quando voltou para o centro do baile viu o que não queria. Clara dançando com Henrique.
C: Somente uma dança Henrique não que confusão.
H: Eu só queria que fosse comigo esse casamento, eu te amo clara sempre te amei, e você nunca me deu um oportunidade, nem se quer um beijo. – ele tentou beijar ela, que se esquivou e saiu da pista de dança, sem olhar para os lados e foi em direção ao salão paroquial onde o padre Benito estava. Clara chegou e sentou com o Padre que a notou pálida e triste, perguntando o que aconteceu quando ouviram gritos e o nome de Lorenzo e Henrique. Clara correu para fora e viu a cena que não queria Lorenzo socava Henrique, com tanta força e fúria que ninguém consegui segurar ele. Enquanto socava ele, falava.
L: Mandei ficar longe dela. Disse para não chegar perto, ela será minha esposa, mas sempre foi minha. – todos tentando acalmar Lorenzo, sua mãe Angelina o desconhecia, estava tão cedo de ciúmes e ódio que mesmo o chamando não ouviu, foi quando Clara gritou.
C: Lorenzoooooo paraaaaaaaaaaaaaaa. – gritou triste e chorando ao ver os dois assim machucados, pois Henrique quando conseguia acertava Lorenzo. Parem vocês dois isso acaba agora.
Olhou para os dois que com o grito de Clara pararam de se degladiar. Lorenzo foi para o encontro de Clara que triste o olhou nos olhos tirou a aliança pegou a mão dele e colocou e fechou.
C: Não, não quero esse Lorenzo que não sei quem é, esse Lorenzo ciumento e violento. — os corações estavam se dilacerando. Clara chorava e deu as costas para ele e foi em direção ao carro que estava no estacionamento. Enzo fez um sinal para o pai, de negativa para não ir atrás dela, Isabella chorava juntamente com Angelina e Luiza, que também foram em direção ao carro.
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