Notas iniciais
I just came to say hello... And post the new chapter!
hsaushuahsuahsuahsuhauhsuahsuahhsau'
bom, alguns de vocês responderam minha pergunta "Se você tivesse poderes especiais, quais seriam e para que você os usaria?" e outros não. Mas tudo bem =D
aqui esta o novo capitulo. com esse, anuncio que faltam 3 apenas para o fim de O Segredo da meia-noite... espero q quem ainda n recomendou recomende logo, pois quero saber como me sai como escritor no meu primeiro livro!
e o segundo livro, The lake, j esta sendo escrito, e a previsao de postagem eh pra novembro!
shauhsuahsuhuahsashuahsuah
O
agr, divirtao-se com mais um capitulo, e ateh as notas finais!

No capítulo anterior de O Segredo da meia-noite...

André e o pai de Vit chegam logo depois, mas são capturados por guardas que estavam de vigia no andar da máquina, e são levados à uma sala.

Jessica encontra o Sr. Oliveira, e uma revelação surpreendente é feita:

- Estava ansioso pela sua visita, Vittoria. Ou devo dizer... Jessica?

Vittoria descobre a existência de uma outra garota profetizada, a Fênix, que está em algum ponto de Londres. Assim que saísse dali, a procuraria.

O pai de Vittoria e André conseguem se livrar de parte das coisas que os prendiam, mas ainda estão algemados e trancados em um ambiente fechado, sem esperança de sairem de lá tão rapidamente.

São Paulo, 17:56

07 de junho

Vittoria encarava o Sr. Oliveira, pronta para fazer algo para se salvar. Porém ela não tinha nenhuma ideia do quê.

- Sabe... Acho que ainda pode haver uma última chance para você. — disse o Sr. Oliveira, pensativo.

- Qual? — perguntou ela, desesperada por uma saída.

- Você ainda pode me ajudar a controlar o tempo. Sabe, a máquina é bem potente, mas não como você. Seu poder é quase que... Ilimitado.

- Mas se eu te ajudar, vou ficar viva?

- Acho que vai, se você for uma garota boazinha.

- Eu vou ser!

- Ah! — ele sorriu. — Bom, enquanto vou pensando no que fazer com você, vou te prender nesta cadeira. — Ele apontou para a cadeira, e ela sentou-se, bem comportada. Queria que sua chance fosse alta...

Ele pegou a fita adesiva, e passou várias vezes no entorno dela. Depois, disse:

- Já volto, Vittoria. Aguarde aí... E como você, não como a Jessica.

- Como vamos tirar essas algemas? — perguntou André, ficando desesperado.

- Isso não vai ajudar, André!

- Isso o quê?

- Entrar em pânico! Acalme-se!

- Tudo bem... Vou tentar — disse ele, respirando fundo várias vezes.

- Agora sim.

De repente, eles ouviram um barulho na porta. André pensou que fossem guardas, mas quando viu seu irmão, achou que isso era mil vezes pior.

- O que você está fazendo aqui?!

- Ajudando vocês. De nada, ouviu?

André bufou, e olhou atentamente para as mãos dele. Por experiência própria, era sempre bom checá-las. Ele tinha duas chaves na mão, e entregou uma para cada um. O pai de Vittoria tratou logo de abrir suas algemas, e alisou os pulsos vermelhos. André esperou, e, com relutância, abriu as suas.

- Agora vamos. Vittoria está presa, e nosso pai acabou de sair de lá. Temos que aproveitar agora e recuperar o que foi por água abaixo há pouco.

Os três saíram de lá, procurando cautelosamente em todas as salas. Eles não encontraram Vit, pelo menos também não encontraram o pai deles.

Vittoria se viu num ambiente muito branco, e pareciam que era feito de vidro e estava sobre as nuvens. Ela não sabia o que estava fazendo ali, mas uma figura alta, morena e com a pele clara respondeu sua pergunta.

- Jessica?

- Vittoria. O que está fazendo aqui?

- Não sei. E você?

- Moro aqui.

- Aqui?!

- Sim. Enquanto você está no controle do corpo, eu fico aqui.

- E por que eu não fico?

- Porque você é a principal. Eu sou apenas... A personalidade extra que você não deveria ter.

- Mas... Você me ajudou tantas vezes, Jessica!

- Sim, eu ajudei. Mas acho que não poderemos conviver em paz para sempre.

Vittoria encarou o vazio, e prosseguiu para as perguntas pelas quais ela queria a resposta.

- Você parece que sabe tanto sobre tudo... Sempre que eu te pergunto você tem uma resposta. Como você conhece tanto sobre tantos assuntos?

- Eu passei os últimos dezoito anos aqui, sem o que fazer. Quando você tem tanto tempo disponível, se torna um autodidata.

- É...

- Jess... Nós temos que vencê-lo.

- Eu estava prestes a fazer isso, quando fui surpreendida. Agora é como se... Eu estivesse sem forças para voltar. Estou fraca demais...

Vittoria ficou encarando-a. Depois, olhou ao seu redor. Era uma sala ampla, com enormes colunas de vidro que sustentavam o teto. Na parte central, onde elas se encontravam, havia uma enorme claraboia de vidro. Parecia uma espécie de palácio de vidro. Na parte externa, havia o céu. Nuvens brancas e grandes passavam velozmente por lá, e o azul intenso e a claridade contrastavam com as nuvens negras, o céu escuro e os raios e trovões que estavam lá fora.

- Mas afinal, onde estamos? — perguntou ela.

- Na sua mente.

- Como isso é possível?

- É como se fôssemos apenas pensamentos. E somos, praticamente. Seu corpo está lá fora, esperando que alguém saia...

- Nosso corpo.

- Não, Vittoria. É apenas seu, e eu uso emprestado sem pedir sua permissão.

- Jessica... É nosso, pois você também pode usá-lo. Se fosse só meu, você não poderia fazer isso. Mas, afinal, como saímos daqui?

- Pela claraboia — ela apontou para o teto — Você tem que se concentrar bastante, e então sai. Por isso que perco forças quando o faço. Agora, você tem que sair, Vittoria. Em quarenta e dois segundos, Daniel, André e seu pai acharão a sala onde você está. E um conselho: em dois minutos e vinte e um segundos o pai dos garotos chegará lá também. Se vocês os encontrarem, ele os prenderá novamente. Dois guardas estão o acompanhando.

- Tudo bem... Mas como eu tenho que me concentrar?

- Imagine-se fora daqui, no corpo. Pense nas sensações que você tem no outro mundo, e simplesmente irá sair daqui.

- Vou tentar...

- Conseguir — Jessica sorriu.

- Ah, Jess... Obrigada!

- Disponha.

Vit olhou para a claraboia. E então pensou no prazer de comer chocolate, o vento frio matinal tocando sua pele, os beijos doces e suaves de André... Fechou os olhos para imaginar melhor, e quando abriu-os estava amarrada com fita adesiva, onde estivera há alguns minutos.

Esperou por mais alguns segundos, e Jessica estava certa: Daniel, André e seu pai abriram a porta, e, quando a viram, tentaram retirar a fita adesiva.

- Temos que ir logo — disse Vittoria — O Sr. Oliveira vai chegar com dois guardas em poucos instantes.

- Ok.

O pai dela retirou a fita adesiva, e os quatro partiram pelo corredor. Um clarão atravessou o ambiente, seguido de um enorme rugido de trovão. Ao fundo, os sons da ventania, dos trovões, os clarões dos raios e o barulho de enormes gotas de chuva batendo no solo eram constantes. Era quase uma cena de filme de terror.

Só falta acabar a luz, pensou Vittoria, enquanto revirava os olhos.

Eles seguiram em disparada pelos corredores, procurando a escadaria de pedra que levava ao último andar. Finalmente a acharam, e subiram cautelosamente.

- Cuidado com aquele degrau — avisou André, apontando para um dos vários que estavam lá. — Acho que ele é feito de madeira, e está camuflado para avisar quando invasores se aproximam, ou mesmo alguém que trabalha aqui. Foi ele que nos fez ser capturados.

Eles continuaram a subir, e Vittoria olhou para máquina pela primeira vez.

- Agora eu me arrependo de ter vindo com esse enorme vestido — disse. — Deveria ter vindo de jeans e uma jaqueta de moletom. Seria melhor...

- Agora não podemos sair, não com essa chuva. Seria como implorar que um raio caia em nossas cabeças. — disse Daniel. — A máquina tem um ponto fraco... É a lente que está em cima. Se você quiser destruí-la, tente por ali.

- Obrigada pela dica.

Eles continuaram seguindo em silêncio, subindo cada vez mais pela escada. Vittoria arriscou uma olhadinha, para se preparar para o que estava por vir. Viu o Sr. Oliveira, com uma expressão intangível. Ele estava de pé olhando para o vazio, extremamente pensativo. Os guardas estavam fortemente armados, esperando pelo combate. Os cientistas foram retirados, e a máquina estava terminando de fazer a tempestade violenta.

Vittoria preparou-se para a batalha. Era agora ou nunca.

Maringá, 07:12

07 de junho — Mais cedo naquele mesmo dia

Era uma região campestre. O gado era abundante, e a temperatura devia estar entre uns 20ºC. Provavelmente era uma região do sul.

A mulher estava coberta por um lenço de seda negro, que ocultava seu rosto por entre as dobras do véu. Seu destino era a turbulenta cidade de São Paulo, onde a garota morava. Aquela garota... Seu pai a incubiu de atravessar dois estados apenas para dizer um nome.

- O nome é de extrema importância — dizia ele — Você deve procunciá-lo com clareza, assim que eu partir. Você receberá o aviso, e então deverá se encontrar com ela.

Seu pai era uma espécie de médium. Ele não tinha poderes de fato como a garota, mas ele sentia algumas coisas... E a maioria estava certa.

Ela estava pensando em pedir carona na beira da estrada, para um caminhoneiro que dirigia do Sul para o Nordeste, atravessando São Paulo. Decidiu fazê-lo. Parou na margem da estrada, e fez sinal para o primeiro caminhão que passou por lá. Ele parou, e rapidamente ela entrou na porta aberta.

- Bom dia — disse, formalmente.

- Bom dia. Para onde a senhorita vai? — perguntou. O homem devia ter entre uns 50 e 60 anos. Exalava o cheiro forte de álcool e barbitúricos, tinha um ligeiro sotaque nordestino. Ela ficou relutante em seguir adiante, mas a promessa que fizera à seu pai a manteve firme ali.

- São Paulo. Onde você puder me deixar.

- Alguma preferência de local?

- Zona Norte.

- Quando estivermos chegando lá, veremos.

Ele ligou o caminhão, e os dois partiram em direção ao destino dela...

Já estava escurecendo quando chegaram à cidade.

- Vamos parar para comer alguma coisa — disse o caminhoneiro.

A mulher estava faminta, muito embora não tivesse reclamado disso em nenhum momento durante a viagem.

Eles desceram numa lanchonete pequena e imunda, mas mesmo assim entraram e pediram um lanche. Após comerem, voltaram para o caminhão. O homem foi para a parte traseira, e chamou, de trás:

- Me ajude a tirar essa mala daqui...

A mulher foi lá ver o que ele queria. De repente, foi surpreendida por um movimento do homem: ele agarrou a cintura dela e, antes que ela pudesse reagir, ele a jogou lá dentro, entrou também e fechou a porta. Acendeu uma luz do abajur, e amarrou-a com fita adesiva. Ele tirou a calça dela, junto com a calcinha, tirou a cueca e começou a estuprá-la.

A mulher urrava de dor, enquanto o homem gemia baixo de prazer. Ela, que só fizera aquilo uma vez na vida, há muitos anos, não queria mais. Mas o homem foi cruel: continuou até que ele ejaculasse, após uma meia hora. Ela precisava urgente da pílula do dia seguinte, se não quisesse ficar grávida de um caminhoneiro qualquer.

Ele subiu as calças, colocou a calcinha e a calça dela novamente, desamarrou-a e então a empurrou para fora do veículo. Ele saiu também, fechou-a e foi para o banco do motorista. Saiu apressadamente, como se ela quisesse entrar na cabine novamente e seguir viagem com ele. Pelo menos já estavam em São Paulo.

Notas finais
espero q vcs tenham gostado do capitulo, e que digam suas opinioes e duvidas n respondidas, pq eh mto importante msm pra mim
façam esse review com uma dosa generosa de amor e carinho, pra fazer um escritor feliz logo no finalzinho de sua primeira obra!
sauhsuhauhsuahsuahsuahsuahsuhauhauhsuahsu'
nos vemos novamente no proximo capt...
Próximo capítulo...
"A batalha"
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.