O Segredo Dos Gêmeos

1 Capítulo 1 - Prólogo


Notas iniciais
Espero que gostem e se divirtam lendo.

Kagamine Rin: 10 anos e 5 minutos, estatura mediana, cabelos dourados e olhos azuis, órfã, menina.

Kagamine Len: 10 anos e 15 minutos, estatura mediana, cabelos dourados e olhos azuis, órfão, menino.

–

– Parabéns pra você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida. — Os três cantavam juntos em frente ao um pequeno bolo.

– Obrigada vovó! — Rin disse e abraçou o pescoço de sua avó.

– Queridinha, não precisa agradecer. Vocês são o meu maior prazer. — A senhora disse a abraçando de volta.

– Vovó... — Len disse envergonhado.

– Sim, querido. — A senhora disse e parou de abraçar a menina.

– Obrigado. — Ele disse sorrindo e abraçou ela.

– Mas que bom que gostou! — A vó disse sorrindo e o pegando no colo.

– Vamos colocar as velas especiais que nós compramos? — A senhora perguntou sorrindo e indo em direção de um armário.

As duas crianças tentavam subir por meio de cadeiras e também pulavam para tentar ver as velas.

Rin acabou escorregando em um dos botões do fogão.

– Hum... Eu lembro de como se ajeita. — Rin disse sorrindo e virou todo o botão para um lado, o desligando.

– Vovó! Quero ver a minha! — Len dizia pulando.

– Vocês vão ver logo, logo. Rin, você não vem querida? — A vó perguntou sorrindo.

– Estou indo vovó! — Ela respondeu sorrindo e saltitando.

A grisalha colocou as velas na mesa.

– Fechem os olhos. — Ela disse sorrindo.

– Fechamos! — Os dois disseram juntos.

– Rin! Pare de espiar! — A senhora disse rindo.

– D-desculpe vovó! — Rin disse e tapou os dois olhos com força.

A vó colocou as duas velas sobre o bolo e eles abriram os olhos.

– A minha é uma flor! — Len disse sorrindo.

– E o meu é um carro! — Rin disse sorrindo também.

– É ao contrário crianças... — A velhinha disse já sabendo a reação dos netos.

– Mas eu gostei mais deste... — Os dois disseram juntos apontando cada um para sua respectiva vela.

– Tudo bem, tudo bem. Vamos acendê-las. — A senhorinha disse soltando uma risada leve e doce.

A vó pegou a caixa de fósforo, lançou a caixinha para fora e pegou um fósforo. Ela raspava a cabeça do fósforo e ele não acendia.

– Eu vou buscar uma caixa melhor no galpão lá do quintal vovó! Eu molhei esta enquanto lavava a louça! — Len disse e saiu correndo.

– Eu vou ajudar ele vovó! Ele é muito baixinho. — Rin disse sorrindo e saiu correndo.

– Mas este está seco... Vou acender estas velinhas antes que eles voltem e fazer uma surpresa. — A velha disse e finalmente conseguiu acender o fósforo.

Assim que ela o acendeu, tudo em sua volta se transformou em chamas. O incêndio que tomara a casa ocorreu em câmera lenta, dolorosamente. O impacto da explosão foi grande, mas a velha ainda estava viva.

Ela abria os olhos e via a casa inteira em chamas. Seus grunhidos de dor eram baixos, pois estava morrendo. Se não morresse queimada, seria asfixiada.

Ela fora jogada para longe da mesa e sem resultados, tentava se arrastar para fora da casa, pensando se seus netos estavam a salvo.

As velas continuavam girando e girando, tocando uma música leve que seria marcada para sempre na vida daquelas crianças, assim que saíssem do galpão.

Notas finais
Espero que tenham gostado. ♥