O Sacrifício Doloroso

11 A Última Esperança


Notas iniciais
Olá pessoal! Ainda estou em época de provas, mas, trago aqui mais um capítulo que eu já havia deixado preparado antes delas começarem. Já vou deixar o meu sincero agradecimento as pessoas que deixaram comentários fofos aqui no capítulo passado que deixou meu coração quentinho e aos novos favoritos que não me permitem desanimar de escrever. Então deixarei aqui o meu muito obrigada para: Nyah: josimar Spirit: @DarkShun, @GodTsu e @ Hanami-sama Eu sei bem o que querem saber... a resposta estará aqui nesse capítulo. Boa leitura!

Saori havia saído do quarto da UTI e ao ir para o hall do hospital avistou os seus cavaleiros de bronze. Pela reação dos presentes, Seiya e Shiryu falaram para Ikki e Hyoga que a deusa conversava com Hades que se utilizava do corpo de Shun como um canal de comunicação. Ela sabia que deveria explicar o que aconteceu, mas, as palavras proferidas por Hades ainda rondavam seus pensamentos.

“Recomendo-lhe que tu não digas nada a respeito aos colegas dele...”— ouvia a lembrança da voz do deus em seus pensamentos – “Não acredito que dessa vez ele esteja mentindo em suas intenções. Até o tom de voz dele estava diferente quando se referia ao Shun, não havia seu natural desprezo pelos humanos, era algo diferente”.

— Saori! – chamou Seiya a despertando do transe – Conte para gente o que foi que aconteceu lá dentro.

— Aquele deus desgraçado esteve usando o meu irmão novamente – apertou os punhos o leonino – Não há forma de expulsá-lo?

— Infelizmente não – respirou fundo – Hades garantiu que o deixará em paz e que nos dará as armaduras de ouro que serão ressuscitadas como parte do acordo.

— E quem garante que ele não nos trairá?

— Ele não nos trairá porque precisa desse acordo, Hyoga. Com as armaduras de ouro poderemos reconstituir a nossa força.

— Qual será o nosso próximo passo? – perguntou Shiryu.

— Iremos todos para a Grécia. Precisamos dar um jeito de tirar o Shun do hospital em segurança – a virginiana estava preocupada – Sei que não é recomendável, mas, estamos correndo contra o tempo. O solstício de inverno está próximo e precisamos aproveitar a energia para concretizar nossos planos.

— Isso não irá prejudicá-lo mais? Depois do que presenciamos na ambulância...

— Ele teria o suporte médico necessário durante todo o processo – era duro pensar que seu amigo morreria e ela não poderia falar para ninguém pelo bem da alma dele – Meu tio não o fará mal, o problema maior é convencer o médico Oshida liberá-lo já que ele quer manter o Shun internado se ele acordar do coma.

— Solicitar uma transferência poderia ser uma solução – disse o libriano.

— Uma transferência de um paciente no estado de Shun não seria liberada para outro país de forma alguma.

— Precisaríamos de um documento oficial para retirá-lo daqui, mas, ninguém garante o que pode acontecer durante o trajeto – o leonino deixou a sua ideia – Fiz algumas coisas erradas, “pegar emprestada” uma ambulância até um jato para a Grécia não seria um plano ruim.

— Estamos falando sobre roubo e sequestro Ikki – o aquariano o repreendeu baixinho – E quem garante que o seu irmão não vai passar mal durante o nosso delito?

— Por meios legais ele continuará preso aqui e esse método é mais seguro e prejudicará menos gente do que, por exemplo, causar um apagão no hospital – respondeu – Preciso ter fé que ele aguentará. O quadro físico dele estabilizou e se aquele maldito não tentar nenhuma gracinha ele ficará bem – respondeu confiante.

— Não queria ter que concordar com esse tipo de estratégia, mas, não temos saída – fez um sinal para chamar Tatsumi – Eu preciso voltar, darei um jeito para que essa transferência aconteça. Precisarei de pelo menos dois dias para colocar o plano do Ikki em prática. As coisas deverão acontecer de forma milimétricamente perfeita para que ninguém saia prejudicado nessa.

...

Após sua conversa com Hades no mundo dos sonhos, Perséfone começou a mobilizar-se para encontrar uma solução para salvar o cavaleiro de Athena cujas lembranças rondavam sua mente. Ela poderia simplesmente seguir o plano inicial de seu cônjuge e tê-lo de volta no mundo dos mortos sem um corpo próprio com o garoto nos Elísios, mas, ela sentia a necessidade de salvá-lo e de que ele precisava viver a vida feliz que merecia. A criança doce que conhecera em uma primavera qualquer* precisava de sua ajuda, pela preocupação da deusa da sabedoria Perséfone percebeu o quão querido o jovem se tornara para outras pessoas e não poderia deixar de sorrir por causa disso.

De volta a sua realidade no submundo, pediu para que chamassem Hecate, outra deusa que tem sido de fundamental auxílio para que o submundo se mantivesse de pé após a “morte” de Hades. Elas precisavam da energia do deus dos mortos para reconstruir pontos importantes e reestabelecer o equilíbrio entre a vida e a morte, precisavam do exército de espectros novamente e os poucos recrutas que conseguiram no espaço curto de tempo não estavam familiarizados com suas funções e o trabalho saía de forma ineficiente. As deusas revezavam o comando para que suas energias não fossem completamente drenadas no que aos poucos conseguiram reestruturar.

Hecate havia chegado ao palácio na Giudecca para conversar com Perséfone. Ela soube da tentativa de contato de Athena por intermédio de Morfeu, então já sabia que o assunto possui relação com essa conversa. A deusa da magia foi em direção aos aposentos privados onde poderiam falar com discrição e a privacidade que precisavam.

— Acredito que já tenha as respostas que para seus anseios – disse a figura feminina de cabelos escuros como a noite – Por favor, não hesite em me contar nada.

— Sabes que gosto de tua maneira de falar, lembram-me os humanos dessa era – pensou em sua lembrança – Desculpe-me pelo devaneio repentino – ajeitou sua postura na cadeira – Por favor, sente-se, pois o assunto irá render bastante.

— Por nada, o contato com os humanos, seja aqui ou com seus pedidos aprendi a utilizar o vocabulário deles – riu-se ao sentar – Vejo que estás feliz e que ao mesmo tempo há uma inquietação em ti. O que rendeu esse encontro com a Athena dessa era?

— Tens razão. A Saori que é a Athena reencarnada nesta era contou-me que Hades ainda está vivo. De forma diferente, mas, ainda está – sorriu – Eu consegui ainda encontrar-me com ele dentro do sonho de seu último hospedeiro.

— Então a consciência dele voltou a habitar a sua “extensão”. Sorte dele que o corpo dessa era resistiu.

— Devo não ter pego algum detalhe – disse Perséfone confusa – Como assim Shun é a extensão de Hades? A que estás a referir-se?

— Tu estavas com tua mãe no Olimpo naquela época. Antes da segunda guerra santa eu aconselhei Hades a usar um outro corpo para guerrear por si onde a alma dele o possuiria. Dessa forma conseguiríamos proteger o submundo e eu queria ensinar uma lição a ele e a Posseidon – explicou – Só que diferente de Posseidon que possuía um corpo dentro de uma linhagem, seu marido não julgava humano algum digno para habitar o corpo. Então eu o ajudei a criar uma espécie de “filho” humano feito a partir de uma pequena parte de sua essência, selecionei uma parte que pelo visto melhorou com o passar das eras.

— Então estou querendo ajudar uma parte de meu próprio marido? Um descendente?

— Sim e não. Entenda Perséfone que por mais que tenha sido criado a partir de um pedacinho da alma de Hades o humano possui uma alma e essência únicas – explicava – Esse menino é como se fosse o resultado final, uma árvore florida e de belos frutos que são suas virtudes. A semente foi uma parte de Hades, a parte que carregava a pureza de seu coração que estava infectada pela escuridão. Pense que a cada vida essa alma progredia em sua evolução e acredito que essa deve ter atingido um estágio avançado o suficiente para tocar os corações dos deuses.

— Ele realmente tocou o meu coração quando o conheci ainda pequeno e eu vi que tocou o de Hades também, mesmo que tarde demais – disse com pesar.

— Tarde demais? Não me diga que Hades conseguiu destruir a alma do jovem?

— A alma do cavaleiro não foi destruída ainda, ela está por um fio... o fio que Hades segura para não se romper -Hecate segurou a mão da deusa visivelmente aflita – Ele arrependeu-se e quer reparar o erro, nunca o vi com aquele olhar – processava as informações para dizê-las a sua amiga – Hades quer reestruturar o submundo rápido e levar a alma do menino para os Campos Elísios.

— É bom que ele queira reparar o mal que fez, significa que ele deu o primeiro passo para a evolução de sua alma. Afinal, a força está além do poder, está em nossa capacidade de raciocínio e em nossos sentimentos – Perséfone ouvia a deusa bruxa com atenção – Um exército pode conquistar nações por meio de suas armas, mas, um homem pode conquistar muito mais apenas com a fala que mobiliza os sentimentos das pessoas.

— São belas palavras minha amiga, porém no momento eu preciso de uma solução – levantou-se a caminhar pelo ambiente inquieta – Por mais que eu queira meu marido próximo a mim novamente e o Shun mereça os Elísios, eu penso que os dois precisam ficar juntos por mais algum tempo. O jovem precisa aproveitar a sua vida rodeado das pessoas queridas por ele e Hades precisa continuar a aprender com seu descendente humano de espírito evoluído.

— Compreendo – a bruxa pensava nas hipóteses – Acredito que o corpo do hospedeiro esteja debilitado pelas ações de Hades – Perséfone assentiu – Então ele não resistiria ao ritual e ainda teria o fator de sua alma estar a ruir, isso é ruim, o rapaz poderia enlouquecer ou o corpo ficar em estado vegetativo. Hades não aguentaria controlar um corpo debilitado sem a alma do hospedeiro, provavelmente daria um golpe de misericórdia e partiria ao submundo.

— Não há alguma magia que possa ajudar?

— Acho que tenho a magia perfeita para a situação, mas, precisarei a executar rapidamente para não perder o humano – disse com um tom preocupado – Essa magia daria uma lição no Senhor do submundo e ainda fortalecerá a alma do cavaleiro de Athena – sorriu ao imaginar a situação.

— Isso é ótimo Hecate! – correu para abraçar deusa – Que magia é essa?!

— Não quer saber do preço? – arqueou a sobrancelha – Sabes que para minhas magias é necessária uma paga.

— Qual preço pensas em cobrar? – Hecate cochichou ao ouvido da imperatriz para que nenhum subalterno tivesse a chance de ouvir – O quê?! Isso é...

— Esse é o meu preço, penso que ficarás feliz com isso e também aqueles dois também precisam de uma lição. Boa parte do Olimpo também precisa.

— Por que dois preços?

— O primeiro é para que ele sobreviva ao ritual e o segundo será para fazer com que a alma dele seja restaurada temporariamente, já que não possuo poder para dar uma vida nova a ele. Minha paga também não durará para sempre, por favor, seja razoável Perséfone.

— Tudo bem, eu aceito, mas, precisarei de um prazo e terei meus termos para cumprir com o preço...

— Recomendo que não contes a Hades, ele desaprovaria – disse a morena.

— Certamente, não acho que a paga seja ruim, podes ser até divertida – sorriu.

— Nem tudo serão flores minha amiga, assim como as folhas das árvores caem e seus cascos são congelados no terrível inverno – advertiu-a – Esteja ciente do que a espera.

— Que assim seja – apertou a mão da deusa bruxa para selar o acordo.

— Foi excelente fazer negócios contigo, minha amiga.

...

No mundo dos sonhos de Shun, Hades decidiu dar um passeio por estar entediado. O deus decidiu explorar mais dos ambientes criados pela mente do cavaleiro de Athena. Após uma semana o ambiente do orfanato mudou para a época em que esteve aos cuidados da Fundação Graad. Os jardins e a vegetação local possuíam uma riqueza em detalhes, percebia-se o apreço do virginiano por aquele ambiente que sempre que tinha a oportunidade gostava de passar parte do seu tempo, seja brincando ou admirando em silêncio.

“As flores aqui são tão belas quanto as do dia que encontrei Perséfone pela primeira vez e vi-me perdidamente apaixonado” – tocou numa pequena margarida – “Não duvido nada que serias o melhor amigo de minha esposa. Falariam sobre flores por um dia inteiro se permitissem” – riu-se de tal pensamento.

Hades continuaria com sua caminhada por mais algum tempo. Ele sabia que precisaria parar para meditar e concentrar suas energias para o ritual. Tentaria fortalecer minimamente o sistema imunológico do cavaleiro para que aguentasse tudo que lhe era exigido até o fim. O Senhor do Submundo percebeu que nuvens negras se formaram no céu com o prenúncio de chuva.

“Talvez a mente do rapaz esteja a passar por alguma lembrança turbulenta” – adentrou o enorme espaço de treinamento para sair do clima melancólico que se instalava no lado de fora – “Eu recordo de ter visto esse lugar antes quando remexia as lembranças do cavaleiro”.

Quem olhava o espaço diria que era utilizado por atletas de alguma delegação para as olimpíadas ou outro evento esportivo importante. Pensar que um homem fez com que crianças órfãs treinassem até o limite para a proteção de uma única pessoa, no caso deusa, era de se deixar qualquer um enraivecido. Hades recordou-se de ver o seu hospedeiro pequeno e fraco recusando-se a lutar em uma das lembranças que havia visto, mas, as circunstâncias o forçavam a lutar, não havia outra escolha. O deus refletiu sobre os destinos de milhares de humanos que assim como Shun, não tiveram o poder de decidir o que fazer com as próprias vidas, mesmo que o cavaleiro não estivesse destinado a ser o seu corpo nessa era, as opções para uma criança órfã como ele poderiam ser sombrias.

“Preciso pensar em como reconstruir o submundo. Deixá-lo da maneira em que estava antes de partir seria uma injustiça” – caminhou até o tatame – “Muitos são usados até hoje como meros peões de tabuleiro em uma guerra. Não que sejam inocentes, mas, nem todos são completamente culpados” – escutou um barulho de trovão forte – “O que está a acontecer?”.

Hades viu o tatame ser manchado de vermelho. Ele sabia que não era tinta e sim sangue. O deus não acreditou que fosse a vez do virginiano lhe pregar uma peça em retribuição as torturas que sofrera. Shun era nobre em suas intenções e não faria mal mesmo a quem o fizera mal. Então tratou de procurar onde estava dessa vez, já que o ambiente sofreu com mudanças. O encontrou em um dos quartos cheios de camas beliche e ali estava encolhido no leito. A expressão de dor e angustia do cavaleiro que antes o causavam diversão agora causavam ao deus angustia, a tal empatia que é uma das marcas registradas de Shun parecia estar se entranhando em Hades, tal como o remorso.

— Preciso avaliar o seu estado criança – agachou-se para ficar na altura da cama de baixo do beliche – Estás deveras agitado – puxou o cobertor que ali no mundo dos sonhos era como um mero enfeite – Tua alma continuas a deteriorar-se, mesmo que mais lentamente, mas, infelizmente não posso dispor de mais energias – afagou os cabelos esverdeados de Andrômeda – Eu sei que és forte para que resistas até o ritual. Precisamos ser um pouco mais pacientes – observava-o com esmero – Reconstruiremos o submundo para que sejas levado até lá – falava como se fossem uma equipe – Tenho pensado em algumas mudanças, não será completamente diferente de como o conhecera, mas, faremos alterações importantes que se não fosses para os Elísios talvez gostasses de ver.

O ambiente se alterava aos poucos, a ilha de Andrômeda começava a se materializar no lado exterior do casarão e Hades podia vê-la pela janela. Shun mergulhava ainda mais em suas lembranças durante o período de hibernação e as consequências para o próprio corpo espiritual se manifestavam com mais rapidez do que o deus dos mortos gostaria. Ele precisava ser rápido, pensar em alguma alternativa para não pôr tudo a perder agora que estavam tão próximos de cumprir com o acordo. O deus e o cavaleiro dependiam das deusas, Athena e Perséfone, e de outros fatores para que tudo ocorresse como o planejado.

“Será que aquele equino e sua laia não deram conta de uma mísera fuga?” – pensava impaciente – O que posso fazer por ti criança? – via a maré subir e a chuva incessante – O que teu coração pedes que eu possa cumprir? – tocou a fronte do virginiano – Talvez eu não consiga levar-te aos Elísios a tempo. Então diga-me.

— Eu...queria...me... despedir...das pessoas...que eu...amo – o espírito do santo de andrômeda clamava por uma despedia – Por...favor... -dizia ainda debilitado.

— A melhora da morte** é o último recurso a ser utilizado a uma alma humana. Terias apenas um dia, dois no máximo. Tua alma arrebentar-se-á assim que o prazo terminar e tua existência reduzir-se-á a nada – explicava com pesar – Estarias disposto a isso? As chances diminuíram bastante, mas, utilizando-o poderíamos ganhar tempo.

— Faça...o que achar... melhor – uma lágrima teimosa caiu na face do menino de olhos esmeraldinos – Eu sinto... que posso confiar... em você... – Shun sorria para o deus cuja a expressão não poderia ver apenas sentir, e sentia o conflito dos pensamentos de Hades que se formara por causa de suas palavras – Será como um... sopro de vida***... – seu tom de voz fraco conseguia emanar gratidão.

Notas finais
* Referência a oneshot “Aquela Primavera”. Link: https://fanfiction.com.br/historia/783866/Aquela_Primavera/ ** Melhora da morte é um termo comum quando falamos de uma pessoa (paciente) que estava muito enferma, à beira da morte e tem uma melhora súbita, mas, temporária. Achei esse link de um site que fala sobre espiritismo interessante. Link: https://www.kardecriopreto.com.br/melhora-da-saude-nos-momentos-que-antecedem-morte/ *** Sopro de vida é uma referência bíblica, mais conhecido por “Fôlego da vida”. “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente" (Gênesis 2:7). Nesse caso Shun compara a melhora da morte ofertada por Hades como uma bênção de poder viver novamente, mesmo que por um período tão curto e se sentia grato por isso. Eu tirei uma licença poética para criar sobre os dois conceitos. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ O próximo capítulo será o último e também haverá um epílogo que também estou planejando escrever. Darei mais informações no próximo capítulo mesmo. Demorará um pouco para que eu termine de fechar a história, eu tenho uma preocupação séria quando se trata de escrever finais. Escrevi a primeira parte já e o que posso adiantar é que os cavaleiros de bronze vão executar o plano para tirar Shun do hospital que está sob a vigilância da equipe do médico Oshida. Então gente, teorias? Qual será o preço que a imperatriz pagará e por que Hades não pode saber? O que Hecate está aprontando? E essa do Shun ser uma espécie de "descendente" do deus dos mortos? Adoro uma treta kkkkk Bjos e até a próxima!