O Sabor Do Pecado
8 Verdade ou Mentira?
- Eu te amo. – Grissom beijou a testa dela e com delicadeza beijou seus lábios quentes. Sara sorriu e abraçou-o com tanta força que Grissom riu despejando seu peso em cima da morena – Não acha que tem de levantar? O dia lá fora está lindo!
- Não quero. – ela murmurou puxando o rosto dele para mais próximo dela quando ele decidiu se afastar – Aqui está perfeito, sem crimes, sem aborrecimento, sem policiais, sem subordinados...
- Tem uma subordinada bem na minha frente. – Grissom sorriu dando mil beijos na face da morena que ria.
- Não, não. Não sou sua subordinada. Sou sua namorada, amante, mulher, esposa ou sei lá como prefere me chamar.
- Como você me chama? – ele olhou nos olhos dela, pedindo uma resposta agradável, verdadeira e naquele momento ele deixou de ver os olhos amendoados dela e começou a ver os olhos claros de Cath, os olhos cheios de lágrimas, os olhos que pediam ajuda, os olhos que tanto o amou.
- Grissom? Você está bem? – Sara perguntou empurrando Grissom para o lado e subindo em cima dele – Eu gosto de dizer que você é o meu amante, porque amante é uma coisa boa, certo?
- Sim, é sim. – ele desviou o olhar.
- O que está havendo com você? Anda tão estranho! – delicadamente Sara acariciou o rosto do homem que parecia confuso – Eu te amo. – ela sussurrou depositando um beijo nos lábios dele – O dia está lindo lá fora e eu acho que você precisa de algo, de algo muito bom. – ela sorriu pra ele quando Grissom a olhou curioso.
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Cath deu mais um gole em seu chá enquanto olhava para o mural de fotos na sua salinha de trabalho. Ficou olhando cada homem que fora morto pelo Serial Killer tentando comparar alguma coisa, tentando ver o que eles tinham além de uma linda família, mas nada se encaixava, nada ligava em nada.
Decidiu então se sentar e descansar um pouco a mente, tantas semanas de trabalho e o que ela fez apenas foi andar em círculos.
Seu celular tocou, era uma mensagem, deixando de lado a sua xícara, leu a mensagem, e precisou reler algumas vezes pra ter certeza do que estava lendo.
Sua boca se abriu num grande o, seus olhos se estreitaram. Mas ela não podia voltar agora para o trabalho no laboratório, não depois das palavras grossas de Grissom. Ela tinha de esperar agora.
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Grissom coçou a cabeça, estava em outros pensamentos, não prestava atenção no que Warrick falava. Acabou que o homem negro e alto desistiu de prosseguir, havia percebido que Grissom não lhe dava a mínima e decidiu sair de perto. Enquanto isso Grissom observava o homem deitado, sem roupa, com os olhos abertos de horror.
- Alguém o assustou bastante. – uma voz penetrou no ouvido de Grissom e por um momento ele achou que fosse apenas a sua imaginação.
- Oi Cath... A quanto tempo. – David quase gaguejou ao ver a loura atrás de Grissom com um olhar perturbador. Ele ficou de pé e saiu de perto dos dois, com certeza indo contar que a loura parecia estar de volta.
Grissom virou o rosto, com a testa franzida.
- O que esta fazendo aqui? Como sabe... – ele parou de falar quando Cath ergueu a mão pedindo silencio.
- Aqui não é o melhor lugar... Mas... – ela mordeu o lábio inferior ao tirar os grandes óculos escuros, revelando suas olheras profundas que fez com que Grissom sentisse um aperto no peito – enfim, eu recebi uma mensagem, droga. – ela passou a mão no rosto nervosa – Sara está aqui?
- Não! – ele não tirava os olhos dela – Ela se machucou, esta em casa.
- Se machucou? – Cath se arrependeu de fazer tal pergunta.
- Fazendo a comida. Cortou-se, bem fundo. – sua voz foi diminuindo – Achei que nunca mais nos veríamos.
- Achei que me prenderia. – ela sorriu um sorriso forçado e cheio de dor.
- É! – ele deu de ombros – E então...?
Cath deu mais uma olhada no corpo repulsivo, no corpo imóvel e assustador.
- Me mandaram uma mensagem dizendo onde ele estaria. – ela apontou pro corpo, agora olhando nos olhos de Grissom.
- Como assim? – ele franziu a cenho sem entender – Como assim lhe mandaram uma mensagem dizendo onde ele estaria?
- Me mandara, eu não sei! – ela balançou a cabeça.
- Você tem certeza do que esta dizendo? – Grissom perguntou, falando agora mais baixo do que o normal e se aproximando mais da loura – Cath, você tem certeza do que esta falando?
- Você esta tentando me intimidar? – seus olhos se encheram de lagrimas e por um momento sentiu vontade de dizer que ele era um idiota, mas conseguiu dar apenas uma risada nervosa – Eu vim até aqui! Sai da minha casa pra vim até aqui para lhe passar uma informação e você ainda tem coragem de desconfiar de mim? Logo de mim Grissom? – ela deu um passo pra trás respirando fundo – Qual o seu problema, me fale? Hen? Não pense, não mesmo que você saiu da minha lista de suspeitos...
- Então pare de achar que posso ser um suspeito, para de me acusar quando você sabe que não tenho nada a ver com isso! – Grissom deu um passo pra frente – Como você quer que eu acredite em você? Como você chega pra mim e diz que sabia onde o corpo estava?
- Posso lhe mostrar a mensagem. – Cath rapidamente tirou do bolso seu celular e num instante colocou na mensagem que estava como um número privado e colocou bem perto dos olhos de Grissom.
Ele leu e após ler franziu mais o cenho, desconfiado.
- Numero privado? – ele perguntou a olhando.
- Tentei rastrear, bem, pedi a um amigo que o fizesse, mas consta que esse número é de um telefone descartável que pode estar em qualquer lixo por ai.
- Vá pra casa Cath! – Grissom ordenou, apontando para a direção da estrada.
- Esta achando que eu mesma mandei essa mensagem? – ela queria tanto chorar, mas prendeu o choro.
- Vá agora! – seu rosto de vincou.
- Você me surpreende. – ela se virou indo embora, Grissom não acreditaria nela. Não mesmo.
Notas finais
Sou uma pessoa terrível u.u
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Então, mais um capitulo foi postado, espero que tenham gostado :)
Beijos e até o próximo.
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