O Símbolo dos Guardiões!

17 ✲Lenda parte 3!


(POV) Molly Mestty.

Era estranho, ele tinha falado comigo, sim ele, Jack Frost. Minha cabeça apenas fazia leves positivos, confirmando que sim, sim e sim. Era realmente o sim, o sim das lembranças e de confirmar que eu realmente ó via.

Aquele que um dia eu não sequer prestava atenção, aquele que um dia eu não acreditava. E sim, aquele que um dia não ó via.

Abri a tranca da janela, e levemente fui abrindo.

– Olá! – por fim disse sorrindo feita boba.

– Voc... Você me vê realmente?

– É claro! Hahaha, mas por que eu não deveria te ver?

– Sei lá. – disse colocando as mãos em seus devidos fazendo certo charme. – É por que faz um tempo que eu te perseguia e você nada.

– Esperai você me perseguia?

– Um pouco. – disse dando um sorriso daqueles perfeitos e encantador.

– Você não quer entrar? Talvez você me explique o que estava fazendo logo ali adiante de minha janela. – digo com um tom receoso.

– Ah! É Claro. – vi que sua face gélida, recentemente ficará vermelho intimidado.

Vi que ele olhava ao redor de meu quarto perfeitamente bagunçado, o que realmente estava em perfeita ordem era a minha pequena estante de livros preferidos. E outro que continha sobre filosofia, Grécia antiga e outros métodos inteligentes.

Vi que seus olhos cruzaram sobre a minha cama, onde por cima dos lençóis azuis claros continha o livro que primeiramente ia ler.

– “Transtorno estrelares?”

– É!

– Já leu?

– Eu ia começar a ler... E então? O que faz aqui?

– Só me diz uma coisa, como consegue me ver?

– Sabe! As pessoas podem acreditar de um método e de outros métodos, o meu motivo foi quando minha janela ficará com uma marca, de neve, em forma de estrelas.

– Você acreditou, por que...

– Nesse dia não estava nevando, nem chuva fazia, nem frio obtinha. Portanto nada aparecerá do nada. E provavelmente eu me lembrei do tema Jack... Frost!

– Então está explicado! A minha teoria de vim espionar sobre sua janela é uma longa história... Deixe que eu te conte.

Ele sentará sobre a cadeira giratória, cruzou os braços por cima da foice branca. E suas palavras começaram a sair de sua boca rósea clara.