(POV) Molly Mestty

Quando voltamos para casa, na manhã seguinte estava logo sem nenhuma vontade de me mexer. Encontrei Cabbe comendo cereais e suco natural de morango. Não sei por que, mas ela se preocupa tanto com seu corpo que ela acha que esta gorda e feia.

São estranhos seus cabelos, uma cor de montoeira avermelhados. E seus olhos cobiçados de um verde-água. Já eu, tenho escuros cabelos louros, e olhos completamente azuis. Nosso pai é moreno com pele branca e olhos diretamente acastanhados. E nossa mãe é que é completamente parecida com minha irmã Cabbe, tem os olhos verdes escuros e os cabelos de um tom laranja escuros. Parecendo um vermelho morto.

Já eu, minha família não tinha nenhum traços idênticos, nem meus parentes, avós. Só com característica de meu pai e minha mãe.

Peguei apenas um copo de água e uma torada com geleia de abóbora e fui sentar na área de minha casa, pensando nas recompensas que geneticamente são realmente uma diferença pela família Mestty. Será mesmo que sou da parte Mestty?

Não adiantava reclamar, se eu sou eu sou! Apenas minhas características são diferentes dessa família. Enquanto comia, havia pegado meu caderno de desenho, onde eu desenhos perfeitos traços em que minha imaginação gosta de sonhar.

Mas hoje seria diferente, desenharia algo especial que meus olhos transbordaram.

Tracei primeiramente a linha em que se lembrava de seu rosto, foi quando comecei a circular pra contornar seus olhos incrivelmente brilhantes, que ouvi passos vindos nessa direção. Foi quando percebi quem era, Jamie:

– Jamie? – indaguei.

– Olá Molly.

– Ah! Cabbe esta logo ali na cozinha pode entrar.

– Obrigado! Mas o que esta desenhando?

Mostrei o desenho, mas ainda não tinha acabado. Ninguém saberia o que e quem estaria eu desenhando.

– Parece um menino.

E era.

– Sim, eu desenho animes...

– Ok! Vou encontrar Cabbe.

– Está bem!

Quando ouvi a porta sendo aberta e fechada, continuei a desenhar. Foi num tempo, que parecia que estava sendo seguida. Quando olhei logo em uma árvore, vi-o, o jovem da pele e cabelos incrivelmente albino, e jovem dos donos dos olhos mais azuis vivos que continha. E apenas sorri.

Ele estava se escondendo, parecia que ele pensava que eu não o enxergava. Mas mesmo assim continuei desenhando-o.