O Romance de Percy e Annabeth
3 3 - Um beijo submarino perfeito.
Notas iniciais
Voltamos para o chalé, e eu sempre pensando em minha linda Annabeth. Não consegui nem dormir direito, mesmo estando cansado por causa dos jogos. Senti um sentimento de satisfação subindo pelo meu peito, meu plano tinha dado certo e consegui beijar Annabeth. O meu sentimento por aquela menina é tão forte que nem consigo explicar.
Deitei na cama de tão cansado, e fiquei pensando por algumas horas na nossa noite. Será que amanhã ela irá querer me beijar de novo? Esses e mais outros milhões de pensamentos fizeram eu dormir.
Como era de se esperar, tive um sonho com Annabeth. Estávamos em um camplo florido, a brisa de verão fazia com que os cabelos de Annabeth ficassem mexendo levemente para o lado. Pelo que pude perceber, no chão havia uma cesta de piquiniqui, e o lençol. A linda voz de Annabeth disse:
– Eu te amo, cabeça de alga! — ela me olhou com aqueles olhos cinzas lindos.
E então, mais uma vez (só que dessa vez no sonho), nos beijamos lindamente. Um beijo calmo e relaxado.
ANNABETH:
Pelos Deuses! Como ele beija bem! Dormi pensando naquele lindo, e é claro tive um sonho no qual eu beijava ele apaixonadamente na praia.
Aquele cabeça de alga demorou tanto tempo para perceber que eu amava ele, desde quando dançei com ele para disfarcar quando formos pegar Nico e Bianca di Angelo, comecei a amá-lo. Ele é tão lindo, alto e musculoso, além de ser bronzeado e com os cabelos rebeldes. Mas não contei a melhor parte, aqueles olhos verde-mar penetrantes. No começo confesso que ele me irritava muito, mas depois de alguns anos tolerei ele e hoje em dia sou apaixonada por ele incondicionalmente.
– Annabeth, acorda! — disse uma irmã minha no chalé.
Levantei relutante, e olhei para o relógio, já eram 8:00, o café da manhã estava quase começando. Fui correndo para o banheiro, e fiz minha higiene matinal e tomei um banho rápido. Pentiei meus cabelos que pareciam um ninho de pássaro, e fui ás pressas para o pavilhão do refeitório.
Chegando lá, vi que quase todos já começaram a comer, então entrei de fininho no local e sentei na minha mesa, pegando ovos e bacon fritos. Abri mais os olhos á procura de Percy, e quando o avistei, estava sentado na mesa dele sozinho, pois seu meio-irmão ciclope Tyson, estava nas forjas de Poseidon no fundo do mar. Senti pena dele, e queria muito mesmo sentar ao seu lado, mas como o Quíron era rigoroso com as regras, decidi não fazer isso.
Fiquei observando ele com um sorriso bobo estampado na cara, e de repente ele olha para mim com aqueles olhos verdes lindos. Aposto que não disfarcei muito bem, pois todas as minhas irmãs me olhavam soltando uma risadinha.
Após terminar o café da manhã, os campistas foram embora e indo fazer suas tarefas matinais no acampamento. Já eu claro, fui encontrar Percy pois não ia esconder aqueles beijos de ontem a noite na praia. Cheguei perto dele, e percebi que ele soltou um sorriso bobo. Pelos Deuses, ele estava lindo, usando um short preto que ia até o joelho, e uma camisa do Acampamento Meio-Sangue. Seus cabelos estavam meio bagunçados e jogados de lado, o que era para parecer que ele não se arrumou, mas na hora percebi que era um tipo de estilo que por sinal ficou bem bonito.
– Oi Percy — disse para ele corando.
– Oi Annie! — ele parou um pouco e olhou para mim com os olhos verdes — posso te chamar assim não é?
– Claro Percy. Então ontem á noite.. — estava corando de novo.
Então ele fez algo que me surpreendeu ainda mais, me puxou para um beijo. Não resisti até porque, eu queria aquilo mais que tudo na minha vida e logo paramos para respirar.
Ele me olhou com aqueles olhos lindos, e eu fiquei assim, em transe, até que ele me puxou para mais outro beijo. Estava perfeito.
– Graças a Deus o casal se revelou! — era Clarisse e praticamente todo o Acampamento atrás dela.
– Mas o que é isso? Pode ter um pouco de privacidade? — resmungou Percy.
– Não é nada disso, apenas pensei que o clima estava ficando muito quente, e decidimos esfriar um pouco. JOGUEM ELES NO LAGO! — disse Clarisse bem alto, e todos atrás dela acompanharam e formaram uma roda na gente de modo que não podíamos sair, mas nos deixou perto o bastante para darmos as mãos.
Ele nos jogou no lago, e afundamos até cairmos lá embaixo. Ele me tocou de modo que continuasse seca, e criou uma bolha no fundo do mar para eu poder respirar á vontade.
Olhei para ele com aqueles olhos cinzas que agora estavam meio azulados por causa da água em volta. Ele criou uma corrente que fez eu cair nos seus braços e dei um beijo apaixonado nele. Quando estávamos nos beijando, ele tirou a bolha e nós dois nos molhamos, e este foi o melhor beijo de todos os tempos.
– Eu te amo, cabeça de alga — pensei na cabeça, pois não tinha como falar em baixo de água sem a bolha de Percy.
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