O Romance de Percy e Annabeth

11 11 - Surpresas e respostas.


Notas iniciais
PESSOAL, COMO ESTÃO SEUS LINDOS? ENTÃO, DESCULPEM PELO ATRASO MAIS UMA VEZ, É QUE ESTOU MEIO SEM TEMPO ESSES DIAS E COM PREGUIÇA. MAS COMO FALTEI A AULA HOJE, ENTÃO RESOLVI PORTAR ESSE CAPÍTULO QUE ESTOU ELABORANDO A UM TEMPO. DEIXEM REVIEWS PESSOAL POIS ESSES DIAS ESTÃO CHEGANDO POUCOS, E ISTO ESTÁ ME DESANIMANDO! :(

Annabeth Point of View:

Logo adormeci aos braços do cabeça de alga, aquele cheiro de maresia sempre me fazia adormecer na hora, era uma espécie de calmante. Antigamente, eu tentava falar para mim mesma de que meu amor era o Luke, e não o Percy. Mas desde que ele me salvou e segurou o céu por mim, eu soube que na verdade quem eu amo é aquele cabeça de alga.

Após algumas horas, abri os olhos. Estava bem frio, mas os braços de Percy ainda me esquentava. Levantei bem devagar para não acordá-lo e pude ver em um canto oposto da caverna Clarisse e Jason conversando animadamente entre si. Como não sou nada curiosa, não fiz nenhum movimento para ouvir o que estavam falando.

– Ahn, aquele beijo foi bom. — Jason disse.

– Você também não manda mal. — disse Clarisse.

Essas frases foram como um choque no corpo de Annabeth, que não se conteve e teve que levantar. Uma onda de adrenalina percorreu o seu corpo, e nem ligou quando jogou Percy bruscamente de lado e ficou parada em pé com uma expressão vazia.

Não poderia acreditar que Clarisse tentou dar em cima de Percy falando que gostava dela, e no final beija Jason. Não que ela se importasse, amava o cabeça de alga, mas mesmo assim a raiva estava em seu corpo.

Quando estava de volta á vida, pude perceber Clarisse e Jason olhando para mim com uma cara envergonhada e Percy aomeu lado resmungando enquanto levantava.

– Ahn, desculpe foi um pesadelo. — menti. Ela pode perceber que essas palavras não foram o suficiente para amenizar a expressão deles.

– Você ouviu nossa conversa, não foi? — disse Clarisse com uma voz aguda.

– Sim, eu ouvi. — confessei.

Ambos na hora trocaram olhares nervosos e coraram. Percy já estava de pé arrumando a nossa cama improvisada sem falar nada, apenas de tempos em tempos olhando para trás a fim de ver o que estava acontecendo. Senti duas mãos percorrerem a minha cintura e me abraçar, era Percy.

– Bom dia sabidinha. — disse Percy o que me acalmou um pouco.

– Bom dia cabeça de alga. — dei um longo beijo nele. Mesmo acordando de manhã, ele tinha hálito de brisa de mar.

Ele então olhou em volta e percebeu um clima tenso no local, e Clarisse e Jason com olhares nervosos e corados.

– Posso saber o que está havendo? — o cabeça de alga finalmente caiu na realidade.

– Não é nada, Percy. — disse mentindo. — Vamos seguir com a viagem. — lançei para ele um olhar ameaçador amenizando qualquer protesto.

Clarisse e Jason ainda sem graça, ajeitaram suas malas e percebi Clarisse chegando perto da fogueira e reduzindo ela para uma bolinha prateada bem pequena. Percy ajeitou nossas coisas e guardou a cama improvisada, para podermos usar de novo.

– Vamos. — disse Clarisse secamente para Jason enquanto ambos saiam da caverna.

– Para onde iremos agora? — declarou Percy sem olhar para mim.

– Iremos adentrar nesta caverna, óbvio. — disse e pude perceber Clarisse me lançando um olhar de dúvida.

– Adentrar na caverna? Está ficando louca? — ela disse. — Não seria melhor olharmos em volta do monte primeiro?

– Não. — disse em um tom de certeza. — Se Apolo está preso deve ser nesta caverna. — completei e todos olharam para mim derrotados e assentindo.

A caverna ia se estreitando á medida que adentramos nela. Rochas irregulares se formavam na parede com várias marcas de garras. Estalactites se formavam no teto, e pensei se acontecesse algum tremor elas não iriam cair. Minha cabeça trabalhava a todo momento para não ficarmos perdidos naquele local, mesmo sendo estreito.

Na mesma hora lembrei do Labirinto de Dédalo, e seus corredores que mais pareciam cavernas. Olhei mais uma vez em volta, a fim de dar uma rápida localização no local. A única fonte de luz que tínhamos era das nossas armas feita de Bronze Celestial e a de Jason de Ouro Imperial.

Andamos mais um pouco até que no fundo avistamos uma luz. Mas não era uma luz qualquer como a do Sol ou de uma lâmpada, era uma luz forte e penetrante. Meus olhos começaram a doer só de vê-la.

– Será ele? — disse Percy chegando perto de mim.

– Não sei, vamos. — disse mas ainda estava desconfiada pois isso estava fácil demais.

Chegamos perto do local, e a luz cegou ainda estava fazendo meus olhos doerem. O que pude ver em pouco era um grande salão branco feito de mármore. Pude perceber que a temperatura do local era muito baixa.

Então, no centro da sala, podia-se ver aonde a fonte de luz vinha. Um cara com uma túnica grega branca e cabelos bagunçados estava no centro agachado acorrentado.

– Apolo! — gritei o máximo que pude.

O Deus olhou para nós, que nos cegou completamente. Todos nós gritaram e resmungaram.

– A sim desculpe. — o Deus do Sol disse e apagou a luz forte deixando apenas uma fraca luz nele como de uma lâmpada. — Então, vieram me salvar? — completou ele.

– Esse é o plano. — disse. — Vamos Percy, tente cortar as correntes com a espada. — Percy assentiu e chegou perto de Apolo com eu, Jason e Clarisse logo atrás dele olhando com um olhar desconfiado e de preocupação.

Clarisse olhava em volta atentamente, enquanto Jason observava a retaguarda de onde tinhamos vindo a fim de não sermos atacados de surpresa por algum monstro.

Percy levantou sua espada com força, e acertou nas correntes, mas estas nem se mexeram.

– Uma espada não irá cortar essas correntes, semideus. — disse uma voz no fundo da sala.

– Quem está aí? — disse e saquei minha adaga.

– Um admirador de semideuses. — a voz riu com desdém. — Permita-me me apresentar. Ele saiu da escuridão do fundo da sala, e se aproximou mais do Deus do Sol revelando sua face.

– Hera! — berrei. — O que está fazendo aqui? — completei.

– Por anos todos esses mortais não me respeitaram, me chamando de vaca e coisas desagradáveis. Mas agora isso irá mudar, pois irei matar todos com uma greve de fome! — ela completou e riu com desdém enquanto observava o local.

– Mas como você pôde? — Percy disse abaixando sua espada e olhando fundo nos olhos da Deusa.

– Percy Jackson, que visita agradável. O semideus que sempre desafiou os Deuses. — ela riu de novo. — Mas não se preocupe, não irei machucá-los, apenas fazerem vocês sofrerem enquanto dão o fora daqui e morrem de fome lá fora. — ela riu de novo e eu estava ficando de saco cheio dessa risada sarcástica dela.

Apertei com mais força a minha adaga, e minha cabeça se encheu de pensamentos e táticas de batalha, o que era inútil visto que ela era uma das Deusas mais poderosas e ainda mulher de Zeus.

– Annabeth, algum plano? — sussurou Percy em meu ouvido sem tirar os olhos da Deusa.

– Mais ou menos Percy, é impossível matá-la sem a ajuda de um próprio Deus. — disse para ele.

– Por acaso, temos um bem ali. — Percy apontou para Apolo que observava tudo com espanto.

Na mesma hora um plano se formulou em minha cabeça, teria que usar a famosa tática que menos gostava, a conversa.

– Então Hera, porque ninguém te respeita? — disse para ela a fim de ganhar mais tempo para meu plano.

– Porque? — ela disse enfurecida. — Desde quando você decidiu me enfrentar, não tenho mais respeito por nenhum Semideus!

– Mas porque está descontando nos mortais também? — disse.

– Porque eles merecem sofrer juntamente com todos! — ela riu de uma forma doentia.

– Mas me diga uma coisa, como você faria para abrir essas correntes caso estivesse com pena de Apolo? — disse sabendo que era estúpido isso.

– Bem, eu iria pegar a chave dourada que está.. — ela deu uma pausa súbita e seus olhos ferveram de raiva quando olhou para mim. — SUA IMUNDA! JÁ SEI O QUE QUER FAZER! ME BAJULAR PARA CONSEGUIR O QUE QUER! — ela berrou. — AGORA IRÁ SOFRER MINHA IRA!

Então, em uma grande explosão, Hera gritou e sacou uma espada debaixo de seu grande vestido branco.

Notas finais
REVIEWS, REVIEWS! P.S: HERA VACA!