Notas iniciais
Depois da batalha ocorrida no filme "Prólogo do Céu", Seiya e seus amigos perdem suas memórias de quando eram Cavaleiros e assim ganham a oportunidade de viverem como humanos normais.

Prólogo

Cinco jovens acordaram naquela bela manhã de sol e começaram a se arrumar para ir para a escola, eles eram jovens simpáticos e de boa aparência, quem visse os cinco jovens nunca imaginaria que eles estiveram à beira da morte em várias ocasiões de sua vida, mas essa era a verdade: aqueles jovens, no passado, eram Cavaleiros que protegiam Atena e zelavam pela paz e pela justiça, dizia-se que com as mãos eles poderiam rasgar o céu e com os pés eles poderiam abrir fendas na terra. Juntos, Seiya de Pégaso, Shiryu de Dragão, Hyoga de Cisne, Shun de Andrômeda e Ikki de Fênix haviam enfrentado batalhas mortais, desde a batalha das 12 Casas até a guerra contra Hades, mas no seu último combate contra Apolo, Seiya e seus amigos tiveram suas memórias apagadas e assim puderam viver suas vidas como humanos normais, mas como diz a antiga lenda, “Os Cavaleiros sempre surgem quando o mundo é ameaçado pelas forças do mal”.

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Seiya e seus amigos agora viviam como irmãos e como humanos normais, dentro de uma confortável casa no Bairro do Limoeiro, em São Paulo. Todos eles tinham ótimas lembranças dos bons momentos que passaram juntos, mas nenhum deles se lembrava de suas antigas vidas como Cavaleiros de Atena, no lugar das caixas de mármore que guardavam as sagradas armaduras de bronze, eles agora carregavam mochilas escolares e se preparavam para seu primeiro dia de aula na nova escola, todo mês eles recebiam uma carta com um cheque que pagava as despesas que eles tinham, mas o cheque não possuía endereço de remetente e era assinado apenas com as iniciais: “S.K.”.

(Shiryu): Ei pessoal, chegou mais uma daquelas cartas.

(Hyoga): Ah, tudo bem, vamos deixa-la guardada conosco e iremos sacar o dinheiro depois que voltarmos da aula.

(Seiya): Puxa, estou louco para ir à escola, dizem que aqui no Brasil as escolas são bem diferentes do Japão.

(?????): EU NÃO SOU LOUCOOO!!!

(Shun): Quem disse isso?

(Ikki): Vai saber.

Os cinco garotos foram à escola, como a escola não exigia uniforme, eles foram com suas roupas clássicas: Seiya estava com uma camisa vermelha sem mangas e uma calça azul, Shiryu estava com uma longa roupa branca, Hyoga estava vestido parecido com o Seiya, mas com uma camisa azul e uma calça mais escura, Shun estava com uma calça branca de suspensórios e uma camisa verde e Ikki estava vestido com uma camisa azul e uma calça vermelha. Quando eles foram à escola, todo mundo estranhou eles: Por que Ikki e Shun tinham cabelos pintados? Por que Seiya e Hyoga estavam com roupa de academia? E por que Shiryu estava usando uma roupa tão abafada num clima quente como o Brasil? Quando o sinal tocou, os cinco jovens se dirigiram à sala onde iam ficar. O professor chamou os cinco alunos.

(Professor): Olá garotos, eu sou o Professor Rubens, seu professor de ciências, (se dirige para toda a classe) estes são seus novos colegas: Seiya, Shiryu, Hyoga, Shun e Ikki. Quero que vocês façam eles se sentirem bem vindos.

A aula passou rápido, na hora do intervalo, os cinco jovens se aproximaram de uma mesa onde estavam sentados duas garotas e dois garotos.

(Seiya): Oi, a gente pode se sentar aqui?

Uma das garotas, de cabelo curto, disse:

- Mas é claro.

Depois que eles se sentaram à mesa, a garota começou a falar:

- Acho que a gente ainda não se conhece, meu nome é Mônica, e estes são meus amigos: o Cebola, o Cascão e a Magali.

(Seiya): Cebola? Cascão? Que nomes incomuns!

(Cascão, meio sarcástico): Ah tá, falou o cara que se chama “jantar”.

(Seiya): Jantar? Meu nome é Seiya!

(Cebola): Vocês não são brasileiros, são?

(Seiya): Não. Eu, o Ikki e o Shun somos japoneses, o Hyoga é russo e o Shiryu é chinês.

(Cebola): Ah, tá explicado.

(Cascão): Por que vocês vieram para cá?

(Hyoga): Bem, nós ouvimos falar que o povo brasileiro é um povo bem hospitaleiro.

(Shiryu): E pelo que vimos até agora, isso é verdade.

(Shun): Ei amigos, alguém aí vai querer uma rodada de refrigerante? É por minha conta!

(Magali): Ai, eu gostei desse garoto! (Shun fica meio encabulado) Pode trazer, obrigada!

Mas quando Shun foi comprar o refrigerante, ele foi barrado por um garoto loiro conhecido como Toni.

(Toni): Perdeu, playboy!

(Shun): O que é um playboy?

(Toni): Ah, esqueci! Você é o Shun, né?

(Shun): Sou.

(Toni): Pois bem, gringo, eu vou ser curto e grosso: me passa o dinheiro do teu lanche.

(Shun): Mas esse dinheiro é para comprar refrigerante para os meus amigos.

Toni deu um soco no Shun, deixando ele de olho roxo.

(Toni): Vai ficar de gracinha comigo, gringo?

(Shun): Me deixa em paz, eu não quero brigar!

(Toni, dando outro soco, no estômago): Ah, é? Mas eu quero!

Antes que o Toni desse um terceiro, uma mão agarrou o pulso dele, ele se virou e viu Ikki.

(Ikki): Deixa o meu irmão em paz!

(Toni): Ai, que medo! Eu vou ficar com medo porque o Shunzinho não aguentou a pressão e foi pedir ajuda ao irmão mais velho!

(Ikki): Pode ir, Shun, eu cuido dele! (se vira para o Toni) E você devia ter mesmo muito medo, porque eu vou acabar com você!

Eles começaram a brigar. Mônica, Cebola, Cascão, Magali, Seiya, Shiryu e Hyoga foram alertados pelos muitos gritos de “Briga! Briga! Briga!”, quando chegaram lá viram o Toni e o Ikki todos cheios de machucados, Toni foi dar um soco no Ikki, mas ele agarrou o punho de Toni, que começou a ficar fervendo, no sentido literal da palavra.

(Toni): Ai, meu punho, tá queimando!

(Mônica): Ikki, para com isso! Larga ele!

(Ikki): Pode deixar comigo!

Ikki deu um soco poderosíssimo no Toni que o arremessou numa mesa de plástico, quebrando-a, quando todo mundo foi olhar, viram que na camisa do Toni havia um furo chamuscado, como se algo tivesse queimado a camisa dele. Furiosa com a atitude de Ikki, Mônica se virou para ele, que disse apenas:

- Eu larguei ele, não larguei?

Notas finais
Espero que tenham gostado, fiquem ligados que no próximo capítulo vai rolar o maior bate-boca entre a Mônica e o Ikki.