Notas iniciais
Ok, faz muuuito tempo que eu não posto,mas enfim, la vai o novo capitulo, espero que gostem,é um capítulo meio calmo, mas no próximo haverá mais ação

A notícia de que Whiterun havia caído já se espalhara por toda Skyrim,haviam tumultos em diversas cidades, pessoas falavam sobre o fim dos tempos e que desta vez nem o dragonborn os poderia salvar, muitos estavam escondidos dentro de suas casa, com medo,haviam perdido pessoas queridas e familiares durante a última vinda de Alduin.Lojas de alimentos e armas eram saqueadas, casas queimadas por toda a província,a rainha Elsif tentava acalmar o povo com discursos de que a situação estaria sob controle e que não deveriam se precipitar, porém, sua própria voz a condenava, era possível sentir que até ela duvidava de suas palavras,também tinha medo de que dessa vez Alduin cumpriria seu destino, mesmo que não devesse perder a fé, não conseguia parar de pensar que de desta vez, as coisas seriam muito piores.

–Senhora, já ordenei que soldados fossem despachados para controlar a situação nas regiões em pior estado- disse General Tulius, após a derrota de Ulfric, ele estabeleceu uma base permanente em Skyrim, para manter uma vigia caso de uma nova rebelião contra o império estourasse-Saiba que a senhora tem o apoio do Império, já requisitei o apoio de reforços vindos direto da capital Cyrodiil.

–Muito Obrigada,Skyrim precisa de toda a ajuda que conseguir,acabamos de sair de uma guerra, ainda estamos tentando recuperar tudo o que foi perdido,e agora um mal antigo reaparece para tentar dominar Tamriel novamente,você acha que temos alguma chance?-perguntou a Elsif.

–Sinceramente?-pergunta Tulius.

–Sim.

–Acho que vamos precisar de muito mais do que apenas reforços para lidar com essa situação,precisamos de Eragon, já mandei meus melhores homens ao topo da Garganta do Mundo para encontra-lo, mas dizem que ele estava em Whiterun durante o ataque de Alduin

–Se isso for verdade,então há uma grande possibilidade dele estar morto- diz Elsif com um ar de preocupação

–Nesse caso,teremos de usar o plano B- diz Tulius com um tom sério

–Apenas em último caso,se não funcionar isso poderá trazer o fim para Skyrim- diz Elsif

–Não se preocupe,estamos nos preparando para isso por 14 anos agora- diz Tulius

–Espero que esteja certo

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No castelo do necromante, dentro da sala do trono, um enorme portal de energia azul se abre e de dentro dele, Eragon sai com o rosto sério,seus olhos estavam diferentes, segurando um cristal negro brilhante,o necromante já o esperava sentado em seu trono, as duas enormes estatuas douradas estavam ao lado do trono do necromante, elas acompanhavam Eragon com os olhos enquanto ele andava pelo tapete.

–Bem vindo de volta dovahkiin, trouxe a minha alma?- pergunta o ser com uma voz que ecoa na sala.

–Estou com ela sim, mas antes quero ver se Valérica esta bem- diz Eragon.

–Mas é claro- diz o necromante estalando os dedos.

O chão começa a se abrir e de dentro do buraco sai um enorme cristal azul, tão grande quanto uma das estatuas, dentro dele Valérica permanecia imóvel, parecia que estava dormindo.

–O que você fez com ela?- pergunta Eragon.

–Eu a deixei em um suspensão, não se preocupe, ela está bem, nenhum arranhão, esse foi o trato, agora a minha alma.

–Ok, aqui está a sua alma.

Eragon joga o cristal em direção ao necromante,quando ele está prestes a pegar o cristal, ele explode em uma bola de luz iluminando a sala do trono inteira,quando a luz se apagou,o necromante vê o que aconteceu,o cristal onde estava Valérica estava totalmente quebrado e ela não estava mais nele.

–Atrás deles,agora!-grita o necromante, fazendo todas as vidraças se quebrarem

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2 horas antes

Eragon joga a espada no chão e levanta o Dwemer.

–Não, não posso fazer isso,eu não vou fazer o que aquele ser horrível me mandou aqui pra fazer.

–Então você foi mandado aqui para me matar?- perguntou o Dwemer

–Sim,um necromante me mandou aqui para recolher a sua alma em troca ele ia libertar a minha amiga Valérica- respondeu Eragon

–É bom saber que minha morte seria por uma causa justa pelo menos,haha,o que você diria seu eu disse se que eu posso te ajudar a recuperar a sua amiga sem você precisar me matar?-pergunta o Dwemer com um olhar brincalhão

–Sério?!- pergunta Eragon surpreso- Você me ajudaria mesmo depois de eu tentar te matar?

–Claro,mas apresentações primeiro, meu nome é Faalkar e eu sou o mestre engenheiro da colônia número 1 e especialista em maquinas de combate e essa é a minha filha Kirma- diz o Dwemer pegando a filha em seus braços

–Olá,obrigada por não matar o meu papai senhor- disse a garota.

–Meu nome é Eragon e eu sou o último dragonborn,destinado a destruir Alduin e de nada moçinha.

–Venha, vou te mostrar algumas coisas que podem te ajudar a recuperar sua amiga- disse Faalkar subindo as escadas com Eragon para o topo da torre- Kirma, vá para o seu quarto.

–Sim papai- respondeu a menina.

Enquanto eles subiam as escadas,Eragon percebeu que as escadas eram iluminadas por uma espécie de luz mágica e as parede tinham anagramas e imagens de antigas máquinas, dragões e soldados em uma enorme batalha

–Foi você que fez tudo isso?-pergunta Eragon

–Sim, os autômatos me ajudaram mas todo o design é meu,antes de desaparecerem,os líderes da minha raça me deram a responsabilidade de construir uma colônia para caso alguma calamidade acontecesse e ai fugiríamos para essa colônia,deveriam haver outras, porem,quando todos sumiram, nenhuma das outras foram concluídas, ai só sobraram eu e minha filha,desde então, eu tenho fugir do meu passado, ainda me arrependo pelo que fizemos com os Elfos da Neve, os transformamos naqueles seres horrendos, então os escravizamos.

–Você não deve se culpar por coisas que outras pessoas fizeram,você tem alguma ideia de onde os outros foram?-pergunta Eragon

–Não, eu fiquei isolado aqui com a minha família durante a construção minha mulher era a especialista geografica e energética,foi ela quem fez o design dos geradores a base de energia solar que abastecem a cidade e ela também me ajudou a criar o sistema de encanação e nos designes artísticos da cidade, mas infelizmente ela faleceu algum dando a luz a nossa filha.

–Me desculpe, eu não sabia-diz Eragon envergonhado

–Tudo bem eu já superei a perda dela

O topo da torre era uma enorme sala cheia de autômatos que Eragon nunca havia visto,alguns eram vermelhos, tinham a forma de humanos e no lugar de uma das mãos tinham uma espécie de canhão que pingava um liquido flamejante,outros pareciam cobras feitas de puro metal bronze com brocas no lugar de cabeças, outros eram enormes e ao invés de mãos tinham bestas e clavas, porem todos pareciam quebrados, inacabados,nas parede lâmpadas mágicas iluminavam o lugar, havia diversas saídas de ar e canos, o chão era feito de puro mármore, o teto era feito de metal cor de bronze com símbolos em forma de círculo que brilhavam e dentro deles, diversas marcações, em uma das paredes havia uma enorme janela circular onde se dava para ver a cidade inteira, ela tinha uma rua principal, diversos prédios feitos do mais puro metal dourado,saindo da rua central, haviam diversas ruas secundários,várias torres menores com sistemas de vigias e bestas automáticas guardando a cidade e enormes autômatos centuriões rondavam as ruas, dava para ver o mar para todos os lados, nenhuma terra até onde a vista alcança

–É aqui que eu guardo meus protótipos inacabados, eu os crio para me manter ocupado-diz Faalkar, ele trazia um cristal negro e uma caixa preta com decorações douradas- esse cristal poderá criar uma distração, ele explode liberando uma luminosidade, essa caixa serve para camuflagem, ela distorce o espaço ao seu redor, fazendo com que você pareça quase invisível, acho que essas são suas melhores chances de sair de la vivo com a sua amiga, também estou abrindo um portal para o castelo do necromante.

–Muito obrigado Faalkar,mas poderia te pedir uma última coisa antes de partir?- pergunta Eragon- Eu e minha amiga Valérica fomos atrás deste necromante pois precisamos entrar em Oblivion e recuperar o Amuleto dos Reis para deter Alduin, você pode nos ajudar?

–Posso tentar, mas isso vai levar um tempo, talvez eu possa utilizar do mesmo mecanismo que usei no teletransporte só que mais potente, quando ele estiver pronto eu mando um sinal, agora vá, tenho um portal que configurei com as coordenadas do castelo.

Quando Faalkar falou isso,em um dos lados da sala, um arco dourado com inscrições luminosas começou a brilhar, alguns pedaços de metal que estavam perto começaram a flutuar levemente, uma espécie de vórtex de energia azul se formou.

–Vá agora, salve sua amiga, quando a máquina estiver pronta eu te chamarei

–Muito obrigado Faalkar,por favor, me perdoe por ter ameaçado te matar

–Não se preocupe meu amigo, águas passadas, vá logo, não posso manter o portal aberto por tanto tempo, ele drena muita energia!

Eragon então entra no portal, determinado a salvar Valérica das mãos do necromante, mas sabia que apesar de tudo, não poderia deixa-lo vivo, teria de mata-lo antes de sair do castelo

Notas finais
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