Notas iniciais
Galera! Tudo bem? A história acaba de ser favoritada e a ter o 1° comentário . Muito obrigada, GiihRock017. Espero que continue lendo. Mas, devo dizer, que eu acho que você não vai mais achar o Cebola um coitadinho. Bom... pelo menos, não depois desse capítulo. Enfim, "vamo mostrar cultura pra esse povo?" HAHA! Boa leitura à todos. Somoene.

Nove meses depois


A Morte estava certa. A mulher não teve coragem de fazer aborto. Por mais doloroso que fosse a ideia de ter um filho vindo de um estupro, ela não iria mata-lo. Pelo contrário, iria amar e cuidar dessa criança.

O dia do nascimento chegou. Estava no hospital, fazendo muita força para sua criança sair. Queria muito ver seu bebê e cuidar dele assim como cuida de seu outro filho que esperava em casa pelo seu meio irmão... ou melhor dizendo, irmã.
O choro se escutava por toda sala de cirurgia naquele momento. Ela não poderia estar mais feliz... se não tivesse morrido logo depois. A última coisa que ela viu, foi vários médicos no chão ou em cima de algumas mesas com seus equipamentos ensanguentados e aquele homem, o maldito homem,segurando sua filha com o sorriso maníaco nos lábios.
Cebola, entrou e saiu do hospital sem nenhum ressentimento pelo que fez. Quando entrou no carro, olhou direito para a menina em seus braços.

— É, filhinha... você vai ser muito útil- disse ele colocando a menina no banco de trás do carro. A menina já havia parado de chorar e Cebola estava agora conversando com seu Arauto — é... ela vai ser de grande ajuda. Só espero que tenha valido à pena esperar nove meses por essa aí — disse ele olhando para sua filha atrás dele- mas... você precisa admitir: Fiz ela direitinho, não acha?- disse ele se lembrando do dia em que violentou aquela mulher sorrindo com muita maldade e malícia. — É claro que eu sei que não é hora pra isso... mas não custa nada comentar. Não se preocupe, nosso plano vai dar certo.
Qualquer um ali diria que ele é apenas um louco falando consigo mesmo. Mas na verdade, ele era um louco que estava apenas repassando o plano para Morte. Era Ela que sempre lhe orientava. Mas dava a entender que a maioria dos planos, Cebola planejava tudo.
— Infelizmente, vai demorar por volta de uma hora até chegarmos lá, mas pense nisso — disse ele olhando para a criança com aquele olhar de Plano Infalível que só ele tem- logo,logo, daremos início ao ritual. Ela será uma de nós.
— NÃO! — Magali gritou quando acordou em seu dormitório.

Notas finais
Deixem suas opiniões nos comentários. Tchau, pessoal! Someone.