O Resgate de Hadassah
26 O Casamento Lioncort-Telles e o Começo do Sempr
O sol de setembro dourava os jardins da mansão Lioncort, mas dentro da suíte principal da casa grande, o clima era de pura e vibrante ansiedade feminina. O quarto estava tomado por laquê, maquiagens de grife e o perfume floral marcante que Hadassah nunca abandonara.
Hadassah estava de pé diante do espelho de três faces, vestida com um roupão de cetim branco com a palavra Noiva bordada em fios de ouro nas costas. Alycia, vestida com seu traje de madrinha, ajustava os últimos grampos no coque sofisticado da irmã de alma, enquanto Marta Lioncort observava tudo sentada na poltrona, segurando um lenço de renda com os olhos já marejados.
— Hadas, você está uma deusa! O Jason vai desmaiar no altar, estou avisando — Alycia exclamou, dando um pulinho de empolgação. — E se ele gaguejar nos votos, eu mesma dou um pisão no pé dele.
Hadassah riu, sentindo as mãos tremerem de leve. — Ele não vai gaguejar, Aly. Mas se ele tentar dar um de durão, eu uso o meu olhar corporativo.
Marta levantou-se e caminhou até ela, segurando as mãos de Hadassah com um afeto que vinha de uma vida inteira de convivência.
— Minha filha... ver você hoje, prestes a se casar com o meu filho, é a maior realização da minha vida — Marta disse, a voz embargada, limpando uma lágrima que insistia em cair. — Vocês dois quebraram tantas barreiras, erraram, cresceram... mas o amor de vocês venceu. Obrigada por não desistir do meu Jason, mesmo quando ele era um menino orgulhoso e difícil. Você salvou o coração dele.
Hadassah abraçou a sogra e segunda mãe com força, sentindo o peito transbordar. — Eu amo vocês. Vocês são a minha família.
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Minutos depois, Marta e Alycia desceram para receber os convidados, deixando Hadassah sozinha para os últimos ajustes. Ela vestiu o vestido de noiva: um modelo sereia de zibelina de seda puríssima, com um decote ombro a ombro estruturado e uma cauda imensa que se arrastava pelo chão. Sem rendas excessivas, a peça exalava a elegância limpa, madura e imponente de sua personalidade.
Duas batidas suaves soaram na porta. Ao abrir, Hadassah deparou-se com Richard Lâfrer. O empresário canadense vestia um smoking impecável, mas sua postura imponente desmoronou no segundo em que viu a ruiva vestida de noiva. Os olhos do velho publicitário se encheram de lágrimas.
— Meu Deus, Hadassah... — Richard balbuciou, dando um passo à frente, com a voz falhando de genuína emoção. — Você está... a noiva mais linda que eu já vi em toda a minha vida.
— Richard! Você veio de Toronto — ela sorriu, indo até ele e segurando suas mãos.
Richard respirou fundo, tentando manter a compostura. Ele colocou a mão no bolso interno do paletó e puxou uma caixinha de veludo azul-marinho. Ao abri-la, revelou um colar de platina com uma esmeralda central solitária, lapidada em formato de coração, brilhando de forma monumental.
— A Allison e eu queríamos te dar algo que simbolizasse o que você representa para nós — Richard disse, com as mãos trêmulas enquanto colocava a joia no pescoço dela. Ele segurou os ombros de Hadassah, olhando-a com profundo amor paternal. — Você sabe que, para nós, você é a filha que nós nunca tivemos, Hadassah. Ver o seu sucesso no Canadá foi o meu maior orgulho profissional, mas ver a sua felicidade hoje é o meu maior orgulho como homem. Eu sempre estarei aqui para você, minha querida. Para o que der e vier. Você é uma Lâfrer de coração.
Hadassah chorou baixinho, abraçando o mentor com carinho. — Obrigada, pai. Obrigada por tudo.
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A marcha nupcial começou a ecoar pelos jardins da mansão, executada por uma orquestra de cordas. Centenas de convidados se levantaram, virando-se para a passarela de espelhos que refletia o céu azul de Manhattan.
No altar, Jason Lioncort parecia uma estátua de mármore esculpida sob medida. O smoking preto contrastava com a intensidade absurda de seus olhos azuis, que fixaram-se na entrada da passarela. A mandíbula dele travou, e o ar sumiu de seus pulmões quando Hadassah surgiu, imponente, caminhando de braço dado com Richard.
Ao chegarem ao altar, Richard parou. Ele pegou a mão de Hadassah, depositou um beijo carinhoso em sua testa e a entregou a Jason. Antes de se afastar, o velho canadense segurou o colarinho de Jason com firmeza, olhando-o nos olhos com uma seriedade de pai.
— Cuide bem da minha menina, Lioncort — Richard alertou em um sussurro firme, audível apenas para os três. — Se você fizer a minha diretora de criação chorar uma única vez, eu quebro a nossa fusão e levo ela de volta para Toronto no meu jato. Está avisado.
Jason sorriu com respeito, engolindo em seco, e apertou a mão de Richard. — Ela é a minha vida, Richard. Eu vou protegê-la com a minha própria alma.
A cerimônia foi de uma beleza arrebatadora. Os votos, escritos por eles, arrancaram risadas e lágrimas da plateia. Jason prometeu lealdade, amor maduro e espaço para que ela continuasse voando alto, enquanto Hadassah, com seu clássico deboche misturado a uma doçura profunda, prometeu amar o CEO e ditar as regras em seu mundo para sempre.
— Pode beijar a noiva — o celebrante anunciou.
Jason envolveu a cintura de Hadassah com força, puxando-a para si, e a beijou com uma paixão avassaladora, selando o destino deles sob uma chuva de pétalas de rosas brancas e os aplausos ensurdecedores de toda a alta sociedade de Nova York.
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A festa de casamento sob a tenda de cristal foi uma explosão de alegria. Houve brindes, danças frenéticas lideradas por Alycia e Patrick, gargalhadas e momentos de pura descontração onde Jason não desgrudava de sua agora esposa, roubando carinhos e olhares famintos a cada minuto.
No fim da noite, o casal despediu-se dos convidados e seguiu para a suíte presidencial de núpcias do The Grand Landmark, o mesmo hotel de luxo que testemunhara o reencontro deles.
A porta da suíte se fechou, trancando o barulho do mundo lá fora. Jason largou as chaves na mesa de entrada e, sem dizer uma única palavra, caminhou até Hadassah, que terminava de tirar os sapatos de salto alto no centro da imensa sala iluminada pelas luzes de Manhattan. Ele a abraçou por trás, colando o peito musculoso contra as costas dela, depositando beijos quentes em seu pescoço.
— Enfim casados, Sra. Lioncort — ele sussurrou, a voz grave, rouca e densa de puro desejo.
Hadassah jogou a cabeça para trás, encostando-a no ombro dele, sentindo o volume rígido da masculinidade de Jason já se erguer contra as suas nádegas por baixo do tecido do vestido.
— Eu esperei a vida inteira por essa noite, Jason — ela confessou, virando-se nos braços dele para encará-lo com os olhos verdes brilhando de amor e luxúria.
Eles se entregaram a um beijo faminto, urgente, as línguas se encontrando em um ritmo frenético de posse mútua. Jason começou a abrir os ganchos do vestido de noiva dela com as mãos trêmulas pela urgência. O tecido de seda escorregou pelo corpo alvo de Hadassah, revelando que, por baixo, ela vestia apenas uma lingerie de renda branca de luxo, extremamente cavada e provocante.
Jason soltou um rosnado baixo entre os dentes, os olhos azuis devorando cada centímetro daquele corpo que agora era dele por direito sagrado. Ele se livrou do paletó do smoking, da gravata e da camisa com pressa desesperada, jogando as roupas de grife pelo chão da suíte. O peito musculoso e definido subia e descia com a respiração curta.
Ele a pegou no colo com uma facilidade brutal e a carregou até a imensa cama de casal com lençóis de cetim branco. Jason a deitou com cuidado, subindo logo em seguida e posicionando-se entre as coxas dela. Com um movimento ágil, ele retirou a calcinha de renda dela, jogando-a longe.
Sua masculinidade saltou, gigantesca, rígida como ferro, latejando de puro tesão sob a luz fraca dos arranha-céus de Nova York. Hadassah olhou para o membro dele e sentiu sua intimidade contrair-se em uma lubrificação abundante e necessitada, o mel do desejo escorrendo por suas coxas.
— Eu te amo, Hadassah... Você é a minha esposa... Minha mulher para sempre — ele declarou, a voz embargada de sentimento, segurando os rostos dela com as duas mãos.
— Eu te amo, Jason... Me possui por inteiro — ela pediu em um sussurro manhoso.
Jason segurou a base de seu membro grosso e o posicionou contra a fenda ardente de Hadassah. Com uma estocada lenta, pesada e imensamente profunda, ele se enterrou por completo dentro dela, afundando até a raiz de uma só vez.
— AAAHHHH! — Hadassah soltou um grito agudo de puro êxtase, arqueando o corpo inteiro contra o colchão enquanto jogava a cabeça para trás. O aperto perfeito e estreito da anatomia dela envolveu o membro dele como uma prensa de fogo, fazendo Jason prender a respiração, os olhos azuis arregalados pelo prazer avassalador.
Ele começou a se mover. O ritmo era selvagem, profundo e implacável. As estocadas cavalares de Jason batiam com força total contra os quadris de Hadassah, criando um som erótico e estalado que preenchia o silêncio da suíte presidencial. Ele a puxava pelas coxas alvas, cravando os dedos na pele macia dela, deixando marcas vermelhas de puro tesão enquanto a penetrava com uma agressividade cheia de amor.
— Jason... Ah, meu Deus... Mais forte! Entra tudo! — Hadassah gritava, completamente entregue ao transe carnal, arranhando as costas musculosas dele, puxando-o para mais fundo em seu ventre que derretia.
Jason a mudou de posição com agilidade, virando-a de bruços na cama e elevando seus quadris fartos. Ele entrou por trás em um golpe violento, segurando os cabelos ruivos de Hadassah para trás com uma das mãos, expondo o pescoço dela enquanto desferia estocadas rápidas e impiedosas que faziam a imensa cama ranger. Hadassah apoiava os braços nos travesseiros, gemendo alto e descontroladamente, sentindo a extensão grossa dele roçar diretamente no fundo de seu útero a cada investida.
A fricção intensa e o calor insano dos corpos levaram ambos ao limite em poucos minutos. As paredes internas de Hadassah começaram a latejar em espasmos violentos, sinalizando o início de um orgasmo devastador que fez seu corpo inteiro tremer sobre os lençóis de cetim. Ao sentir o aperto esmagador do ápice dela ao redor de seu membro, Jason soltou um urro primitivo de pura satisfação, deu quatro estocadas brutais e finais, afundando-se por completo, e descarregou uma quantidade imensa de sêmen quente e pulsante no fundo do útero de sua esposa, desabando exausto e feliz sobre o corpo dela.
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A madrugada encontrou os dois deitados abraçados, com o lençol cobrindo os corpos suados e relaxados. Hadassah apoiava a cabeça no peito de Jason, ouvindo as batidas compassadas de seu coração, enquanto os dedos dele acariciavam as ondas de seus cabelos ruivos.
— Enfim o nosso começo, Sr. Lioncort — ela sussurrou, com um sorriso doce nos lábios, olhando para a aliança de diamantes e esmeraldas em seu dedo.
Jason sorriu, beijando o topo da cabeça dela com uma ternura definitiva. — O nosso começo, minha rainha. De Nova York para Toronto... e para o resto das nossas vidas.
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