O Reino Winterland
2 Que? Eu não sei como...
Notas iniciais
Pvc Henry
Estou sentando em um cadeira ao lado de sua cama, apreciando sua expressão calma, suave e tranquila. Katherine estava com um vestido branco solto, com os seus cabelos ruivos caindo sobre sua cintura.
— Como você faz falta! — falo me inclinando para conseguir pegar sua mão e acaricia-la — Quem diria que a "senhora dos desafios" estaria deitada em uma cama sem poder fazer nada? Que estaria com uma expressão tão calma?
Sorriu, se Katherine estivesse aqui estaria me zombando, por causa do meu sentimentalismo.
Sua troca de humor era assustadora, seu temperamento era impulsivo, sua grosseria era sem limites. Começo a lembrar de quando eramos pequenos.
Flashback on
Estávamos em uma estufa de vidro.
Liana (nossa amiga, mas nesse momento nossa professora) pedia para que nós fizéssemos uma flor nascer, crescer e morrer no mesmo minuto. Era muito difícil imaginar uma flor nascer, crescer e morrer e ter que fazer isso acontecer. Me lembro de quando Kat não conseguia fazer o que à Lia pedia, ela ficava tão irritada e isso só piorava á situação, pois ela não conseguia controlar seus poderes.
— Affs! Isso é impossível — fala jogando os braços pra cima.
— Se acalme Kat! É normal na primeira vez que tentamos fazer um feitiço novo, não conseguirmos! Isso aconteceu comigo, com sua mãe, seu pai, seu irmão, com todos — fala Lia tentando acalmar minha amiga.
— Kat, assim que você não vai conseguir fazer! Lembre-se que para conseguir fazer um bom feitiço, temos que estar com a mente vazia, o corpo relaxado e...
— Eu por acaso pedi a sua opinião? — ela levanta uma das sobrancelha — Se eu quisesse saber eu teria te perguntado ou olhando em um livro. Ah não isso só me daria mais trabalho, é muito mais simples eu te perguntar, já que você é um livro ambulante!
— Kat! Não fale assim com Henry — Lia pede carinhosamente isso faz Kat revirar os olhos — E é verdade o que eu falou você precisa estar calma...
— Affs! Outra que vai começar a falar. EU MEREÇO! Olha eu não consigo ficar calma no momento .ENTÃO NÃO ME VENHA COM CALMA KAT! — no momento que ela grita todos os vidros da sala explodiram.
— Katherine!? — eu e Lia falamos assustados.
— Me senti muito melhor agora! — Kat fala deixando os ombros caírem, como se não tivesse mais nenhum peço nas costas.
— Kat você precisa a controlar! A senhorita não pode sair por aí destruindo às coisas! — Lia fala séria, uma coisa que era difícil de acontecer.
— Desculpe me Lia! Mais simplesmente não é fácil controlar meus poderes. Eu juro que vou me esforçar mais!
— Acho bom mesmo! — fala Lia tentando continuar séria, o que não dá muito certo — Bom, como o primeiro exercício vocês não conseguiram completar. Vocês podem arrumar a bagunça que a Kat fez!
— Que injustiça! Quem fez foi a Kat... — falo cruzando os braços.
— Meu querido amigo, o senhor quer me ajudar ou fazer uma flor nascer, crescer e morrer. Você que escolhe! — fala com um sorriso de deboche no rosto.
— Eu hum... acho melhor de ajudar, é bem mais fácil — ela me lança um olhar questionador — Ok você vencer — falo derrotado.
Flashback of
Queria ficar mais tempo ao lado de Katherine. Porém ouso um choro alto, me levanto, saiu do quarto e vou em direção a porta azul. Abro à porta e vou em direção ao berço.
— Princesa mal acordou e já está chorando? — pergunto me inclinado sobre a matéria do berço.
Encontro uma linda garotinha que estava com os cabelos ruivos bagunçados e com os olhinhos um verde e o outro azul, vermelhos por causa do choro. Pego seu mão e fico brincando e por um segundo ela para de chorar, quando retiro minha mão, o choro recomeça.
— Mais que menininha mimada! — falo pegando a no colo.
Me sento em uma poltrona de balanço que tinha no quarto. Nesse momento a porta é aberta revelando um homem com um bebezinho e mulher e um bebezinho. O homem ter uma aparecia jovem tinha cabelos castanhos e olhos azuis. O garotinho que estava no colo do Tom, tinha cabelos castanhos, e um olho verde o outro azul. A mulher também tinha aparência jovem tinha cabelos castanhos e olhos verdes. O bebezinho tinha cabelos loiros e olhos cinzas esverdeados.
— Henry, ouvi um choro de certa pessoinha! — fala Isabelle, vindo em minha direção com nosso filho no colo e me rouba um beijo — Fiquei preocupada e vim ver se estava tudo bem.
— Está tudo ótimo. Não é mesmo minha pequena? — me levanto e ouço um resmungo.
— Ei Henry! Como ela está? — pergunta Thomas e já sem de quem ele está se referindo.
— Bem eu acho, não tem como nós sabemos! — fala entregando Clarissa a Thomas.
Que a coloca em um braço e segura o Henrique no outro. As duas crianças colocam a cabecinha na curva do pescoço do pai.
— Filhinhos vai demorar um pouco para vocês podem conhecer a mamãe! — fala Tom beijando a testa da filha e depois do filho, Clary está quase caindo no sono novamente.
— Vocês dois. Prestem atenção no que eu irei dizer, pois eu não vou repetir! — fala Izzy me entregando meu garoto — Irei ao povoado aqui perto e vou demorar um pouco. Vocês cuidem de seus filhos.
— Izzy nós temos empregadas, para isso! — fala Tom
— Hoje é o dia de folga de todas elas! Vocês nunca conseguem se lembrar? — pergunta incrédula.
Eu e Thomas nós encaramos.
— Eu me lembro! Mas como você quer nos deixar sozinhos com três crianças? Eu não sei cuidar de crianças! — Tom fala a última frase desesperado.
— Mais vão aprender. Vocês são inteligentes, vão conseguir se virar! — Izzy fala me dando um selinho e um beijo no nosso filho — Bom eu acho que vocês vão conseguir a virar!? Tem um livro no meu quarto que vai ajudá-los.
Izzy beija a testa de Clary e do Henri, beija a bochecha de Tom e sai.
— Henry eu não faço a menor ideia de como trocar uma frauda! — fala Tom me encarrando. Eu conheço esse olhar!
— Não! Nem vem! O senhor vai me ajudar...
— É claro que vou lhe ajudar... mas...
— Thomas, você não vai me abandonar agora! Não depois de todas encrencas que nos metemos! — falo tentando não voar no pescoço do meu querido amigo.
— Isso vai ser pior, do que quando andávamos à noite na escola, esperando sermos pegos! — Tom fala balançando a filha que dorme nos braços.
— Pelo menos não iremos receber detenções! — falo rindo da careta que Tom estava fazendo.
Tom coloca Clarissa no berço, me empurra de maneira delicada pois estou segurando um bebê e ele está segurando um bebê.
— Vamos! Não quero que Clary acorde agora — fala quando estamos do lado de fora do quarto.
— Calma irei fazer algo primeiro — passo Matthew para Thomas, que já ajeita meu filho em seus braços e começa a provoca-lo. Entro no quarto novamente.
Paro na frente da porta me concentro e toco em um dos relógios do quarto. Fiz um encantamento para quando Clary acordasse, um dos relógios que estiver mais perto de mim tocasse.
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