O Reino Winterland
5 Achei!
Notas iniciais
*Pvc Heny
Tom e eu colocamos Clary e Matt no carinho, pois assim fica mais fácil carregar os dois.
— Pelo menos agora Clary aceitou ficar no carrinho!- é incrível como Tom consegue achar algo bom eu uma situação horrível como essa.
— Tom, eu acho melhor a gente se separa, assim fica melhor, para que a gente encontre o seu ''lindo filho''! — falo com um pouco de ironia.
— Ok vamos nos separar — Tom concordar, ignorando o meu ultimo comentário.
Eu viro corredor da esquerda, Tom vira o da esquerda levando Clary e Matt. Ando pelo corredor abrindo todas as portas, esperando encontrar meu lindo afilhado. Entro na sala de estar, e vejo que a cortina está bem suja de tinta azul.
— Aonde será que está o Henri? Como um bebê consegue ser mais inteligente que eu? — pergunto alto e escuto uma risada como resposta.
Vou até a cortina, bem devagarinho. Puxo a cortina, revelando uma garotinho todo sujo de tinta.
— Achei você! Tadinho do Thomas, tem o filho com a personalidade da mãe! Vai ser difícil criar você — falo, pagando meu afilhado no colo.
Saiu da sala, nem prestei atenção se ela estava suja ou não, seria mesmo dolorido para mim. Estou procurando Tom pela casa.
— Tom, Thomas, achei seu lindo filho! — grito, depois de rodar todo primeiro andar.
— Heny traga ele para o quarto de hospedes! — Tom pede, gritando também.
"Ótimo maneira de se comunicar!" penso enquanto subo ás escadas até o segundo andar.
Caminho por corredor que não tem fim, quando finalmente acho os quartos aonde os visitantes do castelo ficam, o quarto de hospedes! Agora em qual Tom está com as crianças?
— TOM! Em que quarto você está? — pergunto um tom mais baixo na ultima frase.
Recebo uma responta, quando uma porta se abre, ela está um pouco mais a frente. Vou até lá, entro no comodo e encontro Tom todo molhado.
"Nossa essa frase ficou estranho!"
— O que aconteceu? — pergunto tentando segurar a risada, uma coisa que Henri não fazia.
— Pergunte ao seu querido filho! — responde mal humorado, tai algo que não vemos todo dia.
— Querido filho, o que você aprontou com seu padrinho? — pergunto indo em direção ao banheiro tentando segurar a risada.
Quando entro no cômodo entendo o porque do mal humor do Tom. A banheira está completamente suja de tinta azul, o chão está molhado e sujo de tinta, os produtos que geralmente ficam na pia estão no chão e na banheira.
Sabe aonde meu filho está? Na sexta de roupa suja! "Se Kat visse isso, ela morreria de rir! -De quem esse menino puxou isso? Os pais são uns Santos!- Provavelmente ela diria isso!"
— Meu Jesus amado! Tom... o ralo da banheira está entupido? — pergunto espantado, indo um pouco mais para frente pra ver se estou certo
— Heny vira essa boca abençoada pra lá! Se o ralo estiver entupido ferrou de vez — Tom fala entrando no banheiro, com Clary no colo.
Olho para toda aquela bagunça e penso "Como que meu filho faz tudo isso?"
— Henry como seu filho fez todo isso? — Tom me pergunta o que eu acabei de pensar.
— Eu não sei Thomas! — falo me virando, para ficar de frente pra ele — Isso é culpa dos seus filhos!
— Como? Eu acho que não escutei direito! Você falo que a culpa é dos meus filhos? Por quê? — ele pergunta curioso
— Os seu filhos contaminaram o meu! — falo tentando segurar a risada, à expressão do Tom é muito ilaría
— Como seu filho foi contaminado? Você cresceu com a Kat e é um santo! Me explica essa história Heny! — Tom pede bravo
Depois de todo que ela fala a única coisa que eu consigo fazer é rir. Tom é uma figura!
— Por que você está rindo? — ele pergunta tentando manter sua posse de bravo.
— Porque isso não é culpa do seu filhos! Isso infelizmente se chama genética — falo ainda rindo.
Depois de um tempo Tom começa a rir comigo.
— Henry, como vamos arrumar todo isso? — Tom pergunta com expressão preocupada.
— Está aí uma coisa que eu não sei! Vamos limpar primeiro esse criaturinhas lindas e depois ver o que fazer com a bagunça da sala do quarto e da cozinha! — falo pegando Matt com cuidado, pois estou segurando Henri.
— Vamos em um quarto de hóspedes que tem uma banheira enorme! — falo saindo do banheiro.
— Outro lugar para limpamos! — escuto Tom retrucar, ele diz mais algo coisa, mas eu ignoro.
Saímos do quarto e vamos até o fim do corretor, aonde tem quartos com banheiras. Entro seguindo por Tom. Sigo em direção ao banheiro, mas não consigo abrir a porta pois estou com duas crianças no colo. Tom abre a porta, coloca Clary no berço portatil e me ajuda com os meninos.
Rique e Matt não querem nos ajudar, os garotos começam a bater a mão na água, jogando-a toda no chão.
— Olha aqui mocinhos! — Tom tentando ficar bravo — Vocês podem ir parando de sujar esse banheiro, sabe quantas coisas eu e Henry deremos que limpar graças a vocês? — ele pergunta
Os dois se encaram por segundos, com olhar cúmplice, começam a bater a e os pés na água. Isso acabo com a postura de durão do Tom e com a minha também.
— Vamos terminar esse banho logo, pois daqui á pouco Izzy ira chegar. E graças a vocês demos muita coisa para limpar e arrumar! — falo em um tom acusador.
Eu e Tom estamos quase terminado de dar banho nos meninos, quando ouço um chorinho, Henri e Matt parecem saber quem está chorrando, pois ficam meio inquietos. Tom se levanta vai para o quarto, depois de alguns segundos, volta com uma garotinha no colo.
— Eu acho que Clary está com fome! — falo colocando um chupeta na boca da menina.
— Os meninos provavelmente também estão! — falo me lembrando, que antes de Izzy sair, ela deu leite para eles, mas isso faz bastante tempo.
— Então você coloca Matt e Henri na cama, pega uma roupa para cada um deles, desce e faz três mamadeiras... — Tom ia continuar, porém eu o interrompo
— Por que eu que tenho que fazer as mamadeiras? — pergunto, pois tenho que saber o tanto de pó que eu tenho que colocar na água, contudo eu não faço ideia da quantidade.
— Porque graças a você os meninos fizeram essa bagunça toda! — ele fala me acusado — Então vai logo fazer o que eu estou mandando, pois meus filhos e seu filho estão com fome! — Tom pede com a delicadeza de um cavalo.
— Nossa, quanta delicadeza! Você estava passando muito tempo com a Katherine — falo tentando segurar o riso — Doce como limão — falo rindo, pego os dois meninos no colo, embrolho eles na toalha e levo para o quarto.
— Eu pensei que você iria embrulhar eles para presente!
Riu, enquanto coloco aquelas duas pessoinhas na cama. Henri e Matt começam a se mexer tirando a toalha que prendia o corpo deles.
— Vou pegar dois pijamas e já volto! — aviso para Tom, antes de sair do quarto.
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