Notas iniciais
Aloha! Me desculpem a demora para postar, mas eu não tenho culpa se a terceira temporada de The Walking Dead é viciante, me desculpem mesmo, a culpa é do governador Phillip. Boa leitura. Espero que gostem.

" Um tempo depois, eu vi que Didyme estava sobrecarregada com as expectativas de todo mundo sendo despejadas , eu sentia o desconforto dela por ter sempre alguém esperando algo dela, eu fazia de tudo para que ela relaxasse e que esquece-see as preocupações do Aro em ter mais poderes, eu afirmava que ele estava obsessivo e que ela não teria problema caso ela não tivesse poder, nem todos os vampiros tinham poder, Caius é um exemplo disso, ela não precisava se preocupar com nada disso .Todos a olhavam com olhos arregalados de puro interesse em um possível poder que ela poderia desenvolver. O Aro ero o principal a isentiva-la a desenvolver um poder que ela não tinha. Eu já havia falado ao Aro que isso iria surgir aos poucos e que não deveríamos por pressão nela, mas ele insistia em dizer que dar um isentivo faria os dons telepáticos de Didyme aflorarem com mais facilidade.

" Em uma caçada eu voltei a tocar no assunto e ele disse que tudo estava indo bem e que ele já poderia ver sua irmã lendo os pensamentos através do toque, ele acreditava muito que ela teria esse mesmo poder, eu acho que em momento algum ele pensou que ela poderia não ter poderes sobrenaturais, mas ele estava tão esperançoso que eu resolvi não tirar essa fé inabalável dele, deixa o Aro ser feliz, pensei.

" Quando chegamos ao castelo, a caminho da sala principal, encontrei uma cena que eu nunca havia imaginado que viria, eu encontrei o Caius morrendo de rir, ele gargalhava, esperneava e ria como um aloprado, eu nunca havia o visto assim, isso era anormal.

" — Irmão, quero saber de que tanto ri. Quero rir também — falou Aro com seriedade enquanto olhava Caius com espanto. De repente o Aro começou a rir também, dando uma risada mais alta do que a de Caius, Aro que estava em pé começou a se mexer de um jeito estranho, ele se mexia como uma borboleta prestes a voar, eu não sabia se ele estava dançando ou só rindo mesmo. A principio pensei que ele estava rindo da risada do Caius, mas só então percebi do que se tratava.

" — Didyme hahahaha! — Caius havia apontado para Didyme, que até então eu nem havia percebido que estava ali, Didyme estava parada e sem expressão nenhuma no rosto, como estivesse hipnotizada, ela não piscava os olhos nem nada do tipo ela olhava para Caius e Aro como se fosse uma boneca que não poderia se mexer, como se estivesse brincando de estátua.

" — Didy, o que você disse para o Caius estar assim? — perguntei, Aro ria frequentemente então nem dei importância, mas era quase impossível fazer o Caius rir, então me preocupei. Ela nem me ouviu, estava em estado de transe, completamente parada. — Diga-me. — pedi calmo, quando percebi que ela havia me ignorado de novo, comecei a estralar os dedos em frente ao seu rosto, mas não adiantou de imediato, estrelei meus dedos algumas vezes e assim ela saiu daquele estado levemente assustador.

" A hipnose de Didyme acabou junto com as gargalhas dos meus irmãos, a bateria deles tinha acabado de tanto rir.

" — O que eu fiz? — perguntou alheia a tudo o que havia acontecido.

" — Eu não sei, mas eu acho que você tem um poder. Você fez nossos irmãos rirem como loucos, talvez esse seja seuu poder. Você os deixou felizes.

" — O QUÊ?! — A cara do Aro foi impagável, ele arqueou uma sombrancelha e fez uma careta digna de quem chupou Limão com Halls. E assim, todas as esperanças do Aro foram para o ralo, junto com o seu juízo. Ele já tinha imaginado mil poderes úteis e potentes para Didyme, talvez ele estivesse imaginando que sua irmã um dia seria a vampira mais poderosa do mundo, assim como o seu clã. Eu poderia ver os pensamentos do Aro se disolveldo em uma onda de decepção.

" — Faz sentido. — concordou Caius.

" — CALA A BOCA, CAIUS. — Aro gritou rápido e estérico, Caius se calou com um sorriso no rosto, sentindo-se feliz pela infelicidade do Aro. — Isso é impossível, Didyme é minha irmã e por isso tem que ter um poder igual ao meu. — eu sabia o que o Aro quera dizer: ' Ela é minha irmã e vai ter o poder que eu quiser', mas ele só não disse isso para não humilhar o Caius, que infelizmente é desprovido de poder.

" — Aro, aceite as possibilidades.

" — Eu só quero o melhor para a minha irmã! Eu quero que ela seja alguém na vida... — isso parece discurso de mãe que quer forçar psicológicamente o filho a estudar. — Eu quero algo melhor para ela, não quero que ela seja uma inutil como o Caius. — vi uma careta se formar no rosto do Caius, Caius não se importava em não ter poder algum, mas eu me sentia mal toda vez que o Aro esfregava isso na cara dele.

" — Me desculpe... — Didyme pedia de cabeça baixa, todo esse assunto parecia ter jogado seu humor para baixo, a esperança perdida de seu irmão tinha pisoteado a garota.

" — Não se desculpe. — falei rápido, antes que o Aro falasse algo que a magoasse.

" — Didyme, você precisa ter um poder igual o meu! — Aro parecia uma criança birrenta.

" — Ela não tem culpa Aro. Não é ela nem você que escolhe isso. — falei levemente incomodado por toda essa situação irritante, pus minha mão esquerda no ombro da Didyme em demonstração de apoio.

" Eu fiquei imaginando se o Aro havia ido para o seu quarto para chorar no escuro.

" — Ele só perdeu a esperança de ter alguém no clã com um grande poder, nada pessoal. — falei, mas ela parecia ainda estar descontente por não ter agradado o seu irmão. — Hey, me escuta. — ficamos frente a frente, tive que me curvar um pouquinho para conseguir olha-la direito, levei minha mão até o seu rosto e o alisei. — Não importa qual seja o seu poder, você é especial do mesmo jeito.

" Deu um sorriso simples, não completamente feliz, mas o que realmente importava era que ela estava sorrindo, isso já valia a pena.

Notas finais
duda84santos@gmail.com comentem galerinha, comentar não mata.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.