O Reencontro - One Direction

1 De volta à Holmes Chapel.


Notas iniciais
Como perceberam eu sou péssima em Sinopse, mas tenho certeza de que vocês irão adorar a história. Prometo! haha Twitter: @princecurly

_Eu te amo! E você sempre será meu melhor amigo, você é q única pessoa que brinca comigo e não me xinga daqueles apelidos feios. -eu o abracei chorando.

_você é minha melhor amiga. -ele dizia enquanto retribuía o abraço.

**

Acordei assustada, olhando para aquele avião completamente lotado, mas com o silencio parecia vazio, e que me fazia lembrar a solidão, estava completamente longe de casa e faltava algumas horas para eu desembarcar na Inglaterra.

"Caramba! Esses sonhos/pesadelos estão acabando comigo" pensei eu mesma.

O sonho no qual eu venho sonhando quase todas as noites, me lembro como se fosse hoje do garoto no qual era meu melhor amigo, tínhamos uns quatro anos de idade , mas eu me lembro dos olhos claros e cabelo loiro escuro, ou castanho claro, não sabia definir, e ainda com aquela idade seria meio impossível eu saber a cor correta do cabelo. Ele é ou era, de Cheshire-Inglaterra, morávamos em uma vila chamada Holmes Chapel, onde estudávamos juntos, e sim ele era a pessoa mais adorável para mim, meus outros "amigos" só me xingavam, acho que pelo fato de usar óculos, mas o garoto meu melhor amigo, não ligava para isso, e me fazia muito feliz. Quer dizer acho que fazia pois eu me lembro só do ocorrido do meu sonho. Não me lembro de mais nada, a não

Ser daquele dia. Depois de treze anos estou voltando para Holmes Chapel na casa do meu pai, no qual é separado da minha mãe que mora na Califórnia. Vou passar uns tempos com ele nas ferias, e depois vou para Londres e terminar meu ultimo

ano na escola.

Acho que ainda estava com muito sono, e acabei caindo na tentação dele.

Acordei com uma aeromoça, loira muito bonita, ela me acordava pedindo para eu me arrumar na poltrona e colocar o cinto e já íamos pousar. Ela estava com um sobretudo por cima da sua roupa, "é chegamos na Inglaterra".

Me arrumei na poltrona e escutei o anuncio que iríamos pousar. E então depois de alguns instantes senti aquele gelo desagradável na minha barriga. "Ufa pousamos".

Desci do avião e fui direto para a esteira de malas esperar a minha. Era uma pequena quer dizer não era exagerada pois eu só tinha roupas de calor pois a Califórnia é um tanto quente, então trouxe apenas minhas poucas roupas de inverno.

Minha mala foi uma das primeiras, por sorte. A carreguei e fui em direção a porta que dava direto com a sala de embarque. E de longe avistei um lindo homem de cabelos pretos e olhos verdes, meu pai lindo e maravilhoso papai, fazia seis meses que eu não o via, acho que não o via dês das ultimas ferias que ele foi me visitar na Califórnia.

_Papai! -dei um grito no qual todos que estavam por perto me olhou correndo toda desajeitada com a mala em encontro ao meu pai. Ele se virou meio perdido me olhando e abrindo os braços.

_Criança!! -ele me chamava assim desde que eu me conheço por gente. O abraço foi apertado e demorado, e era muito gosto o abraço de urso que meu pai me dava. -Como foi de viajem? Nossa como você cresceu. — ele falou me observando.E eu ri com o comentário dele deu ter crescido.

_Foi cansativo! Não vejo a hora de deitar em uma cama pois a poltrona do avião é muito desconfortável, e também estou com fome. O que teremos de janta senhor Peter?-fiz uma careta.

_Não sei senhorita Rosalie Sullivan. Mary deve estar preparando! Vamos? — Mary era minha madrasta ela era muito legal, foi meio difícil no começo eu saber que ia ter mais uma mãe, mas na verdade a considero como uma tia. Ela tem um filho de dezoito anos, ele sim eu considero mesmo como um irmão, apesar de mães e pais diferentes, sinto como irmão de sangue.

_Vamos! — estendi o braço que estava puxando a mala e meu pai à pegou.

Acho que já era umas sete da noite, e estávamos na estrada a caminho de casa. Eu ia contando as novidades para meu pai e ele ia contando como estavam as coisas por aqui. Eu tinha até me desacostumado com o sotaque britânico, então meu pai falava coisas na quais eu tinha que pensar para entender.

Depois de tantos assuntos, chegamos no assunto "Londres". O que meu pai achava era que eu deveria continuar em Holmes Chapel mesmo depois das férias, e terminar o meu ultimo ano do ensino médio lá; pra mim essa era a pior das idéias, e depois de muito custo conquistei a confiança do meu pai e ele me deixou ir para Londres, claro que minha mãe me ajudou nisso. Mas com uma condição, sempre tinha uma boa condição, e a mesma era que ele escolhesse onde eu iria morar e estudar. Pow! Eu já estava indo morar em Londres! Então não liguei para "condição".

_E então? Já escolheu onde vou morar? -ele me olhou diagonalmente me encarando com um sorriso de canto, acho que ele queria tentar deixar eu curiosa. — Pai? — falei novamente tentando fazer ele soltar uma palavra.

_é... Sim! -dei um grito mas fui interrompida- Mas não! — como assim sim/não será que você poderia me explicar senhor?! Pensava loucamente. Acho que meu cérebro não conseguia encaixar as peças. — Eu queria cuidar de você, mas com você em Londres vai ser meio difícil! Então como tenho amigos lá estou vendo uma apartamento no mesmo condomínio que o dele, para que ele possa cuidar de você, falta pouco para eu fechar, mas não se preocupe, até o final dessas férias você estará com um apartamento em Londres minha criança.-Meu pai terminou de falar seu discurso e suas preocupações. Mas quando ele disse "até o final dessas férias" soltei um Uffa! Dentro de mim.

Depois de mais alguns tempos meu pai me disse que estávamos chegando e de longe podia ver uma luzes e sim aquela era a querida Holmes Chapel, meu DEUS como tudo havia mudado naquele lugar, mas a cidadezinha de bonecas continuava com os seus toques de beleza. Logo reconheci a praça da vila, onde me lembro brincar. Estava reconhecendo as ruas e logo vi minha antiga casa, e tirando a pintura ainda era a mesma.

Meu pai estacionou o carro bem na frente dando leves tapinhas no meio do volante, fazer soltar um som de buzina. Então pude ver a porta abrir, e ali estava minha madrasta Mary e meu irmão Carter, meu deus como ele estava lindo. Abri a porta do carro e desci correndo, e logo que fui subir na calçada tropeço na minha própria sombra, como sempre desajeitada.

_wow! Ai está minha Row linda e desajeitada! -Carter vinha correndo me ajudar, ele estava alto haha, é o tempo passou. -E ai como vai Row?! -Ele me deu esse apelido ainda quando éramos pequenos, acho que nao conseguia falar meu nome, e então me chamava de Row.

_Estou bem Ca, muito bem haha, nossa como você está lindo!- O abracei e ele me levantou fazendo eu tirar os pés do chão. -Espero que eu não tenha nenhuma "cú"nhada! -falei baixinho no seu ouvido fazendo com que ele desse risadas .

_No baby! -ele riu. — você seria a primeira a saber.

_ei, esqueceu de mim? — Mary falava esfregando suas mãos no avental e abrindo os braços, sai correndo e a abracei. — Que saudades criança! — Mary pegou a mania do meu pai de me chamar de criança, apesar de ser um apelido nada agradável, eu gostava.

_Mary! Estava morrendo de saudades de você.. Hum.. Que cheiro bom! -falei suspirando e ao mesmo tempo fungando meu nariz.

_acho que você estava com mais saudades da minha comida, isso sim! — dei uma risada sem graça.

_Também estava! Mas eu estava com mais saudades de você! -sorri e ela estralou um beijo na minha testa.

_vixi! A Row e sua fome de monstro! -Carter era absurdamente enfadado, olhei pra ele fuzilando-o com os olhos.

_vou mostrar o meu tapa de monstro! -falei abraçando Mary. Que brigou com a gente mandando ficarmos quietos. Meu pai já havia subido com toda a mala. -Vamos entrar? Está frio!- falei aquecendo com as minhas mãos meus braços. Ainda estávamos na porta de casa, e sim estava muito frio.

_Mãe estou indo na tia Anne. -Carter falou indo em direção a casa da frente.

_Obrigada por ficar com a sua irmanzinha e jantar! -gritei enquanto ele apertava a campainha e alguém atendia a porta. — Muito obrigada viu! -dei mais um berro.

_Só vou fazer um negócio e já estou indo mimada. — ele gritou e entrou na casa da frente.

Meu pai estava no sofá, e já com seu prato na mão. Eu e Mary fomos pra cozinha e ficamos conversando sobre tudo, Mary era realmente uma amiga, com ela eu podia me abrir, e o incrível é que ela não era igual as minha amigas, ela podia me xingar, e me por de castigo. O que as vezes era estranho. Apesar da separação dos meu pais, eles se davam muito bem, e minha mãe era muito amiga de Mary, me lembro que eu e Carter vivíamos nos ferrando, pois quando elas se juntavam nós dois sempre ficávamos de castigo. Haha! Eu e Ca, sempre aprontamos.

A janta estava uma delicia. Acho que repeti uma três vezes, sério! A comida do avião não mata a fome, e não se compara a da Mary.

Ajudei na cozinha, e então fui pro meu quarto, que estava exatamente do mesmo jeito, o maior quarto da casa, o que dava de frente pra rua e na onde eu tinha uma vista extremamente perfeita. Olhei pela janela e podia ver as estrelas, que apesar do frio, elas brilhavam e podíamos vê-las perfeitamente. Da minha janela também consegui ver meu irmão do outro lado na rua na janela da tal tia Anne, acho que ele estava feliz, pois gargalhava.

Fechei as cortinas e fui pro banho quente e confortável, acho que era o que eu mais gostava do frio! Poder tomar banho naquela água quente, a pior parte era sair do banho.

Pela minha sorte meu pai tinha ligado o aquecedor da casa o que fez com que eu saísse tranqüilamente do banho, e por meupijama.

Fechei a cortina e deitei na minha cama, caindo rapidamente em um sono profundo.

Notas finais
Gostaram? Vou começar a escrever o segundo capitulo hoje a noite !!!!!!! Beijoooos