O Que Você Acha, De Verdade?

8 Os Muros Internos Caem...


Notas iniciais
Gente, primeiramente eu quero pedir desculpa pela minha atitude eu queria escrever um yaoi sem yaoi, me desculpem mesmo, obrigado as leitoras que me avisaram.
Fiquem com o novo cap que adivinhem tem algo que vai deixa-las calmas e algo com qual vcs vao querer me matar.
foi mal qualquer erro eu escrevi nas notas do celular e nao tive tempo no pc suficiente para concertar, to de castigo.
Alem de que o Nyah acaba com a formatação de tudo.

Roger você me conhece... Mello já começara a falar rapidamente.

Eu achava que sim Mello mais parece que não. Arrumar brigas, surrupiar chocolates de madrugada, sair um pouco do orfanato tudo bem, mas bater em garotas foi o seu limite! A minha vontade agora era ligar para L...- Uma expressão de profunda decepção no rosto de Roger.

Não e necessário tanto, afinal não aconteceu nada, não é Roger? a menina tinha um sorriso tão largo e puro que assustou Roger Vamos esquecer isso! Mello vai ate me pedir desculpa.

Roger cruzou os braços esperando, encarava Mello pensando essa eu quero ver.Mary também o encarava com o mesmo sorriso largo.

Eu vou ter que fazer não posso ariscar uma ligação de Roger para L. Essa garota me paga!

Me perdoe, Mary, eu realmente me exaltei eu tenho um emocional aflorado. para completar a farsa ele deu um abraço em Mary que pareceu surpresa mais retribuiu Vai ter volta!- sussurrou na orelha dela

E com isso que eu estou contando Ela respondeu no mesmo tom.

Eles se separaram, Mary sentiu que o forte cheiro que o loiro emanava havia se impregnando nela. Chocolate.

Bom já pode ir Mary, me desculpe por você ter tido um primeiro dia tão conturbado.

Já tive dias piores- havia um sorriso triste no rosto da menina.

Eu imagino que sim, você já pode ir agora, me desculpe de novo por tudo. — Roger falou aquilo com um tom dele normal as mãos entrelaçadas a frente do rosto como era seu costume.

A menina se virou e foi embora devagar. O diretor voltou a atenção dele para o loiro vestido de preto a sua frente, ele parecia nervoso, sabia o que ia acontecer.

Bom a principio quero toda a louça da cantina lavada por um mês alem de que seu acesso ao computador foi restrito ate segunda ordem, quero as folhas do jardim sendo retiradas por um mês, e se eu o ver batendo em mas alguém nessa instituição... Eu não me responsabilizo pelos meus atos — Roger tinha a expressão decepcionada no rosto — Agora vá e não se meta em mais confusão!

Mello estava irritado agora um mês sem Pc, varrendo folhas e lavando a louça de 300 crianças e 50 adultos. Parabéns Mello !!!! Você caiu feito um patinho na armadilha da garota. Ele pegou o chocolate do bolso e se encaminhou para a sala de jogos mais perto. Ela estava vazia, exeto pelo pequeno montinho branco no meio da sala que montava um quebra-cabeça e nem percebeu quando ele entrou.
Ele foi ate a poltrona que gostava se sentou ali ficou obsarvando Near montar o quebra-cabeças. Ele gostou de fazer aquilo era como se a figura calma de Near de certa forma o acalmasse naquele momento, diferente de todos os outros que ele quis matar o garoto, ele estava cedendo, não podia deixar isso acontecer mais ele queria, querer e diferente de poder .L disse a ele certa vez. Agora ele entendia aquilo plenamente. Abocanhou o chocolate devagar, observando a ovelhinha sua frente. Percebeu que ele havia terminado de montar o mais rápido que podia ele ia embora assim como tinha feito no refeitório.
Já vai embora? Mello perguntou inocente
Não obteve nenhuma resposta , ele apenas pegou o suporte de madeira onde ele havia montado o quebra- cabeça e se levantou. O loiro também se levantou se colocando na frente do albino, este mantinha a cabeça levemente para baixo de forma que sua franja prata ficava a frente de seus olhos.

Olhe para mim Near Mello pediu, sua mente trabalhava a mil não acreditara em sua própria atitude . Ficar meses sem querer vê-lo piorou tudo, pensou ele.

Near não queria olhar, não , Near não podia olhar. Querer e diferente de poder. L disse a ele certa vez. A verdade e era que olhar para Mello era o que ele mais queria, ser privado de olhar nas orbes tão azuis dele fora horrível, mais ele não podia dar o gostinho da vitória para o loiro não podia deixa- ló saber que a medida o magoara tanto. Não podia ser fraco.
Como Near se recusou a olha- ló Mello pois a mão debaixo de seu queixo e levantou o tosto do menor devagar e delicadamente, de um jeito que não havia feito antes. Eles se encararam. Azul e preto numa batalha, mais pela primeira vez não era uma batalha de um contra o outro num xadrez ou num dama da vida, eram batalhas que travavam contra eles mesmos em seus interiores, tentando matar todo o sentimento que havia invadido seus castelos de repente naquela tarde, mas eles estavam perdendo os muros estavam caindo, os castelos estavam caindo. Ate que o líder do sentimento chegou a sala do trono ele tinha um arco e flecha, ele apontou para o peito de cada um o susto fora tão grande que o rei nem percebera, ele fora flechado, ambos haviam perdido a batalha.
Mello chegou mais perto menos de um palmo do menino jogando o quebra-cabeças no chão, e sem pensar muito uniu seus lábios sem pressa, eles estavam apenas juntos, Near sentiu o gosto de chocolate e Mello o gosto inebriante de Near. Eles não puderam aprofundar o beijo por que foi nesse momento que...
O guerreiro mais forte dos reinos em seus interiores apareceu, o orgulho, que ao ver o rei naquele estado se sentiu enojado e atacou o sentimento líder, amor, ferozmente, pelas costas pulando nela e fincando uma adaga lá, amor era forte e não morreu mais estava muito ferido e foi jogado numa cela para apodrecer e morrer lá.
Eles se separaram devagar o orgulho havia tomado o lugar de rei em meio as suas batalhas internas e ao que se parecia agora com a morte do rei ele tomara seu lugar, prometendo que reinaria da forma mais rígida e cruel possível. Talvez eu não tenha mencionado mais a esposa do orgulho era a inveja.
Mello sentiu o orgulho em seu trono e a inveja obterem poder, razão ( o ancião sábio)parecia apoiar o reinado dos dois. E foi porque o loiro sentiu aquela batalha em seu interior terminar daquele jeito que empurrou o menor no chão. E num momento em que loucura e raiva ( os gémeos que aconselhavam o novo rei ) entraram em ação disse:
Não faça isso novamente! — e com ênfase- seu repugnante! Se contar isso a alguém eu tê quebro!
Near não disse nada só ficou ali no chão, não eram suas mal fadadas costas que doíam mais sim seu coração. As falas de Mello se repetiam de forma dolorosa cada vez o deixando mais abeira das lagrimas.
Eu nunca tive provas concretas mais ao que parece certa garota de memória excepcional viu tudo e começou a bolar um plano mirabolante para resolver a situação do amor encarcerado. Ele era ousado, mais todos descordariam de mim, inclusive Mello , se eu dissesse que ela não era ousada.

____________________________________________________________



Notas finais
Thanks my people
vcs ja sabem o que fazer.
ps: foi mal, nao queiram me matar.