Notas iniciais
Demorei mais cheguei. Minha one http://fanfiction.com.br/historia/438377/Escolhas/capitulo/1/ se puder leia!

É Near ficou ali a tarde toda, não saiu um minuto sequer para pegar um brinquedo ou um quebra-cabeças.
Estava em abstinência de concatenações logicas, sem seus brinquedos. Mas não se levantou.

Em dado momento o sono o arrebatou e ele apoiou a cabeça na cama de Mello, uma posição que provavelmente lhe geraria um torcicolo dos bons, mas não se importando dormiu profundamente absorvendo as aconchegantes ondas de calor do loiro.
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Quando Mello acordou se sentia tão revigorado que achava que podia correr na maratona.
E como sempre ele sentiu necessidade de seu chocolate.
Mas foi so quando ele se empertigou para levantar que sentiu algo sobre seu peito, nada pesado, descolorido e com um cheiro único que era uma provável mistura de Jonhson's baby, o cheiro de brinquedos novos e o próprio aroma de Near. Este dormia profundamente com a cabeça em Mello e segurando sua mão. Mello não pode deixar de notar que o albino se parecia ainda mais com um anjo dormindo, os lábios cheios pareciam feitos para atrair a atenção de Mello como um ímã.

Ele é seu rival, ele se repreendeu , um menino, você o odiava até pouco tempo, o que houve? Não perca o foco. Esse e o mesmo Near para quem você sempre perde e é aquele que nunca demonstra sentimentos, ele e arrogante, tirou de você a oportunidade de ser o número um, você que ser o número dois para sempre, Mello?

Naquele momento Ódio governava com total controle e conseguia que Mello voltasse a sentir raiva do menor, parecia que ele ia conseguir uma reação ( como um empurrão da parte do loiro) quando Near se mexeu sobre ele virando o rosto de um lado para o outro fazendo cócegas em Mello, até que se aquietou do jeito que estava antes a face angelical bem perto de Mello.
O ódio praticamente desapareceu. Restou a ele apenas um sensação que sempre sentia com Near por perto: borboletas voavam dentro de Mello.

E novamente ele teve a confirmação do que sentia por Near. De repente o albino se empertigou e envolveu Mello como quem envolve um urso de pelúcia. Mello sorriu tristemente, não podia ter Near, muitas eram as razões, fora por isso que passara a ignora-lo e o pior e que não sabia se podia voltar a faze-lo, sentia se ainda mais dependente de Near.

Levou um susto quando a porta se abriu.
***

O seu pesadelo francês em pé bem ali, os cabelos negros cacheados voaram quando a porta se fechou as costas dela, Mello e ela trocaram olhares assustados de inicio depois a menina estremeceu e caiu no chão feito um saco de farinha. Mello rapidamente puxou Near para a cama e correu até a menina. Ela ainda tinha espasmos violentos. E por alguns segundos o sucessor de L ficou sem ação. Lembrou de que tinha que impedir, num ataque epilético que o doente mordesse a língua e foi isso que ele fez, nem ligando para a baba. Já estivera em varias cenas de crimes e com vários corpos mas ter alguém que morreu em seu colo... Não lhe parecia nem um pouco atraente.

Enquanto a menina se debatia em seus braços, Mello fazia o se melhor para não se desesperar enquanto tentava chamar alguém, sem sucesso, aquela hora do dia, suas melhores chances eram Miss Karyn que provavelmente estava ferrada no sono em sua sala embalada por um cd de Mozart e Near também dormindo. Ele ficou sem ação e quando a menina parou de se mover. Mello se desesperou, os olhos arderam.
– Olha, me desculpa. Ta legal? — ele falava aquilo enquanto tentava achar o pulso da menina — Não morra! Não morra!
E foi com enorme alívio que sentiu um pulso bem fraco. Ele caiu no chão respirando com dificuldade e sentindo a cabeça girar, afinal ainda tinha que repousar. Olhou para o albino, este ainda dormia profundamente como um querubim... Mello sorriu. Por um momento a vida lhe pareceu tão simples e feliz, a menina estava viva, e Near estava ali depois de ter lhe dito coisas tão reconfortantes, naquele momento ele percebeu que quando você tem o básico, pode ser perfeitamente feliz, pleno. Em alguns segundos a menina de olhos puxados e sotaque engraçado havia dado um impulso na fuga do Amor que o deixara bem perto de escapar.
Mello se levantou, mas foi nessa hora que o orgulho achou o Amor com a boca na botija, a caixa do remédio que ele havia tomado,estava lá.
Na bula constava que:
– tontura e vomito eram efeitos colaterais
– E que o remédio tinha propriedades anti-depressivas para mudança de humor.

Mello soube duas coisas naquele momento:
1- Ele estava drogado
2- Aquilo não mudava em nada o que sentia por Near.

Grandes certezas Mello, você esta cada vez mais genial.

Notas finais
http://fanfiction.com.br/historia/438377/Escolhas/capitulo/1/ Mereço algo? ignore os erros escrevi nas notas