Capítulo 45

Edward a olhou surpreso, não fazia ideia de onde ela tinha tirado isso, já havia escutado esses nomes antes, há muito, muito tempo. Certo, poderia ser imaginação sua ou apenas estaria ligando uma coisa na outra, contudo não conseguia enquadrar suas lembranças de um passado quase esquecido pelo tempo com o passado de Isabella.

A febre a estava fazendo delirar, com certeza, não havia outra explicação para essa resposta, nem ao menos tinha como comprovar que suas ideias estavam certas, não havia provas para isso e a chance de acontecer parecia nula, mas aquelas palavras não saiam de sua cabeça. Não queria acreditar nas hipóteses que imaginava, pareciam serem impossíveis.

O Dr. Mancini pediu para que ele saísse para realizar alguns exames e se viu obrigado a aguardar do lado de fora da sala de emergência. Não sabia o que pensar, tudo a sua volta estava em caos.

Sentou-se na cadeira de plástico e pegou o celular, tinha que falar com alguém, precisava desabafar e colocar tudo o que pensava para fora, mas também não tinha palavras e nem sabia como explicar o que estava acontecendo sem parecer um louco. Preferiu não ligar para ninguém e preocupa-los ou criar expectativas desnecessariamente, até porque temia estar enlouquecendo, só poderia esperar até que Bella estivesse melhor e questioná-la sobre suas palavras. Tinha que saber a verdade.

Aproveitou para preencher a ficha de entrada de Isabella que uma enfermeira tinha trago. Com o tempo de espera já sabia a quantidade de manchas na parede branca a sua frente e o numero de forros no teto. Pareceu uma eternidade quando o médico finalmente veio falar com ele.

–Como ela está?

–Ela está bem – falou tranquilamente – Realizamos alguns exames e o que ela tem é uma Gastroenterite Agudapor isso o organismo estava lutando contra ele.

–Como assim?

–A Gastroenterite é muito comum, é conhecida como Gripe Estomacal, normalmente ela ataca quando o sistema imunológico está fraco. – Começou a explicar – Muitas vezes com a perda de peso súbito o corpo enfraquece e é mais fácil para os vírus. No caso da sua noiva foi um pouco mais critico por isso a febre e as dores. O inicio da doença deve ter sido mostrado caso o apetite dela tenha aumentado significamente e ao mesmo tempo não conseguia reter os nutrientes.

–Ela piorou porque não reconhecemos os sintomas, é isso?

–Não completamente, Senhor Cullen. Alguns sintomas aparecem aos poucos, como a náusea e a exaustão, mas alguma coisa mudou, Bella deve ter feito algo que deixou seu sistema imunológico fraco, por isso a febre e as dores.

Droga, com certeza foi a chuva que tomaram mais cedo. Não havia outra possibilidade.

–Ela vai melhorar?

–Bella é muito forte e está dormindo. Ela está no soro e assim que terminar já poderá ir pra casa, só vou receitar alguns medicamentos e se os sintomas voltarem a leve a um hospital, o descanso é essencial para sua recuperação.

–Claro. – concordou veemente – Posso ficar com ela?

–Sim. – caminhou com ele até um quarto claro com cheiro de éter, odiava hospitais, se sentou na poltrona pegando a mão de Isabella, agradecia a Deus por não ser nada mais sério.

Não pode conter um suspiro de alivio, seu corpo não estava tão quente como antes e ela dormia pacificamente. Beijou sua testa e acariciou seu cabelo, ainda estava um pouco assustado, não queria encontra-la daquela forma novamente, o susto já tinha sido o suficiente, controlaria o que ela comesse de agora em diante, chega de exageros na chuva, por mais que tivesse adorado isso não a tinha feito bem e não seria egoísta quanto a sua saúde novamente.

O soro acabou depois de uma hora e ela ainda dormia, o médico passou os remédios necessários e fez mais recomendações antes de libera-la, não queria permanecer naquele ambiente e assim que conseguiu assinar a alta deu um jeito de tira-la dali.

Félix olhou o patrão ansioso, a última vez que tinha presenciado o medo em seu olhar foi quando a Srta. Swan o tinha deixado e pensou que isso nunca mais fosse se repetir, o caminho para o vinhedo foi calmo e silencioso, as luzes da manhã se infiltravam pela janela do carro anunciando um novo dia.

Bella se mexeu desconfortável na cama, seu corpo ainda estava um pouco travado e sua boca tinha com um gosto metálico, parecia com o gosto dos remédios horríveis que Renée a fazia tomar quando estava doente, rolou na cama mais uma vez e braços fortes a seguraram, não pode conter um sorriso e abriu os olhos lentamente encontrando as esmeraldas intensas de Edward.

–Boa tarde. Como está se sentindo?

–Um pouco dolorida – resmungou e olhou em volta.

Se lembrava vagamente que na noite anterior estava se sentindo péssima e se não fosse um sonho ele a tinha levado ao hospital.

–Não estamos no hospital?

–O médico já te liberou e como sei que não gosta de hospitais te trouxe para casa. – ele se sentou na cama e a olhou – Tem certeza que está bem?

–Sim, o que eu tinha?

–Gripe estomacal. O médico disse que foi um descuido e uma alimentação desregulada. – explicou – A partir de agora vou tomar cuidado com o que você come e os horários.

Ela queria questionar se até mesmo isso ele queria controlar, mas se manteve quieta, não queria brigar, ainda mais quando ele mantinha aquele olhar preocupado, deu apenas um pequeno sorriso e pediu que ele a ajudasse a tomar um banho, se sentia imunda e grudenta.

Após o banho Edward deu o seu remédio e explicou o horário que teria que toma-los e mais algumas recomendações que o médico tinha feito, Bella soltou um gemido de desgosto ao ver chá na bandeja que ele preparou para ela, não iria beber aquilo nem que o mundo acabasse, se recordava bem que da última vez que bebeu o de sua mãe tinha acordado em um veleiro dez horas depois, o que mais fariam com ela se a dopassem de novo?

–Bella bebe, vai te fazer bem – se sentia falando com uma criança para tomar xarope.

–Não. – cruzou os braços – Eu odeio chá, não vou tomar essa coisa.

Ele passou a mão pelo cabelo frustrado, queria deita-la em seus joelhos e dar umas palmadas nela pra ver se ela se comportava melhor, mas algo em seu interior dizia que não iria adiantar.

–O chá vai ajudar você a recuperar mais rápido. – tentou convence-la – Então, por favor, amor, toma logo isso.

–Bebe você então.

–É você quem está doente, pequena.

–Não Edward. – bufou, que homem mais insistente – Troco essa coisa aí pelo suco de laranja.

Conformado ele passou o copo de suco para ela, pelo menos já era alguma coisa, ele também não gostava de chá, mas quando ficava doente era obrigado a toma-lo, não poderia se dar ao luxo de ficar de cama por causa de uma gripe ou qualquer outro motivo, havia pessoas que dependiam dele e era consciente disso. A ajudou a comer as torradas e as frutas, aquela menina insolente o mudou muito nos meses que estavam juntos.

~//~

Era seu último dia ali e Bella não queria passar dentro do quarto, até porque ele a obrigou ficar quieta na cama e sem ele, idiota. Não passava nada na televisão se sentia sufocada e presa, queria aproveitar sua última tarde naquele país fazendo qualquer coisa mais interessante do que assistir televisão.

Trocou o pijama por jeans e uma camiseta dele e desceu para a varanda, seu noivo mandão e controlador estava discutindo sobre o trabalho com alguém por celular, então teria alguns minutos para aproveitar o ar calmo daquela cidade. Suspirou quando uma corrente de ar frio bateu em seu rosto e bagunçou seu cabelo, se sentou no balanço de madeira e fechou os olhos deixando que a calma fluísse em seu interior.

Edward estava irritado, profundamente irritado consigo mesmo, não deveria ter se isolado em si mesmo no período em que estava distante de Isabella, por conta disso esqueceu-se de fazer muita coisa, inclusive retornar as ligações de J. Jenkis, que não eram poucas. Aproveitou que sua noiva estava deitada e caminhou até a biblioteca do casarão para tentar descobrir o que tinha perdido nesse período.

–Sr. Cullen é bom finalmente conseguir falar com o senhor. – a voz formal e grossa o deixou mais ansioso.

–Desculpe Jenkis, estava com alguns problemas. Mas me diga o que descobriu?

Escutou um suspiro do outro lado da linha e barulhos de papeis.

–Essa região é cheia de matas fechadas, mas consegui encontrar algumas cabanas de caça. Muitas dela estão destruídas pelo tempo e não tem documentação, encontrei uma semelhante a do desenho que o senhor me enviou e pela localização é bem provável que seja a que estamos procurando, o último dono que consta nos registros é de mais de quarenta anos atrás e ele está morto e não tem filhos.

Edward coçou o rosto entendendo que encontrar a cabana não tinha feito nenhuma diferença porque ainda permaneciam sem pista alguma do monstro que tinha ferido sua pequena.

–Qual o próximo passo?

–Estou conversando com algumas pessoas mais antigas na cidade, interagindo, ganhando confiança. O lugar onde fica a cabana é de difícil acesso e poucas pessoas sabiam de sua existência. O último dono tinha uma sobrinha, vou conversar com ela na quinta-feira e assim que tiver retorno entro em contato.

–Ótimo, procure tudo sobre essa pessoa e se ela tem alguma conexão com pessoas influentes ou se já trabalhou em NY no período em que Isabella foi encontrada. Eu vou te mandar os detalhes por e-mail sobre o nome, números de documentos e tudo mais sobre algumas pessoas.

–Sem problemas. Se essas pessoas tiverem algum tipo de ligação eu descobrirei.

–Tudo bem. – uma possibilidade era melhor que nada – Obrigado.

–As ordens.

Desligou o celular e se deixou cair no sofá macio por alguns minutos, queria finalizar essa parte da vida Isabella, precisava descansar sua consciência e ter a certeza que aquele monstro não apareceria mais e principalmente descobrir a verdade por trás de tudo o que tinha acontecido.

Se levantou com a intensão de ir até ela e viu a porta da frente aberta, deveria ter imaginado que manter Isabella Swan na cama seria impossível. Ficou a observando durante segundos e se sentou ao lado dela.

–Você deveria estar de repouso. – a abraçou.

–Não consigo ficar deitada sem ter nada para fazer e não sinto nada. Estou ótima.

Não pode evitar rolar os olhos para ela, bem que avisaram sobre sua teimosia.

–O médico disse que você poderia ter alguns dos sintomas por algum tempo. É melhor prevenir.

–Claro. Claro. – fez pouco caso – É nosso último dia aqui e queria ao menos olhar a paisagem de novo, gravar a sensação de paz e relaxamento.

Ele olhou para aquele lugar maravilhoso e suspirou, sua viagem tinha sido mais que perfeita, precisavam daquele tempo longe e sentia que os laços entre eles se estreitaram e se mostravam mais unidos.

–Preciso te fazer uma pergunta.

Bella olhou para o noivo e se aconchegou em seus braços.

–Faça.

–Ontem, quando estava no hospital o médico perguntou algo sobre a sua infância você disse que gostava de quando sua irmã te contava histórias. – ele percebeu que seu pequeno corpo ficou tenso – Você se lembra dessa época?

–Eu não sei. – suspirou. – Quando... Quando eu era menor tinha sonhos... Eu sonhava com uma família feliz, um lar alegre... Não sei por que aquilo me parecia tão real, só que depois a realidade voltava como um soco e eu via que estava presa com aquele homem, então parei de acreditar em uma fantasia.

–Se você tinha lembranças, só mostra que tudo isso pode ser real.

–Nada disso era real. – bradou irritada – Eu aprendi que quando você sofre algum trauma sua mente cria ilusões para mascarar sua dor, você é aquilo que você acredita e eu não vou me deixar levar por mentiras nunca mais.

–Bella, entenda que se houver uma chance... Uma mínima chance de que você não foi entregue pelos seus pais e sim tirada deles...

–Pare com isso, Edward. – o interrompeu irritada – Depois de dezesseis anos eu não quero saber quem meus... Eles foram, se me entregaram ou não. Quando me deixei conhecer os Swan fiz a escolha de deixar o passado para trás, abandonei os fantasmas que rondavam minha vida e quero que continue assim, não vou revisita-los.

–Você está mentindo. – segurou seu braço quando ela tentou sair andando – Essa parte da sua vida não passou, ela continua te atormentando, ainda a ronda, não é? Você sente que é como um pesadelo interminável. Por mais que lute não consegue deixar isso de lado. O pesadelo nunca acaba.

–Para com isso. – pediu sentindo o pânico aflorar em seu interior.

–Você sente que a qualquer minuto ele vai entrar pela porta e te levar, não é assim? Que não deve amar ou se prender a alguém com medo de que ela te deixe.

–Pare. – tampou os ouvidos. – Por favor, Edward, pare.

–Não, anjo. – pegou suas mãos fazendo olha-lo – No fundo você sabe que isso é verdade, por isso não consegue deixar ir, não quer lutar e descobrir o que há por trás disso, mas você não precisa ter medo, aquele homem não pode mais te machucar, agora o que resta é enxergar a diferença entre a menina que era e a mulher que se tornou. A linda e forte mulher que é dona do meu coração.

Bella respirou fundo, em certa parte Edward tinha razão, mas ele não compreendia o que tinha passado, não fazia ideia do medo e da insegurança que levava no peito e aprendia a cada dia conviver com esse sentimento angustiante. Quantos anos não passou em terapia para se livrar dos medos enraizados? Deixar os fantasmas do passado não era tão simples porque se reencontrasse seus pais aquele monstro também aparecia. Não tinha forças e nem vontade de revirar um passado cheio de esqueletos no armário.

–Esqueça esse assunto, Edward. – implorou – Por favor, esqueça. Isso não me faz bem, eu não preciso saber dos... Deles. Meus pais são Charlie e Renée e eu os amo por isso, assim como amo você por ser minha esperança. Eu te dou tudo, mas não me peça para lembrar ou falar sobre eles.

–Você precisa fazer isso, meu amor.

Ela sacudiu a cabeça repetidamente.

–Não preciso. Conheço meus fantasmas e sei lidar com eles, mas se aparecerem outros não conseguirei. Eu faço qualquer coisa, me peça o que quiser, menos isso. Não sou forte o suficiente para voltar naquele tempo, para me lembrar daquilo.

Ele acariciou o rosto torturado e beijou suavemente seus lábios, teria que encontrar uma forma de conversar com ela, não seria nada agradável, queria tanto que sua imaginação parasse de inventar coisas. Não era estupido, mas também não criava expectativas de onde não vinham e ainda precisava colocar tudo em ordem consigo próprio.

–Tudo bem. – disse por fim – Agora não vamos falar sobre isso, contudo temos que abordar esse assunto em algum momento, você não pode viver com isso para sempre. Me promete?

–Certo, prometo que irei pensar nisso.

Bella queria expulsar essas lembranças de sua vida, arrumar uma forma de apagar os flashes que vinham sem pedir permissão, não havia mentido para Edward quando disse que não conseguia lidar com o passado, em cada seção com a psicóloga ficava pior do que quando entrava, até que por fim se cansou e abandonou o tratamento. O fato dos fantasmas e dos medos prosseguirem a deixou mais forte e atenta com os caminhos que deveria seguir, sua guarda só baixou quando conheceu Edward, no entanto não poderia revisitar aquele lugar sombrio fechado a sete chaves na sua memória, nem mesmo por ele.

–A que horas vamos sair daqui? – quebrou o silencio.

–Estava pensando em ir hoje à noite, assim dormiremos toda a viajem. O que acha?

–É melhor mesmo. – concordou, se sentia feliz que ele pedisse sua opinião para realizar coisas que influenciavam sua vida comum – Sinto falta de todos.

–Muito bem então. – se levantou a ajudando – Vou ligar para Félix preparar tudo e vamos arrumar as malas.

Bella riu o seguindo porta a dentro, queria fazer algo antes de irem embora, que o envolvia e muito, seria bom para tirar as lembranças que atormentavam sua mente com a recente conversa.

(...)

Edward estava arfante e cansado, não sabia que Isabella tinha todo esse fogo, pelo jeito o tempo que passaram separados havia feito sua menina ficar mais impaciente e voraz quanto ao sexo, ainda não conseguia acreditar que essa era a segunda vez que ela o atacava.

Bastou passarem pela soleira do quarto para ela pular em seu colo e atacar seus lábios e mesmo com o pensamento de que ela ainda estava doente não conseguiu impedi-la e nem mesmo queria. Sempre que ele queria aumentar o ritmo ela parava ou diminuía, o torturando, era uma sinfonia de amor que produziam e não desejava parar mais.

–Pequena, você vai me matar qualquer dia. – falou jogado na cama com ela ainda em cima do seu corpo.

–Acho que o senhor está muito fraco. – riu no seu pescoço – Precisa se exercitar mais.

Ele virou seu corpo prendendo o dela e a olhou incrédulo, a garota insolente estava de volta com um pequeno sorriso tímido e o rosto corado com os olhos brilhantes de expectativa.

–Vou me exercitar com você, desfrutando do seu corpo. – ela gemeu baixinho – Mas não vai ser agora porque temos que arrumar as malas.

Se levantou a deixando jogada na cama e vestiu a calça do pijama que estava jogada no canto do quarto. A olhou ainda deitada e puxou seu pé, Bella riu e se deu por vencida, pegou uma camisa dele que estava na poltrona atrás da porta e a vestiu indo até o pequeno armário dobrando as roupas e colocando na mala aberta em cima da cama, não havia muita coisa, aproveitou e colocou uma calça jeans e amarrou a camisa dele na cintura. Edward a olhou arrumar tudo concentrada e sorriu, tinham meia hora para estar no avião. Trocou sua calça do pijama por um jeans escuro e camiseta branca. Fechou as malas e suspirou, sentiria falta daquele lugar.

Notas finais
Olá pessoas. Hoje tenho um monte de coisas para dizer. Primeiro, acho que nunca fiquei tão confusa como quando li os comentários vocês deram um nó gigante na minha cabeça, fiquei surpresa com todas as reações diferentes e ri com todas. Segundo, descobri que drama faz vocês comentarem e fantasmas aparecerem, então... Terceiro, eu não gosto muito da parte das ameaças, então gente, vamos fazer um acordo, vocês comentam e eu posto mais rápido. A Bella não está grávida - ainda - vamos ter que esperar uns capítulos a mais, esse bebê vai vir no momento certo. A Mel e a Bella são a mesma pessoa? Não sei! Ainda não me decidi, vamos ver como vai estar meu estado de espirito, mas tudo pode acontecer. Os próximos capítulos já se iniciam na fase de desenrolar alguns segredos, muita coisa ainda vai acontecer e repito, eu gosto dos detalhes, principalmente porque a história é complexa, foquem nos detalhes. Minha vida está voltando ao normal, talvez eu consiga postar nas quartas e domingos de novo, vamos ver ainda. É só por hoje. Obrigada a todos que comentaram, o capítulo anterior foi o mais comentado e com os mais variados sentimentos. Fico feliz que amem ler a fic com o mesmo carinho que tenho em escrevê-la. Comentem, Favoritem e Recomendem. Façam a autora feliz. Beijos Kim