Notas iniciais
Só um aviso: Cenas para maiores de 18.

Capítulo 16

Bella acordou e passou as mãos pelos lençóis, Edward não estava lá, por um momento pensou que ele a tinha levado para seu apartamento, olhou por cima da colcha e percebeu estar no quarto dele, a televisão estava ligada no noticiário no mudo, levantou caminhando lentamente até o banheiro, ainda estava com sono, tudo que queria era escovar os dentes e voltar para a cama quentinha, qual não foi sua surpresa ao encontrar um Edward embaixo do chuveiro nu, as gotas de agua descendo por seu peito criando uma cena sensual, passando pelo abdômen definido, não pode deixar de olhar seu membro, que mesmo adormecido parecia enorme e grosso, as coxas fortes, inalou profundamente, ainda não o tinha visto nu, sabia que ele seria lindo, mas nada a preparou para encontra-lo assim.

Sentiu seu rosto em chamas, porém não conseguia parar de olhá-lo, se sentia admirando o Davi de Michelangelo só que bem mais formado e vivo, muito vivo. Olhou para seu rosto e percebeu que ele estava lavando o cabelo de olhos fechados, mas por algum motivo abriu os olhos de repente e a observou, não fez nenhum movimento além de um sorriso de lado travesso. Se Bella já estava vermelha agora estava roxa de vergonha não sabia se saia ou o atacava, qualquer uma das duas opções parecia muito boa para ela.

Ele se decidiu por ela. Estava de olhos fechados, mas sentiu o olhar dela queimar seu corpo, estava curioso para saber qual seria a reação dela ao vê-lo nu e por mais que percebesse como ela estava envergonhada sabia que também estava excitada. Cansado de ficar ali apenas a apreciando ainda na sua camisa branca saiu do chuveiro o desligando e caminhou até ela lentamente, como o predador que era.

–Vejo que gostou da obra Srta. Swan.

A boca de Bella se abriu arfando, gostara muito mais do que isso, só não sabia como dizer isso a ele.

Edward se aproximou mais colando seu corpo ao dela sem deixar espaço para mais nada, colocou uma mão na cintura dela e a outra na sua nuca a olhando nos olhos, como a desejava, como ansiava que ela fosse sua em todas as formas possíveis, necessitava dela muito mais do que respirar.

–Me diga, isso é muito pra você? – sussurrou beijando sua orelha e sugando o lóbulo.

–Não – ela suspirou rendida aos braços dele.

–E isso? – desceu os lábios para o queixo e pescoço lambendo e beijando para depois soprar levemente a vendo se arrepiar e gemer baixinho.

–Não, definitivamente não. Por favor, não pare.

Ele sorriu mais e a beijou lentamente, provando seus lábios, sem pressa alguma, persuadindo-a a confiar nele, a ama-lo. Ela estava afoita, queria um beijo mais intenso, mas ele ditou o ritmo do beijo infiltrando sua língua na boca dela, como se estivesse conhecendo cada canto, suas mãos subindo e descendo por seus braços e quadris. Quando se separavam estavam arfantes, ele olhou em seus olhos agora escuros e a beijou novamente, mas dessa vez com desespero, com saudade, caminhou com ela até pararem na parede a prendendo lá.

A cabeça de Bella estava flutuando, por mais que estivesse namorando com Edward devia admitir que nunca imaginou estar assim com ele, presa na parede com ele nu a sua frente. Aproveitando a situação passou a mão pelo peito musculoso e subiu até os ombros os apertando tentando mostrar o quanto estava gostando do que estavam fazendo, podia sentir o membro dele ereto contra a sua barriga. O sentiu lhe acariciar suavemente o corpo, subindo a mão pela coxa descoberta pela camisa dele, pela cintura e parar no seu seio o apertando suavemente e passando o dedão pelo bico.

Soltou um gemido rouco de rendição.

Não se envergonhava em gemer para ele, aquilo parecia certo, queria se entregar totalmente, mostrar com sua alma aquilo que as palavras não deixavam, ele pegou em sua bunda e a puxou para cima, automaticamente suas pernas cruzaram a cintura dele sentindo agora seu membro diretamente no seu centro úmido, ouviu um gemido rouco e quando menos imaginou estava deitada com a cama macia as suas costas. Ele se afastou lentamente, queria observa-la, ela pensou que iria deixa-la e o segurou pela mão.

–Não vá, por favor. – falou rouca, o queria e o queria agora.

–Posso tirar sua camisa?

Mesmo com vergonha ela assentiu e se sentou o olhando nos olhos todo o tempo desabotoou botão por botão, estava apenas com a calcinha preta por baixo, ele pegou a camisa e jogou longe, ela era linda, pequena com curvas perfeitas nos lugares certos, passou a ponta dos dedos pelo seu corpo em adoração, depois voltou e passou por seus ombros deixando pequenos beijos e mordidas. Ela se contorcia embaixo do seu corpo, desceu os beijos para seus seios perfeitos, na medida de suas mãos, os acariciou e depois beijou um vendo-a suspirar e fechar os olhos em desfrute então sugou a ponta levemente para soprá-lo depois.

–Edward – ela gemeu um pouco mais alto.

–Sim Bella? – falou sem parar de sugar seus seios, alternando de um a outro.

–Por favor... Por favor, me faça sua. – pediu não aguentando mais as caricias dele, queria saber como era pertencer totalmente a uma pessoa, não! Não qualquer pessoa e sim a Edward.

–Você já é minha.

Ele subiu novamente os beijos para seus lábios beijando com ardor e luxuria. A queria, mas também sabia como se controlar e não tinha total certeza se ela realmente estava pronta para esse passo.

–Não, eu quero ser completamente sua, de corpo e alma. – ela disse com tanta convicção olhando em seus olhos – Por favor, me faça sua.

Novamente desceu os beijos para os seios dela, descendo por sua barriga lisa e perfeita, circulou o umbigo com a língua e a segurou quando ela se contorceu sob o seu corpo. Olhou para cima pedindo autorização para tirar a única peça que faltava, ela concordou sem desviar o olhar do seu. Ele tirou a minúscula peça do caminho e olhou para sua intimidade, gemeu ao vê-la lisa e úmida, sem se conter deu um pequeno beijo apreciando o mesmo cheiro e o gosto de morangos que o corpo de sua menina possuía só que mais concentrado.

Bella não pode conter um gemido, primeiro ao ver Edward de encontro com seu sexo, ninguém a havia visto assim tão intimamente e depois pelo delicado beijo que ele tinha aplicado ali. Ele olhou em seus olhos e sorriu malicioso, desceu a cabeça e lambeu sua intimidade para depois sugar seu clitóris. Nunca em toda sua vida Bella havia sentido um quarto do prazer que estava agora, seu corpo pareceu flutuar e deixar o plano físico enquanto ele fazia maravilhas embaixo lá em baixo, até que não aguentou mais e parecia que todo o seu ser tinha explodido em milhares de partículas pelo espaço e ele não parava nunca, as ondas de prazer não diminuíam. Era simplesmente sensacional, indescritível, perfeito!

Não se sentia mais a menina acuada que era antes de vir para NY, se sentia uma mulher agora. Sentiu o corpo quente de Edward roçar o seu enquanto ele subia até chegar a sua boca e a beijou, deixando-a provar o seu sabor na boca dele, ele gemeu longamente, nunca tinha sentido tanto prazer em proporcionar isso a uma mulher, mas Bella não era qualquer mulher, ela seria SUA mulher, apenas SUA.

Mirou seus olhos pedindo permissão para o que estava para acontecer a seguir, ela o segurou pelo pescoço e o beijou com avidez e mordeu seu queixo, ele não queria despertar o homem das cavernas naquele momento, deveria ser carinhoso e paciente, isso era o que o momento pedia, mas pela forma em que ela se esfregava nele o fazia quase perder a razão.

Se posicionou em sua entrada a todo momento a olhando, a beijando, deixou seu corpo descer bem devagar entrando um pouco de cada vez e saindo em seguida, a excitando, a relaxando, sabia que era grande e que poderia machuca-la, não queria isso. As pernas dela circularam seus quadris tentado o forçar a entrar mais, estava em um ponto que não aguentaria mais nenhum segundo, quando pensava que ele iria dar fim ao fogo que a consumia ele parava, estava começando a ficar frustrada, mais um pouco e bateria nele.

Ele entrou mais um pouco e sentiu a barreira de sua virgindade, respirou fundo e se segurou não aguentava mais esperar.

–Você tem certeza disso? – sua voz saiu rouca e falhada – Ainda dá tempo de pararmos.

–Eu tenho certeza. – disse firme mantendo o seu olhar – Quero você Edward.

Ele gemeu amando ouvir aquelas palavras.

–Sinto muito Isabella, creio que vá doer um pouco. – Dito isso ele se afundou nela, sentiu as unhas dela se afundarem em seus ombros.

A boca dela se abriu e caíram algumas lágrimas de seus olhos e ele as beijou, não doeu no todo, era desconfortável e estranho, pareceu uma eternidade que ele ficou parado em seu interior esperando que ela se acostumasse e quando começou a se mover o fez lentamente, percebendo que o desconforto mudou para um prazer incrível apertou mais as pernas ao redor de sua cintura e empurrou o corpo em direção do dele e o ouviu gemer o nome dela. Ele manteve o peso de seu corpo com um braço e com o outro segurou em sua cintura enquanto se movia lento, mas firmemente dentro dela.

–Edward... Edward... Edward – a cada arremetida dele mais intensa em seu interior ela gemia seu nome e deveria confessar que estava contente com isso, ela era dele agora. Sentindo sua intimidade o apertar gemeu mais alto e passou as mãos pelos braços dela segurando suas mãos acima de sua cabeça a beijando enquanto aumentava seu ritmo, apreciando o som que seus corpos faziam. Ela era apertada e aveludada, sentiu quando ela chegou ao clímax gritando o seu nome prendendo seu membro e com uma última arremetida gozou dentro dela chamando o seu nome.

Não tinha volta, agora que a tinha completamente não a deixaria mais ir embora, daria sua vida pela dela, cuidaria e a amaria. Saiu de dentro dela a escutando gemer em protesto, se deitou de costas e a puxou pra ele a apertando em seu peito.

–Foi perfeito Isabella.

Ela fez uma pequena careta e ele apenas riu, sabia que ela detestava quando a chamava assim e desde que começaram a namorar aprendeu a chama-la de Bella.

–Foi muito melhor do que eu poderia imaginar, obrigada Edward, obrigada por ser você.

Ele a beijou novamente a observando cair no sono. Ele que tinha que agradecer, foi o amor que tinha por ela que o resgatou da escuridão em que estava, sua pequena luz inalcançável agora era irremediavelmente dele. Não havia volta.

–Eu te amo, Isabella Swan. – sussurrou esperando que mesmo na sua inconsciência ela pudesse lhe ouvir.

“Ser amado é consumir-se na chama. Amar, é luzir com uma luz inesgotável. Ser amado é passar; amar é durar.”

Rainer Rilke

Notas finais
Olá pessoas, postando rapidinho aproveitando a net do trabalho, já que a minha ta com problemas. Hoje teve a primeira vez do nosso casal, não sou muito boa escrevendo essas cenas, então me digam se gostaram ou não. Queria agradecer aos comentários me divirto muito quando os leio e sejam bem vindos leitores novos. Bom é só isso por hoje. Vou trabalhar mais um pouco. Bjos