O Que Ele Mudou Na Minha Vida Desde Então

30 Capítulo XXX por Mathias Køhler


Notas iniciais
GENTE EU TAVA LENDO O CAPITULO DA ELIZAVETA PRA DAR UMA AJEITADA NESSE DO MATHIAS............... VEI “– Respira, Elizaveta – vê-la correndo até mim vestida de cheerleader agitando os pompons foi meio bizarro. Digo, eu não poderia imaginar essa cena sozinho, conhecendo-a. Não sei, só não combina. Ela me puxou até o vestiário feminino.” ISSO É PARTE DO LUKAS AUHEJUAHEJA DESCULPA GENTE, Q VERGONHA Mas já arrumei GEEEEEEEEEEEEEEEEENTE ACHEI MAIS COISA QUE O LUKAS FALA BEM NO MEIO caralho, eu devia ter lido né Caraio, eu escrevi “saltar” invés de “salvar” UAHUEHAU EDIT: GENTE EUTINHA COLOCADO COMO SE FOSSE CAP DOLUKAS AUEHUAE PERDAO ETERNO PF

Gilbert me contou de um vazamento de gás no vestiário, o que foi estranho. Além do vazamento, ele falou comigo. Você sabe, ele gostava da Liz e achava que eu tava ficando com ela, então tava me tratando muito mal. Mas enfim, quase todo mundo foi embora, ficamos conversando nas arquibancadas – o time quase todo e algumas cheerleaders e colegas. Até que Héracles me chamou num canto.

– Seu pai está lá no vestiário te procurando, está furioso, disse algo sobre carro...

– AI MEU DEUS, eu só arranhei a pintura um pouquinho! – na euforia eu nem pensei em qual seria a lógica de meu pai estar lá se tem um vazamento, só corri. Você não conhece meu pai. Passei por Elizaveta na porta do vestiário e nem desconfiei também – PAI, NÃO FOI EU, JURO!

– Quê? – pois é, não era meu pai. Duh.

– Ah, Lukas... É... Oi.

– Olá.

– Eu preciso te contar uma coisa – falamos ao mesmo tempo.

– Tá, você primeiro – vai que era algo legal e ele desistia de falar depois. Ou vai que é algo ruim logo destruindo todas as minhas expectativas.

– Ok, espera, deixa eu respirar... Uh... Ok... É que... Bom, eu... eu meio que... Você sabe...

– Quer ajuda? – claro que eu não perderia a chance de provocá-lo.

– Não, eu consigo – eu acho que ele levou a sério – É-é que... Eu nunca tive um amigo... De verdade, sabe? Como você... Só colegas – eu fiquei muito feliz mas aquilo meio que estragou meus planos, ele já estava me esclarecendo que eu era só o seu melhor amigo.

– Fico feliz com isso, ainda mais em você me contar, eu sei que não é fácil. E você sabe, amigos podem contar sempre um com o outro e eu vou estar sempre aqui por você.

– Eu sei. Mas o que eu quero dizer... Eu não sei como explicar... Isso... Eu... Argh!

– Arrume suas palavras enquanto eu te digo as minhas. Lukas, — entrelacei uma mão na sua e com a outra segurei seu rosto e ao passo que aproximei do meu também o fiz me encarar para que visse que tudo que ia falar era verdade – você sabe que eu me aproximei de você porque tive interesse. É óbvio. Aliás, tem como se aproximar de alguém sem ter algum interesse? Enfim, qual seria o plural de lilás? Não importa muito, seus olhinhos de cor lilás são os olhinhos mais bonitos que eu já vi, você é todo a coisa mais bonita que eu já vi. Claro que quando “cheguei” descobri que você é muito chato, haha. Mas eu fiquei porque você precisava de mim. Você precisa da minha amizade, e eu vou continuar aqui até você não precisar mais. Porque não me importa se você me manda embora ou me xinga. Mas eu não quero esconder isso de você, não quero ter que me policiar tanto ao seu redor só pra esconder: aquele interesse que eu tive de inicio só aumentou e assim cada vez mais. Apesar de você ser a criatura mais cabeça dura do mundo, eu gosto do teu jeito. Eu gosto de como você é afiado mas de uns tempos pra cá anda pesando o que me chateia, não deixando de me responder. Eu gosto como você é tão branco que as vezes parece um cadáver e eu gosto ainda mais de invadir o seu espaço pessoal porque você fica rosa, porque não tem como alguém tão branco ficar vermelho de verdade. E não venha me dizer que é de raiva, porque eu te conheço. Eu gosto como essa sua mecha de cabelo não fica no lugar nem passando gel. Eu gosto do seu sarcasmo exagerado, e gosto como usa isso comigo de brincadeira mas com os outros é um modo de defesa. Eu me sinto importante quando percebo que você é um pouco menos ácido comigo em relação aos outros. Eu gosto de como você é tão pequeno e magrinho que quando eu te abraço me sinto um cobertor. Eu gosto como você é uma pessoa fria fisicamente mas tem o calor mais confortável do mundo. Eu gosto como você é teimoso de uma forma interessante e não irritante. Eu gosto de te observar quando você está fazendo algo que gosta, mesmo estando sério você sorri com os olhos. Eu gosto de você, Lukas, não só como amigo, e mesmo que você me rejeite ou não sinta o mesmo, eu vou estar aqui, não vou te abandonar. E espero que você também não.

Soltei minhas mãos e esperei. Na verdade, fui falando falando falando sem me tocar e simplesmente saiu. Eu não esperava que ele pudesse corresponder, de verdade, mas se ele realmente me considerasse um amigo, isso não mudaria nada, não o faria se afastar. Ele abaixou a cabeça e ficou um tempo em silencio, quando levantou estava vermelho, não é que é possível?! E com os olhos cheios d’água, se esforçando ao máximo para não deixar nenhuma lágrima rolar, começou a me bater.

– Quê que foi? Meu Deus, foi tão ruim assim?

– Eu te disse que eu conseguia dizer!

– Fala, Lukas...

– Depois que você já disse tudo que eu queria dizer e mais um pouco, acho difícil – wow, eu entendi direito? Quando caiu a ficha o abracei o mais forte que consegui – MATHIAS, VOCÊ TÁ ME SUFOCANDO!

– Sabe quando a gente vê uma coisa muito fofa que dá vontade de apertar até quebrar? – e comecei a girar com ele. Apanhei mais um pouco, mas foda-se, tava muito feliz pra sentir. Coloquei-o no chão e segurei seu rosto bem perto do meu mais uma vez – Lukas Bondevik, aceita namorar comigo?

– A-aceito – era o que eu precisava ouvir para finalmente beijá-lo. Foi o primeiro beijo dele. Nada mal, nada mal. Mas comigo ele aprenderia todas as manhas – Tá, sem encostar demais porque você tá fedendo a suor, vá tomar banho.

– Tá bom – ele se virou para sair mas o joguei por cima do ombro (de novo, haha) e entrei em alguma cabine de chuveiro. Tranquei a porta e me coloquei entre ele e ela, para que não fugisse e liguei o chuveiro.

– Que porra é essa, Mathias? Eu não tenho outra roupa aqui! – e fechou o chuveiro.

– A gente pensa nisso depois – o puxei pela cintura até não haver mais espaço entre nós e voltei a beijá-lo. E ele parecia muito disposto a aprender, se quer saber. Eu tinha esperado isso por muito tempo sem nunca ter esperado por ninguém antes e ainda passei o medo de ter que esperar mais ou não ter, então parecia (ou quem sabe estava mesmo) desesperado. Deixei sua boca e ataquei seu pescoço, o que acho que o assustou, mas não o afastou, e comecei a morder de leve até que ele se acostumasse. Aí eu mordi de verdade. Ele gritou e eu descobri que sou meio sádico, queria ouvir de novo e de novo. E assim o fiz.

– Mathias, isso dói...

– É ruim? – eu fiquei preocupado de verdade porque eu gosto de morder e se ele não gostasse de ser mordido seria muito triste.

– Não exatamente, só dói.

– Com o tempo cê acostuma, confia em mim – e voltei a fazer meu trabalhinho e ele começou a gemer. Não pense naquela coisa pornificada, ok? Gemidos manhosos e baixinhos, o que eu também adorei ouvir – Tira – e apontei para as calças dele.

– Hã?

– Eu posso te arranjar outra blusa, mas nenhuma calça vai caber.

– Oh... Olha para o outro lado – ri mas obedeci. Ele jogou a calça, as meias e o tênis por cima da cabine. Eu tirei a blusa e joguei também, molhou um pouco naquela hora que eu abri o chuveiro e estava me incomodando. Lembrando que é o uniforme de futebol americano. Lukas ficou me encarando com uma expressão esquisita, mas ignorei. Liguei o chuveiro e voltei a beijá-lo por alguns minutos, até que ele me afastou.

– Você não tinha que tomar banho?

– Já quer me ver pelado, é?

– Claro que não! Não é como se você já não estivesse, né...

– Tá bom – tirei a calça, o tênis, a meia e fiquei só de cueca (queria, mas não fui sem vergonha o suficiente para tirá-la também). Lukas corou e virou, encarando a parede. O abracei por trás, passando minhas mãos por dentro de sua blusa e parando na cintura. Ficamos assim por um tempo até que eu fiquei curioso.

– Por que você está me deixando fazer isso, Lukas?

– Como assim?

– Não sei, achei que você brigaria comigo por estar indo rápido demais.

– Agora você é meu namorado, não? Isso não quer dizer que você possa?

– Bem, – se eu ia me aproveitar? – sim, tecnicamente, mas só se você deixar e quiser – não –, se não, ficamos só nos beijinhos e abraços até você se sentir confortável. Eu não quero que você se sinta pressionado, eu te espero. Não estou falando de sexo, isso é óbvio que eu vou esperar, falo de muito contato. Quero dizer, você é todo na sua, deve estranhar muito contato físico assim, do nada. Porque-

– Meu Deus, você fala demais – virou-se para me encarar, entrelaçou os braços sobre o meu pescoço – Por acaso você me ouviu reclamar? – e me beijou. Foi tão inesperado isso partindo dele. Mas eu também não estava reclamando.

Notas finais
Sim, Lukas todo ukezinho SIM! Eu gosto do meu uke como eu gosto do meu pudim: MOLE. Não, não eram essas as palavras que eu queria e nem fez muito sentido (???¿¿¿) mas ok, eu gosto de boku no pico, me entende né amiiiga? Parei O Word fica colocando as letras maiúsculas bonitinhas mas eu gosto de escrever mal quando falo por mim auheuae n dá p falar errado com letra maiúscula, fica mais feio ainda Enfim Eu esqueci oq ia dizer, já é até de praxe dizer isso aueha mas espero que estejam gostando, chega de dennor por um tempinho né