O Príncipe e o Plebeu

1 Capítulo 1 O Principe conhece um provável amigo.


Notas iniciais
Eu comecei uma nova fic agr está meio curto esse primeiro capitulo, mas os próximos serão mais longos.

No século XIX havia um reino enorme onde a família Anderson mandava e comandava em toda sua população fazendo com todos vivessem em paz, mesmo que vários outros reinos tentassem o tomar era impossível, pois seu reino era o mais forte e o maior da região, então nenhum dos outros reinos tinha força o suficiente para derrotá-los.

Blaine Anderson é o único filho da rainha com o rei, então ele é o único herdeiro de toda a fortuna do reino, mesmo sendo novo já era cobrado de como governaria o reino, mas como ele é novo demais só tendo seus 9 anos de idade, ele não liga pra nada disso ele só quer diversão e bagunça. Mesmo Blaine sendo uma criança muito bonita e super inteligente ele era muito cobrado, pois tudo o que ele faz não é o suficiente.

Já no outro lado do castelo na parte fora da nobreza, ou seja, na parte mais pobre havia uma criança com a mesma idade de Blaine, diferente do Blaine ele não sofre com a pressão de ter de governar o reino, mas sim de ajudar sua mãe a sustentar sua família que era formado por sua mãe, ele e duas irmãs, seu pai o ajudaria com sua mãe a sustentar sua família, mas todos os pais das famílias de plebeus foram convocados á guerra, mesmo que o reino seja muito forte há ainda alguns reinos que tenta atacá-los, então Burt que é o pai dele só vê sua família uma vez por ano. O nome do garoto é Kurt, ele e sua mãe trabalham para o rei e para rainha como seus empregados.

Voltando para a parte nobre do reino, Blaine é uma criança super carinhosa, mas totalmente ausente de amigos ninguém tinha coragem de fazer amizade com ele por causa que seu pai e sua mãe que são os reis, então se alguém o magoar deceparia a cabeça na guilhotina, com medo disso ninguém mexia com o precioso filho. Blaine só não era feliz por causa de não ter amigos, então ele aprontava muito dentro do castelo, porque ele queria ter a atenção de todos.

Na vida do Kurt nada era fácil, ter de trabalhar cedo, ter de ver sua mãe sendo humilhada, desrespeitada e trabalhar que nem uma condenada, não é fácil para uma criança, mas fazer o que? As pessoas que nascem plebeias são condenadas a trabalhar para os nobres e morar em casas que parece mais um quarto do que uma casa.

Blaine tem a sua vida boa praticamente todos o mimam, mas ele não tem muita a atenção de seus pais porque a maioria das vezes eles estão resolvendo problemas dos reinos, então Blaine fica rodeado de pessoas, mas se sente só então o que ele apenas quer é um amigo pra conversar.

No lado do Kurt ele também não tem amigos porque ele só trabalhava, ele não tem tempo de ser criança. De repente em um dia muito frio sua irmã mais nova começou a passar mal e na sua casa não tinha remédio e infelizmente sua mãe não podia sair de onde ela estava, porque era um jantar muito importante, e como ela servia a família Anderson só podia sair quando todos estivessem satisfeitos,depois então ter de arrumar a bagunça de todo o jantar, Kurt teve a ideia de pegar no castelo, praticamente roubar o remédio, como ele trabalhava desde novinho sabia onde ficavam os remédios e sabia que lá tinha uma grande quantidade, pois tudo pra evitar que o príncipe tivesse algum tipo de doença. Enquanto todos os covidados dos reis ficavam na sala de música ouvindo a rainha tocando piano, o Kurt invade o castelo e vai pra sala onde estavam os remédios, pega um remédio, mas ele não contou pra sua mãe pra evitar um problema e ela também não poderia fazer nada de onde ela estava e a irmã do Kurt não estava em uma boa situação.

- O que você está fazendo aqui? – Diz um garoto pro Kurt, ele não sabia quem era, mas ele se vestia bem.

Kurt com muita pressa, e com raiva do garoto na sua frente, pois sua irmã estava passando mal e ele estava atrapalhando sua passagem diz:

- Não é da sua conta. – O Kurt com remédio em mãos tenta sair, mas esse garoto o impede de novo de sair.

- Esse remédio é pra você?

- Não é pra minha irmã! – O Kurt suspira fundo pra não falar mal aquele garoto, pois ele já estava o irritando. – Posso ir? E pra que tantas perguntas?

- Por nada, mas você não precisa roubar, você quer? Pode pegar, não tem necessidades de você roubar.

-Ah obrigado. – o Kurt percebe que aquele garoto deve trabalhar ou é algum parente da família pra falar daquele jeito com ele, então ele estende a mão. – Kurt Hummel.

- Blaine Anderson. – Ele aperta a mão de volta.

- Oh mesmo? – O garoto balança a cabeça em concordância. – Me desculpa, alteza não te reconheci aqui está meio escuro.

- Quem liga? Deixa pra lá só não se curva pra mim porque eu não gosto disso.

- Sim alteza, me deixa levar mesmo?

- Claro e esse remédio é ótimo.

- Obrigado alteza.

- Pode fazer um favor pra mim?

- Sim. Qual? – Mesmo que o Kurt estivesse morrendo de pressa ele devia fazer tudo que os nobres do castelo pedissem.

- Não me chame mais de alteza sou muito novo pra isso.

- Claro...

- Blaine ta bom pra mim.

- Está bem se é assim que deseja te chamarei de Blaine, e muito obrigado de novo pelo remédio Blaine.

Então Blaine sai da frente do Kurt deixando com que o Kurt passasse, para poder levar o remédio pra sua irmã, mas Blaine jamais esqueceu o rosto de Kurt a partir da li ele poderia ter uma amizade, mesmo que o Kurt fosse plebeu ele não ligava ele apenas queria um amigo, seus pais o privava de ter amizades, mas com o Kurt podia ser uma amizade frequente, aliás eles moravam na mesma região, a única diferença é que o Kurt trabalha lá e ele não.

Chegando em casa o Kurt dá o remédio pra sua irmã, que já no dia seguinte ela está bem melhor.

Notas finais
espero que tenham gostado se gostarem comentem ou se não gostarem aceito sugestões.
e me desculpe se eu deixar algum erro
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.