O Prometido

25 Didn’t Expect You


Notas iniciais
Gente, voltei. No final eu fiquei em Curitiba mesmo, levei uma pancada nas costas e tô bem, eu acho. Mas vocês não querem saber da minha vida.
Bom, como prometido, hoje eu postei mais um capítulo. E tá terrível me acostumar ao fato de a fic estar acabando, mas taí cap novo. PS: Cap com cenas quentes.
Aproveitem.

Sim, seus pervertidos! Sexo!

Subi as escadas com Art no colo. Abri a porta do meu quarto com um chute Like a “This is Spartaa!” e a depositei na cama gentilmente.

Ela, por outro lado, me puxou pela gola da camisa e me beijou ardentemente. Suas mãos empurraram minha camisa para cima e a arrancou quando eu me separei para respirar. Eu habilmente arranquei a regata que ela usava e joguei em cima da escrivaninha.

– Espera... A... Hummm...! Porta. – Disse entre uma mordida e outra que ela dava em meu pescoço.

Pulei da cama, contrariado e tranquei a porta. Me virei e pulei do lado da deusa, beijando-a.

Nós voltamos a brincar. Ela puxava minha cabeça para ela, como que não querendo que eu fugisse, coisa que, é claro, eu não faria. Ela começou a descer sua mão livre por meu tórax, em direção à calça jeans. Quando chegou lá, ela abriu o botão e o zíper e eu a retirei lentamente, torturando-a. Ela mordia o lábio inferior enquanto eu despia a calça e jogava a peça no tapete.

Minha animação tinha descido um pouco, então meu amiguinho já dava sinal de vida. Ártemis miou ao ver o volume na minha boxer cinza. Ela se levantou, foi em direção à minha boca e a beijou, muito esfomeada. Gemi de prazer. Ela estava alisando meu membro por baixo do tecido elástico.

– Hora de brincar de verdade – Eu sussurrei roucamente em seu ouvido.

Ela estremeceu. – Enfim. –Sussurrou de volta.

Ela me jogou na cama e subiu em cima de mim. Ela foi arrancando minha boxer lentamente, até a ereção saltar para fora em todo seu esplendor. [Autor: Eu escrevi isso mesmo? Deuses...!]

Ela olhou com fome o pedaço de carne palpitante e o tomou nas mãos. Eu soltei um gemido alto. Ela começou a me estimular lentamente, sempre me olhando nos olhos enquanto eu me contorcia de prazer na cama, segurando o edredom com força.

Quando não aguentei mais aquilo, puxei-a para perto de mim, a beijei selvagem e apaixonadamente e me pus por cima dela com um movimento rápido.

– Iupii! – Ela gargalhou enquanto eu virava nossos corpos. E ficava por cima dela.

Ela virou novamente e me deixou por baixo. Se ajoelhou na beirada da cama e deu um beijo na ponta do meu membro, agora totalmente duro.

Eu puxei ela de volta e murmurei em seu ouvido:

– Minha vez.

Comecei a abrir o fecho de seu soutien pela parte da frente.

Trabalho completo. Pensei.

Ela olhou surpresa par mim, depois retirou o resto da peça íntima e a jogou para a porta do banheiro.

Mordi o lábio inferior com a imagem dos seios dela. Mas não fiquei muito tempo os encarando. Haviam coisas mais importantes ainda.

Desci para seu short jeans branco e abri o zíper. Retirei-o. Depois me deitei por cima dela e distribui beijos por seu pescoço. Ela gemia loucamente enquanto eu dava mordidas e chupadas barulhentas em seu ombro.

Ela terminou de se despir e eu comecei a penetrá-la. Ela fez uma cara de dor quando eu entrei nela. Estanquei enquanto ela se acostumava, e com um gemido dela eu continuei. Quando estava totalmente dentro dela eu comecei com as estocadas. Nós dois gemíamos enquanto eu me movimentava lentamente dentro dela.

Uns quinze minutos depois, nós dois arfando e suados, chegamos juntos ao ápice. Me deitei ao seu lado ofegante e coberto de suor. Ela estava igualzinha, então depois de me recompor, acabei levando-a para o banheiro no colo.

Abri o registro do chuveiro e a água morna caiu sobre nossas cabeças levando todo o suor acumulado. Ela encostou a cabeça no meu peito e cantarolou em grego alguma coisa sobre casamentos. Eu tinha vontade de gritar pro mundo: Ela é o amor da minha vida!

– Papai vai ficar furioso quando souber disso – Ela riu ainda apoiada no meu peito.

Estremeci – Nossos pais vão nos matar, eu só acho isso.

Ela gargalhou – É por isso que eu te amo, você sempre ri na face da morte.

Levantei uma sombrancelha – Repete?

– Eu te amo – Ela me beijou.

– Como? – Sorri.

– Eu. Te. Amo! – Ela gritou.

– Eu. Te. Amo. Mais! – Gritei de volta.


Uma meia hora depois, nós estávamos no sofá da sala assistindo Grimm. Art estava com uma toalha enrolada na cabeça, com uma camisa minha do Green Day. Eu vestia uma camisa cinza justa, bermuda de náilon e chinelo de dedo, meus cabelos úmidos rebeldemente espetados pros lados.

Em uma cena especialmente crucial, em que o colega do personagem principal atira em um cara que comia pessoas e o mata, meu pai chega em casa e se assusta com a cena na tevê. Ele sempre foi fraco pra isso.

– Que houve? – Ele perguntou.

– O bandido morreu – Disse abraçando Art um pouco mais – O cara inocente não morreu. Final feliz.

– Entre vocês? – Papai continuou.

Ela enrolou uma mecha da minha franja nos dedos – Transamos. – Disse pensativa.

– Ah... O quê? – Papai enlouqueceu.

– Eu disse que ele iria surtar – Sorri.

Na verdade papai não surtou, respirou um par de vezes, contou até dez em grego e olhou para nós com um semblante sereno, o que me fez estremecer. – Pelo menos usaram camisinha?

Sorri de lado enquanto beijava a bochecha dela.

– Não deu tempo. – Disse em tom doce.

Com isso papai surtou:

– COMO ASSIM VOCÊ NÃO USOU CAMISINHA? VOCÊ... VOCÊ...?

– Quero ter um filho? É eu quero... Nós queremos? – ela assentiu – Queremos isso desde que nos conhecemos. Minha alma foi soldada na alma da Ártemis. – Declarei.

A deusa estava perplexa, a boca aberta, lágrimas rolando pela face agora bronzeada dela.

– Isso foi lindo! – Ela disse.

– E imprudente! – Papai continuou. – Você tem quinze anos!

– E você tinha vinte e dois quando eu nasci. – Falei zangado.

– Haley, são sete anos de diferença. SETE ANOS! Você sabe quanta coisa se pode fazer em sete anos? – Agora papai estava zangado.

– Parem vocês dois! Matt, quando Hal me pediu em casamento, repartiu o anel e tudo mais, todos que estavam junto com a gente ganhou a imortalidade. Vocês dois são imortais. – Art falou. Papai escancarou a boca.

– Co-como assim? – Ele gaguejou.

– A luz que saiu do anel é a mesma coisa que o sopro dos deuses, torna todo mortal que a vê em imortal. – Ela explicou depois se voltou para mim – Tente se enxergar mais velho.

Isso só pode ser loucura. Pensei. Mas mesmo assim, tentei me ver mais velho, mais maduro. Uma luz dourada me envolveu e eu me senti sem peso. Quando a luz cessou, papai me olhava aterrorizado. Olhei para o tampo de vidro espelhado da mesa de centro da sala e soltei um grito.

Eu estava mais velho. Meu rosto estava mais orgulhoso e marcante. Minha pele, sempre muito branca havia ganhado um tom levemente acobreado, meus olhos, como sempre, estavam negros como a noite, assim como meu cabelo. Aquela maldita mecha loira que me perseguia desde os dez anos havia sumido, meu cabelo ainda parecia rebelde, mas eu acho que nem magia iria domá-los.

Quando olhei para meu corpo, quase não acreditei. Eu estava alto! Meus braços e pernas estavam marcados por músculos médios, assim como papai. Meu tórax, a única parte do meu corpo mortal que era aproveitável, agora estava estruturado e perfeito. Meus ombros estavam mais largos (Dã! Eu cresci e meus ombros ficariam finos e estreitos) e trabalhados por baixo da camisa.

Ártemis suspirou – Ele conseguiu ficar mais bonito ainda.

– Obrigado. – Me assustei com minha voz. Não era mais rouca ao estilo adolescente, era grave e forte, mas gentil e doce.

– Deuses, meu filho tem minha idade! – Papai falou assustado ainda se espremendo contra a parede.

Ela sorriu. – Você pode virar cinquentão se quiser, sabia?

Papai sorriu amarelo, recuperando-se do choque – Estou bem assim.

Voltei para o Hal adolescente (me sentia um Pokémon!).

– Pergunta?

Ela assentiu.

– E as Caçadoras?

Ela foi na direção do piano, sentou-se e começou a tocar uma melodia doce. –Continuarão a me servir enquanto quiserem, mas agora podem namorar e se casar, ter filhos.

– Interessante, serão como Amazonas imortais? – Perguntei.

– Meio que isso.

Me sentei ao seu lado no piano e começamos a tocar um dueto – Fireflies do Ron Pope. Eu só amava as músicas dele.

– Ah, deuses, esses dois adoram piano! Até depois de saber que é um deus imortal meu filho toca piano! – Papai resmungou para o céu.

Sorri para Ártemis – Tem amo.

Ela sorriu de volta – Te amo mais.

Notas finais
Bom, mais que nunca, perdoem qualquer erro. Tive que revisar na correria. Façam pedidos, pelo amor de Hera!, eu preciso de pedidos!
Masenfim, comentem sobre o cap, sobre pedido, ideias ou façam um capítulo e mandem pra mim! Estou aberto a qualquer ideia.
Beijos