O Primeiro Amor de um Garoto

27 Cap. 27 - EXTRA! - À flor da pele.


Notas iniciais
Agora SIM, esse é o último capitulo da fanfic! Com esse vocês se despedem do Luquinhas. E já respondendo as leitoras, não vou fazer segunda temporada!! Vou mostrar o que? Lucas disputando torneios de surf e lidando com as situações adultas? Náhh, muito chato! Ao contrário da minha primeira fanfic, termino essa sem chororô (sério, algumas leitoras choraram mesmo no fim da fic ó.o). Agradeço todos os comentários e indicações. Muito mesmo, porque cada um que leio, é um salto que o meu coração dá! Estou muito feliz de terminar a fanfic. Sério, é um orgulho quando você marca "finalizada" na fic *--*
Nunca tive tantos leitores hombres como nessa fanfic, e isso me deixou muito feliz mesmo! Claro, não acredito que eles lerão a minha próxima fanfic yaoi, mas espero as chicas hein!!
Até a próxima pessoal!
Ps: HÁ! MINHA INDICAÇÃO! EU PRECISO! Ok, foi desesperado demais, sorry. xD

27/10/14, Sabádo, às 23:10.


Caraca, minha mãe não para de me encher o saco! Idaí que o meu cabelo tá grande? Assim eu fico parecendo mais um surfista mesmo. E se a Lavínia não reclamou, é que tá maneiro. E falando nela... Sei lá, do nada hoje me deu um tapa só porque eu falei que seria legal a gente fazer. Um "não" já dava, mas precisava gritar comigo e me bater? Aff.


28/10/14, Domingo, às 00:00.


Tenho nem força pra escrever, quero dormir uns dois dias direto.


29/10/14, Segunda, às 22:30


Putz, o treino hoje foi um saco, a escola também! Tive que ir pra enfermaria, porque geral achou que eu tava doende de tão vermelho que eu fiquei. Mas é que não consigo parar de lembrar... Aff, eu sou um idiota... Tô com um pouco de medo de ver o meu sogro, ele me olha com uma cara...


30/10/14, Terça, às 20:30


Chega de enrrolar, hoje eu vou contar o que aconteceu! Eu e a Lavínia combinamos de ir no cinema no domingo, mas saiu de cartaz o filme que ela queria ver. Tá, a culpa é minha, mas o que eu vou fazer se tô cheio de treino? O prof diz que se eu continuar assim, avançando cada vez mais, vou poder disputar torneios em outros paises! Cara, isso deve ser demais! Quem me dera... Lavínia disse que como sempre vamos pra minha casa, dessa vez iamos passar o dia na dela. Quando me disse que os pais iam voltar só de noite, comecei a ficar nervoso. Sozinhos... O dia todo. Desceu do andar de cima vestindo uma calcinha box feminina, apertada. Pow, ela tem um bucetão, coloca uma calcinha dessas, e ainda diz que quer esperar? Quer me deixar louco? Pra me fazer sofrer mais, só tava com uma blusa larga, sem sutiã. Deitamos no sofá (ela por cima de mim), vendo um filme de comédia que tava passando. Começou a beijar o meu pescoço, depois subindo pra atrás da minha orelha. Fingi não ligar e prestar atenção no filme, e quando ela se tocou, parou com os beijos e olhou pra tv com um bico enorme na cara.


– O que foi? — Perguntei.


– Nada. — Mentiu pra mim.


– Sério, o que foi? — Perguntei de novo.


– "O que foi?"?, Estou toda toda aqui, e você nem liga!


– Nem ligo? Pow Lavínia, se toca né, como é que eu vou me segurar com você vestida assim pra cima de mim?! Decide então! — Falei, já irritado.


– Decidi... — Falou tão baixo que eu quase não escutei.


– Então por que me bateu ontem? — Não tava acreditando.


– Ah Lucas, uma coisa é as coisas que fizemos até agora... Mas perder a virgindade... É diferente...


Eu fiz que sim com a cabeça e o assunto morreu. Os dois ficamos nervosos, sem saber muito o que fazer. Ela veio me beijando e me chamou pro quarto dela no andar de cima. Fui que nem um cachorrinho atrás dela. A gente se deitou no sofá e começamos num amasso bem gostoso. Cara, nunca pensei que ele ia me deixar na mão! O Júnior não queria subir de jeito nenhum, e isso foi me deixando muito assustado e comecei a tremer. Do nada soltei a Lavínia e sentei na ponta da cama, enterrando o meu rosto nas minhas mãos. Não queria que a minha namorada, a garota que eu amo, visse que eu tava daquele jeito. É ser borracha fraca, é horrivel. Lavínia me abraçou por trás, me perguntando o que aconteceu. Não consegui dizer a verdade e peguei a mão dela, colocando no Júnior.


– Ahh, entendi... Lucas, relaxa. Eu também estou morrendo de medo! Minhas amigas disseram que é assustador, vergonhoso e tudo mais. Sei que vai doer e não quero que doa e mesmo assim eu quero fazer com você. Eu escolhi você Luquinhas, não quero que seja com mais ninguém.


Eu também não quero perder a virgindade com mais ninguém! Dei um tapa na minha cara e me recuperei. Tava ali que nem um pirralho, com medo e nem percebi que seria mais dificil pra ela do que pra mim. Tirei a minha roupa toda, rápido, com a cara toda ardendo. Minha mão tremia, mas eu continuei os beijos. Tirei a sua blusa e vi aqueles peitos deliciosos, com o biquinho já duro, pedindo pra eu lamber eles. Hahaha, eu vou recusar? Percebi que Lavínia queria mais, empurrava minha cabeça pra baixo. Tirei bem devagar a calcinha dela, olhando em seus olhos, queria ver ela pedindo. A calcinha dela já tinha uma mancha bem grande! Mesmo assim as pernas dela estavam tremendo, subi e ficamos mais ou menos 1 minuto nos beijando pra ela ficar mais calma. Abri suas pernas e pude ver aquela bucetinha com o molhado escorrendo. Cai de boca, lambi, chupei e ela gemeu. A gente só tinha chegado até ali, o que eu tinha que fazer depois? Coloquei o júnior lá e empurrei devagar. Reclamou de dor. Tirei ele, e passei o dedo, logo enfiando num buraco pequeno que tinha ali. Lavínia reclamou um pouco de dor, mas eu continuei enfiando.



– Eita! Esqueci de colocar a camisinha! — Meu pai mandou eu sempre carregar uma na carteira.


– É mesmo... — Disse, com um meio sorriso.


– Que foi? Não quer? — Perguntei.


– Mais ou menos.


– Hmmm.


– Ah, eu tenho que tomar um banho antes! — Falou, já levantando.


– Espera! — Segurei. — Eu gosto do seu cheiro.


Abracei ela e disse que seria o que ela escolhesse (sobre a camisinha). Como ela ficou indecisa, eu dei a martelada final: não ia colocar. Continuei com o dedo, enfiando e tirando, enquanto lambia o grelinho. Lavínia puxou o meu cabelo, dizendo que tava pronta. Tentei enfiar mais um vez, devagar, e ela reclamou de dor. Joguei um pouco de cuspe, melando ele, e voltei a colocar lá. Lavínia fez cara feia quando eu errei o buraco. Pow, não é fácil! E o negocio escorrega! Ela fez o favor de colocar no buraco certo e eu empurrei. Dessa vez Lavínia gritou de dor. Não queria machucar, só que tinha que doer. Começou a sangrar e eu continuei. A cabeça já tava dentro. Parei, esperando ela dizer que podia continuar. Fechei os olhos, não queria ver as lágrimas dela escorrerem. Nessa de continuar, parar, continuar, parar, durou umas 2 horas. Decidimos ir de uma vez só. Fechei os olhos e empurrei tudo. Nossa, caralho, putz... Que gostoso! Ficou me apertando lá dentro, quentinha no meu júnior. Me deitei sobre ela, apoiando o meu corpo no meu braço. Comecei o "vai e vem" bem devagar, pra ela ir se acostumando com ele. É díficil se aguentar com todo aquele tesão. A bucetinha foi se abrindo, se moldando em volta do meu júnior. Demorou, mas finalmente Lavínia começou a gemer. Fui aumentando a pressão e a velocidade. Sabendo que já tava vindo, tirei rápido de dentro dela e deixei a goza escorrer na barriga dela. Fiquei meio sem graça e fui buscar a toalha, pra limpar. Olhei pro Júnior e ele tava todo vermelho de sangue. "Pois é, você conseguiu", pensei. Lavínia disse que ia ter que arrumar uma boa desculpa para o desaparecimento da roupa de cama. Tava toda manchada de sangue. Perguntei pra ela se queria continuar e ela disse que sim. Mudamos de posição e deixei ela de quatro. Putz, quase gozei de novo só de olhar aquela bunda gostosa empinada pra mim. Passei a lingua no cuzinho dela e ela arrumou um jeito de se virar e me bater. Hahahaha, valeu a pena. Coloquei a cabeça naquele buraquinho e empurrei tudo pra dentro. Lavínia reclamou um pouco de dor, o sangue foi parando. Pus a mão na sua cintura pra pegar impulso e fui com tudo. Meu saco bateu algumas vezes lá, e ela pediu mais. Senti a gozada vindo mais uma vez gozei em suas costas. Putz, a segunda é sempre a melhor! Fomos tentar uma terceira, mas como demora muito, Lavínia não aguentou. Fomos pro banheiro e tomamos banho juntos. Eu fiquei muito vermelho e mais ainda porque o Júnior não quis baixar. Coloquei a minha cueca e ela só um short. Ficamos deitanos na cama com o lençol tampando aqueles seios gostosos.


– Eu te amo. — Disse ela, enquanto eu fazia carinho na sua pele macia.


De repente tudo escureu e o quarto sumiu. Percebi que estava dormindo. No sonho, eu e a garota mais linda do mundo, nos beijávamos sem parar, dia e noite, noite e dia. Não saíamos da cama em nenhum momento. Como se não houvesse mais nada, só eu e ela. Como se ela fosse só minha e de mais ninguém, como se ninguém pudesse a tirar de mim. Só faltou um videogame, a minha prancha e uma onda pra ser o sonho perfeito! Abri os olhos, assustado, esfreguei a mão nos olhos e vi o meu sogro parado na porta. Me olhava sério, com uma cara de assassino ou coisa assim. Apontou pra baixo e fechou a porta. Entendi o recado e me vesti. Deixei Lavínia dormindo e sai de fininho. Cheguei na sala e o pai dela tava sentado no sofá, com um bico enorme na cara que nem o da filha. Sentei no sofá da sala, nervoso, e tentei encará-lo.



– Não vou repetir, assim que é melhor prestar atenção, entendido? — Disse, com uma voz assustadora.


– A-aham. — Eu ia discordar?


– Queria ser sincero com o que eu estou sentido agora e colocá-lo num galão e jogar valão abaixo, mas hoje os tempos são outros.


– ... — Engoli em seco.


– Sei que é normal as crianças dessa idade não serem tão crianças e agirem como adultos, o que não me deixa menos preocupado.


– S-sim. — Já tava suando frio.


– A Lavínia é uma boa filha, na maioria das vezes responsável, e raramente nos decepciona. Também não decepcionou quando nos apresentou você. Na verdade, nos deixou muito feliz que estivesse com um rapaz decente e de boa familia.


– B-b-r-igada. — Não conseguia parar de suar, ainda mais quando ele levantou do sofá e parou do meu lado.


– Não estou nenhum pouco de acordo com o que eu acabei de ver, e nem quero imaginar o que aconteceu aqui antes, mas se já está grandinho o suficiente pra fazer essas coisas... — Colocou a mão no meu ombro, me olhando seriamente.


– ... S-sim?


– Então já consegue aguentar as consequências, caso algum incoveniente apareça. — Apertou o meu ombro bem forte.


Putz, o meu ombro ficou com a marca da mão dele até um tempão depois. Que coroa pra dar medo. Pode me chamar de maluco, mas até que eu gostei do "papo". Acho que qualquer outro pai teria me espancado e me jogado pra fora que nem um cachorro de rua. A conversa foi como se ele dissesse que confia em mim. Me senti mais responsável depois desse dia, e não foi só porque eu comi alguém pela primeira vez. Parece que o meu sogro não contou pra Lavínia o da nossa conversa, porque me ligou toda alegre dizendo que o pai dela reclamou de eu não ir muito lá. Velho sarcástico, só ela não entendeu. Contei pro Tiago e ele me chamou de putão. Hahaha, ficou bolado porque eu transei primeiro que ele. Fica só de gazelagem com as garotas, e nunca consegue "pegar" ninguém de verdade. Acho que Sara já sabe, porque toda vez que me vê, fica dando risadinhas esquisitas. Nina ficou me perguntando cada detalhe, tudo, mas pow! Tá que ela é parceira também, fecha comigo e talz, mesmo assim é uma garota. Algumas coisas não dá pra falar com ela. Tô doido pra fazer de novo!! Lavínia fica enrrolando, meio que com medo de sentir aquela dor de novo. Tem medo, mas não tem vergonha! Fica me provocando se esfregando em mim, abaixando e empinando pra mim, chupando pirulito na minha frente! Não é da minha cabeça! Dá mó tesão, e ela só fica rindo, acha graça quando eu quase me jogo na piscina pra "esfriar". Vô nessa, amanhã tenho treino intensivo. Só tenho 14 anos, os caras querem que eu seja profi já? Pow, é muito treino! Fui!!


Notas finais
Bye bye.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!