O Primeiro Amor de Ally

8 Eu gosto de você!! Erro


Notas iniciais
IMPORTANTE!! Gente, eu cometir um engano na hora de postar. Postei um capítulo antes do outro, o capitulo de ontem era para ser postado hoje! Vou mudar a ordem depois que vocês lerem para não causar problemas. Então esse capítulo aqui é a continuação do capítulo 6 e o Capítulo que seria hoje é o capítulo "Festa parte 1". Me desculpem mesmo por esse erro, só fui perceber agora. Kisses - F

Ally POV's


– Ally! – Ouvi o imbecil do Austin Moon gritando meu nome enquanto eu puxava o Elliot em direção a minha casa. Eu meio que nem sabia o por que eu fazia aquilo. Eu não queria ficar sozinha e Elliot era fofo comigo e nessas últimas duas semanas eu realmente gostava da companhia dele já que ele não ficava me perguntando sobre TUDO na minha vida como a Trish fazia.

Soltei o braço do Elliot. Agora ele já me seguia por “vontade própria”.

– Alls? Você tá bem?

Eu tentava desesperadamente achar a chave da porta idiota da minha casa idiota. Por que mesmo eu tinha um chaveiro cheio de bugigangas?

–Graças!! – Tinha conseguido achar a bendita da chave.

Abrir a porta e joguei minha mochila com desenhos de cereja na mesa da cozinha e fui pra sala pra me jogar no sofá. Peguei uma almofada e coloquei no meu rosto e comecei a gritar. Depois disso ouvi o barulho da porta sendo fechada e os passos de Elliot entrando.

– Alls?

Não me movi e continuei com o travesseiro na minha cara. Tinha me esquecido dele por um milésimo de segundo. Será que a ideia de eu ficar sozinha em casa não era melhor agora não?

Pensei então em como eu poderia tirar o moreno lá de casa.

– Alls! Para com essa palhaçada... – E ele tirou o meu travesseiro/protetor da minha cara. – O que aconteceu com você ? Por que você está assim? O que o Austin fez com você ?

Ele agora tinha sentado no sofá e eu fiquei com as pernas em cima das dele. Ele então começou a meio que fazer carinho por cima da minha calça jeans mesmo. Era só uma maneira de me confortar, não tinha nada de maldade.

Me apoiei nos meus cotovelos para encará-lo. Era engraçado. Eu comecei a pensar no Austin, acho que se ele estivesse ali em vez do moreno a gente já tinha se agarrado e brigado. Não necessariamente nessa ordem.

– Austin?

– É, você ficou desse jeito depois de ver ele com a puta da Kira...

– Pensei que vocês garotos gostassem de líderes de torcida siliconadas.

– Ah, todos nós temos as nossas fantasias eróticas, mas sabemos que ela não é uma garota pra se namorar, por exemplo. – Ele me respondeu fitando a Tv da sala que estava desligada.

– Até o Austin sabe disso?

– É bem provável. – Ele disse dando de ombros.

–Olha, desculpa ter te arrastado até aqui Elliot. Eu meio que surtei! Deve ser por causa da prova, pela Trish que não para de me atormentar por causa da festa na casa dela e por causa da Kira e esse desprezo que ela tem por mim por eu não ser como ela e como o resto das patricinhas dessa escola.

Acabei meu discurso e tombei meu corpo no sofá novamente.

Elliot então começou a desamarrar e tirar meu all star.

– O que você está fazendo?

– Nada demais.

– Elliot?

– Olha Alls, eu até entendo que você esteja estressada por causa das provas dessa semana, mas olha pelo lado bom, hoje é sexta feira, então acabou.

–É...

– Agora, é foda aguentar a Trish de vez em quando, isso eu entendo. – Ele acabou de dizer aquilo e nós dois demos risadas. – Mas a festa dela deve ser bem legal e até uma nerd como você deve ter noção disso né?

Eu sabia que ele tinha falado brincando... mas “nerd” ?

– Eu não sou nerd! – E joguei umas das almofadas na cara.

– Não imagina. – Rimos de novo. – Enfim, esse problema com Kira é mais sério mesmo. Tipo, ela já infernizou a vida e muitas garotas que não se “encaixaram” em seu sistema. A maioria do bando das líderes de torcida tem é medo dela, não admiração.

– Admiração por seios falsos?-Falei em tom irônico. — Que mulher teria admiração por aquilo?

– Ué, tem mulher que gosta!

– Que nojo Elliot!!!

– Mas eu acho legal você querer entrar pro time mesmo. Você é uma das poucas novatas que chegam com essa atitude toda. Se bem que você ficaria uma gracinha com aquele uniforme de torcida pulando pra lá e pra cá.

–Ha Ha Ha. Como você é engraçado, Elliot!

– Pena que você não sabe dançar igual a elas.

Me levantei e fiquei de pé na frente dele.

– Como assim você já vai me julgar como uma má dançarina se nunca me viu dançando ou agitando os ponpons??

– Ai está uma cena que eu e o resto dos homens da sala sonhamos em ver.

–Hn, eu ainda vou ensinar aquelas meninas a seduzirem a plateia.

–Hahahaa. DISSO eu não duvido nada.

Então ele me puxou me fazendo sentar do lado dele.

– Obrigada Elliot.

– Pelo o que?

– Por ter vindo até aqui em casa. – Disse colocando minha cabeça em seu ombro e fazendo cafuné em seus cabelos morenos e lisos e bagunçados e gostosos.

– Cafuné? Assim você me deixa mal acostumado...

– É verdade. –Dito isso parei de fazer o carinho.

– Chata.

– Eu sei.

– Alls... – Elliot ficando sem palavras? Bem raro isso em.

– Oi.

– Você está com raiva da Kira ou com ciúmes do Austin?

– Como assim Elliot? – Eu não acreditava que ele estava me perguntando aquilo.

–V-você... gosta do Austin?

Eu olhei pra ele que me encarava sem nem piscar.

–E-eu. Não sei o que te responder. Sinceramente não sei.

Odiava gaguejar.

– Alls, eu gosto de você.

– Elliot, eu já me ferrei muito por causa de namorado...

– Eu não quero colocar uma aliança no seu dedo agora e sai por ai pra você fazer ciúmes no Moon. Eu quero tentar te conquistar, sei lá, fazer você sentir o que eu sinto por você, mesmo você gostando do Austin idiota.

–E-eu não disse que gosta-a-ava dele.

–Isso tá escrito na sua testa Alls.

Esfreguei ela pra ver se o “escrito” apagava.

– Idiota, eu disse de modo figurativo.

– Eu sei, mas eu não queria que isso estivesse “escrito na minha testa”. Além disso Elliot, talvez isso seja só um pequeno momento. Um encanto qualquer. Daqui a pouco passa. Você me conhece a quanto tempo? 3 semanas? E já está apaixonado por mim? Isso é possível?! Aliás, eu sou cheia de defeitos e nem sou tão bonita e... ai que saco.

– Você também está apaixonada pelo Austin.

– Mas eu sou uma idiota Elliot.

– Eu também.

Rimos com aquilo, mas querendo ou não o clima não era mais o mesmo.

– Elliot....

– O que foi Alls?

– Tô com fome.

– Eu também.

– Vem, vou colocar uma pizza pra assar...

–Cara, sua alimentação é pior que a minha!

Eu coloquei a pizza no forno e enquanto esperávamos jogamos uma partida de vídeo game. Elliot era melhor que o Austin, por isso deu empate.

– Você joga que nem um garoto. – Elliot disse com uma cara de espanto.

– Vou tomar isso como um elogio.

– Pode ter certeza de que foi. –Ele disse no meio de um largo sorriso.

Comemos e conversamos por umas 2 horas até que ele disse que tinha que ir embora. Fique meio triste, sei lá. Ficar com o Elliot era bom e o clima ruim tinha sumido até aquele momento. Sabe aquela hora que você fica sem saber o que fazer. Poxa, o garoto tinha acabado de se declarar pra mim e agora estava na hora da gente se despedir. É claro que a gente não tinha nada, mas rolava aquele clima de um querer beijar o outro.

Abri a porta e um idiota ficou olhando pra cara do outro idiota.

– Então... até segunda-feira?

– Até segunda-feira Alls. – Dito isso ele me deu uma mordida de leve no pescoço e ainda me disse ao pé do ouvido: — Porque eu sei que você gosta disso.

Porra. Sim, eu fiquei com tesão.

Me segurei na porta que ainda estava aberta pra não me derreter literalmente.

– Oi Austin! – Elliot cumprimentava o loiro com uma puta cara de pau... Perai!! Austin??? Austin Moon na PORTA da minha casa AGORA? Ele tinha visto aquela cena?

Elliot continuou andando e o loiro olhou pra mim cruzando os braços.

– Ally.. você é muito fácil sabia?

– Engraçado um cara que fica com a psicopata, com a Trish, comigo e tem o resto das vaginas aos seus pés todos os dias na escola vim falar isso comigo.

– Vaginas?

– É... v-a-g-i-n-a-s.

– Cara, você é muito ciumenta. – Ele disse em meio um sorriso de deboche. Vei! Ele se achava demais!

– Claro que eu tenho ciúmes! Imbecil!!

Eu mesma assustei com a minha resposta. Foi uma coisa muito inesperada. Fechei a porta na cara dele. Mentira. Quase quebrei a porta por conta da força que eu a fiz bater. Funguei o nariz, droga, já ia começar a chorar feito aquelas meninas idiotinhas e sentimentais. Por que ele fazia aquilo comigo?

Ainda apoiava meu corpo na porta e pensava na minha vida quando eu vi que o loiro metido passava um bilhete por de baixo da porta. Peguei o pedaço de papel que tava escrito:

Isso foi uma declaração de amor?

Que belo, ele tinha pego um daqueles anúncios que ninguém lê, de dentro da caixa do meu correio.

Agora, onde ele tinha arrumado uma caneta eu não fazia a mínima ideia.

– Vai tomar no seu CU Austin Moon. Vai comer suas vagaba. Você é do tipo de pessoa que pensa com a cabeça de baixo! – Gritava com ele ainda do outro lado da porta. Dei um chute e fui pro meu quarto.

Também bati a porta do meu quarto e enxuguei minhas lágrimas com minhas mãos.

– Por que eu tenho que gostar desses caras que não me levam a sério? Por que eu não posso gostar do Elliot? E por que eu tenho que falar sozinha desse jeito? Pareço uma maluca!

Amarrei meu cabelo com o objetivo de me recompor. Amassei o bilhete e joguei no lixo. Eu e meus pais sempre fazíamos isso com as propagandas que vinham pelo correio mesmo...

Então eu fui fechar a cortina do meu quarto. Eu pensei seriamente em dormir e se tivesse sorte entrar num coma profundo e assim esquecer o beijo que a vaca da Kira tinha dado no meu Austin.

– Meu Austin? O que eu to falando? Ele é de todo mundo, menos meu. –Essa era a verdade. Não resisti e olhei em direção a casa do vizinho. Sim, presenciei aqueles momentos em que você acha que seu dia não pode piorar e vai lá e ele piora. Mentira, ele não piora, desmorona.

Eu vi que a Kira estava na varanda do gato fumando um cigarro e vestia apenas sutiã e calcinha vermelhos. Acho que eu nunca mais usaria uma lingerie daquela cor. Queimaria todas as que eu tivesse.

A siliconada ainda acenou pra mim toda cínica.

Mostrei o dedo do meio pra ela e fechei a cortina.

VACA.

PUTO.

Fui dormir pra tentar fugir do resto do mundo e acabei acordando de noite. Eram 8 da noite? Sentei na sala do lado do meu pai e ficamos vendo filme até eu pegar no sono de novo. Acordei num sábado com uma poça de baba no sofá da sala. Ai que nojinho de mim mesma.

Olhei no relógio e eram quase 11 da manhã.

– Como eu consegui dormir tanto assim?

Subi pro meu quarto e tomei um longo banho. Agradeci pela a minha cortina estar fechada, assim eu não precisaria ver a casa repugnante. Pensava seriamente em colocar fogo naquele puteiro.

Troquei de roupa e ouvi a campainha tocando. Desci sem muita empolgação e quando abri a porta Trish tinha aparecido na minha casa com o batalhão de amigas atrás dela.

– Ally sua linda, viemos combinar os detalhes da festa!-Pessoas animadas, ai como eu as odiava.

–Cara, mas a festa não é na semana que vem ainda?

–Eu sei, temos pouco tempo...

Pouco tempo? Pras provas ela não se dedica tanto assim.

Passamos o resto do dia conversando sobre coisas de garota. Trish e Camilla tinham trago umas garrafas de vinho e até eu que não bebo entrei na brincadeira. Bebi. Acho que foi minha primeira vez. Mas era porque eu estava de saco cheio da vida. Da minha vida amorosa pra ser maais específica.

Fantasias, decoração, seguranças, bebidas, petiscos, músicas... combinamos tudo e já estávamos rindo atoa. Até Cassidy ficava mais divertida.

– Meninas acho que acabamos.

– Ainda bem, porque já está escurecendo e meu pai não pode ver esse tanto de bebida na minha casa.

Juntamos tudo e jogamos fora as garrafas vazias.

Todas foram embora mas Trish me ajudou a arrumar o meu quarto que tinha ficado uma zona com tudo aquilo.

– Ally.

– Sim.

– O que se passa nesse seu coração?

– Como assim Trish? Tá doida?

– Ah, por favor né mulher, desde quando você bebe? Dá pra perceber que alguma coisa te incomoda.

– Ela não tinha bebido tanto como naquele dia no clube, por isso que o que ela dizia ainda fazia um pouco de sentido.

Então eu aproveitei a psicóloga de grátis e falei do meu antigo namorado pra ela. No final eu já estava deitada em seu colo e tinha contado até sobre o meu suposto amor pelo meu vizinho pegador...

– Amiga. Acorda.

– É, eu sei, eu vou esquecer o Austin e seguir em frente.

– Cala a boca Ally!

– QUE?!

– Deixa de ser boba menina. Arruma o cabelo, passa um rímel e um lápis nesse seu olho castanho. Bota um sutiã de enchimento e um vestido. Borrifa seu melhor perfume e vai a guerra.

– Como?

– Acorda Alls, se você gosta tanto assim do play boy corre atrás. Seduz o bofe. Joga o cabelo e se faz de difícil. Você fez muito bem de não dar pra ele. Agora ele vai fiar cheio de vontades.

Ela tinha ignorado totalmente a parte do meu passado traumatizante... mas o que ela falava realmente fazia sentido, não?

– Trish, a vida não é tão fácil. Ou você acha que eu vou me fazer de ‘gostosona’ e ele vai se apaixonar perdidamente por mim assim num piscar de olhos?

– Se enxerga garota! Você é linda e gostosa! Até eu te daria uns pega.

Me levantei do colo da Trish imediatamente. Gostava muito dela, mas agora desconfiava porque ela quis ficar sozinha comigo. Bem que o Pietro tinha me avisado.

– Calma, eu não vou te pegar a força. Só to dizendo que você tem mais estilo, atitude, é mais inteligente e legal que a Kira, você pode competir com ela e eu apostaria todas as minhas fichas em você. E pelo jeito o Austin não gosta tanto assim dela senão já estaria namorando com a perua a muito tempo. E eu daria tudo pra ver uma briga sua com ela. — Imaginei nós duas brigando. – Bom, já passou da minha hora né amiga, Mas pensa no que eu disse. É claro que você pode ficar com o Elliot se você quiser – Sim, eu tinha falado do moreno pra ela. – Mas eu acho que essa marra toda do Austin é tudo fachada. No fundo ele deve ser um daquele garotos todos fofos e sentimentais.

– Viaja muito não Trish! – A gente já tinha se levantado e ela pegava suas bolsas.

– Mas é verdade. E imagina um homem daqueles apaixonados por você ? Bem que você poderia me apresentar o irmão dele depois né fofa?

– Claro Trish, claro! – Nós duas rimos daquela situação e eu me perguntei se ela não estava tentando me animar somente para lucrar o irmão do Austin pra ela. Acho que terei essa dúvida pro resto da minha vida.

– Tchau Ally.

– Tchau Trish. – Nos abraçamos e ela pegou um táxi até em casa.

– Essa daí é patricinha mesmo.

Subi pro meu humilde recinto agora com um leve aroma de vinho no ar. Eu tinha gostado do dia que se passara. Trish tinha combinado de ir vestida de coelhinha da play boy. Ela iria com um colan branco, rabinho, meia calça e orelhinhas. Achei meio pelada, mas ela amou e disse que ninguém pode ir igual a ela.

Eu ainda não tinha nada decidido, mas agora as minhas ideias se voltavam para fantasias mais sexys. Queria mostrar pros meninos que eu também podia ter esses tipos de momentos.. Aquilo não era 100% eu.

Ouvi um barulho que vinha da minha varanda. Acho que alguém tinha jogado uma pedrinha nela a fim de chamar a minha atenção. Pensei em Elliot na hora. Ele fazia o tipo desses meninos meio românticos, ou que pelo menos gostam de chamar a atenção das garotas.

Sai pra varanda e olhei pra baixo, porém, não havia ninguém...

– Devo estar imaginando coisas...

– Ally!

– Austin? – Olhei com espanto para a casa vizinha. Porra, e eu de short surrado e camisetinha preta sem sutiã. Belo “começo sexy”.

Me virei e já ia entrar quando senti que ele tinha jogado uma pequena pedra na minha cabeça.

– Ai. – Me virei para encara-lo. – Tá maluco menino?

– Vem aqui em casa pra conversar comigo?

– Não, eu não vou entrar no quarto que aquela vaca entrou.

– Do que você está falando?

– A para de se fazer de bom moço Austin. Eu vi a Kira só de roupa intima ai na sua varanda.

– Como assim?

– Para de se fazer de bobo Austin!

– Olha eu dormi com a Kira sim, mas NÃO foi do meu quarto. Ela deve ter vindo pra cá só pra te fazer ficar com ciúmes ou coisa parecida.

Fique pasma, como assim as palavras “ eu dormi com a Kira sim” saíram tão naturalmente da boca dele?

– Por que você não namora com ela então?

– Porque eu não gosto dela!

– Não é isso que parece.

– Olha Ally... – Interrompi ele no meio da sua frase.

– você só fica com as garotas por causa do sexo ou amasso ou sei lá o que. Eu quero alguém que goste de mim e que com o tempo role alguma coisa entre a gente. Sei lá também.

– Alls..

– Não me chama assim porra! – Acho que eu assustei ele gritando isso da minha varanda pra ele e o resto do mundo ouvir.

– Você gosta do Elliot?

– Não, eu não gosto do Elliot! Infelizmente eu não gosto dele.

– Você gosta de mim?

– Gosto!

– Então por que a gente ...

– Porque você ia me comer e me tratar igual você trata a Kira!

Ele me olhou paralisado. Talvez agora tinha caído a ficha dele.

– Ally, eu.

– Vai dormir Austin. – Desisti da conversa que agora juntava público em baixo de nós. Pessoas curiosas... isso tem em todo lugar. Saí da varanda e fechei a cortina. Fique desenhando até umas 4 da manhã.

Acordei no domingo com meu celular que vibrava na minha escrivaninha.

Era uma mensagem de texto;

De: Austin

Para: Ally

Não estou a fim de desistir de você.