O Preço da Volta - 2ª Fase

15 Capítulo 15 - Surpresa excitante...


Notas iniciais
Dia de capítulo. Eu gostaria de agradecer pelos parabéns que recebi aqui. Obrigada pelo carinho. ♥ Desculpem-me qualquer erro e boa leitura. =D

Quinn apertou firmemente a mão de todos os acionistas antes de estar apenas com a irmã e a amiga na sala de reuniões.

— Então. Tudo está certo e eu acho que já vou indo. — Frannie disse.

— Aonde você vai? Ainda não é nem meio-dia. — A mais nova franziu as sobrancelhas.

— Kate pediu para que eu fosse vê-la no ensaio do ballet hoje. Como a minha esposa é a professora, eu me dei o dia de folga e vou levá-las ao parque depois. — Sorriu.

— Pode ter algum imprevisto. Você não pode se ausentar assim. — Santana argumentou.

— Você pode tirar o dia de folga também.

— Nos vemos mais tarde, Q. — A latina fisgou sua pasta rapidamente.

Quinn riu e negou com a cabeça enquanto sentava na cadeira e observava as duas mulheres.

— Você não vem? — A irmã indagou.

— Não. Eu recebi alguns relatórios de como andam as obras no Strawberry Field e vou lê-los e analisá-los. — Abriu o laptop.

— Tudo bem. Até breve. — Frannie acenou, sendo seguida por Santana e ambas saíram da sala.

Não demorou mais que vinte segundos para Quinn abrir os documentos e iniciar a leitura.

As obras no orfanato estavam a todo vapor. É claro que ela gostaria de ver tudo pessoalmente, mas seria impossível. Sua vida agora era em Lima e ela não deixaria Frannie sobrecarregada.

Dois meses se passaram e tudo não poderia estar melhor. Shelby agora morava em um apartamento com Zoe. Ambas estavam em uma bolha apenas delas. Vivendo como mãe e filha. A Corcoran estava encantada com sua garotinha. Todos conheceram a pequenina quando Shelby a levou na mansão. Pode-se dizer que Kate e ela já haviam desenvolvido uma amizade. Estudavam na mesma escola, afinal de contas.

Puck tinha iniciado um relacionamento com Sugar. Santana gargalhou na face do amigo quando o viu tão apaixonado. O oposto do que ele argumentava ser. Até Quinn e Frannie compactuaram em soltar piadas sobre isso.

E Rachel...o que falar sobre ela? Quinn não poderia se sentir mais feliz e plena com o casamento. Sentia como se todas as promessas que havia trocado com a judia enfim se realizaram. E de fato isso aconteceu. O sonho de um casamento não era mais utópico. Elas se casaram. Se uniram de corpo e alma, e agora estavam unidas em um papel.

Todavia, uma coisa ainda a preocupava. Quinn suspirou e esfregou as têmporas levemente.

Rachel ainda não tinha engravidado. Não que isso fosse um problema para a loira. Ela sabia que deveriam ir com calma. Logo mais a morena iria engravidar.

Mas Rachel Berry sempre foi a pessoa que nunca conseguiu esperar muito. A ansiedade é algo inerente nela, e a morena não suportava a ideia de ter parado de tomar os anticoncepcionais algum tempo antes de terem se casado e até agora não ter sentido nada relacionado à gravidez.

Ela até cogitou a possibilidade de ser estéril, e mesmo Quinn achando uma loucura, a acompanhou até a doutora White e lá, descobriram que a morena era cem por cento fértil. Apenas teriam que esperar o momento certo, que significa o período de ovulação, onde as chances de engravidar são maiores.

E depois da consulta, a estilista esperou o período fértil iniciar, o que significava sete dias onde Rachel praticamente confinou Quinn em um quarto, liberando-as apenas para fazerem as necessidades de todo ser humano.

Mas quando o período chegou ao fim, ela viu o teste de gravidez marcando apenas um risco e seu ânimo esvaiu do seu corpo, dando lugar para a decepção e tristeza. A Fabray via o quanto a esposa estava triste. Os olhos castanhos praticamente não brilhavam. E automaticamente se sentiu melancólica e ferida também. Ela queria um filho tanto quanto Rachel, mas sabia que esse momento chegaria. Quinn possuía mais tranquilidade.

Foram quase duas semanas até que a morena se estabilizasse novamente, dando uma nova chance à esperança e à coragem e novamente esperou. Ainda estava esperando. A loira sabia que o período fértil começaria aquela semana, e bom...realmente estava ansiosa para Rachel confiná-la novamente.

Ela fora bruscamente puxada para a realidade quando a porta da sala se abriu e a pessoa que ocupava os seus pensamentos segundos antes adentrou o local com um sorriso no rosto.

A loira franziu o cenho para as vestimentas da esposa. Lima estava ensolarada, então por que diabos a morena trajava um sobretudo preto?

— Oi, Rach. O que veio fazer aqui? — Quinn não pôde deixar de sorrir. Ela sempre sorriria para Rachel.

— Eu vim ver você. — Respondeu simplesmente, largando a bolsa sobre o sofá de dois lugares na lateral da sala.

A mais alta acompanhou a esposa com total atenção. Observou-a caminhar decidida até si e fechar seu laptop lentamente, antes de segurá-lo em mãos e o depositar ao lado da sua bolsa.

— O que está fazendo, Rach? — Sorriu confusa.

— Bom... — Começou. — Meu período fértil iniciou oficialmente na madrugada de hoje e eu quis vir fazer uma surpresa para você. — Umedeceu os lábios.

Quinn sentiu o corpo esquentar apenas pelo movimento da língua da esposa passeando pelos lábios carnudos. Ela limpou a garganta e tornou a indagar.

— E que surpresa seria essa?

A estilista não respondeu com palavras. Não havia resposta. Ela apenas soltou a fivela do sobretudo e abriu todos os botões, se livrando da peça em poucos segundos.

O queixo de Quinn cairia no chão se fosse cientificamente possível. Os olhos verdes se abriram em surpresa e seu corpo poderia ser comparado ao processo de ebulição. Fervia como o inferno.

Nua.

Rachel estava nua.

Nada cobria o corpo pequeno e moreno. Apenas os sapatos de salto alto estavam calçados nos pés.

A mais baixa retirou as madeixas que caíam sobre os seios, se expondo ainda mais para a esposa.

Quinn jamais se cansaria da visão esplendorosa das curvas de Rachel. Os seios firmes e médios, a barriga lisa, a intimidade deliciosa e as coxas grossas, acompanhadas das pernas infinitas.

— Meu Deus... — Foi praticamente um sussurro, analisando a judia dos pés à cabeça.

Rachel sorriu pelo efeito causado e se aproximou lentamente, sendo queimada e devorada pelos olhos já escuros de Quinn.

— Essa mesa é tão grande... — Deslizou a ponta das unhas sobre a superfície do móvel. — E eu tive essa fantasia de transar sobre ela. — Mordeu os lábios e abafou um gemido ao observar o volume visível no jeans escuro da mais alta. — Você também não tem essa fantasia, Q?

Sim.

Quinn já havia fantasiado.

É uma fantasia repleta de volúpia. A loira não evitou imaginar como seria foder Rachel naquela mesa, mas ela sequer imaginava que poderia realizar tal ato. Bom...ela o faria hoje.

A empresária assentiu, incapaz de proferir uma frase com o tesão que sentia e Rachel alargou o sorriso, chegando mais perto e sentando sobre o colo da esposa.

Ambas gemeram. A loira sentia o membro sensível contra o tecido apertado e a morena se deliciava com o contato da sua intimidade desnuda no volume chamativo.

As bocas se chocaram com urgência. As mãos pálidas migraram para as nádegas deliciosas da baixinha, apertando-as com força. Rachel gemeu em meio ao beijo, enquanto as línguas se tocavam com luxúria, explorando todos os locais possíveis nas bocas uma da outra.

Quinn quebrou o beijo, puxando o lábio inferior da morena entre os dentes e levantou da cadeira, segurando-a no processo.

O corpo pequeno fora depositado sobre a mesa. Rachel sentia a temperatura fria da superfície contra o seu traseiro, mas seu corpo estava queimando a ponto de deixar a madeira fria e não o contrário. Ainda com as pernas enlaçadas firmemente contra os quadris da esposa, ela passou a abrir desesperadamente os botões da blusa social.

— Que se dane. — Quinn proferiu entredentes, puxando as duas laterais da peça de roupa até que o tecido rompesse.

Foi necessário um minuto até que a loira estivesse livre de qualquer roupa. Os sapatos jogados no chão ao lado da calça e das peças íntimas. Rachel atacou os lábios finos com voracidade, enquanto a mão pequena se fechava em torno do membro rígido e pulsante da mais alta. Estava tão quente. Ambas estavam quentes. A maldita sala estava fervendo.

A áurea sexual sobrevoava todo aquele espaço, emanando de ambos os corpos.

As bocas lutavam em um beijo sem pudores, e até os estalos dos lábios eram obscenos. A morena bombeava lentamente o pênis. Ela sabia que Quinn gostava daquela forma. Lento. Para que pudesse sentir o prazer em maior proporção.

O beijo fora quebrado pela falta de ar, mas continuou por parte da loira no pescoço de Rachel. Mordendo, chupando e maltratando a sua pele.

Rachel soltava gemidos manhosos, e fora obrigada a parar as ministrações no membro da esposa quando esta a deitou sobre a mesa e pôs metade do corpo sobre a mais baixa.

Quinn beijava-lhe o queixo, descendo pelo colo. Sempre chupando e lambendo o local para suavizar as marcas. A judia sentia o tesão em cada célula do seu corpo. Sua intimidade pingava o líquido pegajoso e transparente, enquanto se fechava para o doloroso nada. Suas paredes internas imploravam pelo contato do membro de Quinn esticando-a tão maravilhosamente. Rachel necessitava disso

— Quinn... — Gemeu sofregamente. A loira sugava-lhe os seios avidamente, brincando com os mamilos rijos.

— Calma, Rach. — Quinn sabia o que a morena ansiava. — Eu quero sentir seu gosto primeiro. — Sorriu, enquanto distribuía um último chupão nos montes perfeitos, descendo os lábios pela barriga lisa.

A morena gemia numa mistura de prazer e sofrimento. Ela precisava de um contato em sua intimidade. E ela precisava agora mais do que nunca. Quinn beijou e chupou o seu umbigo, até ir para a virilha e então descer mais um pouco, quase chegando ao ponto que Rachel desejava.

Quase.

— O que... — Rachel grunhiu raivosa. Ergueu a cabeça e fitou a esposa sorrindo para si. — Quinn...não cogite brincar agora, porque não vai querer me ver com raiva. — Ameaçou.

— Você fica tão, tão sexy brava desse jeito, Rach.

E antes que a morena pudesse responder, um grito rasgou sua garganta quando Quinn caiu com a boca na sua intimidade.

— Oh, Deus! — Resfolegou.

Os fios loiros foram segurados com força. Rachel infiltrava a mão nas madeixas curtas, forçando a cabeça da esposa contra si, que se deliciava com o seu sabor. Era maravilhoso. A língua aveludada passeava por todos os pontos da intimidade pequena e quando atingiu o clitóris inchado, recebeu um gemido alto em resposta.

Rachel gemia sem qualquer resquício de sanidade. Chamava o nome de Quinn e implorava por mais. A mão pequena não largava os fios claros.

— Oh, sim! Bem aí! Não pare! — Ordenou quando sentiu a língua da esposa em movimentos rápidos e precisos no seu clitóris.

Era tudo muito contínuo e estimulante. O ponto nervoso enviava vibrações tão fortes para a judia que ela tentava se contorcer como podia, sendo levada para o clímax rapidamente. E quando Quinn a penetrou com dois dedos, enchendo-a e mesclando essa sensação com o sexo oral que receberia, Rachel explodiu em um orgasmo forte.

A loira sugou todo o líquido da morena, sentindo seu rosto molhado. Sua mão segurava firmemente seu membro, sentindo que poderia gozar a qualquer momento apenas em proporcionar tal prazer para a judia.

As peles levemente suadas. Rachel sentia os espasmos tomando conta de si, recebendo beijos no seu rosto quando a esposa escalou o seu corpo.

— Você é tão gostosa. — Quinn beijou os lábios fartos.

A estilista retribuiu o beijo com fervor. Seu corpo ainda estava quente, e mesmo com o orgasmo maravilhoso, ainda desejava sentir o pênis da loira em seu interior.

A Fabray não teve tempo de discernir algo foi empurrada sobre a mesa, recebendo o corpo moreno acima do seu.

— Eu quero tanto montar em você. — A voz de Rachel saiu pingando luxúria, e a mão pequena segurou o membro de Quinn novamente, fazendo-a gemer.

— Então faça isso. — Segurou firmemente a cintura fina. — Porque eu quero muito foder você.

Rachel não precisou ouvir duas vezes. Ela ergueu o corpo levemente, apenas para encaixar o membro na direção da sua intimidade, e sem esperar, desceu com força na carne dura.

Ambas gemeram. A penetração era profunda. A judia sentia suas paredes se esticando para acomodar o pênis grosso. Era sempre assim, e a sensação era irremediavelmente gostosa. A glande tocava seu ponto esponjoso. O ponto que a enlouquecia. E seu corpo se possível, se tornou ainda mais quente.

A loira ainda mantinha as mãos na cintura de Rachel quando esta iniciou os movimentos repetidos.

— Oh, droga! — Quinn gemia. O prazer estava estampado em suas feições. — Isso é muito bom!

Rachel assentiu enquanto acelerava os movimentos. Não havia o que dizer para descrever com precisão o que estavam sentindo. Poderiam explodir a qualquer momento e morreriam felizes.

A mais alta acompanhava com adoração os seios da esposa se movimentando com o ritmo mais frenético e não hesitou em segurá-los com firmeza.

A morena gemeu mais alto, jogando o cabelo castanho para o lado direito do rosto enquanto sentava no membro com força. Seus gemidos eram melódicos e Quinn poderia escutá-los pelo resto da vida. Rachel era maravilhosa. Tudo nela era maravilhoso, e a loira gostaria de fotografar as expressões que ela fazia enquanto sentia prazer. Os lábios fartos entreabertos, as madeixas balançando com o esforço, as bochechas vermelhas e os olhos quase fechando. Deus! Rachel Berry era malditamente sexy.

Ela adorava foder Rachel, assim como adorava fazer amor com ela. A loira adorava observar cada detalhe do seu rosto enquanto compartilhavam a intimidade que existia há muito tempo.

A judia montava sobre o pênis com maestria. Os movimentos eram fortes e rápidos, contudo, foi pega de surpresa quando seu corpo fora segurado e colocado sobre a mesa.

— É a minha vez de comandar. — Quinn proferiu ofegante.

A mais baixa gemeu alto quando o membro a invadiu, indo fundo com total firmeza, e envolveu as coxas grossas ao redor do corpo pálido.

Quinn apoiou um dos braços ao lado da cabeça de Rachel e iniciou os movimentos fortes e rápidos, sentindo a ponta dos saltos da esposa raspando contra suas nádegas. A morena mantinha a boca aberta, ofegando e soltando gemidos constantes, e circulou o pescoço da mais alta, prendendo-a contra seu corpo.

A loira segurou uma das coxas suadas enquanto movimentava apenas o quadril. Ambas sentiam o ápice se aproximando.

— Eu vou... — Rachel tentava formular uma frase.

— Eu também vou. — A empresária não cessava os movimentos. Seus corpos se balançavam em sincronia. — Vem, Rachel. Goza pra mim. — Pediu.

O pedido fora plenamente acatado depois de alguns segundos. A morena só precisou de mais algumas estocadas enquanto sentia chupões em seu ponto de pulso para atingir o ápice novamente. Dessa vez mais forte e violento. Quinn a acompanhou logo depois, gemendo o nome da esposa enquanto afundava o rosto no seu pescoço.

As duas sentiam os espasmos e o formigamento no corpo. Rachel tentava manter a respiração normal. Elas permaneceram abraçadas até que pudessem se recompor

Quinn ergueu a cabeça e fitou os olhos castanhos.

— Alguém poderia ter entrado aqui. — Disse.

A judia soltou uma risada e alisou o rosto marmóreo com as bochechas vermelhas.

— Você só reparou nisso agora? — Indagou risonha.

— Como eu poderia reparar antes com você nua na minha frente? — Mordeu-lhe o queixo.

— Ah, então agora a culpa é minha? — Se fingiu de ofendida.

— É claro que é. — Afirmou convicta. — Rachel Berry-Fabray, você é culpada por me desestabilizar de todas as maneires possíveis e impossíveis.

A morena sorriu com amor e deu-lhe um selinho.

— Eu te amo tanto. — Outro selinho. — E respondendo a sua pergunta, eu pedi uma ajudinha para Mercedes. — Piscou o olho. — Eu fico feliz que essa sala tenha isolamento acústico.

— Eu também fico, ou então todo o prédio ouviria seus gemidos. — Riu quando a morena acertou um tapa no seu traseiro.

— Pare com isso. — Mordeu-lhe a bochecha.

— Eu te amo. — Beijou-lhe a testa. — Agora vamos para casa. Acho que depois disso eu também posso me dar um dia de folga, assim como Frannie. — Levantou.

Rachel sorria enquanto limpava o resto de sêmen que escorria por suas coxas com um lenço oferecido por Quinn e em seguida se vestiu com o sobretudo.

A loira teve de abotoar todo o casaco por cima da blusa com os botões destruídos.

Quando finalizou, ambas deram as mãos e saíram da sala de reuniões, passando por todos como se nada tivesse acontecido.

Agora, a única coisa que ocupava a mente de Rachel agora era a dúvida se finalmente estaria grávida.

Ela esperava que sim.

Notas finais
Eu espero que tenham gostado. Comentem, favoritem e exponham suas opiniões. E lembram sobre a one de Natal que eu iria fazer para uma coletânea? Então. Eu já postei ela e aqui está o link: https://fanfiction.com.br/historia/666200/LetitSnow-Faberry/capitulo/12/ Bom início de semana. =D twitter.com/yasagron