O Preço da Felicidade

5 Sem Controle do Corpo


Notas iniciais
Holaaaaa minhas(os) lindas(os)... Capitulo narrado pelo Leon *--* Bom, gostaria de agradecer os comentários de: Jullie (lindaa) ranyy santana MLBVC Portugal Beeh Santtos Obrigada por comentarem *--* Bom gostaria que lessem as notas finais. Boa leitura.

Leon

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Há uma semana que andava — pela primeira vez — com a consciência pesada de ter ficado com outra garota. Não estava bem, e não entendia porquê. Será que pela primeira vez estava gostando de alguma garota? Não, impossível. Ludmi era como minha irmã, mas que eu fazia coisas de namorado. Bom, sei que acordei durante sete dias me sentindo um idiota.

Então, resolvi que não queria mais me sentir assim. Mas não sabia o que fazer.

Acordei, tarde, umas 10h da manhã e nem tomei meu café. Na verdade tomei um banho longo e desci para almoçar. Fiquei nesse tempo pensando no que devia fazer. E cheguei na conclusão que, sim, eu iria contar tudo para Ludmilla, então escovei os dentes, me olhei no espelho — é claro — e sai. Dessa vez preferi ir andando para pensar se eu estava fazendo o certo.

Estava tão distraído que esbarrei em uma menina, só vi ela lá, caída no chão:

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– Me desculpe — ela disse e eu estiquei minha mão.

– Me desculpe você — digo encantado com tamanha beleza — prazer, León — digo sacudindo a cabeça saindo do meu devaneio — e você?

– É... — ela ficou segundos quieta — é.. meu nome é Va..Valentina.

– Que linda — a vi corar — seu nome, mas você também é claro — nunca vou deixar minhas tácticas de lado.

– Obrigada — ela sorriu e fiz o mesmo.

– Esse foi o melhor esbarrão que dei na minha vida — falei sem pensar, será que minha boca tomou vida própria– Poderia me passar seu número?

– É.. não tenho celular — a olhei, como não poderia ter celular?– minha mãe tirou o meu por alguns meses — aah.

– Ah bom, é..... pega o meu — outra vez falei sem pensar, minha boca esta criando vida própria.

– Não, não posso aceitar — senti que ela ficou assustada, mas minha boca continuou por si própria.

– Ah, só para a gente conversar. Por favor? — falei, o boca maldita.

– Não, não posso — ficou tímida.

– Então vem comigo — a puxei. E eu estou ficando louco, agora minhas pernas e mãos também tem vida própria.

– Só se me trazer de volta — a olhei surpresa e só concordei.

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Senti ela nervosa e apreensiva — mas claro que estaria, um completo estranho a levando para um lugar, que nem eu sabia para onde estava indo — e tentei andar mais devagar.

Parei em frente uma loja de aparelhos eletrônicos e pedi para que esperasse lá fora. Entrei na loja e fiquei olhando, e não sabia nem o gosto da menina e iria lhe comprar um celular. À fiquei olhando lá fora, parecia tão meiga, tímida e frágil. Então olhei a vendedora e a perguntei:

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– Qual celular você acha que eu deveria dar de presente para aquela menina — apontei para Valentina que estava lá fora.

– Hum — fez uma cara de nojo — sua namorada? — revirou os olhos — leva esse aqui — apontou para o celular mais rosa que vi na minha vida, mas senti que ela iria gostar.

– Ok, vou levar esse.

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A vendedora foi no estoque pegar o celular, e eu fiquei ali, esperando que ela voltasse. Ela voltou e paguei no meu cartão de credito. Quando ia sair, meio que congelei, fiquei parado ali na porta olhando tamanha beleza, o sol que batia na sua pele branca e seus cabelos castanhos, suas pernas que eram longas e bonitas, seus olhos, sorriso. Mas o segurança da loja me balançou e perguntou se estava bem, e concordei com a cabeça. Sai da loja e fui em direção a ela sorrindo:

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– Todo seu, presente meu. E digo que não posso devolver, não é permitido — menti, porque sabia que ela não aceitaria.

– Obrigada — ela abriu e fez uma cara de como se tivesse acendido uma lanterna em seu rosto, mas logo peguei o celular de sua mão — o que esta fazendo? — perguntou curiosa.

– Salvando meu número — a olhei e sorri — prontinho. Podemos conversar sempre — ela sorriu.

– Mas agora me leva embora — ela me olhou guardando o celular na caixa novamente.

– Ok, promessa é divida.

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Caminhamos e a deixei de onde saímos, insisti em perguntar onde ela morava, mas ela não quis me contar — tenho tanta cara de psicopata assim? — e então a deixei. Fui andando para a casa de Ludmilla e vi que ela ficou parada ali. Não entendi, garota estranha, mas gostei dela.

Apertei a campainha e logo o portão abriu, não estava mais nervoso, iria contar pra ela sobre o que aconteceu com a garota Lara — que por sinal não parou de encher meu saco — e estava pronto para apanhar.

Entrei na casa e abracei Olga apertado como sempre faço e subi as escadas, minha loira estava lá, deitada e toda encolhida na cama.

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– Boa tarde — dei um beijo em sua testa.

– Boa tarde — ela me encarou e vi seus olhos castanhos me olhando, não sabia o que fazer, já estava nervoso novamente — aconteceu alguma coisa meu amor? Você esta pálido — disse colocando a mão em meu rosto.

– Não, nada. Só estou meio mal.

– Está doente? — perguntou se sentando virada para mim.

– Não, só uma gripe. Quando o tempo muda eu fico assim — ela sorriu.

– Que bom, não quero meu amor doente, assim eu não conseguiria ficar pertinho de você — disse me abraçando.

– Verdade né? — a apertei mais contra mim.

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Me chamem de covarde. Não poderia, não conseguiria encara-la e dizer "Ludmilla, me desculpa, mas eu me deitei com outra garota", não poderia. Não tinha o direito de tirar aquele sorriso dos lábios dela, nem de estragar o brilho em seus olhos, aquela garota realmente me amava, e não poderia destruir tudo assim, do nada.

Pensei enquanto ela me enchia de beijos, iria contar, mas esperaria o momento certo, não serei tão cafageste.

Ficamos a tarde inteira assistindo filmes em seu quarto, e os filmes que ela escolheu eram meio deprimentes, Um Olhar do Paraíso, Um Menino de Ouro e A Procura da Felicidade (P/A: estava sem criatividade kkk).

A Procura da Felicidade, um homem que não tem casa, trabalho, dinheiro, se eu fosse ele já teria desistido de viver, e ainda faz o filho passar por tudo isso com ele? Que pai degenerado.

Ai vocês perguntam, e para você, o que é felicidade? Felicidade para mim é o que eu tenho, meu dinheiro, minha mansão e mulheres. Meu pai garantiu isso para mim, ele é meio durão, rude, não fala uma palavra comigo — a não ser sobre Ludmilla — mas me deu dinheiro, o que mais eu poderia querer? E minha mãe? Minha mãe foi embora, quando eu era muito pequeno, dizia que não aguentaria "aquela" vida, que estava farta de futilidades e foi embora, assim, sem mais nem menos. Deve está jogada por ai, pobre, sem ter o que comer. E quando penso nisso eu dou graças a Deus por ela ter me deixado onde estou, não ter feito igual ao cara do filme que leva seu filho para todos os cantos o fazendo dormir em banheiros ou estações de trens. Pelo menos uma escolha certa ela fez, me deixou com meu pai, no conforto de uma casa.

Mas depois de ver esses filmes ela adormeceu, sai devagar e desci as escadas, me despedi de Olga que parecia apreensiva, estava nervosa, mas não tinha tempo para isso. Quando sai pelo o portão vi Valentina na calçada da casa:

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– O que faz aqui? Não foi para casa? — ela me olhou pálida.

– Fu..fui, mas sai quase agora para caminhar — ela estava mais pálida.

– Você esta bem? — coloquei minha mão em seus ombros e a olhei nos olhos.

– Sim, só preciso ir para casa, estou com fome, só isso.

– Ok então. Até qualquer dia desses — beijei suas bochechas e comecei a andar.

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Percebi que a menina tinha ficado estática, parada ali, ou ela ficou muito tímida ou realmente estava passando mal. Mas quando me virei novamente ela já não estava mais ali, que menina estranha, será que minha culpa estava me fazendo ficar louco? Não, claro que não. Eu a toquei, ela era real.

Cheguei em casa tarde e não estava com vontade de fazer nada, mas me lembrei de Valentina e mandei uma mensagem a ela.

Boa noite Valentina, espero que esteja bem, você parecia mal.

Me joguei na cama, pensei que ela demoraria um século para responder, mas logo chegou uma mensagem.

Boa noite, e sim, eu estou bem. Mas agora preciso ir dormir, até mais.

A garota tinha me cortado? Mas agora preciso ir dormir, até mais?

Joguei meu celular em um canto e cobri minha cabeça, estava tão mal que dormi na mesma hora. No dia seguinte ouvi o despertador tocando, acordei todo travado, é como se meu pescoço não quisesse sair do lugar. Mas tinha que ir a faculdade, então, terei que ir mesmo sofrendo de dor.

Notas finais
Genteee, a opinião do Leon sobre o filme não é minha, eu gosto do filme, mas ele não consegue (por enquanto) ver as coisas de outra maneira sem ser a dele. E outras coisinhas, terei que fazer uma trabalho e preciso ensaiar minhas falas, entãoooo não vou mais postar todos os dias, duas vezes na semana esta bom? Mas voltando ao capítulo: Comentem sobre o que acharam, sera que Leon esta gostando da Ludmilla? E ele achando que esta ficando louco e começou a imaginar a "Valentina" ? Kkk Bom, comentem, favoritem, recomendem... Digam o que vocês estão achando da fic, se tiver alguma coisa ruim me avisem, estou recebendo poucos comentários (já disse que gosto de responder vocês? *--*) Até semana que vem amores.... Bjsssss