Notas iniciais
Olá meninas,bom aqui esta mais um capítulo e acreditem esse esta DIVOOOO,espero que gostem tanto quanto eu gostei!!Quero agradecer á todas que comentaram no capítulo anterior! Capítulo dedicado á Michelle Garret(Michelle RC) que completou mais uma primavera ontem!!Parabéns flor e desculpe não ter postado ontem!!! Bom é isso,boa leitura!! ~Vailda~ Oi gente como é que vocês estão?... bom os caps estão demorando por algumas coisinhas... 1° Fim de ano + a escola = a uma vick esgotada. 2° Muitas leitoras poucos comentários... então uma eu ja vou solucionar que é as provas acabando e eu entrando de ferias. ja a outra depende de vocês. Michelle Garret(Michelle RC) parabéns linda beijos no coração... ~Vick~

Capitulo 3

Pov Bella.

Eu beijei o Edward. Eu beijei o Edward? EU beijei o EDWARD CULEN!

Meu Deus, eu estou ficando louca! Como eu peço para o menino me ajudar a encontrar o garoto que eu estou loucamente apaixonada, só por causa de seus poemas e eu beijo o cara que vai ser meu ajudante?

Por que diabos eu fiz isso? Mas foi tão bom! Isabella, sua carência vai levar você a loucura. Eu tinha que parar de pensar nesse beijo, porque ele não foi nada demais. Foi só um beijo. Pronto, assunto encerrado!

Mais uma vez chego em casa e o vazio da grande mansão, reflete o vazio da minha vida inteira. Eu chego em casa, e sou recebida pela minha doce Luci. A mulher que cuidou de mim desde bebezinho, a mulher que me viu ser criança, virar adolescente e agora uma mulher quase formada.

–Oi minha menina como foi à escola?_ ela me perguntou de forma meiga como sempre.

–Foi boa!_ não conseguia mentir pra ela. Ela me olhou esperando que eu terminasse a frase._ Eu recebi outro poema e eu pedi pra um colega de classe me ajudar a descobrir quem é o poeta, mas meio que no meio da conversa rolou um beijo.

–E você não gostou do beijo?_ Luci me perguntou.

–Não! Eu amei o beijo, ai foi como se ele tivesse tocado minha alma com esse toque simples. Ai Nona_ eu a chamava assim desde que me entendia por gente._ Eu sei lá, ele é legal. Mas não da pra ser outra coisa além de ser meu amigo.

–E posso saber por que?

–Não sei Nona, o Edward é simples sabe, ele é bolsista... –ela me olhou magoada e triste.

–E o fato dele ser um simples bolsista influencia muito não é? Já que você é milionária. –olhei pra ela com os olhos arregalados, não era disso que eu estava falando.

–Não, não eu não penso isso Nona, juro que não, mas você sabe que papai nunca irá me permitir ficar com alguém de uma classe que não seja a nossa. –falei com amargura. –Ele nunca me deu direito de escolha, você mais que ninguém sabe tudo o que passei e o que sempre acontecia quando eu me aproximava de crianças de classe “inferior” a nossa. –fiz aspas ao mencionar a palavra inferior. –Eu não tenho esse tipo de preconceito Nona e você sabe disso

–Você que sabe menina._ ela falou. E quando estava para sair do meu quarto ela se virou e disse._ Às vezes quando procuramos algo no desespero não achamos. Mas quando temos calma, quando pensamos e paramos, vemos que elas estavam bem no alcance da mão e nem viu por causa da pressa.

–O que a senhora quer dizer com isso?_ perguntei.

–Nada não querida, nada não._ e então ela se foi.

Minha noite foi o mais normal possível, meus pais nem ligara, coisa que já é bem do feitio deles. Eu já nem me importo mais. Fiz as pesquisas da faculdade e fui dormir.

~~ S2~~

Mais um dia comum de faculdade e quando me viro, Edward estava ali me olhando, como se eu fosse um pedaço de carne.

–Bella ._ sua voz rouca me fazia sentir coisas que eu jamais sentira na minha vida.

–Edw..._ quando vi seus lábios estavam no meu, me deixando louca. Seus lábios deixaram os meus quando respirar se tornou necessário.

–Me deixa cuidar de você. Me deixa te fazer feliz._ ele dizia olhando nos meus olhos. Quando eu ia dizer algo pra Edward. Tudo mudou de uma hora pra outra eu me vi com Charlie em uma festa completamente desproporcional, pessoa que nunca vi na minha vida sorriam de diziam parabéns o tempo todo. Um homem branco alto chegava em mim e me deu um beijo.

Eu tentava ver quem ele era mais não conseguia, ao lado estava Edward como garçom e meu pai gritava:

–Felicidade aos noivos._ como se um buraco abrisse sobre os meus pés eu acabei acordando.

Nunca mais quero sonhar com isso, minha nossa! Era como se eu estivesse presa no mundo dos sonhos e que jamais sairia de lá.

Perdi meu sono e fiquei o resto da noite em silêncio, e com o silêncio vieram as lembranças e a dor indesejável.

Flashback on

Era quinta-feira e seria o penúltimo dia de aula, eu tinha dez anos e já era uma das melhores em minha turma, como era de praxe todos os pais eram chamados até a escola nessa época do ano, levávamos um aviso na agenda.

Cheguei super feliz por enfim poder mostrar para os meus pais meu boletim e a minha agenda super organizada, até ganhei os parabéns da diretora da escola. Assim que passei pela porta da enorme mansão vi as malas prontas na sala e parei.

–Isabella, estamos viajando e ficaremos fora por alguns meses. _explicou Charlie sem nenhuma emoção na voz. _Você ficará sobre os cuidados de Luci. _disse isso e saiu indo até o escritório, permaneci ali estática sem reação nenhuma. Renée minha mãe vinha descendo as escadas sorridente, mas esse sorriso não era por me ver e sim por algo que lia em seu celular.

–Mãe. _chamei sua atenção, ela me olhou fria como sempre. _Eu... não posso ir com vocês?

–Não Isabella. Seu pai está indo a trabalho e eu vou encontrar algumas amigas. Não poderei ficar de olho em uma pirralha como você. _a dor que eu já conhecia bem, mesmo tendo pouca idade se fez presente, eu não queria chorar e demonstrar minha fraqueza na frente deles. Antes que eu pudesse deixar a sala, Charlie saiu do escritório.

–Vamos querida, não podemos deixar os acionistas esperando. _Renée sorriu pra ele e ambos saíram da sala sem me olhar, sem me direcionar nem ao menos um olhar de carinho muito menos um abraço. Mais uma vez ficaria sozinha, passaria Natal sozinha.

Corri para o meu quarto e chorei tudo que eu estava sentindo naquele momento, era sempre assim, nenhum deles me queria por perto, nenhum se quer cuidou de mim quando eu estive doente, não me ensinaram nada que não fosse de seus interesses. Luci entrou no quarto me aninhando em seus braços gentis, me permitindo chorar ainda mais as minhas magoas. Mesmo sendo uma criança tão pequena eu já guardava dentro de mim uma tristeza enorme.

Flashback off

Deixei as lágrimas caírem livremente por meu rosto, enquanto as dolorosas lembranças me tomavam. Meus pais nunca me deram atenção, nunca conheci o amor de pai e mãe. A única pessoa que realmente me ama e demonstra isso a cada momento é minha babá Luci. Ela que me ensinou o verdadeiro significado da palavra “amor”, se eu sou uma pessoa simples devo tudo isso á ela. Foi com esse pensamento que adormeci.

Acordei sobressaltada com as leves batidas na porta, olhei para a mesinha de cabeceira e vi que estava super atrasada.

–Isabella._ ouvi o chamado de Luci.

–Entre Nona. _assim que ela entrou abriu um doce sorriso.

–Bom dia querida, está atrasada.

–Bom dia Nona, sim eu perdi o sono na madrugada e acabei me atrasando, mas logo estarei lá embaixo pra tomar meu café.

–Pensei que nem fosse pra universidade hoje querida. _disse ela enquanto ia até as janelas do meu quarto puxando as grossas cortinas.

–Eu irei sim, afinal agora eu realmente tenho um bom motivo para ir ás aulas todos os dias. _sorri me levantando e indo para o banheiro, tomei uma ducha rápida e saí do banheiro. Fui até meu enorme closet -que para mim é exagerado- pela primeira vez escolhi uma roupa não tão simples, eu queria estar bonita para o Edward, sorri ao pensar nele. Espera, como assim ficar bonita para o Edward, ai senhor eu não estou conseguindo entender mais nada, de uma hora pra outra comecei a pensar em Edward mais do que no poeta, isso deve ser bom, não é?

–Isabella. _gritou Luci de baixo, ainda bem que meus pais só voltariam daqui a dois meses, caso contrário esse grito seria impossível. Sorri lembrando do tempo que passo com Luci na cozinha preparando doces, tortas e algumas besteiras que amamos comer. Me vesti, peguei minhas coisas e desci pra cozinha, esse é o lugar que eu faço minhas refeições quando o todo poderoso Charlie Swan e minha mãe não estão em casa. Tomei apenas um copo de suco e peguei uma maçã pra comer no caminho.Eu estava ansiosa pra ver Edward e quem sabe encontrar mais algum dos poemas em meu armário.

–Sente-se e coma direito Bella.

–Não vai dar tempo Nona, estou super atrasada, prometo comer diretinho na hora do almoço. _beijei-a no rosto e sai apressada até meu carro que já estava estacionado em frente da ostenciosa mansão, agradeci Alfred, o nosso motorista e entrei no carro dando partida em seguida. Sorrindo ao pensar nos poemas e em como seria perfeito se Edward fosse o autor de tão lindas palavras.

[...]

Estacionei no grande pátio do campus e vi que ainda haviam bastante estudantes no mesmo, respirei aliviada ao constatar que não estava tão atrasada assim. Preparei-me pra abrir a porta, mas a mesma foi aberta por Edward, que estava com um lindo sorriso nos lábios, aqueles lábios tão convidativos... Acorda Bella.

–Bom dia Isabella.

–Bom dia Edward. _respondi saindo do carro fechando a porta em seguida e acionando o alarme.

–Chegou um pouco atrasada hoje, pensei que nem viesse.

–Eu dormi um pouco mais, só isso. _falei olhando para o chão, segundo a Nona eu sou muito transparente e as pessoas conseguem ler as minha emoções em meus olhos e eu não quero que Edward veja a tristeza em meus olhos. Antes que Edward pudesse falar algo o sinal tocou. _Vamos?

–Vamos. _respondeu sorrindo.

Andamos lado a lado até nossos armários, enquanto eu digitava a minha senha Edward já abria o armário dele, que por sinal é bem próximo ao meu. Como eu nunca o percebi aqui ao meu lado? Assim que eu abri o meu notei o envelope já conhecido por mim, peguei o envelope e um pequeno sorriso apareceu em meus lábios ao ler o poema.

Lar, casa, moradia.

Palavras tão diferentes mais com o mesmo significado.

Eu sinceramente vagava pelo mundo, sem rumo ou direção.

Até que como um barco a deriva no alto mar eu vi meu farol.

O brilho desse farol é o brilho do seu olhar.

Foi ele que me trouxe rumo direção e acima de tudo o caminho de volta pra casa.

Sabe como é bom me sentir aconchegado acolhido e feliz sabendo que você sempre vai esta ali pra iluminar meu caminho?

Obrigado meu Deus por ela luz pura. E obrigado por você achar que sou digno de sua luz do seu olhar.

Para: Isabella Swan

De: Seu Poeta.

Olhei para Edward que estava bem pertinho de mim e me joguei nos braços dele.

–Ai Edward, ele me escreveu de novo. Olha o que ele escreveu. Tem como ser mais fofo? _o abracei ficando com meu corpo colado ao seu. Nossos rostos estavam muito próximos, nossas respirações aceleradas, olhei nos olhos de Edward e vi um brilho indecifrável, um brilho que eu nunca havia visto em ninguém. Seu hálito de menta batendo em meu rosto me fazendo estremecer. Não pensei duas vezes e o beijei, um beijo tão bom, ou melhor que o do dia anterior, estávamos entregues a esse beijo e ali naquele momento nada mais importava, só Edward e eu.

Pov Edward.

Depois que fui pro meu quarto e me deitei, não parei de pensar no beijo que Isabella tinha me dado. E foi pensando nesse beijo que eu dormi.

–----------<@ @>-----------

Eu estava na sala de aula e aos poucos as pessoas sumiam eu ficava sem entender. E fiquei copiando o que o tinha no quadro até eu estava sozinho na sala e quando olho a professora... Pera! Professora? Não devia ser o professor?

Só que a professora se aproximava e não era nada, mais nada menos que Isabella. E ela estava muito linda e sexy. Seus passos eram lentos e fatais ate que se colocou na minha frente.

–Tcs. Tcs. Senhor Cullen achou mesmo que eu não ia descobrir?_ eu engoli em seco com sua voz sussurrada desse jeito.

–Descobrir o que senhorita Swan?_ forcei minha voz a sair.

–Sobre os poemas!_ eu fiquei pasmo. E meu coração acelerou.

–Juro que não fiz isso pra lhe causar mal senho..._ quem disse que ela me deixou falar? Ela pegou minha mão e me puxou. Até que ela ficasse sentada na minha carteira e eu no meio de suas penas. Suas mãos brincavam com os botões da minha camisa social.

–Sei que não era pro meu mal senhor Cullen. E eu amo quando você escreve esses poemas para mim._ ela já beijava meu tórax._ mas eu ficaria mais feliz._ ela passou a beijar meu abdômen e falar ao mesmo tempo._ Se. Você. Recitasse. Um. Agora. Pra. Mim._ ela passou a língua da base do meu umbigo ate o meu tórax. Peguei sua nuca e passei a lhe beijar com todo ardor. E quando o ar se fez necessário eu parei. A encarei, minha mão esquerda ainda estava em sua nuca. Fazendo ela olhar pra mim.

–Quer que eu te recite um poema?_ falei sussurrando no seu ouvido.

–Quero sim Ed. Por favor!_ ela tentava me trazer pra mais perto dela.

–Minha alma grita por algo que não sei o que é.

Mais ela deixa sintomas e eles são boca seca.

Coração acelerado, corpo tremendo e pele suando._ minha mão livre descia ate encontrar o cinto que estava em seu corpo e encontrei o cinto que prendia sua blusa. E fui abrindo, continuei recitando o poema.

Meu corpo não passa de instrumento para os desejos da minha alma que almeja estar com você.

É algo incontrolável, eu te vejo e é isso que me deixa em brasas. Morro por esse desejo, morro por esse amor.

Ela não deixou eu terminar meu raciocínio. Ela me atacou me trazendo contra seu corpo pra que nos deitássemos nas carteiras que estavam juntas, formando quase uma mesa. Meu corpo completamente em cima dela lhe beijando, querendo tomá-la como minha.

–Edward._ a escuto gemendo.

–Edward_ sua voz se torna mais grave.

–Edward._ ao abrir os olhos ela estava com o rosto da Dona Esme.

...

–Ahhhh! Meu Deus. Mãe que susto._ minha mãe me olhava com cara de espantada por causa do grito que eu dei.

–Filho, você estava fazendo um grunhido estranho e só vim te acordar por que você está atrasado pra escola, filho._ quando eu olho pra o relógio vejo que estou mais do que atrasado pra faculdade. E corro pro banho. Quando termino vejo meu pai lendo seu habitual jornal e minha mãe colocando meu prato de cereais pra comer.

–Filho, você poderia ir pra loja hoje. Estou precisando da sua ajuda hoje._ falou o meu pai.

–Claro que sim pai!_ nunca negaria nada ao meu pai. Assim que terminei de comer, peguei o carro e fui para à faculdade. A minha sorte, é que o professor da primeira aula, pegou um resfriado e ele não iria vir hoje. Então, antes de tudo, fui ao armário de Isabella, verifiquei que não havia ninguém olhando e coloquei o poema. Eu procurei Isabella por quase toda faculdade e não encontrei, até que eu vi Ben e Ângela conversando.

–Olá pessoal!_ cumprimentei o casal 20.

–Oi e adeus Cullen, tô namorando!_ falou o Ben. E Ângela lhe deu uma tapa na nuca.

–Ângela, você viu a Isabella é que ela disse que queria falar comigo._ eu dei uma desculpa plausível pra justificar minha procura por Isabella.

–Ah! Ela não chegou ainda Edward._ falou ela com um sorriso.

–O que Isabella quer com você Edward?_ quando eu ia dizer que não sabia Ângela respondeu.

–Bella quer achar o poeta Ben._ Ben me olhou e depois sorriu pra namorada.

–E quem vai ajudar é você não é Edward?_ ele falou com um sorriso sarcástico. Idiota do Jacob, não consegue ficar de boca fechada.

–Sim sou eu!_ falei calmamente._ Bom... Vou indo._ saí de perto deles e fui até o estacionamento, hoje está sol e iria fazer igual os demais, ficar de bobeira, enquanto a próxima aula começasse, cinco minutos após a minha saída, vi o carro de Bella chegar, um belíssimo carro por sinal, alguns segundos depois me vi caminhando até o carro, e antes mesmo de Bella sair do carro eu me adiantei e abri a porta sendo agraciado com o lindo rosto de Isabella.

–Bom dia Isabella.

–Bom dia Edward. _ ela estava linda com um vestido solto. Eu decidi provocar um pouco.

–Chegou atrasada hoje, pensei que nem viesse._ ela abaixou a cabeça e olhou pra chão. Como se assim escondesse de mim que estava triste.

–Eu dormi um pouco mais, só isso._ falou como se tentasse convencer a si mesma. _ Vamos?

–Vamos!_ falei assim que ela me olhou.

Andamos lado a lado até chegarmos aos nossos armários, quando ela pegou o papel que eu já conhecia. Um sorriso surgiu em meu rosto quando Bella começou a ler o poema e o meu sorriso preferido apareceu no rosto dela. Eu peguei minhas coisas e ela veio em minha direção.

–Ai Edward ele me escreveu de novo. Olha o que ele escreveu. Tem como ser mais fofo?_ ela me abraçou deixando nossos corpos colados e me deixando inebriado com seu cheiro e com uma vontade louca de beijá-la. Só que eu não podia! Ela não desconectava seu olhar do meu, e isso era hipnotizante. Até que ela olhou para os meus lábios e antes que eu pudesse dizer ou fazer algo, eu já estava a beijando de novo. Dessa vez o beijo foi mais profundo e eu podia sentir cada canto de sua boca, nossas línguas tinham entrado em uma briga, onde ambos saiam vencedores. O ar se fez necessário e tivemos que nos afastar, fomos nos afastando com selinhos- eu só podia estar sonhado- colamos nossas testas pra recuperar o ar.

–Está provado, um raio pode cair no mesmo lugar duas vezes..._ Bella e eu olhamos pra Jacob. Obvio que tinha que ser esse bocó pra ficar dizendo isso. Mas eu comecei a rir.

–O que foi._ perguntou Bella rindo fracamente.

–Nada é besteira do Jacob!

–Seu amigo?_ ela estava alegre como jamais tinha visto.

–É! Só não sei se digo felizmente ou infelizmente._ ela deu uma tapa de leve no meu ombro. Eu ri e lhe roubei um selinho. O que me deixou mais feliz foi que ela sorriu com isso. -Ai Isabella! Como posso ser apaixonado desse jeito por você, hein?- ela me olhou se virou pegou o que tinha que pegar e guardou o poema na agenda dela.

–Temos aula, agora temos que ir._ ela disse com um sussurro. Eu peguei sua mão e fomos em direção a sala de aula. Quando entramos as amigas dela nos viram de mãos dadas e foram logo para cima dela.

–Oi Isa!_ falou a Geana.

–Oi Ge!

–Então... Oi, é Edward né?_ ela perguntou com medo de ter errado meu nome.

–Sim é Edward sim. Oi._ respondi educadamente.

–Pois é! Bella, vem sentar com a gente._ a garota convidou Bella e eu por instinto não sei. Apertei a mão de Bella de leve e ela entendeu que eu queria ficar com ela por mais tempo.

–Não vai dar, é que eu já falei que iria sentar perto de Edward hoje meninas e temos que conversar para ver como vamos achar o poeta._ ela deu um sorriso para a amiga e piscou o olho para ela e voltou pro seu lugar. Eu me sentei na minha cadeira habitual e então as aulas sem fim começaram.

Na hora do almoço fiz perguntas básicas tipo de flores favoritas, comida, cor. Mais uma me surpreendeu.

–Digamos que você não gostasse de administração qual profissão você faria?_ eu perguntei de brincadeira e seu olhar me mostrava tristeza._ Ei o que foi?

–Bom... Eu não gosto de administração Edward..._ nossa, essa me pegou de surpresa!_ Eu queria fazer medicina. Mais meu pai não me deixou. Já que não tem mais herdeiros e a única sou eu._ ela me deu um meio sorriso e voltou a comer.

–Bella, isso está errado!_ eu estava indignado com isso.

–O que está errado Edward?_ ela me olhava com um sorriso fraco.

–Você tem que fazer o que você quer e não ser dominada desse jeito._ ela riu baixo e balançou a cabeça em negativa.

–Não quero brigar com você Edward e isso é um assunto entre eu e meu pai então... Por favor..._ ela me olhava em suplica._ Por favor._ ela tocou sua mão sobre a minha na mesa, fechei os olhos, respirei fundo e deixei isso pra conversar com ela depois. Mas ela está muito enganada, se pensa que irá fugir dessa conversa.

Terminamos nosso lanche e fomos pra sala de aula, o professor passou um trabalho pra ser entregue em três dias. Ótimo! O que não me deixa dizer, que esse trabalho é um inferno, é que o professor deixou fazer dupla e claro que escolhi Bella pra ser minha dupla. E depois que a aula acabou eu tinha que ir para casa.

–Ei! Edward._ ela me chamou quando já entrava no meu carro.

–Oi Bella._ Eu sai do carro pra poder falar com ela._ algum problema?

–Não, é que eu não tenho nada pra fazer hoje, que tal a gente fazer o trabalho lá na minha casa?_ senhor obrigado! Obrigado por tudo!

–CLARO! _ nossa seu idiota, não pude conter minha empolgação._ Me desculpe Bella._ o sorriso dela era perfeito.

–Sem problemas Edward, por que eu também quero passar à tarde com você._ ela arregalou os olhos por ter dito demais._ Edward...

–Ei fica calma. Eu vou adorar passar uma tarde com você. Você vai no seu carro e eu vou te seguindo._ ela veio até mim me abraçou e quando se soltou, foi para seu carro e o motorista tirou o carro da garagem e eu fui indo.

Quando chegamos, eu pude ver que Bella se vestia mais simples do que ela podia. A casa é um luxo que só, e é enorme. Mais uma vez tenho que enfiar na minha cabeça que Bella nunca vai ser minha namorada. Por que ela pode ter o cara que vá fazer a vida dela continuar assim, no luxo, já eu? O que eu posso oferecer pra ela? A resposta é: Nada!

A sala era composta por tudo que há de mais grã-fino. Cortinas brancas, sofás de designer único. Que casa é essa?

–Edward?_ Bella chamou minha atenção.

–Você e sua família não se perdem aqui dentro?_ falei rindo.

–Por isso que só vou do meu quarto pra cozinha._ ela falou rindo mais ainda. Pegou minha mão e disse:

–Vamos?_ ela estava me guiando pelas escadas. Quando ouvimos uma voz. E vejo uma senhora limpando os móveis, ao olhar mais de perto vi que a mulher parecia ser bem mais jovem do que imaginei.

–Onde os Passarinhos pensam que vão sem almoçar?_ falou dando um sorriso.

–Comemos na escola Nona e se sentirmos fome, eu peço._ ela levantou uma sobrancelha pra Bella de forma engraçada. E Bella entendeu algo que eu não consegui captar._ Foi um hambúrguer Nona. _ ela levantou a outra sobrancelha._ Ai, Nona como você é insistente._ ela pegou minha mão e desceu comigo os degraus que já tínhamos subido e nos guiou pra cozinha.

–Que coisa fofa! _ falei rindo quando Bella sentou na cadeira e eu fiquei escorado no hall da porta. Só que algo atingiu minha cabeça. E doeu muito.

–Ai!_ ouvi Bella rindo.

–E você? O que comeu?_ perguntou de sobrancelha arqueada.

–Eu comi..._ fiquei intimidado com o meu olhar.

–Comeu o mesmo que eu Nona_ Bella respondeu por mim.

–Mais eu não estou com fome._ complementei.

–Pode sentando aí bonitão, vai comer._ ela pegou meu braço e me levou ate que eu me sentasse à mesa. E sussurrou no meu ouvido._ Por que ou você come, ou você não vai ficar perto da menina Bella._ eu olhei pra ela com cara de não acredito e ela me olhou de forma especulativa.

–Então o que temos para o almoço...? _ a mulher começou a rir.

–Meu nome é Lucivânia, mas pode me chamar de Luci ou Nona como a Bella me chama._ Bella olhou pra ela como se estivesse pedindo desculpas.

–Nona, esse é Edward, ele faz administração comigo._ falou antes que eu pudesse dizer o meu nome. –A Nona é a governanta dessa casa e meu anjo da guarda Edward, ela que me atura. –vi os olhos de Bella brilharem e eu poderia até dizer, que eram lágrimas em seus olhos, mas logo a governante voltou a falar.

–Vou colocar a comida de vocês e então podem subir pra namorarem um pouco._ ela falou e eu e Bella, ficamos meio sem graça. Mas Bella respondeu:

–Nós não namoramos Nona, e temos trabalho da faculdade pra fazer. –Bella falou corada. –Onde estão a Debbie e a Annie?

–Sei... Dei o dia de folga para elas, já que seus pais não estão pra pegar no nosso pé_ falou a mulher e rimos juntos com ela. –ela nos serviu e comemos enquanto conversávamos animadamente.

(...)

Quando chegamos ao quarto de Bella, depois do almoço, ficamos focados no trabalho e terminamos bem rápido. E quando eu estava guardando meus materiais meu telefone apitou, mostrando uma nova mensagem, quando eu ia pegar, Bella foi mais rápida.

–Bella, para de brincadeira e me dá meu celular._ ela sorriu marota e colocou o telefone nas costas.

–E se eu não quiser dar?_ ela falou como se me desafiasse.

–Então vou ter que dar um jeito de tomar ele de você._ disse dando um passo de cada vez, e cada passo que eu dava ela dava um para trás. Quando ela pensou em correr, eu lhe segurei tentei pegar meu celular, mas ela se contorcia tanto nos meus braços que acabamos caindo na cama e fiquei por cima dela, minha boca a centímetros da sua. Deus essa mulher vai ser meu fim.

Notas finais
Aiiii gente... Jacob pode ser o amigo de Ed mais ele irrita. kkkkk e esse dois em?? sei não dois fafadinhos isso siim. bom espero que vocês tenham lido as notas iniciais e tenham entendido o recado. agora vem uma parte boa... Querem Spoiler's e acompanhar esse e outros projetos meus e da Vailda??? Bom então aqui vai os link's dos nosso grupos e esperamos que vocês participem dele... Vick: https://www.facebook.com/groups/ficsdakikievick/ Vailda: https://www.facebook.com/groups/1395254664019336/ vemos vocês por lá. ~ Vick~ Então meninas o que acharam do capítulo?Ficou DIVOOO né?Digo que ficou divo porque não fui eu que escrevi kkkk!!!Comentem meninas e logo tentaremos postar mais um capítulo do nosso Poetaward lindo lindo lindo!!Aiinnn eu quero ele pra mim *-* Beijos e até o próximo!! ~Vailda~ Notas da beta mais apaixonada do mundo! Mais olha eu aqui de novo minha gente, isso mesmo Vivi na área! *---* Que capitulo mais divo foi esse? Os pombinhos se envolvendo cada vez mais... Tcs,tcs mal sabe a Bella que seu tão amado poeta é Edward haha. É isso aí galera, comentem e recomendem essa maravilha de fanfic. Até o próximo capítulo..