O Pior Pesadelo de Annabeth Chase

33 Capítulo 32 - O acidente: Parte 2/ Tragédias.


Notas iniciais
Vocês talvez fiquem com peninha da Atena e do Poseidon nesse capítulo... Mas, a fic não podia mostrar somente coisas boas, não? Já que nossa própria vida não é prefeita! Haha, filosofei... Ok,ok... Espero que gostem e até lá em baixo!!

Então eu vi Poseidon, de boca aberta, feito tonto, celular na orelha, imóvel.

–Poseidon?! — Perguntei cautelosamente.

Ele piscou e virou-se para mim.

–Annabeth. — Ele estava aflito. — Você terá que vir conosco.

–Por quê? Não entendeu que eu...

Ele me cortou.

– Sua mãe... Atena não está nada bem.

–Como assim, ela não está nada bem? — perguntei.

É que... — Poseidon começou a dizer

POV Atena:

Poseidon estava estranho quando acordamos, ele disse que não sabia direito o que ia acontecer no trabalho e que teria uma reunião, talvez não atendesse ao telefone, mas o mais estranho foi que Percy foi junto a Poseidon Companies e fiquei realmente confusa.

Umareunião não poderia demorar três e meia, poderia? Será que ele está me traindo, assim como Frederick fez? Não, não poderia perdê-lo, já havia perdido Annabeth, minha própria filha.

Meu celular tocou e dei um pulo para atendê-lo. Eu sei, eu sei não se pode falar ao telefone enquanto se dirige, mas eu não ouvi a sua voz durante horas!

Tentei atender, só que o maldito Blackberry caiu das minhas mãos.

–Droga. — Falei para mim mesma, enquanto o celular vibrava no chão.

Olhei para frente, olhei para trás, nenhum carro a vista, me abaixei para pegar o aparelho e ouvi uma buzina.

–PÉÉÉÉÉÉÉ

Uma buzina dessas só podia ser de um caminhão, mas não tinha como haver um caminhão, eu olhei antes de abaixar, só vinha um do outro lado da pista.

Levantei-me rapidamente, pude ver o veículo vindo para cima de mim, ele tentava freiar e eu estava tão espantada com a minha situação que simplesmente congelei, não me movi, não conseguia me mover.

A cena ficou lenta, como se o tempo estivesse parando, eu sabia quantas voltas o pneu do caminhão deu, eu sabia a expressão do motorista do outro lado, sabia quantas pessoas estavam andando na rua, eu sabia dos mínimos detalhes, apenas não sabia como desviar do veículo na minha frente.

O estrondo da batida foi forte e a ultima coisa que pensei foi:

–Meu bebê!

[...]

Beep, beep, beep.

Acordei aos sons que poderia reconhecer facilmente, máquinas para ver o batimento cardíaco.

Ótimo, estava no hospital.

Abri os olhos e as luzes me cegaram.

–Poseidon?

Ele se levantou da cadeira onde estava sentado e pude ver que ele havia chorado.

–Atena! — Surgiu um sorriso em seu rosto, sua expressão passando de preocupada e triste, para esperançoso e feliz. — Que bom que acordou!

–Quanto tempo eu fiquei apagada?

–16 horas, quebrou uma costela e a perna direita, e tem cortes pelo corpo todo, inclusive na cabeça. — Tocou levemente a minha testa.

–E o bebê?

Vi lágrimas surgirem em seus olhos, sua expressão voltou a ser triste.

–Amor, o bebê não sobreviveu.

–Não! — Comecei a me agitar e os beeps aumentaram o ritmo. Como pude deixar isso acontecer? — Meu bebê! Eu sou horrível! Uma mãe serve para proteger seu filho! Eu não consegui Poseidon! Não consegui! — Eu estava chorando, muito, as lágrimas não paravam.

–Acalme-se. — Pediu uma enfermeira que havia acabado de entrar no quarto, ela injetou algo na intravenosa. — Senhora, acalme-se.

Comecei a ficar com sono

–Poseidon, me perdoe. — Então adormeci.

[...]

Acordei e as lágrimas surgiram rapidamente em meus olhos, lembrando de tudo o que aconteceu.

Eu senti braços quentes e fortes ao meu redor.

–Shi, calma meu Amor. — Falava Poseidon em meu ouvido.

–Não posso! Eu perdi meu filho! Nosso filho! É tudo culpa minha!

–Não, não é! — Ele tentava me consolar, mas podia ouvir a tristeza em sua voz. — Pense em outra coisa.

Levou um tempo até me acalmar, o choro acabar e conseguir pensar em outra coisa.

–Quantas horas apaguei dessa vez?

–2 dias.

–Eu fiquei desacordada dois dias?

–Você estava agitada. — Explicou.

–Ah, e como está o Percy? — Perguntei, tentando afastar o acidente da minha mente, já que tentava voltar a tona a cada instante.

–Bem, na verdade — Sorriu. — tem alguém querendo falar com você.

Ele saiu do quarto e quando a porta se abriu novamente...

–Annabeth?

Notas finais
E ai?? Como se sentiram lendo isso?? Espero que tenham gostado, e o próximo capítulo só falta editar e postar, farei isso mais tarde ou amanhã de manhã. Mandem reviews, please. Ah, e não reclamaria em receber mais recomendações!! Bjkis, Rapha.