O Pequeno Paciente [HIATUS]
4 A trauma
Notas iniciais
Matt ficou tão chocado quando sentiu os lábios do chefe roçando aos seus, ele olhou para Edward, com olhos fechados, que estava dando um selinho demorado. E, depois, ficou mais intenso, Edward começou a mordiscar levemente os lábios dele e sugando com carinho. Matt sentiu o esquentar por causa do nervosismo, não conseguia negar de que estava a gostar dos beijos. Entendeu, de imediato, que Edward pediu passagem na boca. Matt, hesitando, mas acabou de corresponder. Finalmente, fechou os olhos e sentiu aquela língua dele ser invandido na sua boca, bem quente e molhado. Não conseguiu mais resistir, levou os seus braços ao torno do pescoço de Edward. A língua atrevida do chefe vasculhava a cada canto da boca do menor, Matt ficava cada vez mais envergonhado, estava a beijar com o seu grande chefe. Não acreditava aquilo, achava errado...
Por outro lado, Edward pulou de alegria dentro de si, finalmente estava a beijar Matt, e, melhor ainda, correspondeu o beijo quando pediu a passagem. Sentiu a boca dele que era um tanto doce que lhe fazia querer mais do que simples beijo. Então, decidiu atacar com um beijo salvagem. Levantou a mão direita, levando até a nuca do menor e, a outra mão, agarrava na cintura dele e puxou-lhes para colar os vossos corpos e, ao mesmo tempo, beijando com verosidade.
O menor ficou chocado, sentindo a sua boca sendo trocada com tanta saliva, parecia que a língua estava a lutar com outra, dando o beijo mais intenso. Ele achou que estava na altura de separar pois estava sem fôlego e não podia continuar mais. Empurrou-o e buscou o ar o mais rápido possível para encher os pulmões com cabeça baixa para esconder a vergonha.
Edward lambia os beiços, queria mais mas, também, estava sem fôlego. Sentia o sabor da saliva do menor e sorriu satisfeito quando olhava para Matt que ainda ofegava.
― Edward... – começou ele. ― P-porquê estás a fazer... isso? – perguntou com voz tímida, erguendo a cabeça com rosto que apresentava: bochechas coradas, os olhos azuis o olhavam com timidez e a boca entreaberta para continuar a ofegar. Edward não resistiu, estava irresistivel demais! Agarrou a mão do menor e puxou-o para si, sorrindo:
― A culpa é tua – disse ele e beijou-o de novo com beijo salvagem.
Matt tentava empurrar mas tudo em vão, ele tinha uma força tremenda do que o menor, sentiu a mão do chefe entrando dentro na blusa do jovem, tocando o seu abdomén. Como Matt era muito sensível aos toques, soltou um gemido leve que fez Edward ficasse surpreso ao descobrir o quão ele era sensível. Sorriu de canto, continuou , desta vez, tentando a tirar a camisa do menor mas ele não deixou, puxando a sua camisa para baixo.
― N-não posso fazer isso, Ed... – disse Matt, empurrando de leve mas sem forças.
― Porque não? – perguntou o maior, sussurrando com voz sexy no ouvido do menor.
O jovem médico arrepiou ao ouvir o sussurro dele, abanou a cabeça negativamente. Não podia deixar isso passar. Afinal o corpo do menor começou tremer, entendendo imediatamente que não podia permitir mais.
― P-porque... não...!
― Não gostou? – sussurrou o chefe, mordendo no lóbulo da orelha, fazendo Matt arrepiar com aquela intimidade que não estava acostumado.
― N-não é isso...
― Então...? – Ed o olhava com brilho e luxúria.
Não... por favor... pare com isso, Ed. Você está me assustando..., pensou Matt, com olhos arregalados de medo.
― E-eu... – o maior continuava a explorar o corpo, em cada toque insistia a lembrar do qual jurou que nunca mais ia lembrar. – Não! – o menor empurrou com todas as forças que havia despertado a trauma do corpo.
Edward sentiu seu corpo a ser jogado para trás, sem perceber, já estava no chão. Todo estupefado.
― Matt?...
― D-desculpe! – gritou, levantando-se da cadeira alta e saiu correndo para a sala.
Automaticamente, o chefe levantou-se rapidamente e desatou a correr atrás do menor. Viu que Matthew estava aproximando a porta. Com todas as suas forças, soltou a corrida de uma vez e conseguiu pegar o braço do Matt, impedindo de sair.
Matt virou a cabeça todo assustado, olhando para o chefe que ofegava, com ar incrédulo.
― M-me solta – disse Matt, com olhos arregalados, tentando o largar.
― Não.
― Me solta!
― Não.
Matthew começou a lacrimejar os seus lindos olhos azuis puros, soluçando baixinho. O chefe ficou surpreso, não acreditava que o seu favorito estava chorando na sua frente! Ed, com coração partido só de olhar, abraçou docilmente mas era empurrado pois Matt o afastava com empurrões. Algum tempo de não desistir de abraçar, o menor cedeu, abaixando os braços e, desta vez, soluçando alto e, ao mesmo tempo, recebia o abraço do seu melhor amigo.
Edward o abraçou fortemente, sentindo o tecido da roupa no ombro ficando encharcado por causa das lágrimas do menor.
Ficaram um bom tempo abraçados, os soluços do menor haviam acalmados. Ed desfez o abraço delicadamente e o puxou para a sofá, fazendo-o para sentar junto. Matthew apenas ficava em silêncio, sentindo as lágrimas a ser secados pela manga da camisa do chefe. O maior suspirou, não aguentando o silêncio.
― Matt... o que se passa? – perguntou Edward, olhando com preocupação para o menor que continuava em silêncio. – Matt... por favor...
― Ed... – pausou por alguns segundos, evitando olhar para o rosto do maior e olhava para baixo. – Estamos juntos há quatro anos... certo?
― Sim – respondeu Edward, cada vez mais preocupado.
Matthew fechou os olhos por um tempo e, depois, abriu os olhos lentamente. Finalmente, olhou nos olhos dourados do chefe que o olhava preocupado e, ao mesmo tempo, paciente.
― Eu... eu já fui estuprado.
Edward ficou chocado ao ouvir aquilo, não acreditava no que dizia. Soava como uma brincadeira! Como pode estuprar com um garoto tão puro como Matthew? Sentiu a raiva a espalhar pelo seu corpo até conseguia sentir a sua alma pegando o fogo. Quem foi o filho da puta que estuprou o seu querido Matthew?! Entendeu de imediato que o menor o olhava com medo de que ele fizesse uma loucura. Edward voltou com a sua postura de sempre, massageando as têmporas.
― Matt... – pausou e, depois, olhou para Matt que o olhava triste. – Sabes quem te estuprou?
O menor ficou em silêncio, Edward entendeu logo que ele sabia quem foi. Aproximou-o e deu um abraço mais confortável que o menor jamais sentiu. Sentiu que Edward deitou no ombro do menor, abraçando como se fosse a preciosidade.
― Podes me contar sempre, eu te protegerei – Matt ficou surpeso ao ouvir as palavras do chefe, com brilho nos olhos azuis. – Eu prometo – deu vários beijinhos na buchecha do menor.
Matt finalmente sorriu, adorando a carícia do maior, fechou os olhos por um momento. Queria ficar naquela posição para sempre.
–--
― Pai!
Patrick acordou sobressaltado, olhando para o seu filho que tinha um lindo sorriso que era iluminado através da janela e, ao mesmo tempo, abraçava pelo urso de peluche. Cobain sorriu, levantando da pequena sofá que acabou adormecendo durante a madrugada. Estava cansado, sentia o seu corpo a implorar de descansar. Mas como o seu filho estava hospitalizado, não podia deixar de ver do seu pequeno. Sem querer, deixou um pequeno bocejo a sair pela boca.
― Pai?
― Sim, filho – Patrick olhou para o pequeno com sorriso entre lábios.
― Está com sono?
― Sim, mas não se preocupe.
― Tens trabalhado muito? – o pequeno fez uma ligeira preocupação no rosto. – Tens de descansar bem, pai. Trabalhar muito e dormir pouco não te faz bem. Se quiseres, eu te dou o meu ursinho de peluche pois ele te ajuda a dormir melhor. – levantou o urso de peluche com ambos braços.
Patrick deu uma risada, adorando a preocupação do pequenho. Tão irresistivel. O pai sentou-se ao lado do Brandon, levou a mão na nuca do pequeno e o puxou para o seu peito, abraçando-o.
― Obrigado, meu filhinho bobo, mas eu não preciso do seu ursinho de peluche.
― Porquê? – o pequeno olhou por cima e o pai soltou mais uma risada leve, olhando nos olhos cor de mel.
― Porque o seu ursinho de peluche vai chorar por ti durante a madrugada. Não haja paciência!
Desta vez, Brandon não resistiu, acabou rindo junto com o pai.
― É verdade! Ele não vive sem mim. – disse o pequeno, abraçando o urso de peluche.
De repente, ouviram as batidas da porta. Patrick deu uma permissão de entrar, a porta abriu-se e os dois adentraram na sala.
Dois homens altos e elegantes, um com cabelo preto e o outro de azul. Patrick sorriu levemente ao ver os dois, levantou-se e esperou para que eles o aproximassem. O duo aproximaram sem hesitar. O de cabelo preto tinha um sorriso de cinismo, mas era muito belo perto, levantou a mão para arregalarem.
― Dr. Ryan Anderson – disse o moreno em tom forte.
― Patrick Cobain, o pai do Brandon – sorriu, arregalando as mãos.
E depois olhou para o homem com cabelo azul, com postura elegante, com sorriso entre lábios.
― Dr. Liam Rodriguez – apresentou formalmente, com mãos arregaladas com o do Patrick.
― Prazer.
― Vim informar que o Dr. Matthew está doente. Como ele está ausente, me pediu para que nós tomassêmos a conta do Brandon. – explicou Ryan. – Então, como estamos todos aqui, estamos a espera da permissão do senhor de que nós podemos cuidar do Brandon ou não.
― Permissão concedida – disse Patrick, fazendo o quarto encher de risadas leves.
― Então, está tudo resolvido – falou Liam, com ligeiro sorriso enquanto olhava para o pequeno. – Ah! Eu não te apresentei, como sou maleducado – deu uma tapa leve na sua testa fazendo o pequeno Cobain a rir. – Sou Dr. Liam, e você? – aproximando do pequeno que o olhava curioso.
― Sou Brandon, prazer! – falou em tom muito fofo que fez Liam abrir um rasgado sorriso.
― Muito bem! Até és bem educado, é impressionante...
― Em que idade tens, pirralho? – perguntou Ryan, com sorriso de escárnio.
Brandon ficou de boca aberta, todo ofendido.
― Tenho seis anos! Por isso, não me chame pirralho, doutor.
― Oh, claro! Um pirralho com seis anos! – zombou.
― Não sou pirralho!
Patrick e Liam ficavam a olhar para os dois que estavam a discutir por coisas sem sentido, era como se fosse a ver perante a guerra, vendo os dois a jogar bomba um do outro, afim de ver quem iria ganhar.
― Me desculpe, o Dr. Ryan adora irritar as crianças. Não ligue para isso, senhor – explicou Liam, com ar contragido.
― Que nada, também me desculpe. O meu filho também adora fazer isso – sorriu Patrick, cruzando os braços e olhando para o seu filho com muito orgulho.
Liam limitou-se a sorrir ao ver o senhor Patrick que olhava com muito amor para Brandon que dava murros fracos para Ryan que ria maliciosamente, lhe perguntando que era mesmo o seu super poder.
–--
No outro lado, o sol entrava timidamente atráves das janelas enormes, mas as cortinas bloqueavam, sem permitir entrar nem um raio de sol. Os passos lentos ecoavam pela sala, fazendo o jovem atraente remexesse na cama, abriu as cortinas, deixando a luz penetrar pelo quarto todo. Os olhos do jovem abriram lentamente, exibindo os puros azuis, piscou várias vezes até acostumar a luz. Sentou-se e esfregou a mão nos olhos, abrindo a boca que saiu um pequeno bocejo.
― Bom dia, senhor.
O jovem Harris assustou na hora, olhando com olhos arregalados para a empregada que sorria entre lábios, esperando pacientemente até que Matt dissesse alguma coisa. Parecia que estava bem acostumada quando estava por perto de alguém, sempre assustavam.
― A-ah... – gaguejou Matt com sorriso amarelo. – Me desculpe...
― Sem problemas – disse Kylie, com a vénia. — o patrão já vem a caminho.
― Obrigado.
Kylie sorriu e depois se retirou para fazer outras tarefas. Matthew fez menção de levantar mas, quando se deu conta que já não usava o terno, sim de pijama. Ele ruborizou de repente, será que foi Edward que o fez despir a roupa? Não... não pode ser.
Matt ficava perdido nos seus pensamentos enquanto Edward o aproximava com silêncio, abriu lentamente os braços como se fosse atacar a presa. E abraçou por trás, na cintura do menor que lhe fez sobressaltar com susto.
― Edward! – vociferou, com rosto esfurecido e, ao mesmo tempo, não conseguia resistir, desatou a rir baixinho e bater levemente nos braços que encurralavam. – Pegar sustos ainda me mata...
― Me desculpe.
― Porque estás me pedindo desculpas?
― Porque te assustei... – sussurrou no ouvido dele, sentindo o cheiro do menor invandindo nas suas narinas e, depois, colocou o nariz entre ombro e pescoço do menor. – E também me desculpe por causa de ontem...
― Tudo bem, não falamos mais sobre isso.
― Tens de certeza? Sabes bem que eu te disse que podias me contar sempre comigo.
― Eu sei, Ed. Só que não posso contar porque... – pausou, com lágrimas a descer abaixo sobre o belo rosto do jovem. – Porque vai te chocar tanto assim não te conto. Só te conto quando chegar no momento certo. – disse, por fim, com sorriso entre lábios e, ao mesmo tempo, limpando as lágrimas com a manga da camisola. E depois, se deu conta. – A propósito... foi você quem mudou a roupa em mim? – perguntou enquanto ruborizava levemente.
― Não, pedi somente à Kylie.
― Kylie? Ela não tem vergonha de me trocar a roupa?
― Nem por isso, por isso a escolhi como a minha preferida empregada.
Matt limitou-se a sorrir ao ouvir, virou-se para frente dele e deu um selinho rápido. Edward ficou surpreso, havia gostado da carícia, pois não esperava mesmo que o menor fizesse algo como isso. Ele sorriu de uma forma ninguém jamais viu , nunca havia sentido tão apaixonado por Matthew Harris.
― Ed... tenho fome.
― Vamos comer – falou o chefe, puxando o menor para a cozinha onde tem uma mesa repleta de comidas do pequeno almoço.
― Espera lá... – parou por um segundo e depois, entendeu que estava atrasado para o trabalho. Olhou para as horas e arregalou os olhos, como se estivesse visto um fantasma. – O trabalho! Edward! Você também! – desesperou o jovem.
― Calma... – riu Ed, colocando as mãos nos ombros do menor com tentantiva de acalmá-lo. – Telefonei para o Ryan e o Liam para tratarem o Brandon e também pedi a James para tomar o meu lugar.
― Mas... porque fizeste? – respondeu Harris que havia acalmado aos poucos.
― Achas que eu iria te permitir você trabalhar depois do susto que você me pegou?
Matthew nada disse, apenas abaixou a cabeça. Edward soltou um suspiro longo, pegou a mão do menor e orientou para a mesa.
Ambos ficavam a conversar, comer e a rir enquanto Kylie levava os pratos sujos para a louça e as outras empregadas ficavam a suspirar a olhar para os dois homens que pareciam celebridades. Kylie tentava ignorar, precisava de concentrar o trabalho.
De repente, a campainha tocou.
Edward e Matthew trocaram de olhares, Matt olhou para as horas que indicavam às nove para quinze da manhã. O chefe olhou para Kylie que entendeu de imediato de que se tratava. E caminhou-se para à porta e abriu.
Ambos ficavam a conversar por quem seria esta hora, ouviram os passos se aproximando e olharam para onde vinham.
Matthew arregalou os olhos ao ver uma mulher que o olhava com surpresa.
Era a Tania.
E, também havia mais uma pessoa ao lado da senhora, que era um garoto loiro e olhos castanhos. Provavelmente que seja seu filho.
Tania olhava para o jovem doutor e depois olhava para Edward que também estava assombrado. O menino olhava admirado para o jovem com olhos azuis, Harris ao ver que estava sendo observado, abriu um sorriso entre lábios que lhe admirou mais a beleza do jovem.
― Tania... que surpresa! – disse Graham, sorrindo abertamente e depois olhou para o garoto. – Tyler! Meu querido, como estás?
― Estou bem, pai – disse o loiro com timidez.
O moreno se deu conta que continuava sentando, levantou-se e aproximou dos trio.
― Bom dia, Mrs. Campbell – cumprimentou Matt, sorrindo e depois olhou para Tyler. – Olá, sou amigo do seu pai, Dr. Matthew.
Tyler ficou vermelho ao ver o rosto de beleza do Matthew tão perto do seu. Tania ainda ficava contrangida perto do jovem doutor. Não conseguia explicar o motivo, mas sentia nervosa perto dele mesma coisa que sentia quando estava com Patrick. Mas ela entranhou que como podia estar Matthew ali com Edward, estará de folga?
― Me desculpe, mas porque vocês não estão no trabalho? – perguntou Tania, com rosto ligeiramente curiosa.
― Bom... o Dr. Matthew não se sente bem, por isso dei uma folga por hoje.
― Coitado! Estás bem, doutor?
― Estou bem, obrigado por me preocupar – respondeu o moreno com o sorriso de tirar o fôlego.
― Oh! Que nada – falou Tania com sorriso agradável, abraçando o seu filho por baixo.
Tyler apenas ficava em silêncio, Matthew olhava para Edward com olhar de indignação. O chefe apressou:
― Ah... Por acaso, Matthew, esta é a minha ex-mulher como você sabe o nome – Matt arregalou os olhos ao ouvir. – e esse é meu filho, Tyler Campbell – disse enquanto apontava para o pequeno que ficava ainda em silêncio e depois virou-se para eles. – Hum... vocês já se conheceram?
― Sim – disseram em uníssono, ficaram surpresos enquanto trocaram os olhares e riram baixinho.
― Pela minha informação que sei, a Mrs. Campbell é a namorada do pai do meu paciente, o pequeno Brandon – sorriu Matt, divertido.
― O quê? Já tens namorado e não me contaste nada – indagou Edward, olhando para Tania que fez com ar de que esqueceu algo.
― Desculpa, Edward. Eu esqueci – Tania riu baixinho, depois olhou para as horas e se assustou que estava atrasada. – Ai! Estou atrasada de novo! Edward, por favor, toma conta do Tyler. – disse apressada, dando um beijo na bochecha do Ed, depois Tyler e, no fim, Matt. – Tyler, porta-se bem... – e depois olhou para o moreno. – Gostei de te ver novamente, doutor. Desejo-te melhoras e até mais! – saiu apressada e fechou a porta.
Tudo ficou em silêncio, quem lhe quebrou foi o chefe.
― Bom... apesar que temos uma folga hoje, temos de levar o Tyler junto – suspirou.
― Eu adoro crianças – exasperou Harris, abaixando as pernas até ficar na altura do Tyler. – Tyler, não se importa de vir a gente?
― N-não – gaguejou o loirinho, ruborizando.
Matt sorriu, erguendo-se e bateu as palmas.
― Então vamos!
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