O Parnaso

1 O mito de Héracles


De Zeus a trompa ruge

O suspiro de Alcmena é uma brisa

E enquanto os céus clamam a relâmpagos

O bebê mortal entre os homens nasce

E a chuva cai sobre a terra, o choro de Zeus

Rega a flora de Deméter

E resfria o inferno de Hades

O sol sorri no outro horizonte

Enquanto a lua dá as boas vindas

Passados dias entre os pescadores, da Beócia

Héracles têm sua força descoberta

Quando em uma noite épica, manchada de rancor

De Hera, serpentes rastejam até seu berço

Mesmo bebê, tem um poder descomunal

Pois é mesmo um semideus

E, em ambas mãos estrangula

As serpentes carniceiras da deusa ciumenta

Para o desapontamento da Olimpiana

E dos muitos reis mortais entes

Pois tal poder pertencente à um deus Grego

Aprisionado em uma criança de Tebas.

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