O Padrasto
51 Penúltimo Capítulo
Notas iniciais
Maria: Acho que tio Evandro.
Cristina: (Sem querer a interrompe, soltando um grito de dor, sentir uma forte contração e sua bolsa acabava por se romper). Frederico.
Frederico: Er... Esta bem, vou te levar ao hospital. Irmão me avise qualquer coisa, sobre Roberta, por favor.
Frederico abraçado a esposa, indo rumo ao hospital, o mais rápido possível. Acsa ía junto ao pai.
[...]
Estevão: O que falava amor? (Preocupado com a filha).
Maria: Tio Evandro a sequestrou. Pedro disse te-lo visto a obrigando a entrar em seu carro. (Nervosa).
Estevão: Iremos a delegacia fazer a denúncia. (Sem saber o que fazer). Como iremos acha-lo?
Maria: Eu não sei, eu não sei. Porque ele faria isso? (Quase chorando). Eu não consigo entender.
Estevão: Avisamos eles ou não? (Olhando para os noivos).
Maria: Eles tem que saber Estevão, mas não podemos atrapalhar a felicidade deles. (Diz em conflito se diria ou não).
Estevão: Liga para Evandro, agora. (Entrega seu celular a ela).
Maria: (O olha séria... E então liga, por incrível que pareça ele a atende). Tio... Tio Evandro?
Evandro: Olá querida, sobrinha. (Diz em um tom, um pouco sombrio).
Maria: Onde o senhor, esta? (Tenta não se atropelar com as palavras).
Evandro: Estou vendo se uma certa passarinha sabe voar. (RI).
Maria: Co... Como assim? (Gagueja).
Evandro: O que acha de um pequeno jogo de palavras?
Maria: Que tipo de jogo? (Sem entender).
Evandro: Uma menina muito linda, rica, honesta, bondosa se casa com um pobretão. Qual o nome da mulher? (Sorrindo).
Maria: Maria? Tio o que esta fazendo? Porque isso? Enlouqueceu?
Evandro: Cale-se, e apenas me ouça. Um cruel assassino, totalmente louco de paixões por matar e pela mocinha?
Maria: Bruno? (Chorando).
Evandro: Seja mais firma em suas respostas querida, parece que nunca sabe o que quer de verdade. Isso explica o motivo de estar casada com Estevão...
Maria: Faz esta merda de jogo. (O interrompe).
Evandro: Como queira. (Suspira). Vingança.
Maria: O que você quer? (Sem entender). Vingança do que?
Evandro desliga o telefone, para o desespero de Maria e Estevão.
Estevão: O que ele disse? (A olhando).
Maria: Pássaros voam? (Faz uma pergunta retórica).
Estevão: O que? Maria o que tem isso a ver? (A olhando).
Maria: Vingança. Bruno, Bruno queria uma vingança, vingança sem sentido. (Suspira). Mais a queria. (Tentava ligar os pontos).
Estevão: Maria por Deus me explica, alguma coisa?
Pedro: Sr. Estevão acho que ela está ligando alguma coisa. (Os olhando).
Estevão: Não percebi. (É rude, sem querer. Mais estava nervoso demais, para ligar para isso).
O celular volta a chamar, era Evandro. Maria o atende na primeira chamada.
Evandro: Alguém me deu uma ideia mais interessante. Vamos lá Maria um novo jogo se inicia.
Maria: Novo jogo? Que tal esse jogo ser de eu perguntar, em vez de ser você?
Evandro: Um jogo sem graça. Porém seu Títio aqui sempre foi muito bom contigo, por isso. Faremos assim, eu pergunto você responde, se acertar pode perguntar. Ou ... (Solta uma risada maléfica).
Maria: Eu começo?
Evandro: Pode ser. (Diz secamente).
Maria: O sonho de todo o pássaro é ser livre, qual o melhor local para se pegar vôo? (Já imaginando sua resposta).
Evandro: Ponta do ninho. Sua resposta sobre Vingança foi errada, quero a resposta certa, agora.
Maria: Ajuda. Você ajudou ao Bruno, por isso ele sabia de todos os nossos passos.
Maria vê Pedro mexendo no celular, tentando ligar para Roberta. Ela toma o celular do menino, e cancela a chamada. Entra no APP de mensagens, e escreve ; "Diga aos meus filhos para ficarem calmos, encontramos a Roberta... Não diga nada sobre Evandro. E os distraía". Logo em seguida, ela puxa Estevão o levando para o carro deles.
Evandro: Menina esperta! (Sorri orgulhoso). Sua vez, Maria.
Maria: Porque envolver os inocentes? (Entrando no carro).
Estevão a olha, e escreve no celular dela, já que ela esta com o seu. "Para onde iremos?" mostra a ela, que o responde "Casa".
Evandro: Porque todos somos inocentes, até que se prove o contrário. (Suspira). Minha vez. Amor proibido, fruto proibido?
Maria: Preciso de tempo, para pensar.
Evandro: Resposta errada. (Apontando a arma para Roberta). Um passo a frente pássaro . (Sorri). Sabe que tempo é o que menos temos, querida. (Dá um passo a frente). Minha vez novamente. Você sabe como sua mãezinha cometeu suicídio?
Maria: Tentando fazer seu vôo?
Maria estava tendo um raciocínio rápido, pois nem se quer sabia que sua mãe havia se suicidado. Ou menor havia sido homicídio. Porém sua fixa havia caído sobre onde eles estavam da casa. E por isso chutou, acertando em cheio.
Evandro: To gostando de ver. Quer dar um adeus a sua adorável e pequena passará? (Olhando para Roberta).
Maria: Quero. Passa para ela.
Evandro faz o que havia dito.
Roberta: Mamãe... (Chorava).
Maria: Shh, tudo ficará bem. Agora põe no alto falante, quero que seu tio ouça. (Do outro lado da linha, ela ouve um "uhum". Roberta faz o que ela manda). Hey pequena, sabe o que me confortou ao perder o seu pai? Foi saber que teria mais um anjinho meu. (Chorando). Quando lhe vi pela primeira vez, chorei tanto de emoção. E pensei no que seu pai iria dizer já "Essa dará trabalho", sabe porque pensei nisso? Porque seu pai era ciumento, era? Não, ele é. (Olha o marido ao seu lado). Eu sabia que teria que ser seu mãe e pai, e que mesmo assim jamais o substituiria em sua vida, tanto na sua como na de seus irmãos. Seu primeiro passo foi encantador, não tivemos quem lhe aguardar na frente filha, para lhe segurar, você cai, e mesmo assim sorriu. Você cresceu Roberta, sabe a diferença entre o bem e o mal, o que te faz crescer e o que não lhe acrescenta. Sabe o que é ter fé e o que é não acreditar em nada. Faz um favor para a mamãe, acredita! Usa a fé, ela é a chave. Você é meu maior tesouro filha, e você e nossa família. Eu te amo! (Desliga).
Roberta: (chorava... Olha para o tio). Ela desligou.
Evandro: O que achou do discurso? Bonitinho, né? (Suspira). Pena que de nada serve, se sua mãe não se importa contigo, quem foi eu para isso? (Aponta a arma na sua cabeça). Suas últimas palavras antes de saltar?
Roberta: Não.. (Grita).
Evandro: Diga agora. (Gritando).
Roberta: Amo meus pais! (Fecha os olhos). Atira, pois eu não vou pular. (Olha para baixo).
Evandro: Pula ou te jogo! (Grita).
Roberta: Que me jogue. (Sussurra).
Evandro começa a caminhar indo até ela.... Onde eles estavam? Em cima da mansão. Onde era o ninho da "passará".
Estevão: Se afasta dela. (Diz logo atrás).
Evandro: (Se virá para Estevão). Então veio "salvar" a sua menininha? (Puxa Roberta, dando lhe um chave de braço).
Estevão: Incrível como você e Bruno são dois covardes, mexer com uma adolescente, que não tem como se defender. (Nervoso).
Evandro: (Sorri). No amor e na guerra vale tudo. E cada um usa arma que tem.
Maria enfim sobe até eles. Estava pálida. Aparentava estar mais calma do que realmente estava.
Maria: E que guerra é essa? A qual um lado, esta desinformado? (Grita).
Evandro: Não é guerra minha querida, ao menos não começou como tal.
Estevão: Começou pelo que? Como? (Confuso).
Maria: Começou por por um amo doentio. (Escorre uma lágrima). Você é louco.
Evandro: Você não dizia isso, até conhecer o idiota do Estevão. (Aperta mais o pescoço de Roberta, apontando a arma para Estevão).
Maria: Porque com a minha mãe? (Pergunta com ódio). Esse amor, amor não, essa doença começou por ela?
Evandro: Sim, eu a amava.
Estevão: A sua irmã. (Como estômago embrulhado. Começara a entender as coisas).
Evandro: Entre você e ela, ela preferiu se jogar. (Sorri). Você puxou tanto a ela, tão linda. Mais assim como ela, é uma estupida.
Maria: Meu pai você o matou? (Dá um passo a frente).
Evandro: Fique ai, ou atiro nele. (Atira perto do pé de Estevão). Claro, ele queria cuidar de você, você era minha já.
Roberta começa a chorar mais, deixando a todos mais nervosos.
Maria: (Sorri fraco). Ela tinha nojo de você, te odiava. Preferiu a morte, do que a você. (Se aproxima).
Evandro: Cala a boca, cala a boca. Você... Você é uma vadia igual a ela. (Gritando). Quero que faça como ela.
Estevão: Não, Maria não irá saltar. (Olhando a filha).
Evandro: É bom que a passará aqui, saiba voar! (Indo mais para ponta). Isso acabará aqui.
Maria: Não... (Grita). Eu me jogo, mais não faz isso com minha filha. (Se aproxima da beirada, da casa).
Roberta: Mãe... Eu sempre te admirei, nunca admiti, por ser idiota. Nunca fui de ser carinhosa, como você. Mais sempre te amei, e amo! (Chorando). De dez vidas onze eu te daria, e com você eu aprendi a voar...
Evandro: Como um pássaro. (Completa). Qual das duas irá se sacrificar?
Maria fica quieta, sem dizer uma palavra.
Roberta: Eu.
Estevão: Maria? (Não a reconhecendo).
Evandro solta Roberta, que vai até a mãe e a abraça, um dos abraços mais forte de sua vida. Sorri para a mãe, e sorri. Evandro apontava a arma para Estevão, com os olhos nelas.
Estevão: Como pensa que irá fugir? (O olhando).
Evandro: (O olha). Irei fugir, com o dinheiro que roubei da empesaaa.
Evandro recebe dois tiros no peito, e um no peito, de Maria. Evandro dispará em Estevão, enquanto lentamente no chão. Maria junto a Roberta correm até Estevão.
Estevão: (Sorrindo). Está é a minha morena. (Com a mão no braço).
Maria: Foi de raspão! (Lhe da um selinho).
Maria se levanta, rasga um pedaço do seu vestido, o deixando curto até demais, e amarra no braço dele, para evitar o sangramento. Roberta sem parar de chorar abraça forte os pais.
Roberta: Achei que iria morrer. (Diz toda atrapalhada nas palavras).
Maria: Eu faria o mesmo que minha mãe, se precisasse. Eu te amo tanto minha pequena. (Beija a testa de Roberta).
Estevão: Fiquei com medo de você errar a pontaria. (Rindo). Me ajudem, a me levantar, sim?
Maria e Roberta o ajudam, a levantar.
Eles ouvem o barulho da sirene da polícia.
Maria e Estevão: Agora? (Se olham e sorriem).
Roberta: Vocês que chamaram? (Mais calma).
Maria: Sim, filha, fomos nós. (Suspira).
Estevão: Como entendeu as pistas, tipo "Passará"?
Maria: Tio Evandro, colocou um apelido em cada um deles, e Roberta era o pássaro. O alto do ninho, da nossa casa.
Estevão: Sinto muito.
Maria: Tudo bem.
[....]
Hospital.*
Frederico estava no berçário, olhando seus filhos. Os olhava encantado. Como nasceram prematuros estavam ambos na encubadora.
Acsa: Oi? (Sorrindo, olhando os irmãos). Eles são perfeitos.
Frederico: São sim, filha. Eles são meus. (Suspira feliz). E notícias de sua prima?
Acsa: Como sabe? (O olhando). Bem, até agora nada.
Frederico: Eles são lindos. Irei ligar para Estevão, algo deve ter ocorrido de grave.
Acsa: Papai. (Rindo). Espero que não. (Olhando os irmãos). Irei ficar com a mamãe.
Frederico: Ela ainda não acordou? (A olha).
Acsa: Até agora não. (Suspira). Qual de nós passará a noite com ela?
Frederico: Obviamente eu, sou maior de idade e você não.
Acsa: (Revira os olhos). Posso ficar na casa do tio?
Frederico: Sim, daqui a pouco te levo.
Acsa: Está bem. (Saindo).
Acsa vai ao quarto da mãe, e a vê ainda dormindo. Estava pálida e serena.
Acsa: Mamãe? (Segura sua mão). Espero que acorde logo.
Cristina começa a mexer sua mão, e logo abre os olhos.
N
Acsa: Nossa minhas preces foram ouvidas rápido. (Sorri e abraça a mãe).
Cristina: (Sorri). Seus irmãos estão bem?
Acsa: Estão, nasceram lindos e saudáveis. Papai disse que eram deles. (Sorrindo).
Cristina: É, ele disse que seriam como. Mesmo assim farei o exame de DNA.
Acsa: Pra ele, eles já são de sangue. São bonitos como eu e ele. (Sorri). Mamãe, (fica séria). Se o DNA der negativo, qual a qual a diferença que irá proporcionar a nós? Acho que nenhuma, esqueça isso.
Cristina: Não consigo. (Escorre. Uma lágrima). Preciso saber.
Acsa: E se forem de Bruno? Irá trata-los de forma diferente, a qual sempre me tratou? Porque se for assim, melhor realmente nem saber.
Frederico entra no quarto, elas param de falar na hora.
Frederico: Sobre o que falavam?
Acsa: Dos pequenos, de como são lindos, e saudáveis. (Sorrindo).
Frederico: Depois que sua mãe estiver melhor, pedirei uma cadeira de rodas, e a levarei para vê-los. Mas agora tenho que te levar para casa, horário de visitas acabou.
Acsa: Está bem! (Abraça a mãe). Boa noite mamãe.
Cristina: Boa noite linda. Onde ficará? (Beija sua testa).
Acsa: Na casa do tio Teb.
Cristina: Se comporte por lá.
Acsa: (Rindo). Mamãe não sou mais nenhuma criança.
Cristina: Uhum... (Sorri). Até amor!
Frederico: (A beija). Até, meu amor.
[...]
Se passa um ano.*
Nesse tempo se passou muita. Os gêmeos já estavam perto de completar um ano. Cristina ainda não havia se entregado a Frederico, sempre que o mesmo tocava no assunto, ela acabavam desconversando. Começava a achar que ele tinha uma amante, claro que a incomodava, mais não o culpava. Sempre que podiam tirar um tempo para si, aproveitavam e namoravam. Haviam feito o aniversario de Acsa de 17 anos, em uma festa simples só para os mais chegados como a família apenas, decisão da adolescente. Frederico desabafava com seu irmão sobre sua situação, que estava mais na seca do que qualquer um no deserto. Estevão que conhecia o irmão, o pergunta se ele chegou a trair Cristina. Frederico ria sempre que o irmão fazia esta pergunta, e lhe respondia que não todas as vezes. Depois que se conhece o amor, as pessoas mudam, e para melhor sempre. Cristina havia feito o exame de DNA com a saliva de Frederico Junior, e a de Frederico. Com a pequena Agatha por ser gêmea do pequeno, achou desnecessário. O resultado seria entregue no dia do aniversário.
Acsa tinha começado um namorado no colégio, está sério. Até que Frederico com seu jeito doce de ser, espantou o menino, dizendo que o cortaria seu testículo se continuasse a namorar sua filha. De início Acsa parou de falar com o pai, mas ao se dar conta que ele só estava a protegendo volta a falar com o mesmo, até porque havia percebido enfim que o garoto não prestava.
Os gêmeos estavam a cada dia mais espertos, a menina como de costume mais apegada ao pai. Frederico vivia babando na pequena, assim como em Frederico Júnior. Cristina era uma mãe coruja, sempre ao lado de seus bebês, Frederico a ajudava, cada dia era um deles que levantava para fazer mama ou trocar fralda. Acsa muitas vezes com do dos pais, os ajudava, quando não se levantavam vencidos pelo cansaço. Muitas das vezes que Frederico ia ao quarto dos bebês, a via com um deles no colo.
***
Estevão havia sido apenas um tiro de raspão como eles mesmo haviam percebido. Foram a delegacia e explicaram tudo ao delegado, que os liberaram. Haviam conseguido recuperar todo o dinheiro, que Evandro havia sacado da empresa. Maria e Estevão estavam felizes, enfim a felicidade parecia ter aparecido de vez em suas vidas. Maria estava encantada com os sobrinhos, até começará a conversar com o esposo, para terem um também, porém apesar de Estevão amar os sobrinhos como seus, não sentia o desejo de ter outro filho ainda mais na idade, que ele considerava velho, ainda mais por pensar que teria sua neta mais velha que um possível filho. Ela aceitou, porém seu desejo não havia se encerrado.
Heitor estava a um ano casado com Vivian, ou melhor a quase um ano. Engraçado era que esta data era cheia de comemorações, e lembranças. Bem... O casal havia descoberto a pouco, que não poderiam ter filhos, por Vivian ser estérica. Desde que saiu o resultado desse exame, eles começaram a vários orfanatos para encontrarem uma criança. Já haviam até começado a se mexer com a papelada para a de adoção, como já haviam escolhido qual criança iriam adotar, melhor se dizendo as criança, decidiram adotar um casal de irmãos. A menina de sete anos, e o menino de sete meses.
Estrela e Greco moravam na mansão. Ele trabalhando e ela estudando, em períodos diferentes, para ficarem cuidando da pequena Luna, que faltava ainda dois meses para completar um ano. O jovem casal, estava sempre se dando bem, e se amavam deixando isso visivelmente claro a todos.
Ângelo e Alma moravam na mansão. Alma havia começado a fazer faculdade de contadora, Ângelo que havia sugerido, e ela concordou. O casal estava indo ase levando cada vez mais para frente. Não pensavam em ter filhos, por enquanto.
Roberta enfim começou a namorar com Pedro, o qual foi seu primeiro amor. Formavam um lindo casal. Seus pais tanto da parte do garoto como os da menina, ficam em cima. Motivo? Talvez não quisessem ser avós por enquanto, ao menos no caso de Estevão e Maria, não queria da parte de Roberta, que estava com apenas 16 anos.
Fabíola que estava sendo sustentada por Maria, isso or ela ter sido boa com Fabíola, pois não tinha obrigação alguma. Já que Fabíola tentou adquirir os bens deixados por Bruno, o qual a deixou sem nada, pois devia tudo em impostos. Na cabeça de Fabíola isso tudo era culpa de Maria, com esta ideia louca, tramou de tentar matar Maria. Uma tentativa falha, que um dos seus empregados contou a polícia, e que ela mesma havia confessado que ainda iria matar Maria. Fabíola passa por um inquérito, se mostrando totalmente fora de suas faculdades mentais, indo para o hospício.
Daniela e Demétrio com o tempo haviam mudado, não queriam nem paz nem guerra com a família San Roman. Só queriam a felicidade do filho, que era Roberta, no momento.
Ruffino estava na mesma, sofrerá com a morto do irmão porem sabia que foi a melhor coisa que aconteceu, ainda mais ao descobrir que ele havia matado a irmã deles. Tinha dúvidas de que poderia ser o pai de Ângelo, por isso andou ausente, na empresa e na mansão. Como suas investigações não deram, fez o exame de DNA, o qual não foi difícil de se fazer. E deu positivo, só não sabia como falar isso ao jovem.
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