Notas iniciais
Não sei quando sairá o próximo! Beijos lindas

***HOSPITAL...

Todos estavam na sala de espera, enquanto Estevão passava pôr um cirurgia.

Maria não conseguia parar, ela de movimentava de um lado para o outro chorando. Heitor que vai de encontro a sua mãe, a abraça. E com isso consegui senti o desespero de sua mãe, e tenta acalma-lá.

Heitor:Calma mamãe, Estevão é forte e sairá dessa sã e salvo (nervoso).

Maria:Não consigo, não posso. Era para mim estar lá, e não ele. Estevão esta entre a vida e a morte e isso é culpa minha.

Roberta:(que estava sentada, se aproxima de sua mãe e a abraça também). Ele se sairá bem, ele é forte.

Estrela:(se junta a eles no abraço). Você vai ver que seremos uma família feliz, assim que ele sair deste hospital. Eu e Heitor decidimos aceitar Estevão, ele é um bom homem e merece alguém como a senhora, vocês vão envelhecer juntos.

Maria:(mesmo chorando ela dá um leve sorriso). Será assim, meus amores, vocês ao nosso lado.

Angelo:(se aproximando deles. Seca as lágrimas de Maria). Vê-la assim me dói muito mamãe, a senhora irá ver que tudo se resolverá.

Maria:Obrigado pelo apoio de vocês meus amores, tudo que eu precisava era do apoio de vocês, e fico feliz de tê-lo.

Já os amigos, e tios de Maria estavam lá no canto torcendo para que Estivesse morresse de uma vez.

Demétrio:Seria muita sorte nossa, se Estevão morresse (sorri).

Daniela:Eu acho que se Estevão morresse tudo iria piorar. Maria querendo ou não iria lutar até o fim para encontrar o verdadeiro assassino, e os filhos concerteza ela acabaria contando a verdade, e eles iriam também investigar a vida de todos nós.

Bruno:Pôr mim, Maria poderia procurar por quem ela quisesse, o verdadeiro assassino é Estevão. E em relação aos filhos pouco me importo com eles, e não tenho nada a esconder (menti).

Fabiola:É mesmo Bruno? (o desafia com o olhar). Pois não é o que eu sei.

Bruno:Cale-se Fabiola (grosso).

Alba:Só eu percebi, ou vocês também, a preocupação dos filhos de Maria com o Estevão.

Ruffino:Mais Alba, os filhos de Maria são de Estevão também.

Evandro:Cale a boca Ruffino. Maria criou os filhos com nossa ajuda, e não desse assassino. Pôr isso ele não pode ser chamado de pai deles.

Daniela:Olha não é o médico de Estevão?

Demétrio:Vamos nos juntar, a Maria para saber se tivemos sorte ou ela (sorri de canto).

Maria:Dr. Rubens diga-me como foi a cirurgia de Estevão? (ansiosa e nervosa).

Dr. Rubens:Podemos ir a minha sala para minha falar?

Maria:Sim podemos.

Fabiola:Mais todos queremos saber como Estevão esta, pois todos nos preocupamos com ele.

Maria:Fabiola pare de falsidade, Estevão não morreu para querer saber detalhes. Vamos a sua sala Dr. Rubens.

Dr. Rubens:Vamos (mostrando o caminho com os braços).

Estrela:Espero que o Dr. Rubens de uma boa notícia.

Roberta:Eu também espero isso.

***Sala de Dr. Rubens...

Dr. Rubens já estava sentado, de frente para Maria. Maria não havia se sentado, não queria perde seu tempo com isso, queria ouvir logo como estava Estevão.

Maria:E então como foi a cirurgia de Estevão? Como ele esta? Diga logo pelo amor de Deus (desesperada).

Dr. Rubens:Calma senhora Maria, se a senhora me deixar falar eu te digo qual é o estado dela.

Maria:Desculpe, mais é que estou desesperada, e necessito de notícias urgente (se sentando).

Dr. Rubens:Entendo seu nervosismo. Ô quadro de Estevão já não esta grave como antes, ele perdeu muito sangue e isso causou o desmaio, e conseguimos o tipo de sangue dele, onde fizemos a doação de sangue. Mais a bala não atingiu nenhum orgão vital. Ele ainda esta no efeito da anestesia, amanhã de manhã poderão vê-lo.

Maria:(sorri de leve). Me deixe vê-lo nem que seje de longe, por favor?

Dr. Rubens:Tudo bem, mais só um minuto, e só a senhora. Esta bem?

Maria:Sim.
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Eles saem da sala do Dr. Rubens, e vão rumo ao quarto de Estevão, mais no caminho ficava a sala de espera. Quando Maria ia passando pôr lá, ia indo de cabeça baixa, até que Angelo segura no seu braço, a fazendo voltar a terra. Pois sua cabeça estava somente em Estevão.

Angelo:Mamãe, o que o Dr. Rubens falou? Estevão ele se saiu bem na operação?

Maria:Estevão já esta bem, mais ainda esta com o efeito da anestesia, e por tanto não esta acordado. Eu vou vê-lo agora filho, vou só poder ficar alguns minutos (saindo).

Heitor junto ao demais, não tinham ouvido o que Maria havia falado. Então se aproxima de Angelo, para saber o que Maria tinha falao em relação ao Estevão.

Heitor:Angelo a mamãe falou algo sobre o estado de Estevão?

Angelo:Falou pouco, mais falou. Ela falou que ele estava bem, mais estava no efeito da anestesia, e por isso esta desacordado, e só teria uns minutos com ele.

Heitor:Ah tá, acho que para os demais, devemos deixar a mamãe falar.

Angelo:Também acho. Não sei se notou, ou sou eu que estou pirando. Mais a mamãe não esta nem um pouco feliz com a presença de Bruno, Fabiola, Demétrio, Daniela e Alba.

Heitor:Também percebi Angelo, mais não sei o motivo.

Maria já estava no quarto onde Estevão estava. Ao vê-lo daquela forma, deixa uma lágrima grossa escorrer sobre sua face.

Maria:Meu amor, a culpa é minha de você esta aqui, eu devia ter confiado em você, desde então tudo de errado que esta acontecedo, é culpa minha (se aproxima, senta em uma cadeira próxima da cama. Segura a mão de Estevão e a beija). Você não devia ter se posto a frente daquela arma. Eu te amo, meu amor. Quero te ver logo longe deste hospital.

Enfermeira:Sinto em informa, mais a senhora terá que sair.

Maria:Esta bem (dá um beijo nos lábios de Estevão, na hora que ia soltar a mão dele senti que sua mão foi apertada). Estevão?

Estevão:(fala com dificuldade, pelos sedativos). Culpa, não foi sua. Meu amor te amo (apaga).

Maria:(meio que apavorada). Enfermeira isso é normal? (preocupada. Olhando para Estevão).

Enfermeira:Sim senhora.

Maria saí do quarto, sem falar mais nada. Antes de voltar a sala de espera, vai ao tualéti passar um água na cara, e vê que seu rosto esta enchado de tanto chorar e seus olhos estavam vermelhos. Depois vai para sala de espera. Ao chegar lá, vê Estrela e Roberta abraçadas no sofá, Heitor ao lado delas. Ela estranhou não ver Angelo a lado dos irmãos, os amigos falsos e seus tios já tinham ido embora.

Maria:Oi filhos, onde esta Angelo?

Roberta:(que estava quase cuchilando). O quê? Onde?

Estrela:(sorri). Calma maninha, o Angelo esta no tualéti. E o Estevão mamãe?

Maria:Ele esta bem, mais só acordara amanhã. Mais vou conversa com o Dr. Rubens para passar a noite ao lado dele. E vocês vão para casa.

Heitor:Mais nós queremos ficar com a senhora, não queremos deixa-lá sozinha aqui.

Maria:Não ficarei sozinha, estarei ao lado de Estevão.

Heitor:Esta bem, se a senhora insisti e além do mais estou cansado (Roberta se mete).

Roberta:Mamãe esta mais cansada, ela acabou de chegar de viagem, e agora esta aqui.

Estrela:A Ro tem toda razão.

Maria:Eu estou bem, e vocês vão descansar logo vão (manda).

Heitor, Angelo, Estrela e Roberta vão para mansão San Romãn. Enquanto Maria vai falar com o médico Rubens, ela não queria só ficar no hospital como, no quarto onde estava seu amor.

Maria:Então Dr. Rubens eu gostaria de ficar com o Estevão, eu posso? Acho que não iria prejudica-lo não é? E se prejudicar eu entendo.

Dr. Rubens:(sorri). Não se preocupe Maria, pode ficar com ele, sem problemas. Mais caso o quadro dele se complique nos chame rapidamente, sim?

Maria:(sorri de leve). Claro, obrigado.

Dr. Rubens:A senhora vá descansar um pouco, já estava quase dia, e a senhora não dormiu nada notasse isso.

Maria:Eu vou sim Dr. Rubens, até então.

Dr. Rubens:Até, bom descanso.

Maria saí da sala de Rubens, o mais rápido que pôde para ir ao quarto de seu amor. A cada passo para Maria parecia uma eternidade, ia contado os passos até mesmo. Não apenas por estar exausta, mais também para ficar mais próxima dele. Sábia que ela estando perto ou não, ele iria se recuperar ou piorar, mais saber disso antes de todos, oi até mesmo achar que ele ficaria melhor assim. Seria melhor que ficar aguardando notícias.

Maria entra no quarto, pega cadeira que ficava mais fácil de aproximar bem da cama. Pois a poltrona era pesada para ela. Então Maria pega a cadeira e a põe, nos pés da cama. Maria senta-se na cadeira, põe suas frágeis e delicadas mãos, sobre as pernas de Estevão, e fecha seus olhos. Mais nada de dormi, só lhe vinha imagens daquele dia, que pôr sinal tinha sido horrível. Era tantas coisas se decidida, que quando abriu seus olhos as 8:45 horas, parecia que nem se quer tinha dormido.

Maria ao abrir seus olhos, se depara com a cena de Estrela olha do tanto para ela quanto para Estevão com carinho e ternura. Ao certo era o chamado do sangue.

Àquilo foi de uma proporção sem tamanho para Maria, até que fim, eles aceitam Estevão como padrasto. Maria não via a hora, deles saberem que além de padrasto e enteados, são pai e filhos. Mais Maria temia a essa revelação ao seus filhos, como a tratariam? Se iriam perdoa-la? Se iriam culpa-la? Era tantas e tantas perguntas, e nem todas tinham resposta, não naquele momento.

Maria se levanta lentamente, pôr ainda estar com muito sono, e seu corpo todo estar doendo, pela forma desconfortante em que dormiu. Ela dá um sorriso para sua filha que retribui, e vai abraçar Maria.

Estrela:(fala baixo). Bom dia mamãe (a abraçando).

Maria:(Depois do abraço. Também fala baixo). Bom dia princesa. Seus irmãos estão em casa?

Estrela:Não mamãe. Angelo esta na empresa, surgiu alguns problemas, e ele teve que ir. Heitor está por aí, em alguma lanchonete tomando café (Maria a interrompe).

Maria:Como assim tomando café? Vocês sairam de café sem tomar café? (preocupada). Vocês não podem fazer isso, sabe que não faz bem, sair de casa sem comer nada (dá sermão).

Estrela:Aí calma mamãe, a Ro levou o café da manhã para comer no caminho da escola. Angelo depois irá a lanchonete perto da empresa. Heitor já esta tirando o jejum. E eu e a senhora vamos agora.

Maria:Estou sem fome filha, mais você vai tomar seu café e depois vai para a faculdade.

Estrela:Não mamãe (jeito manhoso). A senhora vai tomar café comigo sim. E não vou a faculdade hoje, já avisei o motivo na universidade, e eles super entenderam, vou ficar aqui enquanto a senhora vai descansar um pouco.

Maria:Estou cansada demais para discutir. Então vamos tomar o café, mais apenas café. E não sairei do lado de Estevão.

Estrela:Se fosse o papai, a senhora faria o mesmo? Teria a mesma preocupação? (cabisbaixa).

Maria:(ergue a cabeça da filha). Claro que sim. E fico feliz em ver que você e sei irmão o Heitor, se sentiram assim tão preocupados com Estevão, significa que vocês estão começando a gostar dele. Vamos a lanchonete?

Estrela:(as duas vão saindo do quarto). É sim mamãe, Estevão é uma boa pessoa. Mais não foi isso que me causou preocupação. Sei lá sabe? Mais me deu um aperto no peito, só de imaginar que ele poderia morrer, até pensar no remórcio por tudo que disse, minhas ações. Mais é claro que não é só por isso. Eu já imaginava encomoda-lo todo dia, provoca-lo irrita-lo, me imaginava discutindo. E também me imaginei o abraçando ao menos uma vez, depois de muito inferniza-lo. Ôh medo de não pode viver essas experiências com ele, me deixou atordoada. Foi como se eu fosse perde meu pai, mais pela segunda vez, com direito a desdida (deixa uma lágrima rolar, sobre sua face).

Maria:(Já na lanchonete. Seca a lágrima sobre a face da filha). Não pense mais assim. Estevão esta bem, ele ficará bem (sorri). Mais olha só como a vida é, vocês poderiam estar tentando se dar bem com Estevão a tempos, mais preferiram bancar os difíceis, e quase o perdem. É a lição da vida filha, aproveite enquanto tem dê valor, pois depois que perde não adianta mais. (se sentam). E assim que Estevão sair daqui, que espero que seje logo. Quero você e seu irmão o tratando bem, bem só não da melhor forma possível.

Estrela:(olhando o cardápio). A senhora tem toda razão (jogando o cabelo para o lado). Já estava decidida a dar uma chance a ele, enquanto vocês estavam em lua de mel. Mais como disse antes, para meus irmãos. Se Estevão San Romãn pisar na bola com a senhora, ou com qualquer um que eu ame, desisto da trégua, e aí sim tornarei a vida dele em um inferno (fala calma).

Maria:Nossa que isso filha, você tem tanto poder e força assim para fazer isso? (Estrela interrompe).

Estrela:Quando se trata da minha família, eu sou capaz de tudo por ela. E principalmente a mulher que me deu a vida, e como não tenho mais meu pai, vou protegendo aos meu redor.

Maria:Filha não precisa pensar assim, e quem tem que protege sou eu (sorri).

Estrela:Isso que é família, um protegendo o outro. Eu vou comer uma salsicha empanada.

Maria:Eu fico só no café mesmo.

Maria e Estrela tomam o café. Depois Maria vai para casa. Maria toma um banho rápido, se veste, e vai para o hospital sem maquiagem. Estava com pressa para chegar logo. Maria vai direto para o quarto de Estevão. Chegando lá, Estevão já tinha acordado, e conversava alegremente com Estrela.

Maria:(entra sorrindo). Como se sente meu amor?

Estevão:Como se tivesse levado um tiro, mais bem. Não precisa se preocupa, minha morena.

Estrela:(sorri). Nossa quanto amor, dá para serem menos melosos?

Maria:Que tá ciúmes é?

Estrela:Claro que não, mais ta realmente meloso demais.

Estevão:Então paramos né? meu amor.

Estrela:(ri). Aí vocês não tem jeito mesmo. E a senhora Maria não tinha que ficar descansando, não?

Maria:Não, eu não deixaria Estevão sozinho.

Estrela:Obrigado pela consideração, me senti muito útil agora, sabia?

Maria:Aí desculpe filha (ela se aproxima, de Estevão). E você meu maluco, segunda vez que me salva, mais dessa vez você podia morrer.

Estevão:Já disse uma vez e repito, se eu tivesse onze vidas dez eu te daria.

Maria:E eu só com essa, daria a você.

Maria abaixa a cabeça, e dá um beijo em Estevão. Um beijo lento, calmo, com ternura e delicadeza. Maria colocava suas mãos em volta do pescoço de Estevão, e Estevão ponhava as suas mãos nas costa de Maria. Eles terminam o beijo com vários selinhos.

Estrela:(com as mãos no rosto). Eu posso destampar meus olhos?

Estevão:(sorri). Pode sim. Vocês se alimentaram?

Maria:Sim.

Estrela:Eu sim, mais a mamãe não quis.