Quando são surpreendidos com a campainha que tocava e Elias corre abrir era a polícia.

P- Elias Vilarroel?

E- Sim!

P- Você está preso. — Disse o policial já o algemando.

E- Só pode ser algum engano!

P- Você é cumprisse de Egenia Vilarroel, sua esposa.

C- Esposa?

B- Só pode estar acontecendo algum erro.

E- Sim e é!- tentava afirmar Elias.

C- Você é casado?

Nisso a polícia o levou para a viatura, não dando tempo de ele responder.

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Enquanto débora era carregada pelo policial ela se vira e diz:

V- Victoriano! Você também tem culpa nisto, pois, além de meu amante, também roubou a sua empresa e posso provar, pois, todas as transações foram feitas do seu computador, lembra que você me dizia que o divorcio iria te depenar a ideia foi sua de roubar a empresa e até me calou me dando ações da sua empresa. –Disse ela mentindo.

Inês- Victoriano?- diz Inês esperando uma resposta.

D- E tem mais, ele me trouxe pra casa dele e disse que em breve seria nosso lar, ou acha que eu iria chantageá-lo para me trazer até aqui, um brutamonte como ele não permitiria isso. Ele te traiu comigo Inês e não foi apenas na minha cama.

V- Mentirosa!Desgraçada.

A policia a coloca dentro da viatura . E Victoriano tenta se explicar para Inês.

V- Inês você não pode acreditar nesta mulher.

Inês- Ela tem razão você me traiu, ou vai negar?

V- Inês, não pode dar créditos a essa bandida.

Inês- Vou embora, preciso assimilar tudo o que aconteceu.

V- Inês não, você não pode me deixar por uma mentira.

Inês- Você nunca me traiu?

V- Não da forma que ela disse.Inês, meu amor eu te amo!

Inês- Preciso ficar sozinha. Por favor, respeite este momento. Vou tentar direrir tudo. — Disse Inês indo em direção ao carro.

Inês ficou alguns dias sem ir a empresa, recebia o auditor em casa o mesmo comprovou que as transações eram feitas no computador de Victoriano o que comprovava o que Débora dizia.

Neste tempo Inês foi preparando Suzana dizendo que sua filha estava viva e que estava viajando e que logo a conheceria.

Alguns dias depois Victoriano chegou em seu apartamento.

V- Obrigada por me chamar, estava te dando um tempo conforme pediu.

Inês – Não importa! Agora o que importa é que precisamos falar a verdade para Diana.

Nisso Diana aparece na porta e diz:

D- Que verdade!

V- Algo que descobrimos há pouco.

Sentaram e contaram tudo para Diana ela aceitou e quis conhecer sua verdadeira mãe.

V- Mas continua sendo nossa filha.

Inês disse chorando.

Inês- Sempre será.

Logo entra Suzana.

S- Filha?

Inês- Sim, essa é sua mãe- Diz olhando para Diana.

Diana a abraça e logo Inês vai ao encontro as abraçando e Victoriano em seguida e assim permanecem por alguns segundos.

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Mais tarde...

Inês levou Bernarda à fazenda conforme havia prometido, para ver Rosa. Logo são recebidas por Rosa. Que abraça Bernarda.

B- Como você está? Que saudades, achei que estava morta quando voltei te procurei e disseram que não trabalhava mais aqui.

R- Quando vamos tirar Victoriano da cadeia, Inês?

Inês- Não sei! Débora depoe contra ele e as provas indicam que ele é culpado.

Victoriano foi preso, pois, já havia uma ação contra ele.

R- Ele não é culpado acredito na inocência do meu menino.

B- Como pode falar assim dele? É FILHO DAQUELE MONSTRO DO EVANDRO. O fruto não cai muito longe do pé.

R- Ele não é como pai. Meu filho não é assim!

Inês e B- Filho?- Diz as duas ao mesmo tempo.

R- Sim! Ele é meu filho. Tive que abandoná-lo quando criança, mas é meu filho. — Disse Rosa chorando.

Logo contou toda a história para Inês e Bernarda.

Inês- Quanto tempo você sofreu calada. Poderia ter me dito antes, iria te ajudar.

R- Não que pensassem mal de mim.

Inês- Ele precisou de uma mãe, muitas vezes, assim como meu 1º filho que está perdido em algum lugar.

Todos já sabiam da história de que Loreto trocou as Crianças de Inês e Suzana.

Inês- No fundo eu acredito na inocência de Victoriano e vamos prova-la.

R- Que bom filha!

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A NOITE apartamento de Inês.

Inês estava sozinha, pois, Emiliano estava com Consuelo na fazenda, já estavam namorando com o consentimento de Bernarda e Eduardo. Jacinta estava de folga e Suzana passando alguns dias com Diana no apartamento de Alejando onde estavam morando.

Ela estava deitada de lado, quando sentiu a presenta de alguém e se assustou, levantou se sentando na cama.

Inês o que faz aqui?

Era Loreto. Vim te buscar meu amor. Escreva um bilhete para nosso filho não se preocupar. – Fez ela pegar um papel e uma caneta e apontava uma arma para a cabeça dela.

L- Escreva — Ditava Loreto enquanto ela escrevia – “Filho, estou indo viajar dentro de alguns dias eu volto, preciso de umas férias, não se preocupe eu estarei bem! Ass. Inês.”

Inês- Para onde vai me levar?

L- Venha!- Obrigava ele.

Ele a colocou no porta malas do carro dela, levando-a para algum lugar abandonado.

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Mais tarde em uma casa abandonada.

Inês- meus pulsos estão doloridos pode me desamarrar por favor! Loreto, afrouxe isso, por favor! Estou com sede! Pode me soltar por favor. – Gritava ela amarrada a uma cadeira usando apenas uma calcinha e um sutiã.

Ele nada respondia.

Inês- Por favor....por favor pode me soltar?- Suplicava ela.- Leve me para casa. Eles vão sentir a minha falta.

Inês – Eu sinto muito. Você tinha razão eu procurei a polícia. Fui a polícia, mas nunca mais farei isso, se você me soltar agora. Não contarei a ninguém o que aconteceu. Por favor, Loreto. Pode falar comigo?

O silêncio dele pairava.

Inês- Sinto falta de que compartilhávamos, Vitoriano não é como você...Ninguém é como você. Se me soltar poderemos ter o que tínhamos de novo. Pode ser melhor. Eu seu que é errado, mas estou... disposta a me entregar a você Loreto. Você está aí? Loreto? – diz ela chorarando.

Falava ela como se ele não estivesse mais ali.

Inês- Você me da nojo!Seu desgraçado!Seu verme! Seu merda! Seu maldito tarado! Seu merda nojento tarado! Você é um monstro. Você é um monstro uma aberração! Vá se ferrar!- Gritava ela desesperada tentando se soltar da cadeira. – Por favor, pode me levar para casa?.- chorava copiosamente. — Você deve ter tido uma infância terrível, para fazer isso comigo? Eu sinto pena de você. Sério. – Falava com raiva- Eu não quero morrer aqui, Loreto. POR FAVOR!- Gritava e chorava ao mesmo tempo. – Você quer que reparem em você, quer que prestem atenção em você deixar a sua marca? Tudo bem? Pode me ferir faça o que quiser comigo. Vá e frente faça o pior que sabe. Nada do que fará mudará o que sinto pelo meu marido, e quanto amo meus filhos. Nada do que fará me fará depreciar minha vida. Vou comemorar a vida. Eu amo e sou amada, e nada do que você pode fazer poderá destruir isso! SABE DISSO? — Gritava ela mais uma vez.- SABE DISSO?- Inês chora.

Loreto pega a câmera e diz: Porque está assistindo isso? Seus tarado doente. Qual é o problema com você?

Ele queria causar o terror por isso gravou aquilo e logo saiu com Inês querendo que Victoriano assistisse e imaginasse o pior. Victoriano chorava saiu da cabana abandonada e pegou seu cavalo e corre em busca da sua mulher. Ele já tinha saído da cadeia naquela manhã e encontrou o bilhete de sua esposa e algo dizia para não acreditar no bilhete e com razão.

Ele continuou cavalgando, mais adiante encontrou o carro da sua esposa abandonado na estrada e abriu na intenção de acha-la, mas o carro estava vazio. Victoriano já havia acionado a polícia que também estava em busca de Inês. Ele caminhou mais um pouco e de repente olha para frente Inês estava sendo socorrida e desacordada pela equipe de ambulância. E viu Loreto sendo algemado e correu na direção dele para tirar satisfações.

V- O que fez com ela desgraçado- Disse lhe dando socos – Se alguma coisa acontecer com ela ou com o filho que ela espera eu te mato te juro infeliz.

De repente se ouve um tiro e ambos caem no chão, mas não era dos policiais e sim de Estela. Loreto cai no chão ferido na barriga e Victorinao ferido nos braço. Os tiros acetou ambos.

E- É eu disse que te mataria, Loreto. – E apontando a arma em direção à maca onde Inês era socorrida.

Se ouve outro disparo.