Notas iniciais
Olá! sei que prometi postar na sexta mas minha net me deixou:(
mas aqui está e ficou até grandinho, se der certo posto a outra parte amanhã mas acho mais garantido na quarta. :)xerus e obrigada a todos que acompanham esta fic. boa leitura.

-ONDE SHUN ESTÁ? NÃO MINTA PARA MIM SAGA! Gritou Hyoga, – Cale-se seu inconsequente! Respeite a presença de minha paciente! Ordenou Saga tentando acalmar a idosa que começava a chorar assustada. — perdão Senhora! Doutor, irei esperá-lo lá fora. disse Hyoga saindo do quarto. Quando Milo entrou na casa, encontrou Hyoga envergonhado explicando o motivo da invasão para a dona da casa que estava furiosa. — Minha mãe é cardiaca sabia? Você poderia a ter matado e ai o que eu faria? Disse a mulher. — Senhora, Sou Milo Gaminides, chefe da Polícia de New York, peço perdão pelo incidente mas se estiver disposta a denunciar o detetive Yanovick tem todo o direito de fazê-lo. Falou Milo dando um olhar mortal para o Russo.

-Creio que não será necessário, felizmente a paciente está bem e além disso o policial estava apenas tentando cumprir seu dever. disse Saga vindo do quarto. — ah Dr Saga, o senhor é maravilhoso, um verdadeiro Deus! Nem sei o que posso fazer para pagar tanta bondade. Disse a mulher visivelmente apaixonada pelo grego. — Obrigado Susan, mas salvar vidas é meu papel, estou longe de ser um Deus. Falou Saga ignorando por completo a presença dos policiais. — então esse é o cumplice do Amamiya não é seu pato loiro idiota?! Dessa vez você passou dos limites, conversaremos seriamente depois! Disse Milo baixinho. — Saga onde está Shun? A mim você não engana! Falou Hyoga impedindo a saida do grego. — detetive, se quiser conversar comigo marque uma consulta ou traga uma intimação, não acha que já cometeu infrações suficentes por hoje? Posso denunciá-lo a corregedoria e...-não me importa, eu preciso saber do Shun, ele está bem? Onde ele está? Perguntou Hyoga com uma expressão realmente preocupada, era dificil manter a máscara de neutralidade o tempo inteiro. Por um instante Saga analisou o jovem “talves ele possa ajudar, mas ainda é cedo” — quando eu saí do hospital ele ainda estava na tubulação, foi o que me disseram e, apesar dos elogios da Srª Susan, eu não sou Deus para ser onipresente e onisciente e agora com licença. Disse Saga recuperando a possa altiva. — Senhora, o que o Dr Saga veio fazer aqui hoje? Perguntou Milo tentando dar o último crédito a teoria do cunhado. — ah o Dr. Saga!...disse a mulher com um suspiro, ele cuida da minha mãe que além de cardiaca tem câncer, eu estava desempregada quando mamãe adoeceu e ele cuidava dela de graça, mesmo depois que eu me estabilizei financeiramente ele nunca aceitou pagamento; e ele faz isso porque a mamãe se parece um pouco com a mãe dele. — nossa, o Dr Saga realmente é um homem generoso e HONESTO, INCAPAZ DE COMETER QUALQUER INFRAÇÃO PENAL, NÃO É MESMO DETETIVE YANOVICK? Disse Milo com o sangue fervendo de raiva, “quando Camus souber que cometi um erro primário desses vai me censurar por um tempão!” pensava. — Senhora mais uma vez perdão por nossa ação impensada, e obrigado pela atenção, até mais, venha Yanovick, temos muito o que falar... Pela fresta na janela, Shun viu quando Hyoga e Milo discutindo entraram na viatura e sairam em alta velocidade. Aliviado, foi escorregando até sentar no chão, precisava agir mas teria que se recuperar primeiro — ainda não é a hora de nos encontrarmos detetive. Disse Shun.

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-EU NÃO POSSO FAZER ISSO AIOROS! QUER QUE EU DESTRUA MINHA CARREIRA POLITICA? Disse o Senador se levantando da cama. Estava nu e com o corpo marcado pelas horas de amor que passara com Aioros, mas o que eram momentos de prazer se tornaram uma Discussão de Relacionamento das piores. -Shura, você não percebe que o modo como estamos só traz dor para todos? Eu sofro, você sofre mas principalmente a sua mulher que você sempre usou como crachá politico! Disse o grego com sua voz gentil porém firme. Há anos que pressionava Shura para que decidisse o que faria e, todas as vezes, ele fugia, mas, dessa vez não cederia. Desde que o policial foi até seu apartamento sabendo da chantagem que Andrea fazia com o Senador, teve esperança que algo acontecesse, mas dias depois ao falar com Aioria, descobriu que o policial era Shun Amamiya e decidiu aguardar o que ele faria com a informação. — Usei? Ah, Shina deve me agradecer por ter ficado com ela! Uma mulher idiota, sem vida própria e que sempre aceita tudo! Disse Shura acendendo um cigarro e dando uma tragada profunda — Shura, ela é mãe dos teus filhos! E se tem algum covarde aqui é você! Aioros suspirou,- poxa, se você tivesse se assumido antes tudo seria diferente, ela poderia ter encontrado quem a amasse de verdade e você não teria sido chantageado por Andrea; droga Shura, se até Shun Amamiya sabe sobre nós então..-COMO É? O BOLINHO DE ARROZ SABE DE NÓS? MAS COMO? Gritou Shura em desespero. Nisso Aioros contou sobre a visita do estranho policial e da conversa que teve com Aioria. — não entendo, por que ele não fez nada até agora? Perguntava-se Shura, — mas, se ele pensa que o carcamano foi morto...então ele sabe que sou inocente! — e você é? Perguntou o grego, -Aioros!estavamos juntos lembra? E além disso, por mais que eu sentisse raiva e quisesse matá-lo jamais faria isso, não iria destruir minha carreira com um ato desses. — sempre a politica...suspirou Aioros levantando-se da cama e indo até a janela, ficou observando calado o por do sol. Notando a tristeza do grego Shura vai até ele — Aioros, eu sei que...é uma situação dificil, mas eu peço, não me deixe! Minha vida só tem sentido com você. Disse o abraçando pelas costas e apoiando a cabeça em seu ombro. Respirando fundo Aioros, livrando-se do abraço diz – vá embora! Assustado Shura tenta se aproximar mas é novamente afastado — Aioros eu...- cale a boca e cai fora! Diz o grego furioso — Não só da minha casa como da minha vida! Merda Shura! Eu enfrentei o mundo por você e me sujeitei durante todos esses anos ao papel de amante por pensar que seria o melhor para você, mas vejo que eu errei, você só ama o poder! Shina é um crachá político e eu um “spa sexual” onde você recupera as energias mas não passamos disso, somos apenas ÚTEIS a você e nada mais! — não é verdade, eu te amo! — Shura, já que você não decidia EU DECIDI, nossa história acaba aqui, eu te dei anos de prazo, agora acabou. Vou tomar banho, espero não encontrá-lo quando voltar ou chamarei o segurança e o nobre Senador não quer se envolver em escandalos não é? Dizendo isso deu-lhe as costas e foi para o banheiro. — Aiolos!!! sentado na cama, Shura chorava desesperado, perder Aioros seria sua pior derrota.

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Casa de Camus e Milo...

COMO É QUE É? ESTOU FORA? Gritou Hyoga segurando Milo pela gola da camisa, Camus sentado no sofá observava a cena com sua frieza caracteristica, mas por dentro estava aborrecido e com os dois loiros em pé de guerra a sua frente. — ISSO MESMO PATO! AGORA VOCÊ FRITOU, COMO VOCÊ INVADE A CASA DE UMA PESSOA SEM MANDADO DAQUELE JEITO? VAI QUE A VELHINHA MORRE? AI A GENTE IA TÁ FUDIDO E NO MAU SENTIDO! Disse o escorpiano também segurando Hyoga pela camisa. -TÁ EU SEI QUE ERREI MAS NÃO MENTI! O SAGA TIROU O SHUN DAQUELE HOSPITAL, COMO EU NÃO SEI, MAS VOCÊS MESMO VIRAM, ELE NÃO ESTAVA MAIS NA TUBULAÇÃO. SEU LOIRO BURRO! Disse Hyoga desaforado — OLHA SÓ QUEM FALA! ESQUECEU QUE TU É LOIRO TAMBÉM OH PROJETO DE PATO DONALD?! — LARGA A MINHA CAMISA MILO! E RECONSIDERE ESSE ABSURDO, EU PRECISO ENCONTRAR SHUN! — LARGUE VOCÊ A MINHA CAMISA HYOGA! E VOCÊ ESTÁ FORA DA EQUIPE DE CAPTURA DO AMAMIYA! E CONVERSA ENCERRADA! -RECONSIDERE MILO!!!!!! Hyoga o solta e Milo faz o mesmo, ficaram os dois parados, se encarando como dois lutadores de MMA antes da luta. O silencio só foi quebrado pelo movimento de Camus que pegava sua pasta e o paletó e fazia menção de sair quando foi chamado pelos dois loiros ao mesmo tempo.

CAMUS!!!!!!PARA ONDE PENSA QUE VAI?

-Terminou meu horario de almoço e, por sinal, não almocei, agora voltarei ao meu trabalho. Disse Camus como se fosse a coisa mais normal do mundo. -mas Camus, isso é sério, seu irmão quase cometeu uma tragédia! Disse Milo com voz chorosa – lá vem o MIMI do Rubi! Disse Hyoga levantando os braços num gesto aborrecido. — Hyoga, se você não consegue separar sua emoções de suas responsabilidades, creio que seja melhor escolher outra carreira mais adequada ao seu perfil. -e você Milo, se continuar sendo condescendente com as falhas de seus subordinados estará fadado ao ostracismo na policia, se você tivesse afastado Hyoga desde a primeira falha de execução de tarefa, nada disso teria acontecido. — finalizando, como ouvi um dia um estagiário dizer, é o sujo falando do mau lavado. Dizendo isso saiu deixando atrás de si dois loiros completamente paralisados pela frieza das palavras do Agente.

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trimmm! “oi, aqui é Mu, no momento não posso atender, deixe seu recado após o sinal, obrigado” “ Senhor Mu, precisamos nos reunir imediatamente, uma grande empresa deseja fechar parceria conosco e.... Perdido em pensamentos e com a mente turva pela bebida, Mu nem prestava atenção no recado, desde que Aldebaran o deixou tudo perdeu o sentido, mesmo o dinheiro que antes tanto queria e que agora devido ao sucesso da empresa montada junto com Deba enchia sua conta bancária importava. No inicio achou que o gigante não demoraria a voltar mas, a medida que os dias passavam, a dor chegou. Aldebaran não atendia suas ligações no celular e nem retornava, mandava e-mails mas nunca obteve resposta. Ninguém dava informações sobre ele até que um dia, em uma festa de negócios a qual foi obrigado a ir, soube que Deba iria casar-se com uma brasileira que conhecia desde a infância e que não se incomodava com sua bissexualidade. Saiu da festa direto para casa onde bebeu até cair em coma alcoólico, foi encontrado no chão pela empregada quase morto. Passado esse incidente, Mu afogava-se na bebida e no trabalho, só comia algo acompanhado de bebida e após muita insistencia da governanta que o conhecia há muito tempo. Mas não conseguiu mais fingir, era o dia do casamento e Deba ainda mandou o convite para os funcionários mais chegados a si, ao ver o elegante convite entrou em desespero, trancou-se no escritório com todas as garrafas de bebida que ainda havia em casa, colocou um cd no aparelho de som e ali ficou chorando, fumando e bebendo. Sobre a escrivaninha havia uma foto dos dois juntos no Cristo Redentor, olhava a foto e lembrava de sua vida com o gigante, “minha Polianna anabolizada...”

I´ve been looking so long at these pictures of you

that I almost believe that they´re real

I´ve been living so long with my pictures of you

that I almost believe that the pictures

are all I can feel...

-MERDAAAA! Gritou o ariano jogando o copo na parede, colocou as duas mãos na cabeça como se tentasse não ouvir mais a voz de sua consciência, ele fizera tudo errado, ele fora um traidor, mas antes disso, ele nunca valorizou o amor que o brasileiro o dedicava, não poderia culpá-lo por deixá-lo, apenas nunca acreditou que ele tivesse coragem.

Remembering

you running soft through the night

you were bigger and brighter and wider than snow

and screamed at the make believe

and screamed at the sky

and you finally found all your courage

to let all go....

olhando novamente a foto dos dois sentia-se morto, nada mais importava. Que se danasse a empresa, se pudesse, daria tudo pra ter seu gigante de volta, ele era seu porto seguro, era ele quem fazia daquela casa elegante porém fria, um lar para onde ele gostava de voltar todos os dias ainda que nunca tivesse percebido antes.

If only I´d thought of the right words

I could have held on to your heart

If only I´d thought ofthe right words

I wouldn´t be breaking apart

all my pictures of you...

levantou-se e pegou uma bebida qualquer, bebendo direto na garrafa. — É Mu, você tem tudo que sempre quis, dinheiro, fama, casa e carros de primeira; mas apesar de tudo, você não passa de um coitado...dizia o advogado para si mesmo. — É Andrea, você conseguiu, mesmo morto conseguiu me destruir né? Agora eu entendo o porquê de tanto medo que o bolinho de arroz soubesse...se eu pudesse voltar atrás, aquilo nunca teria acontecido e eu teria meu Deba ao meu lado...dizendo isso caiu desacordado no sofá.

there was nothing in the world

that I ever wanted more

than to feel you deep in my heart

there was nothing in the world

that I ever wanted more

than to never feel the breaking apart

all my pictures of you.

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três dias depois

Shun tomava um café com leite satisfeito, era a primeira vez em que se sentia seguro em muito tempo. Por segurança, Saga não apareceu na casa onde abrigou Shun mas mandou uma carta por Akira que jogou o envelope por debaixo da porta como o médico havia pedido. Pegando o envelope, Shun viu que estava escrito Sasha no destinatário “a senha” pensou, e leu, eram recomendações, disse que só iria no final de semana mas disse que não se assustasse pois ali estaria seguro. — obrigado Dr. Não vejo a hora de saber como conheceu minha família. Dizia a si mesmo feliz. Por sorte havia alimentos na despensa assim não precisaria sair atrás de comida. havia o computador com internet do médico e, mesmo sendo arriscado, decidiu mandar um e-mail para o amigo misterioso que tantas vezes lhe ajudara. Contara de forma breve o que lhe aconteceu justificando o seu desaparecimento e que no momento não precisaria de dinheiro. Mandou o e-mail, lavou a louça que havia sujado e sentou no sofá para ler o jornal, na primeira capa a imagem de Hyoga com o anuncio de que ele fora afastado do caso Amamiya. — Então, será que posso pedir ajuda a ele? Calma, não é hora de imprudencia! Olhou o relógio de parede e viu que era hora de tomar o remédio. — vou me deitar um pouco já que esse remédio me dá sono. Passando algum tempo, enquanto shun dormia tranquilo, alguém entra na casa trazendo consigo duas malas enormes. — oh trânsito infernal! Pensei que nunca chegaria em casa...indo até a cozinha o estranho percebe a louça recém-lavada – hum, parece que meu irmão andou brincando na minha casa...tomara que a criatura seja bonita, não quero pegar má fama por causa do Saga. Kanon, ao contrário do que Saga planejara, precisou voltar mais cedo de sua viagem a Londres. Subindo as escadas, viu que a porta do quarto do irmão estava aberta e, curioso decidiu dar uma olhada. Ao entrar viu que alguém dormia de costas para a porta pelo cabelo, pensou ser uma mulher. “ hum, e quando eu digo que ele é mais pervertido que eu, ele se emputece!” vamos ver quem é a belezinha” pensava com um sorriso malicioso, nisso shun virou-se e abriu os olhos assustado. — Dr. Saga? Disse levantando-se num pulo. — calma, menino, Sou Kanon, irmão do Saga e dono desta casa, o que faz aqui sozinho? — ele disse que eu poderia ficar aqui até o senhor voltar. Respondeu Shun admirado com a semelhança entre ele e o irmão, eram gêmeos muito identicos! — bem, eu vou ligar pra ele avisando que cheguei mas não se preocupe, se é convidado do meu irmão é meu convidado também a menos que encha meu saco! — não se preocupe Senhor Kanon, não irei incomodá-lo. Disse shun mais aliviado. — pois então pare de me chamar de senhor, e agora com licença porque eu estou morto, vou tomar um banho e dormir até cansar. — bom descanso Kanon e obrigado mais uma vez.

- o que Saga pretende revirando o passado? Pensava Kanon enquanto ia para seu quarto.

Notas finais
Obrigada pelo apoio e um bem vindo aos recém manifestos XD, a música é Pictures of you da minha amada idolatrada salve salve banda de coração The Cure, usei alguns trechos para dar mais força a cena sem deixá-la SF. xerus e não me deixem só.