O Outro Lado Da Escuridão

5 Baile de máscaras - parte I


Notas iniciais
Mais um capitulo! obrigada aos leitores e em especial a Estrela negra :) ah, esqueci de dizer que o sobrenome do afrodite Gesle é uma homenagem ao Per gesle da dupla sueca Roxette :)

Aquela noite tinha tudo para ser perfeita, no céu a lua cheia brilhava com todo seu esplendor iluminando ainda mais os jardins lindamente decorados com estátuas, flores e fitas. A música alegre que vinha do salão de festas dava ao local uma aura de fantasia como se fosse uma realidade paralela e perfeita de harmonia e amor...no entanto, o amor era a última coisa a encher aquele local.

Lógico, havia exceções mas no geral o clima de inveja, ganancia e intrigas tornavam o ambiente pesado e frio...era o baile de natal do Alfa Sanctuarium onde todos os ricos e famosos do pais se faziam presentes ou mandavam representantes. Naquela noite Shun usava um belo terno branco com detalhes bordados em ouro enquanto Andrea usava um terno preto com bordados branco e prata, claro e escuro, pureza e devassidão unidos num momento de glória social!

—vocês souberam que o Aldebaran está quase falido? disse uma das convidadas ao ver o gigante brasileiro entrando no salão acompanhado de Mu. Ali era o reino das fofocas e nada lhes escapava...

—não acredito! exclamaram juntas outras duas que formavam aquele pequeno grupo.

—Pois é! tempos dificeis na economia mundial, se ele não fosse sócio do Alfa, teria ido à bancarrota...

—hum...e o Mu? será que vai voltar a trabalhar ou viverá de luz?

—Você não presta! disse a terceira e o grupo começou a rir pelas costas do casal.

Os negócios de Aldebaran foram prejudicados pela crise que se abateu sobre os mercados internacionais, nem mesmo a tradição da marca da empresa foi o bastante para manter os negócios em alta. As exportações foram reduzidas, o consumo interno não cobriu os investimentos feitos no mercado exterior e foi preciso demitir funcionários para estabilizar as dividas; além disso, as chuvas que se abateram sobre os canaviais destruiram a safra e com isso, Aldebaran teve que se desfazer de parte do patrimônio para sanar os prejuizos.

No entanto diferente de Mu, que estava a beira de um colapso nervoso, Aldebaran dava de ombros:

—negócios são assim, dinheiro não aceita desaforo, agora sou eu quem precisa correr atrás dele!dizia rindo da própria situação.

—como você consegue ser tão...conformado? perguntou Mu indignado com a calma de "debas"

—Mu, paciencia é uma virtude! e pense, há milhões de pessoas em uma situação muito pior que a nossa; temos casa, alimento e uma profissão, podemos recomeçar do zero enquanto outros estão na miséria absoluta, reclamar da nossa situação é até um insulto a mais de meio mundo! dizia emocionado.

—sei...disse Mu, mas por dentro dizia a si mesmo: "mas não quero recomeçar do zero! larguei minha carreira no auge porque você disse que me amaria e ampararia! te amo, mas tenho que pensar em mim!"

Mu era um brilhante advogado, sua inteligencia e, principalmente sua aparência chamavam a atenção. Alto e alvo, seus longos cabelos tinham um exótico tom de roxo, seu rosto ovalado, belos olhos azuis turquesa e as duas pintinhas na testa compunham o visual desse homem que era inesquecível.

Totalmente diferente de Aldebaran, no entanto, nunca fora tão feliz antes de conhece-lo. O amava de verdade, mas era uma pessoa ambiciosa, tanto que deixou de trabalhar para "cuidar" de Debas e auxiliá-lo na administração de sua fortuna. O que Mu mais detestava em Debas era justamente seu comportamento pacifico diante dos problemas e, para piorar, ele tinha a mania de buscar coisas boas em tudo! "uma polliana anabolizada" pensava Mu.

Ao observar o salão, seu olhar cruzou com o de Máscara que imediatamente fez cara de desagrado e deu-lhe as costas enquanto Mu sorriu de modo malicioso " de você meu caro, eu quero o "amparo" pensou.

—O que houve Mu? perguntou Deba vendo a mudança de expressão em seu rosto

—nada, só lembrei de uma situação engraçada...vamos cumprimentar os anfitriões disse sorrindo e já arrastando seu amado para o outro lado do salão.

—bela festa amigos, você tem muito bom gosto Shun! disse Debas alegre abraçando um Shun muito feliz.

—Obrigado, mas devo tudo a Shina; não gosto muito de eventos grandes como este....

—Ah Shun você é único! disse Mu ironico — nem acredito que você e Máscara já estão juntos há 2 anos...disse com um tom de duvida.

—Nos completamos e isso basta. cortou seco máscara — aliás Mu, tenho uma duvida juridica de última hora que gostaria de esclarecer, pode me acompanhar até o escritório?

—Andrea, não pode deixar para depois? deixe Mu se divertir! ralhou Shun mas Mu respondeu: — claro, será breve não é mesmo Máscara?- isso mesmo, respondeu o italiano.

Foram para o escritório que ficava no segundo andar da mansão, ao fechar a porta Mu tenta abraçar Máscara mas ele o afasta de modo rude.

—O que você quer para esquecer o que aconteceu? Falou direto

—como? o que eu quero? bem...suspirou Mu — queria você em meus braços, mas você não vai largar aquele idiota chorão mesmo ent...ah?, solte-me! o que está fazendo?! falou Mu sentindo as mãos de Máscara apertando seu pescoço quase o quebrando...

—NUNCA MAIS REFIRA-SE A ELE NESSES TERMOS OU CORTO SUA CABEÇA E A COLOCO JUNTO COM MINHA COLEÇÃO DE MÁSCARAS!gruniu Máscara

—solte-me ou farei um escandalo! quem pensa que é para me levar pra cama e depois jogar fora porque ficou com dorzinha de consciencia?! gritou Mu.

Devido o barulho da festa, ninguém os poderia ouvir do salão, portanto poderiam resolver de uma vez aquela questão ali mesmo.

—foi um acidente! disse máscara soltando o advogado que começou a massagear o pescoço verificando se estava inteiro.

—ah essa é boa!então nos "acidentamos" pelo menos umas 10 vezes! Disse rindo com gosto.

—O que quer para esquecer isso? Repetiu máscara.

—5 milhões de dólares.

—O QUE?!

—Isso que ouviu, vai dizer que está sem dinheiro? ironizou Mu

—tudo bem, darei o que quer; Shun fará um convite para um fim de semana na mansão da praia; aceite e lá entrego o dinheiro.

—Por que não faz um cheque?

—e deixar mais rastros da besteira que fiz? Não se preocupe, cumpro minhas promessas, espero que cumpra a sua. Quando ia saindo do escritório, ouviu Mu dizer:

—mas bem que você gozou enquanto fazia besteira!

Voltando até onde ele estava, segurou-lhe o rosto com uma mão e com as pontas dos dedos da outra, começou a acariciar os lábios rosados lembrando de cada detalhe dos acidentes que tiveram...

—é verdade, gozei muito, você é maravilhoso, principalmente com essa boquinha linda...e o beijou ao que Mu correspondeu já excitado mas logo foi afastado.

—mas, para mim você só serve para isso! disse dando-lhe as costas.

—EU TE ODEIO! QUERO QUE MORRA! gritou Mu chorando de ódio

—ah é?! se eu morrer, como receberá o dinheiro? acha que Shun acreditará em você? quero poupar a ele esse constrangimento e principalmente ao Aldebaran, ele não merece gostar de um ordinário do seu tipo! dizendo isso saiu deixando pra trás um inimigo em potencial.

Em outra parte do salão sentados em uma elegante mesa, o Senador Shura bebia um wisky e parecia viajar por outra dimensão enquanto sua esposa Shina observava tudo com expressão preocupada "ele está assim desde que falou com máscara ontem a noite, o que terá acontecido?" observando os outros casais convidados, Shina não pode controlar seus pensamentos " de modo hipócrita ou não esses casais parecem tão felizes! quando minha alegria morreu?” Shina sofria de depressão, casou-se com Shura por amor, enquanto ele por pressão politica.

Apesar da descendência espanhola, Shura com seu discurso de moralidade da família havia ganho a admiração do eleitorado americano, mas ganhar uma eleição para senador exigia mais que palavras, ele precisava de uma família perfeita para "vender". Sua aparência fazia sucesso com as mulheres, alto, musculoso devido o treinamento recebido no exército, cabelos castanhos e curtos, de olhos castanhos brilhantes e decididos, Shura poderia se dar ao luxo de escolher a felizarda e a escolhida foi Shina, uma texana filha do dono da maior rede de postos de combustível do país.

Dona de lindos e longos cabelos loiros, olhos verdes e pele clara, tinha seios fartos e quadris largos que a faziam ser muito cobiçada pelos homens, mas foi por Shura que se apaixonou de verdade e, quando casou sentiu-se a mais feliz da mulheres...ledo engano! após a lua de mel, Shura voltou para sua amada politica e Shina ficou em terceiro plano, sim, porque o segundo era o filho que Shura a cobrava todas as noites...

—para quê a pressa? mal nos casamos...dizia preocupada, queria filhos sim, mas ainda não se sentia preparada.

—eu preciso de um filho logo! Respondia Shura zangado, as eleições estavam próximas e uma gravidez sempre é sinônimo de esperança na cabeça dos eleitores defensores da família perfeita...

—então, você casou comigo apenas para ter uma familia decente e ganhar a eleição?!

—escute Shina, tenho minhas metas de vida, você quer ou não ser a primeira dama?

—se você me amasse, pouco me importava o que você fosse!

— sendo direto Shina, ou temos filhos ou o casamento acaba aqui! decida logo!

Depois dessa discussão, Shina engravidou e desde então já tinha 3 filhos e nenhuma alegria. Entre uma gestação e outra engordou muito e Shura passou a despreza-la, só a tocava após muita reclamação e era apenas o "básico" e depois a traia com qualquer uma, discretamente logico, afinal ele era um senador, mas Shina sabia e aceitava julgando que a culpa era sua....

—sou horrível, ele tem razão em não me querer! dizia para Marin sua única amiga de verdade

—mentira sua idiota! você está horrivel mas não é assim!, cansei dessa sua lamentação, vamos agir e acabar com isso agora! dissera Marin, que a levou para iniciar um tratamento psicológico, depois foram ao nutricionista que fez uma avaliação e uma dieta personalizada e por último academia e compras

—por enquanto suas roupas estão grandes, mas logo você voltará a ser quem era antes da porcaria desse casamento ou não me chamo Marin Ramazzotti!

O esforço de meses deu resultado, Shina estava mais linda até que na época de solteira e com uma certeza: o problema era de Shura, ele nunca a amara! mesmo assim ela queria conquistá-lo e decidiu manter o casamento apesar das coisas a cada dia piorarem...

Shura querido, está tudo bem?

—por que não estaria? respondeu ele chateado ao ser tirado de seus devaneios

—e... o que achou de mim? como estou? perguntou mostrando o corpo moldado por um curto e justíssimo vestido verde esmeralda, estava deslumbrante para todos menos para Shura...

—é...tá bonita...quanto custou?

"não chore ou vai borrar a maquiagem!"— presente de Shun, assim como o colar por ter organizado a festa.

—devia trabalhar para ele, assim ganharia mais que eu! e a deixou sozinha indo falar com um amigo que acabara de chegar e sentava-se a mesa no outro lado do salão.

Em seu canto, Aioria comia uns salgadinhos enquanto ouvia Marin falando com as "amigas" sobre as roupas dos convidados "como é possivel?, pensava ele, “hoje pela manhã ela dizia coisas terriveis sobre elas e agora as trata como irmãs!"

—não consigo entender! disse para si mesmo passando a mão na vasta cabeleira que mais parecia uma juba de leão.

—o que quer que eu traduza leão grego? disse menos aborrecido Shura que, ao se aproximar, cumprimentou as senhoras e sentou-se ao lado de Aioria.

—só você mesmo Shura...pensava em como as mulheres mudam de opinião quando lhes convêm...

—e Marin mais ainda não ? perguntou Shura que, logo ao sentir o olhar do amigo tratou de emendar

—calma leão! nos conhecemos desde que tinhamos o que? 10, 12 anos? o que digo é que às vezes olhando para vocês me vem uma imagem a mente, você é a brisa que conduz os barcos pelo mar grego enquanto Marin é o furacão que os arrasta ao alto mar!

—que poético! disse Marin ao perceber o teor da conversa dos amigos — mas tenho que dizer que o furacão é demonstração de força pela natureza e amo ser como sou!aliás, nem me disseram, como estou? perguntou levantando-se e mostrando o corpo num tomara que caia tão vermelho quanto seu cabelo dando uma volta com um sorriso sexy nos lábios...

—linda! exclamaram os dois ao mesmo tempo, mas Shura logo disse — com todo o respeito devido ao meu amigo Aioria, não quero ser comida de leão!

—claro, meu amigo! disse Marin feliz com o efeito que tinha sobre os homens, todos na mesa riram da situação. Essa bela italiana sabia ser sexy, era de sua natureza,alta, ruiva de olhos azuis e pele sem sardas, Marin era uma ex-estrela de ópera, uma soprano premiada que com sua atuação tirava lágrimas da platéia. Poderia ter se casado com um milionário ou outra estrela que nem ela, mas seu coração foi conquistado por Aioria,o belo e inteligente contador chefe do Alfa Sanctuarium.

Era noite e mesmo tendo seguranças particulares, Marin gostava de dirigir sozinha pela cidade, nesses momentos ela encontrava um pouco de paz, mas, dessa vez foi diferente; enquanto parava em um sinal com o vidro aberto, um rapaz visivelmente drogado tentou assalta-la usando uma faca, numa mão segurava a arma enquanto com a outra puxava o belo colar com pingente de águia feito em turmalina, gritou desesperada, foi quando viu o ladrão sendo agarrado por trás.

Aioria vinha numa moto e viu a ação do bandido, ao ouvir o grito da mulher, seu instinto de cavaleiro com armadura dourada aflorou e ele a foi salvar, deu alguns socos no ladrão que, deixando o colar cair, correu sem rumo. Ao ver o objeto no chão, pegou e foi devolve-lo à dona.

—Aqui senhorita seu...nesse momento seu olhar encontrou o de Marin e se perdeu no azul daquele olhar enquanto ela ficou igualmente balançada...após alguns segundos, voltando do transe, ele continuou — seu colar, aquele vagabundo a machucou?

—não...por favor, poderia me levar até minha casa? tenho medo..

claro, a seguirei na moto até lá.

—não! posso ir na moto com você? Aioria a admirou, estava linda num vestido preto que parecia o de uma princesa..teria coragem de subir numa moto?

—a senhorita não se importa de ser vista com um desconhecido?

—você me salvou e isso é o que importa!

—vamos então...

Enquanto andavam pela cidade, Marin se abraçava com força a Aioria pois queria senti-lo e ele se esforçava para prestar atenção no caminho ou sofreriam um acidente....Chegando a mansão de Marin, Aioria sentiu-se incomodado com o luxo em que ela vivia, ele era grego e viera para os EUA se especializar após concluir a graduação; em New York reencontrou Shura que era seu amigo de infância da época em que vinha passar as férias na casa dos tios e por meio dele conheceu Afrodite e foi contratado para trabalhar no Alfa.

Não era pobre, mas não ligava para bens materiais, como contador chefe do Alfa recebia um bom salário, mas não abria mão da simplicidade. Marin era seu oposto mas seu coração não escutava e ela o queria!

—agora que está segura, devo ir senhorita...

—Marin, “não se insinuou pra mim, estou feia?” pensou

—não quer beber algo senhor...

—Aioria, “ela é linda! Talvez a mulher mais linda que já tenha visto” pensou

—não posso beber, lembra que estou de moto? Disse com um sorriso – bem.. boa noite senhorita Marin.

Já estava na porta quando foi puxado por Marin que, sem pensar apenas o beijou e ele correspondeu com ardor; pegou-a nos braço e a levou até o sofá e amaram-se ali mesmo, foi apenas o começo....Passado alguns anos tudo mudou, tudo muda, nada é estático e o amor ainda menos...com o tempo Marin sentiu falta de sua liberdade, Aioria tentava satisfazer todos os seus caprichos, roupas, jóias, festas nada faltava, mas Marin estava infeliz, por causa do ciúme, deixou de fazer apresentações e sua carreira deixou de existir o que a deixou entediada.

Ela tornou-se uma consumidora compulsiva, comprava tudo o que achava interessante pelo prazer de gastar e com isso as despesas aumentaram e obrigaram Aioria a trabalhar mais já que era orgulhoso demais para pedir ajuda a Máscara, e isso o fez se ausentar da vida da esposa; ela passou então a traí-lo e ele, machucado, mas ainda apaixonado, sentia-se culpado e perdoava tudo que ela fazia.

Havia chegado ao fundo do poço, suas dividas tornaram-se impagáveis e ele precisava tomar 3 tipos de remédios para se acalmar...

—precisamos conversar, vamos até o jardim, disse Shura e Aioria o seguiu, ao perceberem que estavam num local seguro Shura perguntou:

—você falou com máscara?

—não, não tive coragem, é humilhante demais!

—eu sei, fui falar com aquele carcamano ordinário, eu o odeio! Disse o outro entredentes.

—como? o que foi que ele te disse? perguntou nervoso Aioria

—me veio com um puta sermão! dizendo que alguém que "vende" o que eu vendo não deveria se meter nesse tipo de encrenca...

—Shura, ainda não acredito que você seja viciado em jogos de azar...

—ruge baixo leão! quer que a imprensa ouça?

—e o que vai fazer?

—não sei mas a vontade é de matá-lo só por causa do desaforo!

—calma Shura, tudo tem jeito! vocês irão para o fim de semana na mansão da praia? Marin e eu vamos...

—sim, shina e eu iremos, pedirei a ela para intervir por mim junto ao "anjinho de cristal" do carcamano disse com desprezo.

—ele é um bom rapaz, acredito que mascara gosta dele de verdade.

—que nada! ele gosta é da grana que o bolinho de arroz trouxe para a mão dele! disse Shura tomando um último gole que restava de sua bebida.

—como? bolinho de arroz?!

—ora leão! japonês, pequeno, branquinho, macio e gostoso!disse Shura com malicia.

—até tu brutus?! já é estranho ver o macho alfa máscara com ele, imagine você!

—leãozinho, com aquele patrimônio eu encarava até o Fênix, que Deus o tenha! Riram com gosto da situação....conheceram máscara por meio de Afrodite pouco depois de iniciarem a sociedade e o sangue europeu falou alto entre eles que de certa forma eram amigos; mas a crise econômica havia abalado essa amizade. Shura, viciado em jogatina, era ameaçado por agiotas e por isso fora pedir um empréstimo a máscara, mas esta lembrando-se do pai deu-lhe um sermão e não o ajudou o que despertou a ira do senador.

Aioria por sua vez...este estava fraudando as finanças do Alfa Sanctuarium! Máscara confiava em sua honestidade e não conferia os balanços que ele apresentava. No começo, os valores desviados eram ínfimos, mas à medida que Marin gastava, o rombo dado nas contas do alfa aumentavam e chegaram a um nível crítico.

—bem, vamos entrar senão Shina vai me encher a noite toda...disse o senador com enfado.

—vamos, preciso pensar no que farei... "se máscara descobrir serei um homem morto...ou ele será!"

Notas finais
Perdão por algum erro tosco, ficou grande mas é para chegar logo no que interessa! até breve :)