O Natal De Kamus Reverbel
5 Consertando os erros!
Notas iniciais
Espero que gostem do final ^^
Boa leitura o/
Kamus acorda sentando rapidamente na cama, olhando para os lados a procura de um dos espíritos, mas não achou nenhum deles. Ao bater seus olhos no relógio, se surpreendeu, pois eram ainda 23h55.
Dessa vez ele decidiu não ficar pensando se era só um sonho ou se tinha acontecido mesmo, em segundos ele se levantou trocou o pijama por uma calça jeans preta, que contornava bem suas coxas, uma camiseta branca não muito apertada, mas que contornava seus músculos pôs um tênis preto e prendeu seus cabelos em um rabo de cavalo alto.
Saiu de casa rapidamente, pegando seu carro e foi direto para o escritório. Não, dessa vez não era para terminar de preencher os documentos, ele estava indo ver qual era seu presente. Ao chegar à empresa, correu para o escritório o abrindo o mais rápido que pode, foi até sua mesa encontrando o presente de Miro do jeitinho que tinha deixado. Pegou e abriu com cuidado para não estragar nem o papel e muito menos o que estava dentro.
Abriu a boca pasmo, era uma fotografia sua e de Miro. Mas não era uma fotografia qualquer, era justo a do dia em que eles passaram o primeiro natal longe um do outro. Na foto eles estavam abraçados se despedindo, mas apesar de toda a tristeza que sentiam, eles não tiraram o pequeno sorriso que tinham nos lábios. Junto da foto tinha um colar com um pingente de um pequeno escorpião em dourado "segurando" um aquário em prata e também tinha um cartão. Não pensou duas vezes e começou a lê-lo.
Kamus, eu pensei muito no que te dar de natal, e então eu escolhi por essa foto. Lembra-se dela? Sim, foi o primeiro natal que passamos separados, quando você foi para a casa da sua tia. É nós estamos sorrindo, apesar de estarmos muito triste. É até engraçado, eu não consigo deixar de sorrir quando estou perto de você, mesmo nas piores situações.
Bom, eu escolhi essa foto porque ela foi meio que um marco nas nossas vidas, não é? Foi o primeiro natal longe de você e infelizmente não foi o último, mas não foi por isso que escolhi. Eu o fiz porque foi neste dia que percebi o quanto você é especial para mim. Quer dizer, eu sempre soube disso, mas naquele dia percebi que era mais do que eu pensava, mais do que como amigo. Muito mais.
Bom, espero que tenha gostado do presente. Eu te desejo que este natal seja o melhor da sua vida e se tiver um tempinho pra mim, venha passar a noite de natal comigo, como nos velhos tempos. Tenha certeza que fará do meu natal o melhor de todos.
Ps: Quando vi essa pequena corrente, tive a certeza de que foi feita para você, espero que goste.
Feliz Natal, de seu eterno amigo,
Miro.
Kamus abriu um pequeno sorriso ao terminar de ler. — Bien... Acho melhor eu me apressar então! — dizendo isso, ele da uma ultima olhada para a foto, logo a deixando em cima de sua mesa para quando estiver trabalhando sempre ter algo para lhe animar, pegou a pequena correntinha a colocando em seu pescoço e saiu do escritório.
Ao sair da empresa e entrar no carro, foi direto para a casa do amigo grego, quando chegou lá, viu que as luzes estavam acesas. Olhou o relógio e viu que tinha acabado de dar 00h10. Suspirou, chegou um pouco atrasado. Saiu do carro, indo até a porta e logo tocando a campainha e foi atendido por Kardia que lhe olhou surpreso, mas em segundos abriu um sorriso.
-Bonne nuit! — fala Kamus encabulado.
-Olá! — diz Kardia ampliando o sorriso — Ei Miro... Acho que o papai Noel acabou de deixar seu presente aqui na porta! — gritou olhando para o sofá onde estava o irmão.
-Como? — pergunta Miro sem entender, mas ao olhar para a porta leva um grande susto — ZEUS! — gritou e correu em direção do ruivo o abraçando logo em seguida — Você veio! Você veio!
-Oui, eu vim! — sorri retribuindo o abraço — Feliz natal... Mon amour! — sussurra no ouvido do grego.
-Ahn? — Miro se afasta um pouco sem entender, até que vê a corrente no pescoço de Kamus — Você viu. — sussurrou pasmo.
Kamus não disse nada, só afirmou com um balançar de cabeça para logo em seguida dar um selinho em Miro para despertá-lo e parece que deu certo, pois no segundo seguinte, o loiro circulou os braços no pescoço do ruivo e o roubou um beijo apaixonado que foi retribuído com a mesma intensidade. Miro não conseguiu evitar, mas em meio ao beijo, ele começou a derramar umas lagrimas de felicidade.
Degel que estava perto do sofá aonde Miro estava se aproximou do namorado o abraçando. Olhou para o irmão ficando feliz por vê-lo ali e também por finalmente ter percebido o que todos já desconfiavam ou tinham certeza. O amor que ele sentia pelo loiro.
-Ei... Vão ficar aí na porta mesmo? — pergunta Kardia debochado — É pra essas coisas que servem os quartos, sabiam? — diz e abraça o namorado pela cintura.
-Kardia! — repreendeu Degel.
Com isso, Kamus e Miro envergonhados, se afastaram um pouco, mas sem desfazer o abraço. Kardia só ria da situação, mandando o novo casal entrar em casa e foi chamar os pais de ambos para verem a nova visita que tinham. Quando os pais de Kamus e de Miro apareceram na sala ficaram surpresos com o que viram, Isabelle correu em direção ao filho para abraçá-lo super feliz por vê-lo ali.
Após todos cumprimentarem Kamus, o ruivo aproveitou que estavam todos reunidos na sala e pediu desculpas pelo modo que vinha agindo ultimamente, que não era a intenção dele de fazer ninguém dali sofrer por causa de sua frieza. Todos aceitaram as desculpas sem pestanejar e voltaram a comemorar o natal, felizes. Quando estava na hora dos franceses voltarem para suas casas, Kamus puxou Miro até um canto da sala para dizer algo.
-Loiro... Quer passar essa noite lá em casa? — pergunta baixinho para o namorado.
-Não precisa pedir duas vezes ruivo! — responde sorrindo já sabendo aonde Kamus queria chegar.
Os dois no mesmo instante se despediram dos irmãos e dos pais saindo rapidamente da casa dos gregos e entrarem correndo no carro de Kamus, deixando o resto da família confusos com aquilo tudo. Enquanto Kamus dirigia, Miro não perdeu a oportunidade de ficar provocando o ruivo, para a sorte de ambos é que não tinha carros na rua e que Kamus era um bom motorista.
Mal chegaram à casa de Kamus e eles entraram rapidamente começando uma seção de beijos e caricias até conseguirem chegar ao quarto do ruivo. Ao chegarem lá, foram andando até a cama sem parar com os beijos, até que Miro sente suas pernas baterem na cama, fazendo com que os dois caiam, só depois disso é que eles pararam com o beijo. Ficaram a se olhar por um tempo.
Kamus começou a fazer uma pequena caricia no rosto do amado. Como amava ver aqueles olhos brilhantes, aqueles cachos fazia uma combinação perfeita com a pele bronzeada dele. Não resistindo voltou a beijá-lo, só que dessa vez o beijo foi mais calmo, mais apaixonado e em meio ao beijo, Kamus passou as mãos por de baixo da camiseta de Miro a levantando, sentindo o loiro fazer o mesmo consigo. Apartaram o beijo só para poderem terminarem de tirar as camisetas e se aproveitando disso, o ruivo levou seus lábios até o pescoço do outro enquanto abria a calça dele.
Miro só soltava leves suspiros junto de alguns resmungos, por Kamus estar indo devagar demais. Não agüentando mais da demora do outro, Miro deu um impulso fazendo com que Kamus ficasse por baixo e sentou-se no quadril do ruivo. Com um sorriso sapeca, se abaixou para brincar com um mamilo de Kamus enquanto abria a calça deste. Ao contrário de Kamus, ele não demorou em abrir a calça e a tirou rapidamente junto da boxer azul marinho que ele usava.
Seus olhos brilharam ao ver o quão pulsante estava o membro do amado. Sem se fazer de rogado, Miro se abaixou e deu uma leve lambida no membro de Kamus o fazendo soltar um gemido rouco, deu mais uma lambida para logo em seguida por todo o membro dele em sua boca, o sugando com vontade e ouvindo os quase gritos de Kamus ecoarem pelo quatro. Ficou um bom tempo fazendo isso e quando sentiu que Kamus poderia gozar a qualquer momento, parou o que fazia vendo o ruivo resmungar com isso.
Deu um pequeno selinho no ruivo e se levantou. Kamus abriu os olhos para ver o que acontecia, até que viu Miro fazendo um pequeno showzinho para si, dando algumas reboladas enquanto abaixava a calça junto da boxer branca. Kamus ofegou com a visão desse monumento a sua frente, ou melhor, a cima de si. Depois de tirar toda a roupa, Miro voltou a sentar no colo de Kamus, pegando três dedos da mão do amado para chupar enquanto esfregava seu traseiro no pênis túrgido do outro, o que provocou muitos gemidos vindo de ambos.
Quando viu que seus dedos estavam bem encharcados, retirou de dentro da boca de Miro e os levou até a entrada dele o penetrando com um dedo primeiro, viu que Miro só suspirava com a invasão, o penetrou com o segundo dedo causando um pouco de dor. Movimentou os dedos um pouco e quando viu que a expressão de dor de Miro estava mudando para uma de prazer, colocou o terceiro dedo e continuou com os movimentos até o loiro relaxar.
-Kyu... P-para com essa tortura... Huum... Enfia logo aahn... — gemeu Miro já enervado com a enrolação de Kamus
-Você é muito apressado petit. — diz Kamus malicioso, mas logo faz o que Miro pediu.
Retirou os dedos de dentro de Miro e foi adentrando com seu membro devagar, quando o preencheu, ficou parado esperando até que o grego se acostumasse com o volume dentro de si, coisa que aconteceu rápido, pois minutos depois Miro estava subindo e descendo pelo falo pulsante de Kamus, que colocando as mãos na cintura dele, o ajudando a subir e descer.
Miro se sentia completo, finalmente estava tendo a sua noite tão sonhada. Com Kamus não era muito diferente, nunca imaginou que poderia se sentir tão bem assim em poucos minutos. Miro não se agüentando mais, se apoiou no peito de Kamus e começou a se movimentar mais rápido. Seus gemidos aumentavam a cada minuto, seus corpos já tinham uma pequena camada de suor.
À hora do clímax chegava e percebendo isso, Kamus impulsionou seu corpo para cima, ficando sentado na cama e agarrando firmemente a cintura do loiro com um braço enquanto usava uma mão para massagear o pênis pulsante dele. Isso foi o auge para o grego que deu um grito rouco de tanto prazer, se agarrando ao pescoço de Kamus e apoiando sua cabeça ali, mas sem parar de se mover.
Moveram-se por mais algum tempo, até que chegaram ao clímax juntos, soltando um grito rouco. Estavam em plena sintonia, se sentiam mais ligados do que nunca dessa vez e nunca pensaram que um dia isso seria possível. Após suas respirações se acalmarem um pouco, Kamus se retirou de dentro de Miro e deitou-se, puxando o loiro para deitar em seu peito. Trocaram algumas caricias e pequenos beijos preguiçosamente.
-Mi... — chamou Kamus baixinho.
-Hum? — resmungou um Miro bem sonolento.
-Je'taime! — diz fechando os olhos e abrindo um pequeno sorriso.
Miro levanta sua cabeça rapidamente, será que ouviu bem? — Eu... Eu também te amo... Muito! — responde feliz da vida dando um bem cheio de amor em seu ruivo.
Miro nunca imaginou que seu presente de natal podia ser tão grande assim e olha que ele nem estava pensando em duplo sentido, mas ele estava feliz, ou mais que isso, finalmente sentia sua vida completa. Com Kamus não era muito diferente, ele nunca imaginou que um dia poderia ter esse tipo de natal com alguém, muito menos com Miro que era seu melhor amigo e agora seu eterno amante. Ele agradeceu mentalmente aos espíritos natalinos por terem aberto seus olhos, por mostrarem o quão feliz ele pode ser.
***FIIIM***
Notas finais
*de short doll preto* Feliz ano novo povão o/
Desculpem minha demora . Deu a maior preguiça, meus olhos começaram a arder - e ainda estão - acho que tenho que ir no oculista de novo... Trocar o óculos =/ Mas espero que tenham gostado dessa fic maluca e perdoem esse final, criatividade ZERO! -.-"
Miro: *de boxer branca e transparente dos lados* Ainda bem que admite que ta um fiasco ¬¬
Fica na tua, seu sem vergonha! ò.o
Kamus: *de short branco* Vão começar?
Foi ele quem começou mestre! *aponta pro loirão* E tipo assim... Estão em clima de ano novo? *aponta pra "roupa" dos dois*
Miro: É claro... E você porque não está?
Não gosto de festa -.-" E todo ano é a mesma coisa, então já não tem muita graça essas viradas de ano =/
Miro: Aff...
Kamus: Então acaba logo com isso? *irritado*
O povinho sem graça... Pois bem, espero que tenham gostado dessa pequena fic maluca =) E prometo criar vergonha na cara e começar a terminar as outras fics xP
Quero agradecer também uma garota da Polonia (isso se eu não estiver errada), por ler também, fico feliz que tenha gostado dessa maluquice minha Nani-chan ^^
E o clássico...
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