O Namorado Da Minha Irmã
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Shsauhsuahsuahs...
Have Fun!!
Meu pai foi abri a porta com minha mãe ao seu lado. Eu, minha irmã e Andrew esperávamos próximos da porta. Lizzie passou o braço na cintura de Andrew de uma maneira possessiva, como sempre fazia e ele passou o braço em volta de seus ombros e deu um selinho em seus lábios.
Revirei os olhos e fiz como que se fosse vomitar, qual é? Será que não dá pra deixar a melação pra sobremesa?
Mas logo senti um dedo acariciando meu ombro, quando olhei vi que a mão de Andrew que estava pendurada ao lado do braço da minha irmã, estava agora roçando delicadamente em meu ombro.
Olhei-o semicerrado advertindo-o e ele deu uma piscadinha para mim.
–Sr. Brown, Sr. McCartney. É um prazer recebê-los em minha casa. – Vi meu pai cumprimentando dois velhinhos de aparência simpática.
Assim, prestei atenção em nossos dois convidados.
–George, o prazer é nosso. – Vi o velhinho mais gordinho dizer.
–E essa adorável dama ao seu lado? – Perguntou o outro sorrindo serenamente.
Vi minha mãe corar e sorrir timidamente.
–Essa é minha esposa, Claire Grant. – Disse meu pai olhando-a com aquele brilho nos olhos que eu achava fantástico pelo fato de nunca se apagar, ele sempre a olhava assim. – Meu anjo.
Minha mãe ficou ainda mais vermelha e sorri. Isso é que era amor verdadeiro.
–Sra. Grant. – Ambos disseram ao mesmo tempo.
–Chamem-me de Claire. – Ela disse sorrindo.
–E essas... – Disse meu pai. – São os meus tesouros: minha filha mais velha Elizabeth, de 19 anos. – Disse apontando para minha irmã que os cumprimentou com um sorriso e um aceno com a cabeça. – E minha caçula... – Corei com essa. – Margareth, de 17 anos.
–Olá. – Cumprimentei-os timidamente.
–Mais que bela jovem. – Disse para mim o mais gordinho que reconheci como o Sr. Brown.
–Obrigada. – Agradeci-o vermelha.
–E esse é meu cunhado, Andrew. – Disse meu pai.
–É um prazer, Senhores. – Andrew disse apertando a mão deles.
–Bom, vamos jantar, Senhores? – Disse meu pai animadamente.
–Claro! – Ambos disseram sorrindo e juntos.
Seguimos até a sala de jantar, lugar que raramente usávamos pelo fato de a mesa ser de oito cadeiras.
Minha mãe já tinha colocado a comida e então fomos sentar.
Meu pai se sentou em uma ponta e minha mãe em outra. Os dois sócios se sentaram ao lado esquerdo de meu pai e eu me sentei ao seu lado direito. Já minha irmã se sentou ao lado de minha mãe sobrando assim uma cadeira entre nós e então, Andrew acabou se sentando ao meu lado com um sorrisinho divertido.
É, pelo visto o jantar será longo.
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Papai conversava animadamente com os sócios e mamãe. Minha irmã, como sempre, babava em Andrew e, nada discretamente, provocava-o com a mão em baixo da mesa, idiota; e eu... Bom, eu tentava me desligar daquele jantar no momento.
–Então minha jovem, pretende seguir a carreira do pai? — Perguntou o Sr. McCartney.
Levantei a cabeça com essa pergunta inesperada.
–Eu... Hãn... Bom... – Comecei me atrapalhando com as palavras.
–Maggie quer cursar Literatura ano que vem. – Meu pai disse me salvando da enrolação. – Na verdade ela passou em primeiro na faculdade. – Ele disse se gabando.
–Pai... –Disse corando envergonhada.
–Qual é, Maggie! Um pai pode se gabar de sua filha! – Ele disse não colaborando com a minha situação.
– O orgulho do papai. – Escutei a Barbie desdenhando.
Dessa vez passa!
–Exatamente, Margareth! – Disse o Sr. Brown. – Eu pelo menos adoro me gabar de meu neto, aliás... – Ele disse examinando-me com um sorrisinho pensativo. – Talvez vocês pudessem se conhecer.
–S-Seu neto? – Perguntei encabulada.
–Sim, Thomas, tem 18 anos. Um ótimo menino, muito estudioso, esforçado e, modéstia parte, herdou o charme dos Brown. – Disse rindo.
Rimos junto.
–Quem sabe não é, Margareth? – Disse mamãe esperançosa, já podia até imaginar ela imaginando meu casamento com um jovem esnobe e rico.
–Talvez mamãe. – Disse rindo.
Voltei minha atenção ao jantar, peguei o copo de suco e bem quando estava tomando-o, assustei-me com algo quente em meu joelho.
Engasguei na hora e comecei a tossir que nem uma louca, todos na mesa olharam para mim enquanto eu tossia e me abanava ao mesmo tempo. Escutei um riso rouco ao meu lado e vi que Andrew se controlava para não rir e nesse momento me dei conta que sua mão estava em baixo da mesa, e eu podia apostar que era a coisa quente em meu joelho.
–Está bem, Margareth? – Perguntou meu pai preocupado.
–C-Claro, eu apenas... Hã... Apenas me engasguei, desculpe-me. – Pedi morrendo de vergonha.
–Não se preocupe. – Ele respondeu sorrindo e voltou a sua conversa.
Olhei de esgueira para Andrew que ainda não tirara a mão de minha perna. Vi que minha irmã estava absorta na comida e aproveitei para falar bem baixinho.
–O que diabos você pensa que está fazendo? – Sussurrei nervosa.
–Thomas Brown, ein? – Perguntou também sussurrando com a voz rouca.
–Eu não acredito nisso! – Disse incrédula. – Você quase me mata de vergonha por causa de um garoto que eu nem ao menos conheço?
–Mas, aparentemente, está pretendendo conhecer, não está? – Ele perguntou movendo o polegar na minha perna me acariciando.
Um arrepio passou por meu corpo.
–Na verdade não estava! – Declarei e vi ele levantar uma sobrancelha. – Mas agora o assunto se tornou interessante... – Eu disse com um sorriso malicioso.
Vi-o enrijecer. Ninguém mandou provocar, agora aguenta.
Bom, aparentemente ele pensou a mesma coisa, porque sua mão começou a se movimentar em meu joelho e a subir. Enrijeci tentando domar as sensações que isso causou.
–Para! – Sussurrei.
Apenas vi-o sorrindo mais sem mover um centímetro para longe sua mão.
–Amor? – Escutei minha irmã perguntando.
–Hã? – Ele falou pego desprevenido e tirou a mão de minha perna.
–Eu estava falando com você! – Minha irmã declarou irritada com a falta de atenção dele.
Bem feito, idiota.
–Me desculpa, Amor. – Ele disse com aquele sorriso “tenho 32 dentes branquinhos”. – Estava pensando no que iremos fazer mais tarde. – Sussurrou maliciosamente em seu ouvido e nada discretamente, aposto que era pra eu ouvir.
Filho de uma...
–Maggie?
–... Eu? – Perguntei quando escuto alguém me chamando e me tirando de meus devaneios.
–Quer um docinho, Amor? – Perguntou minha mãe já servindo a sobremesa.
Uau, nem percebi que todos já haviam jantado.
–Hãn... Claro, mãe. – Disse pegando um.
Escutei minha irmã dando risadinhas e decidi ignorar. Canalha, não vale nada!
Decidi me concentrar no meu docinho que parecia muito bom, minha mãe era uma cozinheira de mão cheia. Dei uma mordida.
–Humm... Está ótimo, mãe! – Declarei.
–Obrigada. – Ela disse sorrindo, amava ser elogiada.
Então coloquei o resto todo do docinho na boca. Bom, grande erro, pois nesse momento a “coisa quente” voltou e pior, ele não se contentou com meu joelho, pelo contrário, ele subiu muito mais até que estava com a mão na parte interna da minha coxa.
Bom, a situação devia ser hilária para quem via, porque até eu que estava quase morrendo engasgada quis rir da minha desgraça. O susto foi tão grande que o docinho ficou entalado na minha garganta e eu estava ficando sem ar, que ótimo, só comigo acontece uma coisa dessas, porque eu meu Deus?
Até que depois de agonizantes segundos eu vi um copo da água e tomei correndo sem saber de quem era e... Graças a Deus, desceu. Respirei aliviada.
–Maggie? – Meu pai perguntou assustado.
–Eu... Eu engasguei... De novo. – Disse vermelha de tanta vergonha.
–Está bem? – Ele perguntou.
–Estou sim. – Falei tentando sorrir.
Tentei me acalmar, mas isso não foi possível por muito tempo.
Logo senti a mão do safado subindo mais e mais, comecei a ficar nervosa e a sentir... Bom, comecei a sentir coisas estranhas, como um formigamento ou um arrepiou, mas tinha outra coisa, uma coisa b... Não! Você não ia dizer boa, não, não, não!
Enrijeci e mordi o lábio prendendo um gemi... Puta que pariu! Ele está me fazendo gemer?
Minhas mãos agarraram fortemente a toalha da mesa. Para, para, para! Merda!
Levantei-me bruscamente da mesa quando ele atingiu... Bem, já pode-se imaginar muito bem o que ele atingiu com a mão. Graças a Deus que o barulho da cadeira mascarou aquele gemido que eu havia prendido, e que... Bem, escapou! Não tive como controlar!
E novamente todos naquela maldita mesa me olharam assustados!
–Maggie? – Minha mãe me perguntou como se eu tivesse algum problema.
–Eu... Hãn... Eu acho que não estou muito bem! – Declarei nervosa. – Vou para o meu quarto.
E assim sai correndo de lá.
Ótimo, Andrew! Valeu!
Como eu odeio esse garoto!
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