O Namorado Da Minha Irmã
5 Capítulo 5
Notas iniciais
Mas queria agradecer também há todos que leêm minha história (incluindo os fantasminhas camaradas), aos novos e velhos leitores e queria pedir um favor (apenas se puderem ,é claro!!), queria que se pudessem comentassem em todos os capítulos para eu saber o que estão achando e o que eu posso mudar na história caso não esteja satisfatória! Sabem que um detalhesinho muda uma história inteira e talvez por causa disso ela siga um rumo que vocês não gostem! Então comentem, deêm sua opnião!!
E depois desse discurso... Hahahahah!!
Boa Leitura!
Nesse momento minha expressão se resumia a um rosto completamente surpreendido, será que ele está falando sério ou está apenas brincando?
Esperei por um momento caso ele fosse dizer que era uma brincadeira, mas... Nada!
Ok! Eu estava atordoada. Ele era com certeza o garoto mais lindo que eu já vira, mas o simples fato de ele estar nessa festa já não me dava boas impressões... O que eu vou fazer?
Afinal, ignorar um garoto desses era impossível... Mas, não custa nada saber o que ele realmente quer.
–Como assim? – Perguntei encarando-o.
Ele riu levemente.
–Eu disse que te quero... – E assim acariciou meu rosto com as costas da mão direita. – Eu me senti atraído por você desde que te vi entrando e gostei de conversar com você...
Eu ergui uma sobrancelha.
Me desculpa, mas não vai ser tão fácil assim... Como eu disse, não sou como aquelas garotas da festa.
–Você nem ao menos sabe meu nome! – Declarei me afastando alguns passos.
Ele sorriu.
–Pois bem... Me diga, qual seu nome?
Eu ri e dei as costas pra ele continuando a andar.
–Não vai ser tão fácil assim... – Disse olhando-o atrás.
–Eu nunca esperei que fosse... – Ele disse colocando as mãos para trás e me seguindo lentamente.
Eu ri.
–Afinal, você não é como aquelas garotas ali, certo? – Ele completou perguntando.
–Não, não sou. – Confirmei sorrindo.
Ele riu também.
–Eu sei me valorizar! – Declarei. – Você vai precisar de mais do que isso!
–Mais do que minha sinceridade? – Ele perguntou com uma cara falsa de confusão.
Eu ri.
–Ela já te ajudou? – Perguntei imaginando quantas já se derreteram por aqueles olhos sem precisarem mais do que um: “linda”.
–Muitas vezes. – Ele admitiu.
Parei de andar e o observei se aproximar lentamente.
–E acha que ela está te ajudando nesse caso? – Perguntei com uma sobrancelha erguida.
–Sinceramente? – Ele perguntou.
Eu ri.
–Sim, sinceramente!
–Eu acredito que sim... – Ele disse com um sorriso presunçoso.
–Convencido! – Disse fazendo-o rir.
–Mas... Só você pode responder com certeza essa pergunta. – Ele parou na minha frente.
Fiz uma cara de quem pensava!
Ok! Como se pensa com um garoto desses na sua frente?
A quem eu queria enganar com essa tentativa ridícula de me afastar? Eu também me senti atraída por ele, e também o queria, mas eu tinha um defeito... Não daria o braço a torcer tão fácil!
–O que aconteceria se eu disse que sim? – Perguntei com um sorrisinho de canto.
Ele respirou profundamente.
–Bom... Ai eu seria obrigado a te beijar! – Ele disse fazendo uma cara de pesar.
–E se eu disser que não? – Perguntei.
–Bom... Ai... Eu seria obrigado a te beijar também! – Ele declarou com a mesma cara.
–Ah é? – Perguntei com uma sobrancelha erguida.
–Claro! – Ele disse com cara de bonzinho. – Se não eu não dormiria por semanas pensando em como seria seu beijo, e acredite, eu dou muito valor ao meu sono! – Declarou como se disse algo de extrema importância.
Eu ri e me afastei, indo em direção a mesma parede em que ele se encostava quando entrei.
–De que vale minha resposta então? – Perguntei me encostando também na parede.
Ele se aproximou novamente rindo.
–Bem... – E ficou de frente pra mim. – Você pode aumentar ou diminuir meu ego! – Declarou.
Eu ri. O que se tornou frequente perto dele, ele me divertia!
–É impossível aumentar seu ego! – Eu disse.
Ele riu também.
–Talvez... Mas você também pode me atiçar mais ou menos! – Disse rouca e sensualmente.
Eu ri levemente e me concentrei em seus olhos. Eu não podia mais fugir daquela atração que surgiu sabe-se lá Deus da onde.
–Não! – Declarei.
Ele levantou uma sobrancelha.
–Resposta final? – Perguntou.
Assenti mesmo não estando falando a verdade, no fundo eu sabia que só queria atiçá-lo.
–Resposta final!
Ele sorriu e disse rouco:
–Não devia ter me provocado garota!
Assim ele avançou em minha direção colando sua boca na minha.
Foi como se um raio passasse por meu corpo e me deixasse queimando. Sua boca era macia e se moldou a minha. Primeiramente ele apenas colou os lábios nos meus, mas logo abriu levemente e sugou meu lábio inferior.
Passei os braços envolta de seu pescoço e ele me puxou para si segurando em minha cintura.
Ele passou a língua por meu lábio superior fazendo com que eu abrisse minha boca para que ele me invadisse. Não me controlei e gemi quando sua língua começou a explorar minha boca, ele me puxava ainda mais para si, eu segui seus passos e explorei sua boca também; ela era quente e tinha um gosto adocicado que me inebriava, eu sentia cada pedacinho do meu corpo se atiçando com o toque dele em mim.
Ele me beijava de forma dominante, possessiva e experiente, aparentemente ele sabia exatamente o que fazer para me deixar louca. Nossas línguas travavam uma batalha por espaço, eu não me cansava de sentir seu gosto, seu calor, mas fiquei sem fôlego, assim me separei bruscamente dele procurando por ar.
Minha respiração estava acelerada e ele tinha aquele sorriso idiota de canto.
–Você fica ainda mais linda com a boca vermelha... E inchada!
Eu ri.
Ele beijou levemente meus lábios.
–Sabia que as mais duronas são as melhores? – Ele me perguntou me apertando ainda mais em seus braços.
Eu sorri.
–Sério? – Perguntei.
–Arrãm... As melhores. – E assim voltou a me beijar sedentamente.
Estávamos assim por alguns minutos, bom, foi que me pareceu, mas quem consegue contar o tempo numa situação dessas? Continuando... Estávamos assim por algum tempo até que senti suas mãos que estavam em minha cintura deslizarem para dentro de minha blusa.
Senti com prazer o toque das mãos dele em minhas costas, sua pele incendiava a minha com o contato e escutei ele gemer:
–Tão quente! – Ele gemeu separando rapidamente a boca da minha, mas logo voltando a me beijar.
Eu estava inebriada por sua boca e por ele. Meu Deus que garoto é esse?
Ele acariciava lenta e tortuosamente minhas costas, tive de me separar de sua boca para controlar um gemido; mordi os lábios tentando reprimi-lo e ele passou a fazer um caminho de beijos por minha maxila até minha orelha onde ele mordeu levemente e sussurrou:
–Deliciosa...
E então desceu por meu pescoço ainda beijando e cheirou intensamente:
–Tão cheirosa...
E continuou beijando minha clavícula até meus ombros aonde a blusa caia:
–Tão macia...
Eu estava me controlando mais não resisti e gemi alto pra ele.
Vi um sorriso convencido em seu rosto e logo o vi observando meu ombro.
–O que foi? – Perguntei meio ofegante.
–Sutiã vermelho? – Perguntou olhando para a alça que estava exposta no meu ombro.
–Sim, por quê? – Perguntei estranhando a pergunta e começando a corar.
–Sabe o que se diz de mulheres com sutiã vermelho? – Ele perguntou me puxando para mais perto com um sorriso malicioso.
Eu ri.
–O que?
–Que são ótimas na...
–Ok, entendi! – Falei interrompendo-o já ficando vermelha.
Ele riu abertamente.
–É o que falam! – Ele disse dando de ombros.
Revirei os olhos e o puxei para mim novamente voltando a beijar sua boca.
Depois de alguns segundos escutei um barulho de porta se abrindo, mas não dei bola, tinha coisa melhor com que me preocupar... Até que...
–MARGARETH?! – Escutei uma voz familiar falando com uma voz surpresa.
Rapidamente o empurrei de perto de mim, fazendo-o cambalear; olhei para quem me chamava.
–EMILY! – Disse soltando o ar. – Que susto garota! Quer me matar do coração? – Perguntei me apoiando na parede com um braço.
–M-Me desculpa, amiga, mas é que... Bom... – Ela começou. – Foi um choque!
Revirei os olhos e escutei-o rindo. Olhei-o com um olhar de advertência.
–O que foi? – Perguntei mais calma pra ela.
–Sua irmã está te procurando. – Ela me falou revirando os olhos quando mencionou minha irmã.
–Ok, já estou indo! – Falei me desencostando da parede.
–Hey! – Escutei aquela voz rouca me chamando.
Ele estava de braços cruzados e me olhava com um sorriso de amolecer pernas.
–S-Sim...?
–E eu? – Ele perguntou ainda sorrindo.
–Hã... Eu... Bom... – Comecei confusa.
–Qual, é! – Escutei Emily falando. – Vocês ainda têm a noite inteirinha, só vou roubá-la por dez minutinhos e já volto! – Ele disse me arrastando de lá.
Nós dois rimos dela.
–Te vejo depois... Margareth! – Ele disse meu nome lentamente e com um sorriso que... Meu Deus!
Acenei com a cabeça e me deixei ser levada.
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