O Mundo dos Sonhos
44 Capítulo 43 - Chegando ao MUNDO
Notas iniciais
E lá estavam eles; os três. Em uma linda floresta com toda a vegetação e folhagem, em diferentes tons de laranja; a qual jazia de uma grama totalmente macia; e que possuía um aroma doce; os lagos eram num azul bem claro, assim como a céu.
Eles porém, enxergavam tudo aquilo de um lugar mais alto do que o plano; só que não tão alto assim, pois ao olharem para trás; pode-se notar enormes montanhas cor de rosa. Meg fica maravilhada, Caleb boquiaberto; e logo, Scarboos começa:
–Sejam bem vindos, ao Mundo dos Sonhos! — sorri satisfeito. — Esta como podem perceber, é a Floresta Laranja; a do leste... — ele anda sem rumo, enquanto também para pra observar algumas vezes.
–É tudo absolutamente lindo. — afirma Meg, ainda tentando se expressar.
–Com certeza. — Caleb concorda com um enorme sorriso.
E os dois não conseguiam tirar os olhos, por apenas um momento sequer; do lugar. Após ficarem durante um tempo observando; Scarboos anda para até mais próximo à um tronco grande de árvore, o qual estava deitado sobre o chão; e lá, ele se senta; fazendo com que Meg e Caleb o seguissem, e sentassem um a cada lado dele.
Antes que o mesmo pudesse começar a falar, Meg fica prestando atenção no gramado; e percebe que ele se mexia constantemente, só que não por conta do vento, e sim por vontade própria. E quando a mesma estica as mãos para toca-lo; Scarboos se pronuncia:
–A Floresta Laranja é onde vivem os Sonhos doces, e gentis. — ele ri e volta à dizer. — Como os sonhos mais inocentes, e realmente mágicos. — ele sorri.
Então Meg passa a mão pelo gramado, delicadamente; e logo se pode escutar risos, risos como o de criancinhas; todos param, e admiram o som; Caleb então faz o mesmo que a irmã.
Se lembrando que o tal Mundo corria perigo; Meg fica novamente preocupada, e pergunta à Scarboos:
–E o que faremos agora? — diz um tanto séria; porém ainda passando a mão pela grama, pois a mesma parecia necessitar daquilo, como um cachorro filhote; queria atenção.
–Precisamos falar com a rainha Taila. — ele diz também sério.
–E onde fica o tal castelo dela? — pergunta Caleb, o qual tentava parecer sério, porém achava estranho ter quer ir para um castelo de uma terra mágica.
–Ele fica nas colinas de gelo. — responde Scarboos paciente. — Os quais rodeiam a Floresta mãe. — ele faz uma pausa. — Na maior delas pra ser preciso. — sorri.
Depois de uma pequena pausa; Meg continua o questionário, após perceber que o assunto fora cortado:
–Demoraremos muito para chegar lá? — pergunta agora preocupada.
–Talvez... — ele responde pensativo; depois volta o olhar para ela, e continua. — Pois ainda teremos que passar pela Floresta Azul, e pela Floresta Branca... E de lá, seguiremos até as Colinas, as quais ficam em volta do Floresta mãe. — diz gentilmente.
E depois de ter pensado um pouco na resposta de Scarboos, Caleb se prontifica:
–Perai. — chama a atenção dos dois. — Pensei que a Floresta mãe ficasse bem no meio do Mundo dos Sonhos! — exclama intrigado, e um tanto curioso.
–E ela fica. — responde Scarboos, paciente; e os dois se olham ainda mais confusos. Ele então, logo continua. — O Mundo; é como se fosse um... Como uma concha de um caracol! — responde animado.
–Assim como o pingente do colar? — pergunta Meg.
–Muito bem observado! — ele diz sorrindo; e Meg assenta. — E como se ela começasse pelo lado de fora, e circulasse até chegar ao meio. Compreendem? — pergunta, e os dois assentam ao mesmo tempo.
–Ah! — Meg se lembra de algo importante. — E o Vale Escuro? — pergunta curiosa. (O Vale Escuro, era onde ficavam os pesadelos).
–Ele não faz parte desta rota. — responde Scarboos seriamente. — É excluído; fica um pouco adiante, quase ao lado da Floresta Azul; a qual pertence uma zona de proteção é claro. — ele explica melhor.
Os dois se olham; compreendendo. E rapidamente, Scarboos se levanta, dizendo:
–É melhor irmos andando. — fala já de pé. — Temos uma longa caminhada à fazer. — ele levanta uma das sobrancelhas.
Então Meg também se levanta rapidamente; e Caleb; fica com preguiça de sair de lá; então a irmã o lança um olhar amedrontador; e ele logo se levanta. O que faz todos rirem depois.
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