O Mito de Eros e Psicleph
4 Cena 3: A Aliança Corrompida
Notas iniciais
Senta aí e curta o momento.
AVISO: Não gosta de Yaoi? Não tolera, mesmo que uma interpretação? Acho melhor você não ler algumas cenas...
Cena 4: A Aliança Corrompida
Deimos: Eu sempre soube que o Eros tinha alguma coisa com o Cleph! Sabia! Sabia mesmo!
Phobos: Eu também. Eles ficaram tão lindinhos de “Eros e Psique”.
Deimos: É uma pena que não pudemos tirar uma foto de tal cena...
[os dois se abraçam e começam a chorar]
Phobos: É incrível como o nosso irmão consegue atuar tão bem quanto ele consegue se mostrar vestido nessa roupa colada.
Eros: [atrás das cortinas] Cês vão demorar pra conversar aí, ou eu terei que berrar pra abrirem as cortinas?
Deimos: Acho que você está é gostando do clima debaixo do pano com o Cleph.
Cleph: Porque não são vocês que estão vestidos de mulher e tendo que agüentar o peso desse ser afeminado!
Eros: Eu não sou afeminado!
Psique: Continuem o teatro!
[as cortinas se abrem: Eros e Cleph debaixo de uma coberta com a cara vermelha]
Narciso: [em algum canto do palco] AI QUE SEXY!!! O EROS E O CLEPH ESTÃO JUNTOS!!!
Eros: [pensando] Eu sabia que iria sobrar a m$%& pra gente!
Deimos: Eles tiveram várias e várias noites de prazer (uia!) e em um desses encontros, o deus escondido advertiu a sua amada. Se essa advertência fosse cortada...
Phobos: Tapa na bunda dela!
Deimos: Não era chute?
Phobos: Tapa é melhor! ^^
Eros: O que achou desta noite, minha amada? Foi o suficiente?
Cleph: Sim... Estou feliz por ter tido essas noites com você, meu amado. (eu vou fingir que não falei isso!)
Eros: Sinto que há algo que a incomoda. O que foi?
Cleph: Sinto falta das minhas irmãs. Elas devem estar preocupadas sem a minha presença. Os meus pais então... Não dei notícias sobre mim durante esse tempo. Eu gostaria tanto de vê-las.
Eros: [abrançando] Claro que você as verá, minha Psique. Posso pedir a Zéfiro que as traga até aqui. Mas eu quero fazer uma advertência.
Cleph: Diga-me.
Eros: Seja por choro, ira ou qualquer coisa que vier contra você. Jamais tente ver o meu rosto, entendeu? Já-Ma-is! Nunca! Never! Nopz! De forma alguma tente ver a minha cara, mesmo que com um vaga-lume!
Cleph: Entendi... Eu prometo. [beijando-o] Não tentarei ver seu rosto nunca.
Eros: Espero que sim.
[as cortinas se fecham]
Phobos: Como o amor dói...
Deimos: Verdade...
Phobos: Eu queria um cobertor daquele pra nós.
Deimos: Phobos! Seu tarado!
Phobos: Não é pra isso! É pra poder me aquecer porque o ar condicionado está me congelando! Atchooo!
Deimos: E você quer ficar debaixo da coberta pra tomar chocolate quente.
Phobos: Sim!
Deimos; Que folgado! Bem... Melhor nós continuarmos e pedirmos para alguém trazer um cobertor pra gente. ENYOOOO!!! Traz um cobertor pra “noiz”? “Ta fliu e queria um cobertozinhu pra mim e pro meu irmãoxinhu”...
Enyo: [em algum canto dos bastidores] Se você continuar falando nessa língua, eu a sua corto com muito prazer!
[um olha para o outro]
Phobos/Deimos: Melhor ficarmos quietos e abrirmos as cortinas!
[as cortinas se abrem]
Phobos: E depois daquelas noites calientes, com beijos, abraços, carícias e... E... Doces! Claro! Que mulher não gostaria de receber chocolates, doces, e outros presentes do marido?
Deimos: A Enyo gosta de receber corações sangrentos de homens ou olhos inteiros...
Phobos: Tirando ela!
Deimos: Certo, certo... O deus bissexual do vento trás duas belas donzelas para a gigantesca casa do casal estranho chamado Eros e Psicleph... E... Cadê as donzelas!?
Claris: Meninos! Kaito! Andrew! Apareçam logo! É a vez de vocês!
Kaito: Um minuto! O Andrew quebrou o salto da sandália dançando a música do RBD!
Andrew: Não era RBD, caramba!
Claris: Apareçam logo!
Andrew: Quase lá! Cadê a Calypso!
Calypso: [vindo com outro par] Estão aqui. Calça logo!
Narciso: Esses garotos estão uma graça. Não mais que o Eros de roupa grega e o Cleph de mulher... Se ele nascesse mulher, cara... Eu teria vontade de pôr as minhas mãos naquele corpinho e...
Psique: Narciso...
Narciso: Foi uma brincadeira!
Psique: Per-Ver-Ti-Do!
Narciso: Cer-Ti-Nha!
Deimos: Andem logooooooo!!!
[eles entram de mãos dadas no palco]
Narciso: Aqui estão senhoritas. Tenham cuidado com os lobos, os ursos e as outras feras que encontrarem, principalmente a dona da casa. Ouvi dizer que ela tem olhos que pegam fogo!
Kaito: Como?
Narciso: Brincadeira! Continuem andando!
Andrew: Esquisito.
Narciso: Me chamou de que?
Andrew: Esquisito! Você é esquisito.
Narciso: Ta né?
Phobos: Andando mais um pouco as meninas (aquilo são meninas mesmo?) se encontram e juntas fazem aquele abraço de amigas desesperadas que nunca se viram durante séculos e milênios.
Cleph: Irmãs!
Kaito/Andrew: Irmã!
[eles se abraçam e se derrubam]
Andrew: Menina! Como você está? Gente, você está tãooo bonita! Deve ser muito paparicada pelo seu marido.
Kaito: Como e deve! Nossos maridos nem nos paparicam tanto assim.
Cleph: Que é isso gente... São apenas presentes. Ele me dá porque me ama.
Kaito: E suas noites? Como foi sua primeira vez?
Cleph: Isso não são horas de perguntar sobre isso. Gostariam de entrar em minha casa?
Andrew: Nós já não estamos? Esse lugar é enorme!.
Kaito: E muito bom! Você deve ter casado com um partidão, Psique. Sua sortuda! (Ai que inveja!)
Cleph: Bem, eu...
Kaito: E seu marido, como ele é?
Andrew: É verdade. Como é o garanhão que conquistou nossa irmãzinha?
Cleph: Bem... Eu... Só o vejo durante a noite. Ele nem se quer acende uma vela quando resolve me encotrar.
Andrew: Hum... [ar malicioso] Ele gosta de um encontro às escuras com você, hein? Sua safadinha... Adora brincar no escuro...
Cleph: Gente... Que isso! Se ele quer ter momentos de amos comigo, não vejo problema nisso... Nós nos amamos e somos casados, já!
Kaito: Que bom. E os olhos dele? Claros, escuros? Ele é forte?
Cleph: Como é que eu vou saber? Eu só o encontro no escuro durante a noite! Não sei de mais nada!
Kaito: Hum... Já tentou usar uma vela pra poder ver o rosto dele?
Cleph: Vela? Não...
Andrew: Talvez assim, você possa saber como ele é! Né?
Cleph: Bem eu...
Andrew: Menina, presta atenção! Você tem mais do que a gente, deve ganhar uma pilha, e nem se quer sabe como é o rosto dele! Vá em frente, antes que ele saia de perto de você!
Cleph: Eu vou pensar... Estou um pouco confusa. Gostariam de alguma coisa antes de saírem do meu palácio?
Kaito: Acho que nem precisamos. Irmã... Nós precisamos ir.
Cleph: Muito obrigada por virem. Até logo!
Kaito/Andrew: [com falsidade] Até!
[elas saem e as cortinas se fecham]
Kaito: Quanto luxo... Nem pro meu marido me dar uma roupa daquela.
Andrew: Ela deve ganhar rios e oceanos de ouro, jóias e roupas...
Kaito: Eu nem queria mesmo! Quem precisa disso né?
Andrew: É! Quem precisa?
Phobos/Deimos: Eu hein!? Essas duas são loucas! E quando elas voltaram, tentaram fazer a cabeça da irmã de novo. Mas quem precisa delas né?
Deimos: E foi aí que a Psique ficou na tentação.
Phobos: Ver ou não ver o rosto do marido!
Deimos: Aqui que aflição... Estou ficando com vontade de tomar oito copos de café!
Phobos: E eu com vontade de chutar a sua bunda se continuar a querer fazer essas coisas loucas!
Deimos: Desculpe, eu não queria te ofender...
Phobos: Ok! Ok!
[as cortinas se abrem]
Kaito: E então Psique? O que conseguiu pensar?
Andrew: Você tem que descobrir quem é o seu marido! Não pode ficar amando alguém que você nunca viu o rosto.
Cleph: Ele nunca mentiria pra mim, bem eu... Ele me fez prometer uma coisa... Eu nunca poderia ver o rosto dele.
Andrew: Será que o seu marido é tão “monstro” pra poder fazer isso com você? Acho que ele pirou e esconde algo. Se eu fosse você tentaria ver o rosto dele, antes que seja tarde demais!
Kaito: Não deixe ser enganada por ele! Vá e procure saber quem é ele.
Andrew: Atitude, mulher!
Kaito: Isso mesmo! Atitude!
Cleph: Agora eu... Não sei! Por favor! Preciso pensar sozinha! É complicado demais para mim. Ele me ama e...
Andrew: Já estávamos saindo. Boa sorte com o seu marido.
Kaito: E tenha cuidado para ele não se tornar seu ex. Sayonara!
[os dois saem]
Cleph: Ai meu pai.. O que eu faço? Eu não sei o que dizer nessas horas. Ele me disse para eu confiar nele... Mas quem confiaria em alguém que nunca mostrou o rosto. Elas disseram para eu ver o rosto dele com uma vela... Só que eu não posso ver o rosto dele.. AAAAHHhh!!! Eu quero a minha mãe! Isso é tão complicado pra resolver... GGRRRRRR!!!
[as cortinas se fecham]
Claris: O Cleph grita tanto que até acho que ele é uma mulher.
Claypso; Concordo. Será que ele realmente não é uma mulher disfarçada?
Cleph: Eu estou ouvindo isso!
Claris: Eu estou falando pra te irritar mesmo, seu coisa! Sabia que você está uma graça de mulher.
Cleph: Há há há... ¬¬’
Deimos: Podemos continuar? Vocês só aparecem nos bastidores.
Phobos: É nós temos uma história para continuarmos!
Deimos: Ok! Ok! Não seja tão exigente... [pega uma barrinha de cereal do bolso]
Phobos: E passou as horas... Chegou a noite... E lá estava a Psique esperando pelo seu amado... Falando no diabo, o dito cujo chegou já... Já...
Deimos: Ele chegou entregando-se aos beijos com ela. Novamente o casal tem suas noites ardentes de amor, debaixo dos lençóis. “O amor, é uma dor. É um tédio sem remédio. Assim eu...”
Phobos: Quer parar de ler esse poema e continuar.
Deimos: Eu não resisti. Adoro ceninhas românticas! São tão lindas como gatos assustado por cachorros, assustados por qualquer coisas. E cenas de filme de terror também são lindas!
Claris: Vocês dois são bizarros!
Deimos: Psique e Eros se amavam e trocavam seus beijos, aproveitando os três mil e seiscentos segundos que se multiplicavam. Até que em determinada hora...
Phobos: Eles resolveram parar (Claro! Ficar fazendo isso cansa né!?) e Eros fechou seus olhinhos claros e adormeceu.
Deimos: Oh, oh... A Psique resolveu atacar de novo... Tadinha...
[as cortinas se abrem e Cleph aparece enrolado em um pano enquanto Eros está “adormecido” debaixo das cobertas]
Cleph: Bem... É agora ou nada... Eu tentarei ver o rosto dele. Mas devo tomar cuidado pra não acordá-lo. [pegando uma faca e acende uma vela]. Se você for um monstro, prepare-se. Por que eu irei matá-lo e livra-me de você.
[pondo a luz perto do rosto]
Cleph: Alguém me chicoteia! Eu vi aquilo mesmo? Um rapaz louro deitado na minha cama? Não... Não é possível! Se ele é um monstro, Edward Cullen é gente humana e acredito em Papai Noel! Isso não é um monstro! Ele.. É... Um deus grego! Veja só que pele! Que rosto! Que músculos! Isso é um...
[a gota de óleo cai]
Eros: GYAAAAAA!!! QUENTE! QUENTE! QUENTE! QUENTE! QUENTE! QUENTE! QUENTE! QUENTE! QUENTE! QUENTE! [correndo de um lado para o outro com uma tarja preta presa no corpo, nem preciso dizer onde né?]
Cleph: Amor, você está bem? Eu sinto muito...
Eros: Psique! O que você fez!? Por que está segurando essa vela? Não acredito! Você foi me ver! Usou essa vela pra ver o meu rosto.
Cleph: Mas eu...
Eros: Fui traído! Eu disse para nunca ver o meu rosto! É assim que você me amava? Desconfiou de mim esse tempo todo?
Cleph: Jamais, meu amor! Eu nunca imaginaria isso de você, mas agora que eu sei que você é eu... Me perdoe!
Eros: Não posso ficar mais com você! Além de me ferir o ombro, desconfiou de mim e me desobedeceu! O amor não pode viver com desconfiança! Nunca! Até nunca mais, Psique! [saindo]
Cleph: Eros! Espere! Eu não queria... Por favor! EROS!!!! [começa a chorar] Pelos deuses, NÃO ME ABANDONE!! EU TE AMO!!
[as cortinas se fecham]
Phobos: Isso me fez chorar...
Deimos: Me tôo... (“Eu também”)
Phobos: Tem um lenço?
Deimos: Tenho... Não...
[os dois se abraçam e começam a chorar rios de lágrimas]
Deimos: Melhor continuarmos a última parte deste capítulo.
Phobos: Sim, sim... E o Cleph de vestido é lindo.
Deimos: Concordo. Assim que Eros saiu de seu antigo local de moradia, foi ao encontro de sua mãe para que cuidasse de sua ferida.
Phobos; Eu não gostaria de ter uma sogra como a Dona Afrodite.
Afrodite: Como?
Phobos/Deimos: Nada não!
[as cortinas se abrem]
Eros: Mãe! Mãe! Estou ferido!
Anteros: O que aconteceu meu filho? O que houve em seu ombro?
Eros: É uma longa história...
Anteros: Conte-me tudo e não me esconda nada.
Eros: Mãe... Eu menti para a senhora disse para eu fazer com que a Psique se apaixonasse por um monstro mas... EUSEMQUERERACERTEIAFLECHAEMMIMMESMOEMEAPAIXONEIPORELA.EUCOMECEIANAMORARESCONDIDOENÓSTAMBÉMTIVEMOSRELAÇÕESNOQUARTODEIBAIXODOSLENÇÓIS.EUSEIQUEASENHORAVAIQUERERMEMATARAGORAPORISSOEUESTOUFALANADOTUDODEUMAVEZ! Ufa! Falei!
Anteros: Eros seu... Como pode fazer uma coisa dessas e não me contar! [passando metiolate xD]
Eros: Mãe... Foi um acidente! Eu auto-flechei-me a mim mesmo!
Anteros: Não existem acidentes.
Eros: QUER PARAR DE IMITAR A TARTARUGA DO KUNG FU PANDA?
Anteros: Que seja! Você me desobedeceu e mentiu pra mim... Mas agora eu estou com mais raiva daquela mulherzinha qualquer da... Psique...
Eros: O que você fará a ela mãe?
Anteros: Deixa que eu resolverei isso de mulher para mulher, filho. Não se preocupe. Pronto fiz seu curativo. Não doeu nada?
Eros: Não... Não doeu não.
[as cortinas se fecham]
Eros: AI CAR***** DA PO*****!!! ISSO DÓI!!!!
Continua...
Ensaio 4: Utilizando uma maquiagem
Claris: Meninos-mocinhas, eu gostaria de ensinar a vocês junto com minha amiga Calypso...
Calypso: Como utilizar uma maquiagem feminina.
Claris: Vamos começar pela sombra nos olhos. Como a minha pele já é mais branquela, eu costumo usar algo como rosa-coral escuro ou violeta. Essa combinação é perfeita pra quem adora roupas em tom de roxo, rosa e preto.
Calypso: E como a minha pele é morena escura, eu gosto usar alguns tons que realcem meus olhos. Afinal das contas, eu uma mesclagem... Na verdade... Sou mulata de olhos claros (que tal?).
Anteros: Bem... Essas coisas femininas são realmentes esquisitas. Para que tantos cacarecos pra por no rosto.
Calypso: “Terinho”, como é que você quer que eu mostre meus reais segredos femininos e seu não me arrumar. Eu preciso ser bonita, inteligente, trabalhadora. São coisas que nós mulheres precisamos demonstrar. Muito mais do que ficar se expondo para as câmeras... ¬¬’
Anteros: Entendi, entedi...
Kaito: Então isso aqui é um rímel... Lápis de olhos, gloss...
Andrew: Desde quando você sabe dessas coisas?
Kaito: Desde que eu ficava brincando de analisar as coisas da minha irmã. Eu acho interessante a “tecnologia feminina”.
Andrew: Ta querendo me dizer que você vai virar um transexual!? Quer se tornar uma mulher?
Kaito: Eu jamais teria coragem de virar uma mulher...*gota*
Enyalios: Brincos... Estranhos. Borboleta... Estrela... Coração... NÃO TEM NENHUM DE FACA? Ou de machado?
Claris: Tenho de algema, serve? Ah! Enyalios, eu tenho um esmalte preto que acho que você vai gostar. Sei que você gosta de coisas escuras e sangrentas, por isso... Posso fazer as suas unhas?
Enyalios: Você nunca reparou que as minhas unhas sempre são pintadas de preto? Eu não preciso pintá-las de novo... [olhando pra elas]
Claris: Acho que elas estão meio descascadas né?
Enyalios:... Pode pintar então... Escrava.
Claris: Não me chama disso, Eny!
Enyalios: Eu não te dei autorização pra me chamar de Eny!
Claris: Eu gosto de te chamar de Eny! Combina com você, apesar de você ser pálido, esquisito, masoquista e sangrento. Você é uma graça!
[todo mundo olhando esperando um clima de romance enquanto eles discutem]
Calypso: Acho que o Eros deveria fazer com que esses dois se amassem.
Anteros: Fazer o Enyalios se apaixonar é mais difícil que tirar leite de pedra.
Andrew: Eu aposto que eles se casam!
Anteros: Eu vou entrar nessa!
Calypso: Será que vocês podem começar a utilizar a maquiagem e depois vocês discutem que vai ganhar a aposta de EnyLaris?
Claris: Eny o que? [olhando para a amiga]
Claypso: Nada! Podem continuar brigando... Briga de marido e mulher... Digo... Vocês dois realmente são dois barraqueiros.
Claris: Sou barraqueira sim, mas não sou masoquista!
Enyalios: Dá pra continuar! E cuidado com as cutículas!
See Ya!
Notas finais
Quem está gostando dá um comentário e quem não está gostando, mostra tua cara e faça uma crítica construtiva pra ver se eu dou um jeitinho aqui. La revedere!
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