O Misterioso caso Prescott
7 Uma Tragédia Acontece
CAPÍTULO VII
Uma Tragédia Acontece
Saíram os dois para uma cafeteria próxima. Após voltarem a analise havia chegado foi entregue ao Superintendente Pfister nela dizia que existiam apenas duas fabricações uma delas estava na Austrália com um senhor chamado Félix e a outra na Inglaterra com Igor Prescott. É uma arma antiga e provavelmente de grande valor para colecionadores.
Thomas leu o papel novamente, estava contente.
- Eu estava com razão só pode ter sido ele — Jim também, concordou.
Em casa Piotr se distraia com algumas palavras cruzadas. O mordomo o avisou-o que a comida estava pronta no meio do almoço foi interrompido com batidas na porta.
- Giuseppe, atenda, por favor, diga para voltar mais tarde.
O Mordomo logo voltou, disse que era Mr. Raymond querendo falar sobre o caso que estão investigando. Piotr levantou e andou até a porta.
- O que aconteceu? — perguntou Piotr. — Estou no meio de meu almoço.
- Igor Prescott foi preso, ele que matou o avô e seu tio.
- Por que o prenderão!?
- A arma do crime foi encontrada com ele. O resultado da analise disse que só havia duas armas uma estava com ele. Além da mudança repentina do testamento.
- Mon Dieu!
- Eu te falei Piotr sempre suspeitei dele.
- Preciso fazer um telefonema — disse Piotr dirigindo-se ao telefone.
- Por quê? — perguntou Thomas o seguindo.
Mas quando Piotr foi pegar o telefone, ele tocou.
- Alô?
- É Piotr que está falando? — perguntou uma voz feminina do outro lado da linha.
- Sim, sou eu Lisa.
- Como sabe que sou eu?
- Já esperava por sua ligação. Na verdade estava indo te ligar quando o telefone tocou. — — Você está falando de onde? — atalhou Piotr.
- Da casa de Mrs. Prescott, eu decidir ficar. Ela aumentou meu salário.
- Tem alguém por perto?
- Não, acho que não — ela havia olhado para os lados antes de responder. — Todos saíram e eu ainda não vi ninguém chegar. Por quê?
- Você sabe que Igor Prescott foi preso?
Ela gemeu.
- Sim eu sei. Por isso te liguei, para contar uma coisa, acho que não é importante, mas vou te dizer.
- Prossiga.
- Antes da morte de Mr. Prescott eu vi... Eu vi...
- O que você viu Lisa?
- A senhora Emily mexendo... — mas a voz foi interrompida e logo depois ouviu-se um baque no chão.
- Alô Lisa, você está aí? Lisa responda!
Mas ninguém respondia.
Piotr saiu correndo puxando Thomas pelo braço.
- O que aconteceu — perguntou ele.
- Depois te explico — disse Piotr entrando no carro.
Chegaram rapidamente a Scotland Yard, Piotr pediu para que o Superintendente Pfister levasse uma viatura para mansão Barker.
Piotr seguiu dirigindo a toda velocidade para a mansão.
- O que houve Piotr? — perguntou Thomas impaciente.
- Acho que o pior aconteceu e precisamos chegar o mais rápido possível.
A viagem durou a metade do tempo que levaria uma normal. Após chegarem tocaram a campainha, mas ninguém atendeu.
- Precisamos pular — disse Piotr.
Eles se esgueiraram pelas grades, na descida Thomas ao pular enganchou a ponta de seu casaco que foi rasgado.
- Oh não acabei de pega-lo na lavanderia!
- Isso não importa. Vamos!
- Não importa por que não foi o seu.
- Não é um momento muito oportuno para brigarmos – atalhou Piotr. – Precisamos entrar logo!
Depois foram correndo até a porta da casa. Dentro havia um rastro de sangue no chão.
- Lá em cima — apontou Piotr para a escada.
Subiram correndo e seguiram o rastro que os levaram até Tom Haywood que segurava o corpo de Lisa. Ao vê-los ele se assustou e largou no chão o corpo, tentou corre, mas foi agarrado por Thomas. Houve uma pequena briga, mas enfim foi imobilizado.
Enquanto isso Piotr olhava o corpo de Lisa, mas não havia mais batimentos cardíacos.
- Está bem? — perguntou Piotr a Thomas.
- Sim — ele passou os dedos num pequeno ferimento ao lado da boca. — E lisa?
Piotr abaixou a cabeça
- Ele deu uma pancada muito forte em seu crânio, morte instantânea.
Tom tentava se liberta e protestava.
- Não fui eu. Eu não fiz nada!
- E o que fazia arrastando o corpo dela? — disse Piotr.
Ele calou-se e num pequeno descuido de Thomas saiu correndo, os dois o seguiram, mas ele foi impedido por Pfister e seus homem.
- Peguem ele — gritou Thomas.
Prenderam-no e levaram até o carro. Piotr tentou fazer algumas perguntas sem resultado.
- Só falo na presença de meu advogado — dizia Tom.
- Você não precisará de advogado, isto foi bastante claro. Você a matou — disse Piotr seriamente.
- Não fui eu!
- E quem foi? Só havia você na casa.
Mas ele calou-se novamente.
- Bem o que aconteceu aqui? — perguntou Jim
- Ele matou a empregada.
- Como você descobriu?
- Pensei nessa possibilidade, mas não esperava que acontecesse tão cedo. Foi quando ela me ligou e no meio da ligação parou de falar. Achei que pudesse evitar e vim correndo.
- Ah aquele desgraçado! — bravejou Thomas. — A matou sem motivo se pudesse o mataria com minhas mãos!
- Existe um pequeno motivo — considerou Piotr.
- Qual?
- Mais tarde saberemos.
Piotr virou-se e falou com Tom.
- Onde estão todos?
Ele demorou um pouco antes de responder.
- Os empregados estão de folga.
- E Mrs. Prescott?
- Ela saiu.
- Para aonde?
- Não sei — ele pôi-se de costas.
- Reúnam todos aqui — disse Piotr a Pfister.
- Todos os suspeitos?
Piotr balançou a cabeça e disse:
- Até mais tarde agora irei terminar meu almoço — ele sorriu.
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